Categoria: Estratégias Digitais

  • Estratégia Digital-First: o que é e como desenvolver a sua

    Estratégia Digital-First: o que é e como desenvolver a sua

    A essa altura, é possível dizer que o offline ficou para trás. Afinal, sem estar presente no meio digital, é quase como se a sua empresa nem sequer existisse.

    Essa é, inclusive, uma das razões pelas quais tantos empreendedores têm apostado na Estratégia Digital-First.

    Antes de fechar uma compra, você pesquisa antes por diferentes opções na internet? Se sim (e com certeza sim), quais foram os critérios decisivos para a sua escolha? 

    Para muitas pessoas, um dos maiores critérios é a presença digital. Isso, inclusive, não é sempre uma escolha consciente. 

    Um atendimento rápido, por exemplo, é algo que o digital oferece e que justifica a preferência por determinada marca em detrimento de outra. Um site confiável, por sua vez, também pode ser uma razão.

    Em resumo, o meio digital agora é onipresente. Fugir dele é o mesmo que fadar sua própria marca ao esquecimento. 

    Por isso, hoje eu quero ensinar você o que é uma estratégia Digital-First. Além disso, quero te mostrar por que ela pode ser decisiva para o sucesso do seu negócio.

    Mas o que é uma Estratégia Digital-First?

    Nela, o ambiente digital vai ser a sua prioridade. Em outras palavras, o desenvolvimento da sua estratégia vai ter o virtual como base.

    Inclusive, é importante destacar que isso tudo não significa a exclusão dos meios tradicionais. Espaços e registros físicos, por exemplo, podem coexistir junto ao digital.

    Outra premissa da Digital-First é que você deve considerar o meio virtual em toda a sua totalidade. Isso, aliás, significa estar por dentro de muitos detalhes.

    Um deles é a necessidade de ter um site responsivo. Se a maioria das pessoas faz compras a partir de smartphones, não faz sentido ter uma loja virtual que só carrega corretamente em um computador, certo? 

    Temos ainda, nessa estratégia, a orientação de armazenar de forma digital os documentos importantes. Isso porque é nesse ambiente que a maior parte da comunicação cliente-empresa vai acontecer. Em outras palavras, e-mails, contratos e demais comprovantes devem, primeiramente, ser salvos na nuvem. Depois, é claro, você também pode considerar ter uma cópia física do que julgar necessário.

    E quais outras premissas desse tipo de estratégia?

    Basicamente, a Estratégia Digital-First é composta por alguns alicerces que nos servem de orientação na hora de fazer o seu planejamento.

    Aqui, eu te peço toda a atenção. Afinal, sem entender esses conceitos completamente, é bastante possível que a sua estratégia não funcione. Vamos lá?

    1- Valorização do aspecto humano

    Um ambiente digital sem a presença humana é um lugar frio e nada atraente para os clientes. Por isso, é preciso humanizar esse meio. Como? Eu tenho alguns exemplos.

    Primeiramente, você deve pensar em como tornar seu site fácil de navegar e, não menos importante, atraente. Além disso, precisa estimular conexões humanas. Isso pode ser feito através de um atendente humano, ou de uma inteligência artificial muitíssimo bem construída.

    2- Personalização

    Sabe quando um site te pergunta, antes de tudo, em qual estado você mora? Ou ainda que automaticamente faça esse reconhecimento? Pois é, isso se chama personalização. 

    Posso usar como exemplo, também, um site de roupas que mostra a você peças do seu gosto. Ou que recomenda produtos que combinam com suas últimas compras. Tudo isso torna a experiência do usuário mais personalizada. Por consequência, aumenta suas chances de fidelizar um cliente.

    3 – Transparência

    Os clientes estão mais conscientes do que nunca. Resultado disso é que eles buscam não apenas por um produto ou serviço. É necessário, também, que você entregue honestidade.

    Além disso, quando se trata de um ambiente digital, é natural que estejamos suscetíveis ao ataque de hackers e golpistas se não tomarmos cuidado. 

    Portanto, a sua empresa deve ter uma política de privacidade e segurança consistentes. Ainda, é importante estar de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados e garantir que seus clientes estejam cientes disso.

      Reforço: esses três pilares devem ser sólidos na sua estratégia. Sem eles, as chances de o seu Digital-First não dar certo são enormes. E você não quer perder tempo, nem dinheiro, certo?

    O que a estratégia Digital-First faz pela sua empresa?

    Nesse artigo, eu ainda vou ensinar vou ensinar como criar um modelo de negócio baseado na Digital-First.

    Entretanto, antes eu quero te mostrar os benefícios de se ter um. Olha só:

    • Seu alcance vai ser maior: uma estratégia digital permite que o seu alcance geográfico se expanda. Esse ambiente, aliás, não tem fronteiras. Seu conteúdo, portanto, pode alcançar lugares mais longes do que imagina;
    • O acesso ao seu conteúdo vai ser mais fácil: colaboradores e clientes terão mais facilidade para encontrar sua empresa e consumir seu conteúdo. Afinal, quem não é visto não é lembrado. 
    • Aumento da segurança: ao usar as ferramentas certas, as informações da sua empresa estarão melhor protegidas. A segurança, inclusive, beneficia você e seus clientes;
    • Reforço da vantagem competitiva: seus concorrentes provavelmente já estão no meio digital. Se não estiverem, melhor para você. De qualquer forma, a Digital-First vai te colocar à frente no mercado;
    • Possibilidade de marketing mais efetivo: o ambiente digital oferece mais possibilidades de marketing. Com um profissional especializado ao seu lado, é possível empreender um sem-fim de campanhas específicas e que realmente funcionem.

    Entendeu como a estratégia Digital-First te coloca numa posição superior no mercado? Aliás, nunca é demais lembrar que vivemos na era digital. Você, é claro, já deve saber muito bem disso.

    Dessa forma, também não é novidade que uma empresa sem uma forte presença na internet acaba ficando para trás. Afinal, ela não está presente onde seus clientes estão.

    E como montar um plano de negócio Digital-First?

    Agora sim, vamos à prática. Com esses passos básicos que vou ensinar, o crescimento digital do seu negócio vai fluir de forma muito mais assertiva.

    1- Defina seus objetivos

    Se você não sabe para onde ir, acaba não indo para lugar algum. Por isso, antes de tudo, é preciso traçar seu caminho. 

    Seu objetivo é aumentar as vendas? Ou os acessos ao site? Quem sabe, pode ser até apenas iniciar sua presença digital e conquistar os primeiros seguidores.

    Seja como for, é importante que você saiba muito bem aonde quer chegar.

    2- Tenha uma persona

    Uma persona é a representação fictícia de um hipotético “cliente ideal”. Quando a sua empresa constrói uma estratégia Digital-First, é natural que você precise produzir conteúdo para deixá-la sólida.

    Aqui, entra a necessidade da persona. Isso porque é com ela que você vai saber o que produzir. Em outras palavras, vai emitir a mensagem certa para as pessoas certas.

    Essa é, aliás, a melhor forma de ganhar relevância na internet sem muito investimento em anúncios. Afinal, um conteúdo assertivo atrai as pessoas certas de forma orgânica.

    3- Desenvolva um planejamento de conteúdo

    Com sua persona em mãos, você já sabe para quem seu conteúdo vai ser direcionado. E o que é esse conteúdo? Pois bem, é tudo aquilo que o seu público vai consumir de sua marca. 

    Postagens em redes sociais, textos em blog, vídeos, stories: tudo isso é conteúdo. Ao planejar o seu, considere as suas necessidades e os seus objetivos. Além disso, lembre de estabelecer a frequência com a qual seus materiais serão publicados.

    4- Defina os KPIs que você irá acompanhar 

    KPI significa Key Performance Indicator (“indicador-chave de desempenho). Basicamente, são as métricas que demonstram se a sua estratégia está indo bem ou não.

    Quer um exemplo? O custo de aquisição por lead é um KPI. O custo de implementação de sua estratégia Digital-First também pode ser um.

    Uma estratégia Digital-First requer uma mudança de mentalidade

    Afinal, antes de simplesmente aparecer na internet apenas porque todos os seus concorrentes estão lá, você precisa aceitar de verdade essa mudança.

    O que eu estou querendo dizer? Migrar para o ambiente digital é um passo gigante, você já sabe. Para manter a sua empresa lá, portanto, você vai ter que se familiarizar com esse mundo. 

    Mais do que montar uma equipe para cuidar disso, é fundamental que a compreensão da ida para o digital seja coletiva.

    A internet é um terreno fértil. Melhor ainda: é fértil e seus clientes estão lá. Hoje, pouquíssimas (ou nenhuma) compras são feitas sem uma boa pesquisa no Google antes de o negócio ser fechado. 

    Além disso, compradores priorizam vínculos. Uma estratégia Digital-First possibilita que esse vínculo seja criado, falando nisso. Afinal, a constância e a presença digital constroem esses relacionamentos entre empresas e clientes.

    Se você ainda se sente inseguro em migrar para o digital, não tem problema. Com a ajuda de uma equipe profissional certa, seu momento de transição vai ser mais tranquilo. Que tal avançarmos nessa etapa juntos?

  • User Experience: o que é isso?

    User Experience: o que é isso?

    O termo, aliás, é frequente. Quem utiliza estratégias de marketing no trabalho, certamente já ouviu falar em User Experience (UX). 

    Sua tradução literal é “experiência do usuário”. Entretanto, na prática, o que isso significa exatamente? Onde aplicamos?

    Continua comigo que nós vamos entender juntos tudo sobre a UX. 

    Antes de tudo: do que a User Experience se trata?

    O próprio termo já entrega o jogo. User Experience existe para proporcionar ao público uma experiência agradável no ambiente digital da sua empresa. 

    Para essa estratégia ser aplicada, primeiramente é preciso entender de comportamento humano. O que isso significa, então?

    Pesquisadores dessa área estudam as preferências dos usuários. Ou ainda qual a lógica é usada por eles ao navegar em um site, ao utilizar um produto, um aplicativo, etc.

    A partir disso, se cria uma estratégia de UX. Essa, por sua vez, tem três pilares principais:

    • Utilidade: o serviço ou a ferramenta é útil para o cliente?
    • Facilidade: é fácil para o cliente? O cliente encontra dificuldades para encontrar o que precisa?
    • Prazer: usar suas ferramentas e serviços é interessante e divertido de alguma forma?

    Explorar essas questões é o mesmo que mapear as necessidades dos usuários. Por consequência, você terá o necessário para desenvolver uma experiência inesquecível para eles.

    Por que UX é importante?

    A experiência é o que faz o seu cliente comprar ou não com você. E mais: é também o que faz ou não com que ele volte. 

    No fim, tudo é sobre experiência. O preço, o atendimento e a qualidade, por exemplo, são experiências também. No ambiente digital, temos ainda outros aspectos. Nesse caso, o design, a usabilidade e a facilidade de acesso também contam pontos.

    A experiência, portanto, interfere no modo como o seu cliente enxerga a sua marca. Quando ela é positiva, é mais provável que os clientes recomendem sua marca. 

    Além disso, aumenta o tráfego orgânico do seu site e facilita a aquisição de novos leads. O tempo de permanência na página também aumenta, falando nisso. E quanto mais tempo um usuário passa no seu site, mais chances você tem de conquistar uma conversão. 

    Uma boa Experiência do Usuário (UX) também leva o consumidor a comprar mais de você. Afinal, se um cliente absorve bem o seu conteúdo, é mais provável que ele o escolha na decisão de compra

    Como aplicar User Experience em um site?

    No ambiente digital, os sites são um dos principais focos da estratégia de UX das empresas

    Por isso, eu fiz um checklist de tudo o que o site da sua empresa precisa ter para fornecer uma boa experiência aos visitantes.

    • O carregamento deve ser rápido: se a página demora para carregar, é improvável que os visitantes esperem por muito tempo
    • Ele deve ser acessível e responsivo: É possível abrir o seu site em qualquer plataforma? (Android, iPhone, Tablets, TVs, etc)
    • A usabilidade precisa ser fácil: o cliente não pode ter dificuldade para encontrar o que precisa. A informação precisa ser clara e direta
    • O site deve ser confiável: isso significa que você não deve expor os usuários a spam, deve utilizar mecanismos de segurança atuais (SSL/HTTPS) e garantir a segurança dos dados que você capta do seu usuário
    • O ambiente deve ser agradável: aqui, o design faz o trabalho de deixar a experiência atraente. Imagens, cores e tipos de fonte são elementos que devem compor esse ambiente
    • O conteúdo deve ser escaneável: o seu cliente deve ter o poder de encontrar seu site, produtos, serviços e conteúdo através dos buscadores

    A experiência do usuário é o que te torna memorável

    Buscamos informações online a todo momento. Antes de comprar algo, pesquisamos. Correto? Por consequência, é no seu site, plataforma e aplicativo que os clientes (e futuros clientes) irão buscar e consumir informações.

    Basicamente, a User Experience é o intermediário entre o desejo de comprar e a decisão de compra. A UX, em outras palavras, é quem convence o seu público de que você é o melhor no que faz.

    Além do ambiente digital, o conceito de UX pode ser levado para outros âmbitos, até mesmo o offline. Pense na experiência do seu cliente ao entrar em uma loja, no seu escritório, ao ser abordado pelo seu vendedor, atendido pelo seu suporte, etc. Tudo isso influencia na experiência do seu cliente.

    Por isso, eu asseguro: investir em UX não é algo que pode ser deixado para depois.

  • Análise SWOT: ela vai fazer a diferença no posicionamento da sua empresa

    Análise SWOT: ela vai fazer a diferença no posicionamento da sua empresa

    Tem quem não goste de falar da análise SWOT. Muitos, aliás, até já me confessaram o porquê. “Muita teoria”, as pessoas dizem, “me lembra as aulas de Administração”. 

    Entretanto, quando o assunto é posicionamento, não adianta: essa análise vai fazer toda a diferença para a sua empresa. Basicamente, é ela que vai te ajudar a manter o foco. Por isso, é indicado fazer essa análise de tempos em tempos.

    Não conhece a análise SWOT ainda? Então, vamos às introduções.

    O que é a análise SWOT

    SWOT é, na verdade, uma sigla:

    • Strenghts (forças)
    • Opportunities (oportunidades)
    • Weaknesses (fraquezas)
    • Threats (ameaças)

    Pense em todos esses pontos como nortes. A partir deles, você consegue conhecer melhor a sua empresa. Por consequência, seu planejamento estratégico e seu posicionamento vai ser mais assertivo.

    A análise SWOT é bastante fácil de explicar. Agora, eu vou mostrar que tipo de reflexão você deve se submeter em cada letra da sigla. É importante que tudo seja anotado, seja em uma planilha, ou até mesmo em um papel.

    Como fazer a análise SWOT

    S – Strengths (forças)

    Aqui, você deve listar quais são os seus pontos fortes. Em suma, vai identificar as vantagens que você tem, principalmente em relação à concorrência. Algumas perguntas podem te ajudar:

    • Qual a nossa melhor vantagem competitiva?
    • Quais os nossos melhores produtos/serviços?
    • O que nós oferecemos de diferente aos clientes?
    • Quais os nossos melhores processos internos?

    W – Weaknesses (fraquezas)

    Nem tudo nessa vida são flores. Por isso, nesse ponto, você deve ser honesto. É natural, aliás, que toda empresa tenha suas fraquezas. Assim, a única forma de trabalhá-las é, primeiramente, as reconhecendo. As perguntas que vão te ajudar são:

    • Minha equipe está devidamente capacitada?
    • Conhecemos a nossa concorrência?
    • Nossa matéria-prima é de qualidade?
    • Nosso atendimento tem sido bem feito? 
    • Qual a opinião dos clientes sobre o nosso trabalho?

    O – Opportunities (oportunidades)

    Esse é um ponto um pouco diferente da análise. Em resumo, as oportunidades são as forças externas que podem causar um impacto positivo na sua empresa. Você deve saber que não temos como alterar forças externas, é claro. Isso porque elas não dependem de nós. Mesmo assim, podemos usá-las para crescer. 

    Para isso, se pergunte o seguinte:

    • Está acontecendo algum evento na cidade que podemos aproveitar?
    • Alguma redução de imposto atual pode ser benéfica para a empresa?
    • Qual assunto tem sido bastante comentado nas redes sociais? Podemos usar ele de alguma forma?

    T – Threats (ameaças)

    O último ponto a ser analisado é o oposto do anterior. Aqui, também falamos de forças externas. A diferença, porém, é que estas podem prejudicar a sua empresa. É importante que você saiba que essas ameaças podem prejudicar não só o seu posicionamento. Elas podem, também, interferir nos seus resultados.

    Portanto, nessa etapa, pergunte-se o seguinte:

    • Algum novo concorrente está entrando no mercado?
    • Algum concorrente antigo está trabalhando em uma ação de marketing de grande relevância?
    • A variação cambial atual pode prejudicar a importação de recursos?

    O que muda em uma empresa após a análise?

    Fazer a análise SWOT para a sua empresa é como traçar um mapa. Nesse mapa, você tem uma visão geral não só da sua empresa, mas de tudo o que é externo também. 

    Também posso dizer que essa é uma forma de autoconhecimento empresarial. Assim, quando você conhece a sua empresa, sabe melhor quais decisões tomar. Mais do que isso: descobre as melhores formas de impactar o seu público e como se destacar no seu nicho de atuação.

    Em suma, aprende a se posicionar melhor. E por falar em posicionamento, já baixou o e-book gratuito que eu fiz sobre o tema? Nele, eu ajudo você a posicionar com sucesso o seu negócio na internet. Não dá pra perder essa chance, né?

  • Posicionamento de mercado: o que é isso, afinal?

    Posicionamento de mercado: o que é isso, afinal?

    De tão falado, o termo parece até que se tornou abstrato. No fim, muita gente não sabe explicar o que é, exatamente, um posicionamento de mercado

    Resumidamente, o posicionamento é a projeção da sua empresa no mercado. Por consequência, essa projeção reflete na percepção do cliente sobre a sua marca. 

    Em outras palavras, esse conceito se refere ao modo como os seus clientes vão se lembrar da sua empresa. E não somente isso: é também a forma como você vai se destacar (ou não) da concorrência.

    Ou seja, o posicionamento ajuda a tornar uma empresa em uma referência nos serviços e produtos que oferece ou no segmento em que atua.

    Posicionamento de mercado é conquistar um espaço só seu

    Se é verdade que há espaço para todos sob o sol, e eu garanto que é, então você deve estar se perguntando como encontrar o seu. Como conquistar esse espaço para a sua marca, afinal?

    Eu tenho algumas dicas que devem ser os seus primeiros passos:

    1 – Entender seu nicho de atuação

    Você precisa responder algumas perguntas:

    • Qual é o mercado no qual você está inserido?
    • Quem são os seus concorrentes?
    • E os seus clientes, quem são e qual o perfil deles?

    Esse é um trabalho de mapeamento. Nele você vai entender em qual terreno está pisando. Além disso, também vai buscar referências sobre qual caminho você precisa seguir para se destacar. 

    2 – Desenvolver a sua identidade

    Que cara a sua marca deve ter? Pesquisa e criatividade devem se unir nessa missão. 

    Por exemplo: quais são seus valores? Quais elementos e cores fazem sentido para a sua empresa? É claro que a sua empresa precisa se destacar pela qualidade dos serviços ou produtos oferecidos. Essa é, afinal, a base de um bom negócio.

    Entretanto, a verdade é dura: sem uma boa identidade visual, você não vai chamar atenção.

    3 – Emitir uma mensagem eficaz ao seu público

    A boa e velha comunicação. Ela precisa ser concisa e clara. E muito importante: precisa falar com o seu público. Converse com quem potencialmente vai comprar de você.

    Isso tudo sem perder a própria essência. Foque a construção do texto nos desejos do seu cliente, mas não esqueça da sua personalidade. 

    Lembra que, no começo do texto, eu falei sobre oferecer qualidade aos clientes? Antigamente isso poderia ser um diferencial, mas eu acredito que hoje em dia um produto ou serviço de qualidade é o básico para qualquer negócio, e isso também influencia no seu posicionamento.

    Essa qualidade, aliás, vem aliada a outros aspectos. O preço, por exemplo. Ele é um diferencial? Se sim, considere esse valor em sua estratégia.

    Tudo aquilo que for importante para a experiência do cliente deve ser destacado. Seu atendimento é incrível? A entrega é diferenciada? Então, faça desses “detalhes” a sua força.

    O que o posicionamento de mercado traz de bom para a sua empresa?

    A essa altura, você já deve ter deduzido que o posicionamento de mercado é a base do sucesso. Mesmo assim, eu trouxe algumas das vantagens que ele traz para a sua marca.

    1 – Melhor competitividade

    O posicionamento de mercado ajuda a sua empresa a se destacar. O que isso significa, na prática?

    Que você terá menos dificuldade para superar as ofertas da concorrência e de chamar a atenção de seu público.

    2 – Fidelização de clientes

    Por falar em público, eles são os protagonistas desse segundo benefício do posicionamento de mercado. 

    Lembra que falei sobre estar na memória do público? Quando sua marca conquista esse espaço, conquista a fidelidade dos clientes também. Assim, se tornar o preferido diante da concorrência será mais fácil.

    3 – Sempre à frente da concorrência

    Quem está bem posicionado no mercado tem uma visão mais sólida das próprias estratégias.

    Na hora de tomar uma decisão, você fará isso com base no seu entendimento do mercado, do seu posicionamento, do perfil do seu cliente e dos objetivos da sua empresa ao invés de ver o que a concorrência está fazendo pra depois tomar uma decisão.

    O posicionamento de mercado será o seu norte. Seus objetivos e planejamento devem estar de acordo com ele.

    Como a sua empresa está posicionada no mercado hoje?

    Sua empresa ocupa o lugar que você sempre sonhou? Se tudo isso que acabou de ler te soou como novidade, eu acredito que a resposta seja “não”.

    Se for, não tem problema. Desde que você comece agora a trabalhar no posicionamento de mercado do seu negócio. Como? Eu desenvolvi um material exclusivo e gratuito sobre o tema. Um guia completo e definitivo para posicionar a sua marca no ambiente digital. Para baixar ele, é só clicar aqui.

  • Ter um site é tão importante assim?

    Ter um site é tão importante assim?

    Eu já ouvi essa pergunta incontáveis vezes. Depois que as redes sociais se tornaram tão importantes, ter um site parece até coisa do passado. 

    Entretanto, eu não vou postergar a resposta para a pergunta que dá título a esse artigo. Então, entenda: você precisa ter um site, sim. 

    Os motivos são vários e eu vou explicar um por um aqui.

    Você deseja ser encontrado?

    Essa pergunta não está aqui à toa. Afinal, ela tem a ver com um dos motivos mais importantes para se ter um site.

    O que acontece é o seguinte: redes sociais não são indexadas pelo Google. E o que isso significa? Aquele post incrível que você criou jamais vai aparecer nas páginas do buscador. Ou seja, apenas sites figuram por lá.

    Quando a sua empresa tem apenas redes sociais, apenas os clientes que já a conhecem vão acessar seus perfis. Entretanto, é claro que você não quer ficar nisso. Em outras palavras: você deseja conquistar novos clientes.

    Esses clientes, por sua vez, talvez não saibam o nome da sua empresa. Não vão procurar diretamente por ela no Google, por exemplo. Porém, eles podem procurar pelos seus produtos e serviços — e é assim que vão te encontrar.

    Ter um site dá autoridade para o seu negócio

    Imagine que você precise contratar os serviços de um escritório de advocacia. De um lado, há um escritório que tem apenas uma fanpage no Facebook. Do outro, um que oferece um site completo, além de redes sociais. Qual passa mais credibilidade?

    Tenho certeza que você escolheria a opção que fornece um site. Aqui, o ponto principal é que um site oferece muitos mais recursos para vender o seu peixe. E recursos mais personalizáveis, aliás.

    É possível fazer com que o site represente, de forma estética, a essência da sua marca. Além disso, o conteúdo apresentado em um site é muito mais consistente do que aquele visto nas redes sociais. 

    Não me entenda mal: é claro que é importante ter um perfil nas redes sociais. Afinal, você precisa estar onde o seu público está. Portanto, sites e redes sociais devem trabalhar juntos.

    Um site otimiza seu relacionamento com o público

    Primeiramente, você pode ter um blog. Assim, vai oferecer conteúdo relevante para o seu público. Nesse ponto, não se trata só de venda. Um artigo interessante é aquele que, entre outras características, leva informação e conhecimento para o leitor. 

    Além disso, um post no blog te ajuda a posicionar melhor o site em novas palavras-chave, e com isso, atrair novas pessoas para o site.

    Ter um site também possibilita que a sua empresa disponha de um chat em tempo real. Sabe quando você entra em um site e surge aquela janelinha no canto direito? 

    Esse tipo de canal transmite a ideia de que a sua empresa tem um canal sério (e amplamente disponível) de atendimento. Ajuda o cliente a entender que, ali, o atendimento vai acontecer sem grande demora.

    As suas vendas podem aumentar 

    Nenhum mistério aqui. Se a sua empresa tem um site onde disponibiliza preços e informações sobre seus produtos, então, já está um passo à frente. O consumidor deseja informação. Quer saber o custo, os benefícios e os detalhes. Um site pode prover tudo isso, de forma organizada e assertiva. 

    Se você oferecer um e-commerce, melhor ainda. Isso porque, dessa forma, não importa se é madrugada, ou feriado. Com um site, as vendas são fechadas a qualquer horário. 

    Entendeu por que você precisa ter um site?

    O que você precisa para o seu negócio crescer é de estratégia. E uma estratégia bem feita não existe sem um site. Em suma, ter um site é a base do seu posicionamento na internet.

    E por falar em posicionamento, tenho uma notícia para você. Eu preparei um guia completo sobre como posicionar o seu negócio na internet. O material é gratuito e você pode ler agora mesmo: é só clicar aqui.