Autor: Felipe Gubert

  • Ideias para criar conteúdo: onde encontrar inspiração?

    Ideias para criar conteúdo: onde encontrar inspiração?

    Criar conteúdo relevante e frequente não é fácil. Afinal, é preciso muito esforço para não ser repetitivo. Por essa razão, muita gente enfrenta dificuldades na hora de encontrar ideias para criar conteúdo.

    Depois de certo tempo, parece que as ideias se esgotam. Por consequência, o conteúdo se torna bem menos atrativo. Além disso, já não traz mais nada de novo. Você se identifica com essa situação?

    A boa notícia é que é, sim, possível continuar sendo interessante no seu conteúdo. Para isso, basta seguir algumas dicas. Olha só:

    1 – Leia blogs nacionais e internacionais

    Dessa forma, você tem acesso não apenas às tendências do momento, mas também assuntos atemporais. Ao acessar um blog estrangeiro, inclusive, você tem a chance de trazer para a sua marca um conteúdo mais exclusivo.

    2 – Pesquise sobre assuntos relacionados à sua marca

    Quando eu falo sobre novas ideias para criar conteúdo, muita gente pensa apenas no que está estritamente relacionado ao seu segmento. Porém, ampliar os horizontes pode ser uma boa opção.

    Se você tem uma agência de viagens, vamos supor, com certeza já deu inúmeras dicas sobre o que fazer em determinado destino. Porém, é possível explorar algo diferente também. Que tal ensinar um turista a falar as frases básicas de determinado idioma, por exemplo?

    Essa dica, aliás, é aplicável em qualquer área de atuação.

    3 – Acompanhe o que as pessoas estão falando nas redes sociais

    Essa é uma fonte riquíssima de ideias para criar conteúdo. Afinal, quando um assunto está em destaque, é nesses lugares que você encontrará discussões sobre ele.

    Além disso, muitos debates surgem de forma natural. Portanto, você pode aproveitar uma pauta antes de ela ser usada em demasia em outros veículos.

    4 – Assista a um Ted Talks

    Há Ted Talks sobre infinitos assuntos. Por isso, é bastante provável que você ache uma pauta quente por lá.

    Não obstante, os assuntos são explorados de forma bem interessante e didática. Assim, é fácil adaptar a pauta para as suas plataformas.

    5 – Visite fóruns online

    Você deve saber como os fóruns funcionam, certo? Em resumo, usuários tiram dúvida e iniciam conversas por lá.

    Durante esse processo, os assuntos que vêm à tona são inúmeros. Além disso, você compreende que dúvidas o seu público pode ter. Que tal responder uma delas através de um artigo em seu blog?

    Ferramentas que dão ideias para criar conteúdo

    Em adição a estas dicas mais práticas, também é possível usar ferramentas para te ajudar.

    A primeira delas é o Google Trends. Com ela, você pode acessar as estatísticas referentes a determinada palavra-chave.

    Dessa forma, você pode ter, por exemplo, conhecimento sobre o que as pessoas estão pesquisando no Google sobre o assunto que norteia a sua marca. Além disso, é possível filtrar esses dados por período e região do país.

    Bastante similar, temos a Answer the Public. Aqui, basta você pesquisar uma palavra-chave. O site, portanto, vai te dar um relatório detalhado sobre as pesquisas feitas sobre esse assunto. Acredite: essa plataforma é uma mina de ouro para quem se sente sem ideias para criar conteúdo.

    Hábitos que te tornam interessante. Você os cultiva?

    Esse assunto até parece abstrato e desconexo do tema principal deste artigo. Porém, ele faz todo sentido nesse contexto.

    Nossas ideias vêm das referências que temos. Essas referências, por sua vez, vêm dos hábitos que cultivamos.

    Ler, por exemplo, é um deles. Afinal, quando lemos – seja lá o que for – estamos acessando novas informações. Por isso, ler livros, blogs, notícias e resenhas é sempre uma boa ideia.

    Hoje em dia, os podcasts estão em alta. Essa, inclusive, é uma excelente maneira de aprender algo quando não se tem muito tempo livre. Está no trânsito? Então, que tal ouvir algo novo?

    E por falar em ouvir, esse é outro excelente hábito, principalmente em conversas. Quando nos cercamos de pessoas interessantes, temos conosco fontes inesgotáveis de referências. Por consequência, de uma conversa trivial pode surgir uma pauta interessante para as suas plataformas.

    Por fim, eu te aconselho a ser, também, observador. Afinal, sem essa característica, as pautas que se escondem em todas essas dicas que dei até aqui podem passar despercebidas. Ser um observador, contudo, é um hábito que, para ser efetivo, precisa ser constantemente colocado em prática. Ou seja: não deixe isso para depois.

    Para organizar todas essas ideias, eu te recomendo a planejar o seu cronograma de conteúdo com antecedência. Dessa forma, é sempre possível fazer alterações e incluir pautas mais relevantes para o momento.

    Na dúvida sobre como criar esse planejamento, não hesite em procurar minha ajuda. Eu tenho certeza de que tenho muitas ideias que poderão te tornar uma autoridade no seu meio de atuação.

  • Como escrever bem: 8 dicas para um copywriting memorável

    Como escrever bem: 8 dicas para um copywriting memorável

    Não é dom, é prática: é possível aprender a escrever bem a qualquer momento. Eu começo esse artigo assim, aliás, pois muitas pessoas desacreditam da sua própria capacidade de aprender. Com a escrita, muitos acreditam nesse mesmo equívoco, o de que só quem “nasceu com determinado dom” pode ser bom em algo.

    Seja para aprender a tocar violão ou para aprender a escrever bem, você precisa apenas de prática e disciplina. E, é claro, de algumas dicas que vão tornar essa sua jornada de aprendizado mais fácil. Por isso, estamos aqui hoje, eu e você. Chegou, afinal, a hora de você aprender de uma vez por todas a escrever melhor.

    Porém, antes vamos para uma breve reflexão sobre as razões pelas quais você deveria investir no copywriting em sua marca.

    O que é copywriting?

    A escrita é algo tão inerente na comunicação que muita gente nem sabe que, no âmbito empresarial, a essa prática damos o nome de copywriting.

    Em resumo, o copywriting é a técnica de escrever para persuadir. Ela é amplamente utilizada no marketing, aliás.

    Por que essa técnica é importante?

    O copywriting é a base da comunicação entre sua empresa e seu público. Através dessa técnica, por exemplo, você transmite determinada mensagem. Além disso, também seduz e entretém a sua audiência.

    Muitas vezes, o copywriting guia uma persona até que ela cumpra determinada ação. É por isso, inclusive, que ele precisa ser persuasivo.

    Não obstante, temos ainda os algoritmos do Google. Para que você ranqueie bem no buscador, dominar essa técnica é fundamental. Afinal, esses algoritmos analisam o seu conteúdo a fim de avaliar se ele é de qualidade ou não.

    Sempre foi dito que uma imagem vale mais do que mil palavras, certo? No marketing digital, uma imagem sem o apoio de nenhuma palavra talvez seja uma mensagem confusa ou incompleta.

    Entendeu a importância?

    Escrever bem: o que isso significa?

    A primeira coisa que vem à mente ao se deparar com essa pergunta certamente tem a ver como gramática. Afinal, muitos ainda acreditam que um texto gramaticalmente correto é sinônimo de excelência na escrita.

    Com toda a certeza do mundo, a gramática é importante. É com ela, por exemplo, que estruturamos ideias e transmitimos ao leitor aquilo que de fato queremos transmitir. Com ela, não deixamos espaço para confusões e ambiguidade.

    Contudo, aqui vem uma novidade: não é só isso. Está muito longe de ser, aliás.

    Um texto bem escrito é aquele que cumpre o seu objetivo. Além disso, é aquele que é compreensível ao leitor. Este leitor, por sua vez, não terá dificuldade em ler um artigo, por exemplo, que está bem escrito.

    Como assim? Imagine que você precisa explicar para uma pessoa que não tem familiaridade com o meio digital a forma como o aplicativo de um banco funciona. Como você faria isso? Primeiramente, seria necessário escolher palavras mais simples. Nesse caso, termos técnicos e complicados não seriam eficazes.

    Além disso, escolher frases mais curtas e dar exemplos mais acessíveis a esse público em específico tornaria essa missão mais fácil.

    O que eu quero dizer é que mais do que saber as regras de gramática, é preciso acertar o tom de voz. Não obstante, precisa se considerar o contexto dessa escrita, quem a lerá, onde será publicada.

    Para escrever bem, tudo isso é necessário.

    Como escrever bem?

    Spoiler: essa lista será grande. Afinal, a escrita está presente em todos os nossos meios de comunicação. Ao mandar uma mensagem no WhatsApp, por exemplo, você está escrevendo. Ao responder um e-mail também.

    A amplitude de usos da escrita se assimila à amplitude nas formas de aprender a escrever bem. Vamos lá?

    1. Leia muito: qualquer livro ou conteúdo que seja da sua preferência. É lendo que aprendemos novas palavras e meios de nos expressarmos. Além disso, é uma excelente forma de aprender gramática;
    2. Conte histórias: ao contar uma história, precisamos organizar as ideias. Depois, devemos torná-la interessante: acrescentar um tom de mistério, colocar emoção nas palavras. Ao contar histórias, você começa a dominar melhor a língua portuguesa;
    3. Se coloque no lugar de quem vai ler: voltamos aqui ao exemplo que dei anteriormente. Considere, portanto, o seu público e de que forma ele se comunica no dia a dia;
    4. Evite palavras muito complexas: é muito comum o equívoco de que uma palavra complexa torna o texto mais rico e bem escrito. Porém, na maioria das vezes essas palavras são mais difíceis de compreender. Na dúvida, aposte na simplicidade;
    5. Use um corretor ortográfico: não precisa ter vergonha! Utilizar esse tipo de ferramenta não significa que você não sabe escrever bem. Com um corretor, você aprende muitas regras de gramática também;
    6. Estruture o seu texto antes de começar a escrever: ou seja, organize as suas ideias antes de começar algo. Dessa forma, a escrita será muito mais clara e coesa;
    7. Pratique a escrita diariamente: como eu disse, é a prática que traz o domínio da técnica. E, convenhamos, praticar a escrita não é assim tão difícil: preste mais atenção às suas mensagens e na forma como você as escreve;
    8. Tenha um bloco de anotações: eis aqui uma ideia de como praticar a escrita. Nesse bloco, você pode narrar situações ou anotar ideias. Ao tirar um pensamento da cabeça e colocar no papel, é preciso um esforço mental valioso para a habilidade de escrever bem.

    Para escrever bem, o conhecimento é poder

    Não somos máquinas. Portanto, precisamos estudar para dominar determinado assunto. Por isso, compreender uma temática é fundamental para que você aprenda a escrever bem sobre ela.

    Ao estudá-la, você ganha mais confiança, vocabulário e novas ideias para explorar em um artigo, por exemplo.

    Esse conhecimento também pode vir da análise de concorrentes. Ao ler o que eles estão escrevendo, acredite, você vai ter muitas novas ideias. Vai, ainda, descobrir diferentes formas de escrever uma mesma frase. Por consequência, seu vocabulário e técnica de copywriting se tornam muito mais ricos.

    Estudar gramática também é fundamental

    Como eu já disse, um texto bem escrito não é apenas aquele que está gramaticalmente correto. Contudo, é claro que essas normas são importantes também.

    Portanto, não tem escapatória: é preciso dedicar um tempo a elas. A minha dica é que você comece pelo mais básico. Ou seja, as regras mais comuns e que você aplica diariamente.

    Na hora de escrever, ao se deparar com uma dúvida de gramática, pesquise sobre ela. Assim, você vai estar aprendendo ativamente a escrever melhor.

    Outra dica é que você revise o seu material antes de publicá-lo. Assim, além de evitar pequenos erros gramaticais, também evita erros de coesão. Sabe quando uma frase não faz sentido? Ao revisar, podemos evitar esse tipo de problema.

    Seja gentil com a sua criatividade

    Inúmeras vezes nós somos bons de gramática, já seguimos todas essas dicas sobre escrever bem, mas mesmo assim não conseguimos escrever um bom texto. Por quê? Pode ser bloqueio criativo.

    Escrever é uma atividade que exige bastante da nossa criatividade. Por isso, uma dica para fomentar a sua é criar um ambiente propício para a escrita. Ou seja, busque o silêncio (ou uma música que não te atrapalhe) e uma posição confortável para escrever.

    Além disso, seja curioso e ávido por referências. Leia livros, assista a filmes, converse com outras pessoas e se interesse por assuntos diversos.

    À primeira vista, talvez isso não pareça ter nada a ver com escrever bem. Contudo, quando permitimos que nossa criatividade aflore desta forma, nos munimos de mais ideias. Dessa forma, na hora de escrever, as palavras saem com mais facilidade. Além disso, saem de um modo muito mais interessante.

    Não esqueça dos algoritmos do Google

    Por último, mas não menos importante, temos as regras do Google. Basicamente, ele orienta que você utilize frases e parágrafos curtos.

    Dessa forma, um artigo se torna muito mais fácil de ler. Por consequência, sua mensagem também é melhor transmitida.

    Preparado para começar a praticar a escrita? Afinal, nunca é demais reforçar: para escrever bem, é preciso praticar. A boa notícia, aliás, é que esse vai ser um exercício prazeroso. Em breve, portanto, você encontrará prazer ao transformar ideias em palavras.

    E, além disso, conquistar mais clientes com essas palavras.

  • Geração Z: como conquistar essa audiência

    Geração Z: como conquistar essa audiência

    A Geração Z já nasceu conectada. Há quem a chame, inclusive, de “nativos digitais”. Hoje, esse público representa uma parcela bem grande dos consumidores na internet (e fora dela também, é claro).

    Para muitos nichos, a Geração Z é um tipo de público bem importante. Contudo, saber como estreitar as relações, nesse caso, pode não ser tão fácil. Afinal, estamos falando de uma geração com um modo bastante específico de comprar e se relacionar com empresas.

    Se esse é o seu caso, esse artigo é para você. Nele, eu vou dar algumas dicas de como conquistar a Geração Z com a sua estratégia de marketing.

    Quem é a Geração Z?

    Para se comunicar bem com esse público, antes é preciso entendê-lo. Por isso, antes de qualquer dica, vamos conhecer quem, afinal, compõe a Geração Z.

    Quando se trata dos anos que delimitam essa geração, geralmente encontramos algumas variações. Entretanto, é um consenso que fazem parte da Geração Z todos aqueles que nasceram entre meados da segunda metade da década de 1990 e o começo dos anos 2010.

    Como eu já mencionei, essas pessoas nasceram com os dois pés na internet. Essa, inclusive, é uma das maiores diferença entre essa geração e a geração de nossos pais, por exemplo.

    Contudo, há mais características que devemos prestar atenção:

    • Essa geração é engajada socialmente. Assim, eles estão a par de pautas relacionadas à inclusão, à equidade e à diversidade;
    • Além disso, são comunicativos. Por terem nascido em uma era de fácil acesso aos diferentes meios de comunicação, o ato de socializar (virtual ou fisicamente) é natural para eles;
    • Por serem socialmente engajados, também são menos propensos a aceitar rótulos e estereótipos;
    • Outra característica notória é o pragmatismo. Como essas pessoas já viveram muitos momentos históricos e mudanças de grandes proporções, se tornaram mais pragmáticas.

    Todas essas informações são importantes para você entender como se aproximar dessas pessoas.

    Como a Geração Z usa a tecnologia?

    Até então, eu citei várias características que dizem respeito ao comportamento geral da Geração Z. Contudo, a forma como eles usam a tecnologia também é diferente.

    Um estudo realizado pela Atrevia e pela Deusto Business School, por exemplo, traz alguns insights sobre o assunto. Um deles é sobre a capacidade da Geração Z de prestar atenção em algum conteúdo.

    Basicamente, estamos lidando com usuários cuja atenção se dispersa facilmente. Assim, se algo não os atrair de imediato, é improvável que eles deem uma segunda chance.

    Por consequência, o seu esforço para criar um bom conteúdo deve ser maior. Mas, afinal, que esforço é esse? Agora, sim, vamos às dicas sobre como atrair consumidores da Geração Z.

    5 dicas fundamentais para conquistar a Geração Z

    1 – Trabalhe bem os seus valores

    Como eu já disse, esse público tende a avaliar uma marca através de seus princípios e valores. Por isso, é fundamental que você defina os seus e os deixe bem claro para as pessoas.

    Além disso, é necessário lembrar que promoções ou boas condições de pagamento são, sim, importantes. Porém, esse grupo de consumidores não considera apenas isso na hora de decidir onde comprar.

    Entenda, portanto, que a sua marca deve ser completa. Deve, sim, continuar priorizando qualidade e boas ofertas. Porém, deve incluir nessa lista de prioridades a preocupação e responsabilidade com aquilo que tange o nosso lado emocional e humano.

    Aqui, as ações são diversas. Esse valor pode refletir, por exemplo, na escolha de imagem para um anúncio. Ou ainda na forma como você trata os seus clientes.

    2 – Proporcione experiências

    Não é à toa que os serviços de streaming fazem tanto sucesso. Afinal, mais do que um serviço, eles são uma experiência completa, uma nova forma de assistir a um filme, por exemplo.

    Se você ofertar uma experiência, as suas chances de conquistar a simpatia dessas pessoas é muito maior.

    Às vezes, aliás, a experiência pode não ser o seu produto, mas sim o layout do seu site ou o processo de compra, por exemplo. N’outras, pode ser um brinde enviado junto ao produto, um teste gratuito de algum serviço ou a chance de fazer parte de uma comunidade de consumidores da sua marca.

    3 – Ofereça autonomia

    Por serem nativos digitais, esse público lida muito com a tecnologia sem precisar de ajuda. Logo, é imprescindível que você desenvolva plataformas no estilo self-service. Ou seja, ambientes nos quais essa geração não vai encontrar obstáculos para chegar ao objetivo que tem em vista.

    A Geração Z tem pressa. Por isso, se um processo de compra significa atravessar etapas muito completas, ou depender de uma resposta do time de vendas, esqueça. Esse público não vai esperar.

    Na prática, você deve oferecer, por exemplo, um layout intuitivo. Dessa forma, o usuário é capaz de “se virar sozinho” no seu site, sem delongas desnecessárias.

    4 – Tenha um sistema dinâmico de atendimento

    Você já se deparou com algum site no qual você precisa repetir a sua dúvida várias vezes, uma em cada etapa do atendimento? Pois é, isso afasta a Geração Z na hora!

    Assim como demais consumidores da atualidade, essas pessoas desejam exclusividade e contato humano, além de uma aproximação personalizada. Por isso, seja caloroso, prático e ofereça uma comunicação simples e direta.

    5 – Trabalhe com influenciadores

    O trabalho dos influenciadores digitais já virou uma marca registrada dessa geração. Portanto, estabelecer esse tipo de parceria pode fazer a sua marca ser mais conhecida e aceita por esse público.

    Contudo, é preciso ser criterioso na hora de escolher um. Antes disso, analise bem o seu público-alvo. Ademais, se certifique de que o influenciador é realmente um influenciador. Ou seja, garanta que, além de altos números de seguidores, essa pessoa também tenha engajamento.

    Conhecer a Geração Z é um investimento no futuro

    E no presente também, é claro. Afinal, esse público já representa uma parcela bem grande dos consumidores digitais no país e no mundo.

    Contudo, o futuro também conta aqui, e eu não falo apenas do seu lucro no final do mês. Os jovens que hoje compõem a Geração Z vão crescer. Até lá, vão desenvolver suas características atuais e levar esses valores todos para o futuro também.

    Por isso, analise agora o seu público. A Geração Z faz parte dele? Se sim, já passou da hora de dar a esse grupo a devida atenção.

  • YouTube Ads: conquiste um lead em segundos

    YouTube Ads: conquiste um lead em segundos

    Todos os dias somos impactados por um anúncio do YouTube Ads. Você, aliás, com certeza sabe disso muito bem. Afinal, antes de começar um vídeo, sempre há um breve anúncio, às vezes de apenas 5 segundos.

    Alguns anúncios são mais longos. Estes, entretanto, precisam ser extremamente atrativos para que impeçam o usuário de correr para o botão “pular anúncio”. Os anúncios rápidos, por sua vez, nos fazem questionar como uma marca consegue ser tão sucinta e eficaz. Além destes, temos ainda as caixas de diálogo que surgem enquanto assistimos algo.

    Seja como for, o YouTube Ads costuma dividir opiniões. Em resumo, muitos acham a inserção de anúncios exagerada e inconveniente. Por outro lado, os conteúdos em vídeos são a grande tendência do momento. Por consequência, o YouTube se torna uma fonte incrível de novos leads.

    No fim, a solução é compreender o YouTube Ads – e o público da sua marca também, é claro. Essa, de forma bastante superficial, é a receita para usar essa plataforma ao seu favor. Mas como, exatamente?

    Que tipos de anúncio estão disponíveis no YouTube Ads?

    Como eu mencionei brevemente no começo desse artigo, vários anúncios são possíveis no YouTube Ads. Então, para aprender a gerar leads através dele, é preciso, antes, compreender cada formato.

    • Gráfico: este formato é mais adequado para quem assiste os vídeos no computador. Basicamente, ele é o banner que fica do lado direito da página, ou logo abaixo do player;
    • Cartões patrocinados: em vídeos de produtos, por exemplo, é comum vermos alguns cards clicáveis que nos levam para uma página sobre o que está sendo divulgado. Estes são os cartões patrocinados. Além disso, esse tipo de vídeo geralmente conta com uma ferramenta no topo, na qual é possível navegar entre os cartões dispostos ao longo do conteúdo;
    • Bumper Ads: são os vídeos curtos e não “puláveis” que aparecem no meio do que você está assistindo. Eles devem durar até 6 segundos. A cobrança, por sua vez, é realizada a cada mil visualizações;
    • Video Discovery: este anúncio aparece normalmente na aba de recomendações para o usuário. A cobrança é feita cada vez que alguém clica no vídeo;
    • Masthead: aqui, temos os anúncios que aparecem no topo da plataforma. Estes, inclusive, passam pela avaliação das equipes do Google;
    • TrueView In-Stream: estes são os famosos anúncios que podemos pular. Nesse caso, a cobrança só é feita enquanto o usuário assiste ao seu vídeo;
    • Em vídeo: nessa categoria, os anúncios podem aparecer antes, durante ou após o vídeo principal. Eles podem, além disso, ser puláveis ou não;
    • De sobreposição: é a caixa de diálogo semitransparente que aparece na parte inferior do vídeo.

    Como escolher o formato ideal?

    Depende da sua estratégia. Se você optar por um anúncio em vídeo, por exemplo, precisa estar ciente de que o orçamento deve ser maior. Afinal, é preciso roteirizar e gravar essa peça.

    Já se o seu objetivo é levar o usuário para uma página de cadastro, é melhor investir em formatos mais adequados para desktop.

    Se você for um criador de conteúdo, um Video Discovery seria o ideal. Os Bumpers, por sua vez, são normalmente eficazes na divulgação de produtos.

    Basicamente, é preciso, antes de tudo, saber aonde você quer chegar. Não obstante, é necessário ainda que você conheça o seu público – e de onde ele acessa o YouTube.

    Como realizar uma boa segmentação?

    No quesito “anúncios”, qualidade é mais importante do que quantidade. Ou seja, seu anúncio não necessariamente precisa ser visto pelo maior número de pessoas possível. Na verdade, ele deve chegar nas pessoas certas.

    No YouTube Ads, é possível fazer essa segmentação de diferentes formas:

    • Vídeo específico: nesse caso, você seleciona um vídeo, através de sua URL. Aqui, você deve lembrar que, quanto maior for o alcance desse vídeo, mais você pagará pelo anúncio;
    • Interesses do usuário: essa é uma ferramenta clássica de segmentação. Dessa forma, é possível enviar o seu anúncio para potenciais leads. Após isso, o YouTube se encarrega de aplicar o seu anúncio em vídeos que façam sentido para a sua estratégia;
    • Temas: você também pode anunciar através de temas específicos. Para isso, a minha dica é que você leve o “específico” a sério. Em outras palavras, que aprofunde a sua campanha para obter resultados melhores.

    Como fazer bons anúncios para YouTube Ads?

    Aqui, a pergunta para a qual todo mundo deseja uma boa resposta. Afinal, todos nós sabemos que a maioria das pessoas tende a pular um anúncio nos primeiros segundos.

    Se você fizer um anúncio em vídeo, o ideal é que você concentre a sua mensagem logo nesses primeiros segundos. Assim, você tem a certeza de que o público te ouvirá.

    Esse início também é a sua chance de captar a atenção de uma pessoa. Por isso, explore gatilhos tais como:

    • Urgência;
    • Curiosidade;
    • Emoção.

    E por falar em emoção, técnicas de storytelling funcionam muito bem aqui. Ao contar uma história, você utiliza gatilhos de curiosidade e emoção de forma muito mais eficaz. Uma pessoa pode torcer o nariz para um anúncio inconveniente, mas jamais fará o mesmo com uma boa história.

    Lembre-se de que você está “se intrometendo” em um possível momento de lazer do usuário. Por isso, a técnica de venda tem que ser mais relacionada à persuasão do que à venda propriamente dita.

    Outra dica preciosa é que você invista em qualidade. Um anúncio esteticamente agradável, portanto, tem mais chances de ser atrativo o suficiente para não ser deixado para trás após 5 segundos.

    E em relação aos anúncios estáticos?

    Até aqui, falei sobre como os anúncios em vídeo podem fazer sucesso na sua estratégia. Porém, você já sabe que há outras opções além destes.

    Para os anúncios estáticos, o ideal é que você acerte nas cores e nas imagens. Elas devem ser chamativas – sem que isso distorça a personalidade da sua marca – e tudo deve estar em alta resolução.

    Quanto às palavras, escolha-as com sabedoria. Um bom anúncio no YouTube Ads não deve ser carregado em texto. Portanto, é necessário ser sucinto.

    Vale a pena anunciar no YouTube Ads?

    Se você chegou aqui, deve ter entendido que anunciar no YouTube Ads vai te demandar um pouco mais de esforço do que você está acostumado. Por consequência, deve estar se perguntando se esse esforço vale a pena. E a resposta é sim.

    Como eu tenho falado ultimamente, os vídeos são uma tendência muito forte. Não é à toa que o Instagram, por exemplo, tem duas ferramentas de vídeos disponíveis – Reels e IGTV. O TikTok, como você deve saber, está mais forte do que nunca.

    Em meio a isso, o YouTube segue como a maior plataforma de vídeos. A audiência que a acessa é massiva.

    Além disso, outros números nos provam que essa estratégia é, sim, uma boa ideia. Sabia, por exemplo, que a previsão é de que, em 2022, os vídeos representem mais de 80% do conteúdo consumido na internet?

    Ao deixar de aproveitar essa oportunidade, você deixa de chegar até uma parcela bem importante do seu público.

    Na dúvida, é melhor começar a testar essa estratégia agora mesmo. Precisa de ajuda para isso? Eu posso te ajudar a criar um anúncio excelente para YouTube Ads!

  • Elementos que não podem faltar no seu anúncio pago: saiba quais são

    Elementos que não podem faltar no seu anúncio pago: saiba quais são

    Não faz muito que falei por aqui sobre por que você deveria começar já a investir em anúncios. Em suma, a sua base de leads pode aumentar exponencialmente com essa estratégia. Seguindo na mesma linha de raciocínio, portanto, hoje eu quero falar sobre os elementos que não podem faltar no seu anúncio pago.

    O que são esses elementos e por que eles são importantes?

    Primeiramente, quero te contar uma coisa: sabia que vemos, todos os dias, entre 6000 e 10000 anúncios? Indiscutivelmente, é um número enorme. Agora, uma pergunta: você se lembra de cada um desses anúncios? É claro que não.

    Muito provavelmente você lembra de apenas um ou outro. Às vezes, inclusive, pode ser que todos te passem despercebidos.

    A propósito, tente pensar, independente da data, em um anúncio que te impactou de alguma forma. Conseguiu? Pois bem, então, responda: o que, exatamente, te chamou atenção nele? Com certeza foi um elemento visual: as cores ou a imagem, por exemplo.

    Resumidamente, esses elementos são o que tornam o seu anúncio memorável. Ou seja, aquele que vai ter chances de se sobressair em meio a tanta concorrência.

    Elementos que não podem faltar no seu anúncio pago

    Vamos, portanto, ao ponto. Agora, vou listar alguns dos elementos mais importantes para um anúncio pago.

    1 – Tipografia

    Uma imagem vale mais do que mil palavras, certo? Por isso, nesse tópico eu trouxe uma marca que você reconheceria em qualquer lugar do mundo:

    Imagem: Bored Panda

    Lá no começo de sua história, como você pode ver, o logotipo da Coca-Cola era extremamente simples. Basicamente, não havia nada de muito memorável nele.

    Atualmente, é impossível não ser impacto pela tipografia da marca. É óbvio que, quando se trata da Coca-Cola, falamos de uma gigante com uma estratégia colossal de marketing que vai muito além disso. Contudo, é inegável que a icônica tipografia tem, sim, um papel muito importante na hora de conquistar um espaço na memória do público.

    Na prática, a tipografia que você escolher deve representar o humor da sua marca. Traços mais retos e finos, por exemplo, tendem a demonstrar mais seriedade. Ao mesmo tempo, fontes arredondadas e de traçado grosso podem trazer mais descontração para o anúncio.

    2 – Imagens

    Lembra quando falei sobre sermos mais visualmente atraído por rostos? Essa é uma das formas de usar imagens ao seu favor em um anúncio pago.

    Nesse tipo de publicidade, muitas vezes uma imagem comunica de forma mais assertiva algo que as palavras talvez não fossem capazes de fazer. E de forma muito mais rápida, é claro. Afinal, estamos falando de anúncios nos quais o usuário vai dar uma breve olhada antes de clicar ou seguir em frente.

    Às vezes, em vez de imagens, podemos apostar em elementos visuais semelhantes. Ilustrações, por exemplo. Ou infográficos, dependendo do que você deseja comunicar.

    A escolha da imagem, é claro, depende da personalidade da sua marca e do objetivo do anúncio. Entretanto, na hora de decidir qual usar, de qualquer forma você deve considerar:

    • O tamanho da imagem, que deve ser grande o suficiente para que você possa trabalhá-la devidamente;
    • A resolução dela, que deve ser alta. Do contrário, o seu anúncio pode perder credibilidade.

    3 – Espaço

    Até então, eu sugeri ideias do que acrescentar em um anúncio pago. Agora, eu quero sugerir que você lembre de deixar um espaço sem nada nessa peça. Tudo isso para evitar o caos visual.

    Se não houver certo espaço entre um elemento e outro, será difícil assimilar rapidamente todas as informações dispostas na imagem. Basicamente, o usuário não saberá exatamente para onde olhar e vai desistir antes mesmo de começar.

    Esse espaço, aliás, não precisa necessariamente estar em branco. É possível, por exemplo, usar uma cor de fundo. Ou um padrão – outra vez: isso depende da personalidade da sua marca e do objetivo do seu anúncio.

    4 – Cores

    E por falar em cores, é hora de falar desse elemento importantíssimo para o resultado final. Primeiramente, você deve entender que as cores têm personalidade. Em suma, uma cor pode mudar completamente o sentido da mensagem que você está tentando comunicar.

    O caso do McDonald’s é uma boa forma de observar essa teoria na prática. Na Europa, a marca decidiu ficar mais verde. Após ser repetidamente acusada de ser uma “inimiga do meio ambiente”, a rede deu essa guinada na identidade visual para remeter a algo mais saudável.

    Na dúvida sobre qual cor usar, recorra às cores usadas em sua marca. Além disso, você deve considerar o que a sua mensagem está tentando passar. Credibilidade? Descontração? Seriedade?

    Outra dica que tenho para você é sobre como combinar melhor as cores. Afinal, dificilmente você usará uma só, certo? Na dúvida, você pode conferir esse círculo de cores aqui:

    Funciona assim: cores que estão opostas umas às outras são complementares. O roxo e o amarelo, por exemplo, combinam perfeitamente. Se o seu anúncio tem a cor azul como predominante, talvez a laranja pode causar o contraste que você deseja.

    5 – Linhas e formas geométricas

    Aqui, temos mais elementos que podem complementar e enfatizar o sentido da sua mensagem. Linhas e formas geométricas podem ser usadas, por exemplo, para melhorar a disposição das informações no anúncio.

    Além disso, podem trazer a ideia de movimento ou espaços adicionais de texto.

    Para utilizá-las, é preciso saber controlar a dose. Afinal, o uso em exagero desses elementos pode causar poluição visual no seu anúncio.

    Dica extra: tenha um profissional que entende do assunto ao seu lado

    Sabe o que todos esses elementos têm em comum? Suas funções vão muito além da estética. O objetivo desse artigo, a propósito, não é te ajudar a criar anúncios que são apenas bonitos. Eles devem ser, portanto, assertivos. Devem atrair o olhar e comunicar com maestria a mensagem desejada.

    E para que você possa se comunicar além das palavras, é preciso encontrar o equilíbrio entre diversos elementos – como estes que vimos até aqui.

    Nesse caso, minha recomendação é que você tenha ao seu lado um profissional da área. Um designer, por exemplo, tem o domínio desse conhecimento e pode te oferecer um trabalho mais eficiente e assertivo.

    Lembre-se: um anúncio pago precisa se destacar da concorrência

    No começo desse artigo, inclusive, você deve ter reparado que a concorrência é enorme. Por isso, não economize esforços no momento de criar um anúncio pago impactante e que realmente atraia o seu público ideal.

  • Marketing digital: como começar

    Marketing digital: como começar

    Seja como profissional ou como empresário, estar fora do marketing digital é estar desconectado do mundo. Por isso, se você ainda se encontra nessa situação, é hora de mudar.

    O mundo atual está completamente online. Você, por exemplo, não está lendo esse artigo em um papel impresso. No seu tempo livre, inclusive, muito provavelmente você confere o que há de novo nas redes sociais.

    Pensemos agora em como o consumo online funciona. Na pandemia, as compras pela internet aumentaram. Entretanto, antes mesmo deste período, o e-commerce já era uma tendência.

    Transações bancárias e educação a distância são outras maravilhas do mundo moderno.

    Assim, não é de se espantar que o marketing digital seja uma área em ascensão. Afinal, as empresas precisam se comunicar com o seu público onde eles estão. E, é claro, nesse momento é na internet que estamos.

    Desse modo, o marketing digital representa um futuro próspero para todo mundo – seja nos negócios, seja na sua carreira.

    Hoje, eu vou te ajudar a dar os seus primeiros passos nessa área, independente dos seus objetivos por aqui.

    Como começar no marketing digital sendo uma empresa

    Por incrível que pareça, muitas empresas ainda estão offline. Ao tentar buscar seus nomes no Google, por exemplo, pouquíssima coisa se encontra. Às vezes, nem sequer as formas de contato.

    As redes sociais também ainda são um mistério para muitos empresários. Enquanto marcas faturam e conquistam leads com o Facebook e o Instagram, outras ainda existem apenas em cartões e panfletos.

    Nesses casos, começar pode ser complicado. Entretanto, não é impossível. Para isso, eu trouxe algumas dicas:

    • Defina seus objetivos: e, é claro, entenda a grandiosidade da mudança que você está prestes a empreender. Se tornar digital é muito mais do que um posicionamento, é uma mentalidade;
    • Invista em um site: a maioria das pessoas recorre ao Google antes de decidir se vai ou não comprar um produto – ou de quem vai comprar. Por isso, você precisa estar no buscador e ser encontrável também. Aqui, lembre-se de investir em um site responsivo e otimizado para SEO. Dessa forma, será mais fácil para os consumidores te encontrarem;
    • Crie redes sociais: porém, descubra antes quais são ideais ao seu perfil. Depois, trabalhe para publicar conteúdo relevante nelas. É nesse ponto que você vai começar a construir a sua personalidade digital – e você precisa ser memorável;
    • Mantenha tudo atualizado: ou seja, site e redes sociais. Se você não oferecer informações corretas e atualizadas, os clientes podem desistir de você. Na era do marketing digital, queremos agilidade e facilidade.

    Empreenda sua estratégia de marketing digital com a ajuda de um especialista

    À primeira vista, talvez minhas dicas pareçam simples e fáceis de aplicar. Afinal, a lista é bastante enxuta e superficial – realmente um guia rápido de primeiros passos.

    Contudo, o marketing digital tem suas nuances. É preciso, por exemplo, saber para quem você está criando o seu conteúdo. Além disso, é necessário entender como alimentar o seu site, quais cores usar e com qual tom de voz escrever seus artigos.

    Na hora de criar anúncios, por outro lado, é preciso ter visão de negócio. Não obstante, é preciso entender de comportamento digital.

    Por isso, se hoje a sua empresa é completamente offline, considere ter junto de si um profissional (ou uma equipe) que já entenda do ramo.

    Como começar no marketing digital sendo um profissional

    Sendo uma área em constante crescimento, é óbvio que o marketing digital tem atraído os olhares de muitos futuros profissionais. Na hora de escolher uma profissão, o número de jovens dispostos a trabalhar com a internet é cada vez maior. E eles estão certos, inclusive. Afinal, é uma das áreas mais promissoras para o futuro.

    Se você almeja se tornar um profissional do marketing digital, então, eu também tenho dicas para te dar:

    • Considere uma graduação da área de comunicação: esse é um caminho clássico, mas que ainda abre muitas portas. Além disso, na faculdade você terá acesso a conhecimentos e vivências que vão te formar pessoal e profissionalmente. Não obstante, também é um bom lugar para ter suas primeiras experiências profissionais e estabelecer uma boa rede de networking;
    • Invista em cursos de especialização: o marketing digital é uma área em constante evolução e que se desdobra de mil formas diferentes. Por isso, além de noções gerais, é preciso saber no que você deseja trabalhar para ir a fundo nesse objetivo;
    • Seja curioso, consuma conteúdos regularmente: felizmente, o marketing digital traz consigo uma inundação de bons conteúdos para serem consumidos. Atualmente, temos blogs, webinares, cursos, perfis em redes sociais, canais no YouTube e muitos outros locais para você se tornar mais interessante e munido de boas referências. Estar aqui, nesse blog, inclusive, é um excelente sinal de que você deseja ser bom no marketing digital;
    • Busque ter experiências na área: o marketing digital na prática é uma escola. É no dia a dia que você vai se expor a inúmeras situações que vão te fazer crescer na área. Além disso, são essas experiências que vão construir o seu currículo e possivelmente te abrir portas no futuro.

    Invista em projetos pessoais

    Essa é uma dica bastante válida tanto para futuros profissionais, quanto para empresários. Afinal, um projeto pessoal é um excelente lugar para praticar tudo o que você aprende. Por consequência, te possibilita ver o marketing digital e suas nuances de forma mais acurada.

    Muitos escrevem blogs, ou criam um perfil no Instagram para divulgar algum talento ou atividade que desempenha – como desenhos, dicas de viagem etc. Além de te trazer satisfação pessoal – e agregar no seu currículo, esse tipo de projeto é um bom exercício.

    Nele, você vai ter contato e prática diretos com as ferramentas do marketing digital. Vai, ainda, conhecer o seu público e aprender a se relacionar com ele. Em suma, vai vivenciar uma experiência completa na área.

    O marketing digital é um aprendizado constante

    Basicamente, o marketing digital tem dois pilares bem importantes: o comportamento humano e a tecnologia. Ambos, inclusive, podem mudar e se desenvolver com bastante frequência.

    Por isso, se você está pensando em migrar para esse mundo – e você deveria fazer isso – é preciso saber que o estudo vai ser constante. O tempo todo nos deparamos com novidades e tendências, e isso é fascinante.

    Por fim, eu espero que você acaba se tornando tão apaixonado por marketing digital quanto eu sou. Inclusive, sempre que quiser conversar sobre o assunto e ter insights sobre o tema, não hesite em entrar em contato comigo!

  • Profissões do marketing digital: quais são elas?

    Profissões do marketing digital: quais são elas?

    O marketing digital é uma área ampla. Ultimamente, inclusive, tem sido cada vez mais procurada. Mesmo em escala internacional a procura por profissionais tem sido grande. No anseio por fazer parte desse ambiente, muitas pessoas desejam dar o seus primeiros passos no segmento, fazer parte disso tudo. Contudo, a pergunta que fica é: quais, afinal, são as profissões do marketing digital?

    Hoje, eu vou trazer algumas das mais populares no mercado. Além disso, são as que têm tudo para continuar sendo altamente requisitadas no futuro.

    Primeiramente, porém, vamos conhecer as áreas que se desdobram do marketing digital.

    • Comunicação social: o marketing digital é essencialmente sobre comunicação. Assim, não é de se espantar que esta seja a primeira área que menciono aqui;
    • Economia: por mais que pareça uma área exclusivamente de humanas, as capacidades das exatas também têm vez. Isso acontece pois é possível, como veremos mais adiante, trabalhar com orçamentos, vendas e demais tipos de cálculos;
    • Gestão: como seu sempre reafirmo, planejamento é tudo. Ou seja, saber gerir projetos e pessoas é fundamental no marketing digital;
    • Tecnologia: seja para trabalhar com planilha ou desenvolver sites, é indispensável que os profissionais do marketing digital precisam de tecnologia em seu trabalho. Estamos, afinal, online o tempo todo.

    Quais são as profissões do marketing digital

    Dentro destas áreas, é possível exercer inúmeras funções. Vamos, então, conhecer as profissões do marketing digital mais populares.

    1 – Social media

    Se você se interessa por marketing digital, com certeza já se deparou com esse cargo por aí. As redes sociais são, afinal, o carro-chefe de muitas estratégias. Esse profissional, portanto, tem a responsabilidade de estabelecer uma conexão com um público cada vez mais conectado e exigente.

    No dia a dia de um social media, temos o planejamento de postagens, por exemplo. Além disso, há o gerenciamento de ações e o monitoramento de métricas. Por trabalhar com várias redes sociais, esse é um profissional que deve ser dinâmico.

    2 – Analista de métricas

    Aqui, temos um profissional que se aprofunda mais na análise de métricas. Para ser um analista, é preciso ter um amplo conhecimento de métricas e KPIs. É fundamental, por exemplo, saber quais dados analisar para cada rede social. Ou ainda saber como avaliar as informações de acesso de um site.

    Se uma métrica não indicou um bom resultado, então, é hora de reunir a equipe e buscar por mudanças. Em resumo, o analista de métricas fica “de plantão” nos resultados de todas as redes e plataformas da empresa.

    3 – Designer

    Normalmente, esse profissional é aquele que entende de User Experience. Ou seja, sabe como tornar a experiência do usuário mais agradável através da estética e do layout de seu site e postagens. O designer é quem dará vida à personalidade da marca através de sua identidade visual.

    O trabalho de um designer vai muito além da estética. Cada fonte e cada cor, por exemplo, são escolhidos por uma razão. Todo o trabalho desse profissional deve ser embasado em estudos consistentes sobre o comportamento e as preferências do público em questão.

    4 – Atendimento

    Como já disse, a comunicação é tudo no marketing digital. Por isso, é fundamental que haja um profissional que faça esse intermédio entre empresa e cliente. Um profissional de atendimento é aquele que vai dar atenção às necessidades e dúvidas dos clientes. Por consequência, é um elo importante para que a marca possa estreitar e fortalecer a conexão com o público.

    5 – Estrategista de marketing digital

    Tudo começa no planejamento. Esse profissional, portanto, é aquele que terá uma visão mais ampla do marketing digital de uma empresa. Trabalhando em conjunto com as demais equipes, vai definir quais são as melhores estratégias para fortalecer o marketing da empresa.

    6 – Criador de conteúdo

    Essa função também é conhecida por redação. Aqui, temos o profissional que vai dominar as comunicação escrita. Para ser um bom redator, não é necessário apenas entender de gramática. É preciso, também, saber como se comunicar com cada público e criar textos que sejam apelativos, claros e sedutores.

    Há quem acredite que os redatores um dia serão substituídos por robôs. Entretanto, escrever para o marketing digital ainda é, felizmente, uma tarefa que requer uma boa dose de tato humano. Outra vez, reforço uma ideia frequente aqui: vendas não se tratam mais de transações, se tratam de relações. E para construir uma, os robôs que me desculpem, mas humanidade ainda é indispensável.

    7 – Desenvolvedor

    Mais do que apenas fazer um site, um desenvolvedor pode ainda contribuir para a escaneabilidade dessa plataforma. É, ainda, o responsável pelo desenvolvimento de aplicativos e tudo o que diz respeito ao âmbito tecnológico de uma empresa.

    Na prática, também trabalha em conjunto com as demais equipes. Exemplo disso é o trabalho junto ao designer. Juntos, ambos desenvolvem um ambiente virtual intuitivo e agradável para o público. Ter um site que funciona bem e carrega rápido, aliás, também é um ponto de atenção do User Experience. Mais uma vez, é o desenvolvedor que garante essa boa experiência ao cliente.

    8 – Gestor de tráfego

    Por aqui, eu já falei muito sobre a necessidade de atingir as pessoas certas. Essa, portanto, é a principal missão do gestor de tráfego. Basicamente, esse profissional vai gerenciar os anúncios de uma empresa.

    Além disso, tomará o cuidado de garantir que estes anúncios estejam chegando no público adequado. Por consequência, é fundamental para conquistar novos leads e aumentar as vendas.

    9 – Analista de SEO

    O SEO, como já falei por aqui, é um conjunto de regras que ajuda o seu site a chegar para mais pessoas. É, em suma, um processo tecnológico. Para fazer essa otimização, é preciso conhecer a fundo os algoritmos do Google, por exemplo.

    Por essa razão, esse profissional tem sido tão procurado ultimamente. Com a popularização dessa técnica, mais e mais empresas desejam ranquear bem e figurar nas primeiras páginas do buscador.

    10 – Analista de dados

    Mais de uma vez eu falei sobre o crescente uso de dados em estratégias de marketing digital. Além disso, também mencionei que estes dados não são sempre facilmente traduzíveis. Mais do que apenas tê-los, é necessário entendê-los.

    É aqui, então, que entra o analista de dados. Este profissional, por sua vez, sabe analisar todas essas informações. Não obstante, também é capaz de traçar estratégias e otimizar ações a partir de suas conclusões.

    Como ingressar na área do marketing digital?

    No que diz respeito à formação acadêmica, os cursos podem ser diversos. Há, no momento, profissionais de todas as áreas que citei lá no começo deste artigo.

    Para se tornar atrativo aos olhos do mercado de trabalho, é preciso que você seja ligado nas tendências e interessado pela área. Além disso, eu recomendo fortemente que você invista em cursos – vou falar disso por aqui no futuro – e que não tenha medo de aprender e experimentar.

    As profissões do marketing digital são muitas, então, você tem uma gama ampla para escolher. Agora, é hora de decidir que área te atrai mais e começar a trabalhar para se tornar bom no que faz.

  • Vlogging: é possível se destacar em meio à concorrência?

    Vlogging: é possível se destacar em meio à concorrência?

    O futuro é dos vídeos. Ou melhor: o presente já é dominado pelos vídeos. Basicamente, grande parte do conteúdo que consumimos hoje é nesse formato. Por isso, eu tenho certeza que o “vlogging” não é um termo desconhecido para você.

    Contudo, caso seja…

    O que é vlogging?

    Em resumo, vlogging é a união de duas palavras: vídeo e blog. Ou seja, é quando determinado conteúdo é apresentado em forma de vídeo. Além disso, temos também o vlogger, que é quem faz a introdução desse assunto.

    No que diz respeito aos exemplos, tenho vários.

    Segundo o JivoChat, alguns dos canais de maior sucesso no Brasil são o KondZilla (mais de 64 milhões de inscritos) e o Whindersson Nunes (mais de 42 milhões). Eu tenho certeza, aliás, que você conhece esses canais.

    E mais: eu tenho certeza de que você conhece (e acompanha) muitos outros. Afinal, não temos apenas vlogs de tamanho colossal no YouTube. Temos, por exemplo, um número enorme de empresas que utilizam esse canal em sua estratégia de marketing.

    E é exatamente por existir tantos canais disponíveis que estamos aqui hoje, eu e você. Ou seja: como é possível fazer diferente?

    Por que ter um vlog?

    Antes de tudo, vamos a algumas estatísticas que mostram por que apostar em vídeos é uma excelente ideia.

    O site breadnbeyond publicou uma pesquisa com dados que ilustram a relação (e os benefícios) entre os vídeos e o marketing. Olha só:

    • 87% dos usuários gostaria de ver mais vídeos de marcas;
    • 97% das empresas que já utilizam essa estratégia afirmam que os vídeos ajudam o cliente a entender melhor um produto ou serviço. Por consequência, o número de vendas e conversões aumentam;
    • Na mesma linha lógica, temos uma porcentagem de 72% de usuários que preferem aprender sobre um produto através de vídeo;
    • Inclusive, também temos 72% de usuários que preferem assistir a um vídeo do que ler um manual de instruções.

    Entendeu agora o poder dos vídeos? Além disso, você ainda pode considerar a quantidade de tempo que as pessoas passam assistindo vídeo. Ou, é claro, a probabilidade de essas pessoas compartilharem esses vídeos com amigos.

    Em resumo, quando se trata de números, não há dúvidas de que usar vídeos como estratégia é um bom plano para fazer o seu marketing escalar.

    Humanização da marca

    Outro ponto bastante importante é esse: a humanização da marca. Como eu já comentei outras vezes, uma venda nunca é só uma venda. Hoje em dia, ela tem mais a ver com o conceito, ou com o valor que determinado produto traz para o comprador.

    Em outras palavras, o consumidor precisa se enxergar na sua marca. Precisa, por exemplo, se sentir importante e compreendido. Por isso, quando humanizamos uma marca, temos mais chances de causar esse efeito no público.

    Em um vlog, temos sempre um rosto e uma voz. A marca, então, deixa de ser apenas um logotipo e se torna uma pessoa. Consequentemente, a relação entre essa marca e a sua persona se estreita. No fim, temos mais uma razão pela qual o seu ROI pode aumentar.

    Vlogging que se destaca: é possível?

    Se todo mundo está fazendo, como fazer diferente? Eu trouxe algumas dicas para te ajudar:

    1 – Invista em equipamento especial para vlogging

    Ou use a sua criatividade para fazer um vídeo de qualidade com o que você já tem. Basicamente, para um bom vídeo, é preciso uma boa câmera, um bom microfone e um tripé.

    Dessa forma, a imagem vai ser de qualidade e o som também. Com o tripé, o vídeo não vai balançar. Em resumo, o conjunto da obra vai ser muito mais agradável e atrativo.

    Além disso, invista ainda em luzes. Acredite: uma luz pode mudar completamente o seu vídeo. Com ela, é possível deixar o ambiente mais natural, ou mais aconchegante, por exemplo – tudo de acordo com o seu objetivo.

    2 – Crie um roteiro

    Antes de tudo, lembre que esse roteiro deve considerar a sua persona. Afinal, é a partir dela que você vai encontrar o tom de voz ideal para a fala do vídeo.

    Se você entende do que está falando, com certeza vai transmitir credibilidade e autoridade no seu canal. Mesmo assim, a produção de um roteiro torna essa credibilidade mais sólida. Com ele, por exemplo, é muito improvável que você perca sua linha de raciocínio, ou que deixe de fora algo importante. Além disso, o roteiro te ajuda a controlar o tempo do vídeo.

    3 – Trabalhe o SEO do seu vídeo

    Assim, ele pode chegar para mais pessoas. Nesse tópico, eu tenho algumas dicas:

    • Aposte em títulos de até 100 caracteres e que contenham a palavra-chave no começo dele;
    • Faça uma descrição atraente. O YouTube disponibiliza 5.000 caracteres para isso, porém, tenha em mente que apenas 150 deles aparecerão por primeiro às pessoas, sem que elas tenham que clicar em “ler mais”;
    • Use a palavra-chave do vídeo no nome do arquivo que você vai subir no YouTube;
    • Lembre-se de usar hashtags que tenham a ver com o tema do vídeo.

    4 – Capriche na imagem geral do canal

    Quando se fala em canal de YouTube, pensamos primeiramente nos vídeos em si. Entretanto, a plataforma também permite que você tenha uma imagem de capa do canal e de perfil. Não obstante, oferece ainda a função de distribuir os vídeos em playlists.

    Aqui, eu te aconselho a aproveitar muito bem esses espaços. Invista em boas imagens de perfil e de capa. Afinal, essas duas peças trazem credibilidade e personalidade ao seu trabalho. No que diz respeito às playlists, elas ajudam o público a navegar pelos conteúdos que eles mais se interessam. Por isso, dedique um tempo para fazer essa organização.

    5 – Trabalhe a divulgação do seu canal fora do YouTube

    O YouTube é, por si só, uma plataforma incrível de divulgação. Porém, a sua estratégia precisa ser multimídia. Ou seja, você deve anunciar o seu canal em outras redes sociais também.

    Uma dica é que você explore diferentes formas de fazer isso. Em vez de apenas divulgar o seu canal, por exemplo, você pode publicar um trecho específico de algum vídeo.

    6 – Defina um foco para o seu canal

    Isso depende, é claro, do que a sua empresa produz ou ofereça. Seja como for, é importante que o seu canal tenha um objetivo – e que este fique claro para o público.

    Se a sua rotina de postagem não for organizada, aliás, é muito improvável que você conquiste uma audiência fiel e consistente. Portanto, defina os assuntos que você irá abordar, e os tipos de vídeos que pretende fazer.

    7 – Crie um vídeo esteticamente agradável

    Essa dica, inclusive, se parece bastante com o conselho sobre investir em um bom equipamento. Aqui, contudo, eu tenho algumas recomendações que vão depender mais de você do que do seu material de gravação:

    • Monte um cenário para as suas gravações. Na hora de distribuir elementos por esse cenário, procure um equilíbrio para não acabar poluindo demais a imagem, ou deixando o lugar muito vazio;
    • O formato de vídeo do YouTube é horizontal. Por isso, grave seus vídeos nessa posição. Nada de gravar um vídeo com o celular “em pé”, ok?
    • Trabalhe bem o enquadramento do vídeo. Se uma pessoa aparecer nele, não deixe a câmera muito perto de seu rosto, ou demasiadamente longe. Além disso, procure manter a câmera alinhada com os olhos de seu protagonista. Nada de enquadrá-lo de cima ou de baixo.

    Com essas dicas, as suas chances de fazer o seu público consumir o conteúdo do seu canal são muito maiores. Além disso, é claro, é muito mais provável que você conquiste uma nova audiência através desses vídeos.

    Ainda tem dúvidas sobre vlogging ou não sabe exatamente por onde começar o seu canal? Eu tenho experiência no assunto e posso te ajudar em cada etapa dessa estratégia!

  • Qual é a ciência por trás dos conteúdos virais?

    Qual é a ciência por trás dos conteúdos virais?

    Na era digital, que atire a primeira pedra quem nunca sonhou em viralizar na internet. De forma positiva, é claro. Muitos acreditam que é sorte. Contudo, há, sim, uma ciência por trás dos conteúdos virais.

    Há quem acredite que um conteúdo viralize por sorte do acaso. Entretanto, não é bem assim. Sabe aquele meme que te fez rir hoje de manhã? O seu compartilhamento tem tudo a ver com a psicologia e o comportamento humanos.

    E é aqui que começa toda a teoria.

    A fórmula que torna um conteúdo viral

    Já ouviu falar do livro Contágio. Por que as coisas pegam? Ele foi escrito por Jonah Berger e trata deste mesmo tema sobre o qual você está lendo agora. Berger, inclusive, é professor de Marketing da Universidade da Pensilvânia. Em sua carreira, um de seus objetivos é mostrar como há uma espécie de fórmula que é comum a todos os virais.

    STEPPS: a razão pela qual um conteúdo viraliza

    O autor uniu os seis fatores que fazem um conteúdo viralizar em uma sigla: STEPPS (que vem de “passos”, em inglês). Esses fatores são:

    • Moeda social;
    • Gatilhos;
    • Emoção;
    • Público;
    • Valor prático;
    • Histórias.

    Essa lista, é claro, não significa que você deva tentar aplicar todos os valores em um conteúdo. Pelo contrário: é necessário saber encontrar o equilíbrio perfeito para cada caso específico.

    Entretanto, você não precisa se preocupar. Afinal, eu vou te ensinar o que significa cada um desses valores.

    1 – Moeda social

    Lembra que eu falei sobre a ciência do conteúdo viral ter tudo a ver com o comportamento humano? Pois é, essa teoria já começa aqui.

    Em suma, a moeda social tem a ver com a vaidade. Ou seja, significa que as pessoas tendem a compartilhar algo quando esse algo as faz parecer mais inteligentes ou espertas. Em outras palavras, todo mundo na internet quer se sentir especial.

    Nas redes sociais, aliás, o desejo por “manter as aparências” não é lá uma grande novidade. Portanto, não é de se espantar que, se um conteúdo puder melhorar o status social de alguém, ele vai ser mais compartilhado.

    2 – Gatilho

    Um gatilho, em um conteúdo viral, pode se manifestar de várias formas. Um deles, por exemplo, é o de associação. Berger explica: um achocolatado nos faz pensar em leite. Basicamente, um assunto pode levar ao outro. No processo, desejamos falar sobre, emitir a nossa opinião. Aqui, entra o boca a boca.

    Outro gatilho é o de curiosidade. Ou seja, o público tende a ir fundo em um conteúdo se for para descobrir algo.

    3 – Emoção

    Não é difícil entender esse fator, certo? Um conteúdo viral pode emocionar, por exemplo. Além disso, pode fazer rir, levantar o nosso ânimo ou nos inspirar.

    Por outro lado, temos as emoções negativas também. Um conteúdo, portanto, pode nos fazer sentir raiva ou tristeza. O ser humano é extremamente emocional. Por isso, não tenha dúvidas de que as emoções nos movem.

    Além disso, tendemos a compartilhar, pois somos seres sociais. Em outras palavras, não gostamos de sentir algo sozinhos. Desejamos, porém, que outras pessoas partilhem de nossos sentimentos. Assim, viralizamos algo.

    4 – Público

    Se você pensou na necessidade de criar o conteúdo certo para o público certo, não está errado. Contudo, esse não é o único significado desse fator.

    Aqui, podemos interpretar o fator como a tendência humana a imitar o comportamento de outra pessoa. As dancinhas do TikTok, por exemplo, se valem desse conceito de comportamento de grupo.

    5 – Valor prático

    O ser humano gosta de ser útil. Além disso, gosta de descobrir ideias que sejam úteis também. Por isso, um conteúdo tende a viralizar quando ele é útil.

    Nesse tópico, inclusive, podemos encontrar uma conexão com o valor social. Ou seja, se alguém compartilha uma utilidade, ele se sente importante para a comunidade com a qual está compartilhando. Afinal, está sendo útil para os outros também.

    6 – História

    Contar histórias é uma arte milenar. Não é à toa, inclusive, que eu já falei disso por aqui.

    Uma história bem contada é como uma viagem. Ela é, portanto, sedutora, irresistível. Elas despertam, além de tudo, emoção. Aqui, veja só, temos mais uma conexão entre fatores que fazem um conteúdo viralizar.

    É possível aplicar esses fatores em qualquer conteúdo?

    Quando falamos em um conteúdo viral, pensamos em vídeos engraçados, por exemplo. Em imagens fofas de animais, ou declarações polêmicas de personalidades públicas.

    Em outras palavras, imaginamos muito pouco que qualquer conteúdo pode ser viral. Tudo o que precisamos é de uma boa dose de entendimento de comportamento humano. Esse ponto, aliás, já está fácil para você. Afinal, eu acabei de te explicar os seis fatores elencados por Berger.

    A resposta para a pergunta que eu fiz anteriormente é “sim”. Você pode, portanto, aplicar esses fatores todos em qualquer conteúdo.

    Contudo, é claro que essa aplicação depende de uma série de condições para dar certo. A análise do seu público, por exemplo, é uma delas. Não adianta tentar ser engraçado ou fazer uma dancinha se a sua persona não gosta desse tipo de conteúdo.

    É necessário, ainda, saber dosar o fator aplicado. Na tentativa desesperada por se tornar viral, muitas marcas exageram a mão e não obtêm o efeito desejado.

    Desenvolva estratégias para viralizar a partir da observação

    Quando eu falo sobre os pormenores do meio digital, eu falo sobre comportamentos que eu e você temos. Ou seja, é um objeto de estudo do qual você mesmo faz parte. Por isso, observar o que está acontecendo – desenvolver um olhar crítico – pode ser grande valia.

    Que tipos de virais você consome, por exemplo? As marcas que você segue estão publicando que tipo de postagem nesse momento? O que é tendência? O que não é?

    Nós aprendemos muito quando observamos. Afinal, estamos analisando o comportamento e a psicologia humana. Dessa forma, nossos próprios insights também podem ser observados.

    Se você ainda não sabe como aplicar estratégias de viralização no seu conteúdo, não hesite em entrar em contato comigo. Eu posso te ajudar nessa jornada e deixar o conteúdo da sua marca mais memorável.

  • Como economizar o tempo da sua audiência?

    Como economizar o tempo da sua audiência?

    Tempo, como muitos já sabem, é dinheiro. Na era digital, tempo também é informação. Afinal, nossos minutos e horas são precisos e sempre queremos usá-los para algo a mais. Assim, aprender como economizar o tempo da sua audiência se faz primordial.

    Por quê?

    Essa percepção do tempo, apressada pelo ritmo das redes sociais, afetou a audiência de todas as empresas. De forma geral, o público agora está sempre na correria. Com tanto conteúdo pela frente, se demorar mais do que o normal em algo específico é bastante raro. Inaceitável até.

    Por consequência, essa audiência se torna mais exigente. Ao acessar o seu blog, por exemplo, deseja ter o que estava procurando sem demoras. Quer, ainda, que o conteúdo seja de fácil leitura, embora ainda informativo e interessante o suficiente.

    Em um site, se não encontramos rapidamente o que queremos, vamos embora. Pode confessar: você também é assim. Se a internet facilitou tanto a nossa dinâmica de aprendizado e compras, para que desperdiçar tempo com uma plataforma difícil de interagir?

    Na prática, saber como economizar o tempo da sua audiência significa lucro. Não obstante, ainda significa fidelização do público e autoridade no seu nicho de atuação.

    Pequenas ações, grandes economias

    Essa frase pode até soar clichê, mas traz em si uma grande verdade. Afinal, a técnica de como economizar o tempo de sua audiência é bastante simples. Na prática, não vai representar mudanças tão grandes assim no que você já faz hoje. Contudo, a diferença que ela faz no tempo do seu público é grandiosa.

    Sem mais delongas, vamos às dicas.

    1 – Tenha um site que carregue rapidamente

    Seja sincero: até quanto tempo é aceitável para você que um site termine de carregar? Muita gente espera apenas cerca de 5 segundos. Dependendo do dia em questão e do quê exatamente estamos em busca, essa espera é até menor.

    Esse tempo, aliás, tende a diminuir. Portanto, se o seu site demora para carregar, está na hora de resolver esse problema. Quantas vendas ou leads você pode ter perdido por uma questão de segundos?

    2 – Dê informações claras e completas sobre seus produtos e serviços

    Aqui, focamos outra vez no fato de que o cliente está cada vez mais exigente. Ou seja, antes de comprar, ele vai querer entender o seu produto de forma completa. Caso haja alguma dúvida, é muito improvável que ele vá entrar em contato com você para conversar sobre isso. Afinal, estamos falando de pequenos detalhes e questionamentos que surgem nesses momentos.

    Se ele não conseguir sanar essa dúvida com você, então ele vai partir para outra empresa que o faça. Portanto, forneça ao público todos os detalhes que forem importantes sobre o seu produto. Além disso, faça isso de forma clara e organizada.

    3 – Aprenda a hierarquizar informações

    Essa dica é bastante parecida com a anterior. Contudo, aqui eu falo especialmente das frases principais do seu site ou anúncio, como o seu slogan. A mensagem principal de um anúncio, por exemplo, precisa ser objetiva e estar em evidência. Você pode, aliás, usar as cores para reforçar o sentido dessa mensagem.

    Se o espaço é pequeno, não o preencha com textos desnecessários. Ao perceber que há muito para ler, talvez o usuário desista da sua marca. Portanto, vá direto ao ponto. Guie os olhos de seu público pelos seus espaços.

    4 – Utilize destaques em textos longos

    Se você tem um blog, por exemplo, com certeza trabalha com textos longos. Mesmo nesse caso é possível economizar o tempo da sua audiência.

    Para isso, você deve investir em subtítulos e marcadores. Além disso, utilize links úteis (e apropriados, é claro) ao longo do artigo e ferramentas como o negrito e o itálico. Assim, é possível guiar a atenção do leitor e ajudá-lo a filtrá-lo as informações disponíveis.

    5 – Ofereça um atendimento eficaz

    Antigamente, era muito comum ligarmos para a empresa em questão para resolver um problema. Hoje, porém, fazemos isso cada vez menos. Naquela época, reclamávamos bastante do tempo que permanecíamos na linha, à espera de uma solução.

    Hoje em dia, com muito mais ferramentas que aceleram o nosso dia a dia, temos ainda menos paciência. Por isso, oriente o seu time de vendas e atendimento a ser assertivo. Evite demoras desnecessárias e não permita que o seu cliente se sinta “enrolado”.

    O tempo da sua audiência também é dinheiro para você

    A realidade é simples: se você souber como economizar o tempo da sua audiência, ela te será fiel. Além disso, muito provavelmente vai preferir a sua marca na hora de efetuar uma compra. Ou seja, o tempo que você economiza do seu público é o seu lucro.