Categoria: Estratégias Digitais

  • Geração Z: como conquistar essa audiência

    Geração Z: como conquistar essa audiência

    A Geração Z já nasceu conectada. Há quem a chame, inclusive, de “nativos digitais”. Hoje, esse público representa uma parcela bem grande dos consumidores na internet (e fora dela também, é claro).

    Para muitos nichos, a Geração Z é um tipo de público bem importante. Contudo, saber como estreitar as relações, nesse caso, pode não ser tão fácil. Afinal, estamos falando de uma geração com um modo bastante específico de comprar e se relacionar com empresas.

    Se esse é o seu caso, esse artigo é para você. Nele, eu vou dar algumas dicas de como conquistar a Geração Z com a sua estratégia de marketing.

    Quem é a Geração Z?

    Para se comunicar bem com esse público, antes é preciso entendê-lo. Por isso, antes de qualquer dica, vamos conhecer quem, afinal, compõe a Geração Z.

    Quando se trata dos anos que delimitam essa geração, geralmente encontramos algumas variações. Entretanto, é um consenso que fazem parte da Geração Z todos aqueles que nasceram entre meados da segunda metade da década de 1990 e o começo dos anos 2010.

    Como eu já mencionei, essas pessoas nasceram com os dois pés na internet. Essa, inclusive, é uma das maiores diferença entre essa geração e a geração de nossos pais, por exemplo.

    Contudo, há mais características que devemos prestar atenção:

    • Essa geração é engajada socialmente. Assim, eles estão a par de pautas relacionadas à inclusão, à equidade e à diversidade;
    • Além disso, são comunicativos. Por terem nascido em uma era de fácil acesso aos diferentes meios de comunicação, o ato de socializar (virtual ou fisicamente) é natural para eles;
    • Por serem socialmente engajados, também são menos propensos a aceitar rótulos e estereótipos;
    • Outra característica notória é o pragmatismo. Como essas pessoas já viveram muitos momentos históricos e mudanças de grandes proporções, se tornaram mais pragmáticas.

    Todas essas informações são importantes para você entender como se aproximar dessas pessoas.

    Como a Geração Z usa a tecnologia?

    Até então, eu citei várias características que dizem respeito ao comportamento geral da Geração Z. Contudo, a forma como eles usam a tecnologia também é diferente.

    Um estudo realizado pela Atrevia e pela Deusto Business School, por exemplo, traz alguns insights sobre o assunto. Um deles é sobre a capacidade da Geração Z de prestar atenção em algum conteúdo.

    Basicamente, estamos lidando com usuários cuja atenção se dispersa facilmente. Assim, se algo não os atrair de imediato, é improvável que eles deem uma segunda chance.

    Por consequência, o seu esforço para criar um bom conteúdo deve ser maior. Mas, afinal, que esforço é esse? Agora, sim, vamos às dicas sobre como atrair consumidores da Geração Z.

    5 dicas fundamentais para conquistar a Geração Z

    1 – Trabalhe bem os seus valores

    Como eu já disse, esse público tende a avaliar uma marca através de seus princípios e valores. Por isso, é fundamental que você defina os seus e os deixe bem claro para as pessoas.

    Além disso, é necessário lembrar que promoções ou boas condições de pagamento são, sim, importantes. Porém, esse grupo de consumidores não considera apenas isso na hora de decidir onde comprar.

    Entenda, portanto, que a sua marca deve ser completa. Deve, sim, continuar priorizando qualidade e boas ofertas. Porém, deve incluir nessa lista de prioridades a preocupação e responsabilidade com aquilo que tange o nosso lado emocional e humano.

    Aqui, as ações são diversas. Esse valor pode refletir, por exemplo, na escolha de imagem para um anúncio. Ou ainda na forma como você trata os seus clientes.

    2 – Proporcione experiências

    Não é à toa que os serviços de streaming fazem tanto sucesso. Afinal, mais do que um serviço, eles são uma experiência completa, uma nova forma de assistir a um filme, por exemplo.

    Se você ofertar uma experiência, as suas chances de conquistar a simpatia dessas pessoas é muito maior.

    Às vezes, aliás, a experiência pode não ser o seu produto, mas sim o layout do seu site ou o processo de compra, por exemplo. N’outras, pode ser um brinde enviado junto ao produto, um teste gratuito de algum serviço ou a chance de fazer parte de uma comunidade de consumidores da sua marca.

    3 – Ofereça autonomia

    Por serem nativos digitais, esse público lida muito com a tecnologia sem precisar de ajuda. Logo, é imprescindível que você desenvolva plataformas no estilo self-service. Ou seja, ambientes nos quais essa geração não vai encontrar obstáculos para chegar ao objetivo que tem em vista.

    A Geração Z tem pressa. Por isso, se um processo de compra significa atravessar etapas muito completas, ou depender de uma resposta do time de vendas, esqueça. Esse público não vai esperar.

    Na prática, você deve oferecer, por exemplo, um layout intuitivo. Dessa forma, o usuário é capaz de “se virar sozinho” no seu site, sem delongas desnecessárias.

    4 – Tenha um sistema dinâmico de atendimento

    Você já se deparou com algum site no qual você precisa repetir a sua dúvida várias vezes, uma em cada etapa do atendimento? Pois é, isso afasta a Geração Z na hora!

    Assim como demais consumidores da atualidade, essas pessoas desejam exclusividade e contato humano, além de uma aproximação personalizada. Por isso, seja caloroso, prático e ofereça uma comunicação simples e direta.

    5 – Trabalhe com influenciadores

    O trabalho dos influenciadores digitais já virou uma marca registrada dessa geração. Portanto, estabelecer esse tipo de parceria pode fazer a sua marca ser mais conhecida e aceita por esse público.

    Contudo, é preciso ser criterioso na hora de escolher um. Antes disso, analise bem o seu público-alvo. Ademais, se certifique de que o influenciador é realmente um influenciador. Ou seja, garanta que, além de altos números de seguidores, essa pessoa também tenha engajamento.

    Conhecer a Geração Z é um investimento no futuro

    E no presente também, é claro. Afinal, esse público já representa uma parcela bem grande dos consumidores digitais no país e no mundo.

    Contudo, o futuro também conta aqui, e eu não falo apenas do seu lucro no final do mês. Os jovens que hoje compõem a Geração Z vão crescer. Até lá, vão desenvolver suas características atuais e levar esses valores todos para o futuro também.

    Por isso, analise agora o seu público. A Geração Z faz parte dele? Se sim, já passou da hora de dar a esse grupo a devida atenção.

  • YouTube Ads: conquiste um lead em segundos

    YouTube Ads: conquiste um lead em segundos

    Todos os dias somos impactados por um anúncio do YouTube Ads. Você, aliás, com certeza sabe disso muito bem. Afinal, antes de começar um vídeo, sempre há um breve anúncio, às vezes de apenas 5 segundos.

    Alguns anúncios são mais longos. Estes, entretanto, precisam ser extremamente atrativos para que impeçam o usuário de correr para o botão “pular anúncio”. Os anúncios rápidos, por sua vez, nos fazem questionar como uma marca consegue ser tão sucinta e eficaz. Além destes, temos ainda as caixas de diálogo que surgem enquanto assistimos algo.

    Seja como for, o YouTube Ads costuma dividir opiniões. Em resumo, muitos acham a inserção de anúncios exagerada e inconveniente. Por outro lado, os conteúdos em vídeos são a grande tendência do momento. Por consequência, o YouTube se torna uma fonte incrível de novos leads.

    No fim, a solução é compreender o YouTube Ads – e o público da sua marca também, é claro. Essa, de forma bastante superficial, é a receita para usar essa plataforma ao seu favor. Mas como, exatamente?

    Que tipos de anúncio estão disponíveis no YouTube Ads?

    Como eu mencionei brevemente no começo desse artigo, vários anúncios são possíveis no YouTube Ads. Então, para aprender a gerar leads através dele, é preciso, antes, compreender cada formato.

    • Gráfico: este formato é mais adequado para quem assiste os vídeos no computador. Basicamente, ele é o banner que fica do lado direito da página, ou logo abaixo do player;
    • Cartões patrocinados: em vídeos de produtos, por exemplo, é comum vermos alguns cards clicáveis que nos levam para uma página sobre o que está sendo divulgado. Estes são os cartões patrocinados. Além disso, esse tipo de vídeo geralmente conta com uma ferramenta no topo, na qual é possível navegar entre os cartões dispostos ao longo do conteúdo;
    • Bumper Ads: são os vídeos curtos e não “puláveis” que aparecem no meio do que você está assistindo. Eles devem durar até 6 segundos. A cobrança, por sua vez, é realizada a cada mil visualizações;
    • Video Discovery: este anúncio aparece normalmente na aba de recomendações para o usuário. A cobrança é feita cada vez que alguém clica no vídeo;
    • Masthead: aqui, temos os anúncios que aparecem no topo da plataforma. Estes, inclusive, passam pela avaliação das equipes do Google;
    • TrueView In-Stream: estes são os famosos anúncios que podemos pular. Nesse caso, a cobrança só é feita enquanto o usuário assiste ao seu vídeo;
    • Em vídeo: nessa categoria, os anúncios podem aparecer antes, durante ou após o vídeo principal. Eles podem, além disso, ser puláveis ou não;
    • De sobreposição: é a caixa de diálogo semitransparente que aparece na parte inferior do vídeo.

    Como escolher o formato ideal?

    Depende da sua estratégia. Se você optar por um anúncio em vídeo, por exemplo, precisa estar ciente de que o orçamento deve ser maior. Afinal, é preciso roteirizar e gravar essa peça.

    Já se o seu objetivo é levar o usuário para uma página de cadastro, é melhor investir em formatos mais adequados para desktop.

    Se você for um criador de conteúdo, um Video Discovery seria o ideal. Os Bumpers, por sua vez, são normalmente eficazes na divulgação de produtos.

    Basicamente, é preciso, antes de tudo, saber aonde você quer chegar. Não obstante, é necessário ainda que você conheça o seu público – e de onde ele acessa o YouTube.

    Como realizar uma boa segmentação?

    No quesito “anúncios”, qualidade é mais importante do que quantidade. Ou seja, seu anúncio não necessariamente precisa ser visto pelo maior número de pessoas possível. Na verdade, ele deve chegar nas pessoas certas.

    No YouTube Ads, é possível fazer essa segmentação de diferentes formas:

    • Vídeo específico: nesse caso, você seleciona um vídeo, através de sua URL. Aqui, você deve lembrar que, quanto maior for o alcance desse vídeo, mais você pagará pelo anúncio;
    • Interesses do usuário: essa é uma ferramenta clássica de segmentação. Dessa forma, é possível enviar o seu anúncio para potenciais leads. Após isso, o YouTube se encarrega de aplicar o seu anúncio em vídeos que façam sentido para a sua estratégia;
    • Temas: você também pode anunciar através de temas específicos. Para isso, a minha dica é que você leve o “específico” a sério. Em outras palavras, que aprofunde a sua campanha para obter resultados melhores.

    Como fazer bons anúncios para YouTube Ads?

    Aqui, a pergunta para a qual todo mundo deseja uma boa resposta. Afinal, todos nós sabemos que a maioria das pessoas tende a pular um anúncio nos primeiros segundos.

    Se você fizer um anúncio em vídeo, o ideal é que você concentre a sua mensagem logo nesses primeiros segundos. Assim, você tem a certeza de que o público te ouvirá.

    Esse início também é a sua chance de captar a atenção de uma pessoa. Por isso, explore gatilhos tais como:

    • Urgência;
    • Curiosidade;
    • Emoção.

    E por falar em emoção, técnicas de storytelling funcionam muito bem aqui. Ao contar uma história, você utiliza gatilhos de curiosidade e emoção de forma muito mais eficaz. Uma pessoa pode torcer o nariz para um anúncio inconveniente, mas jamais fará o mesmo com uma boa história.

    Lembre-se de que você está “se intrometendo” em um possível momento de lazer do usuário. Por isso, a técnica de venda tem que ser mais relacionada à persuasão do que à venda propriamente dita.

    Outra dica preciosa é que você invista em qualidade. Um anúncio esteticamente agradável, portanto, tem mais chances de ser atrativo o suficiente para não ser deixado para trás após 5 segundos.

    E em relação aos anúncios estáticos?

    Até aqui, falei sobre como os anúncios em vídeo podem fazer sucesso na sua estratégia. Porém, você já sabe que há outras opções além destes.

    Para os anúncios estáticos, o ideal é que você acerte nas cores e nas imagens. Elas devem ser chamativas – sem que isso distorça a personalidade da sua marca – e tudo deve estar em alta resolução.

    Quanto às palavras, escolha-as com sabedoria. Um bom anúncio no YouTube Ads não deve ser carregado em texto. Portanto, é necessário ser sucinto.

    Vale a pena anunciar no YouTube Ads?

    Se você chegou aqui, deve ter entendido que anunciar no YouTube Ads vai te demandar um pouco mais de esforço do que você está acostumado. Por consequência, deve estar se perguntando se esse esforço vale a pena. E a resposta é sim.

    Como eu tenho falado ultimamente, os vídeos são uma tendência muito forte. Não é à toa que o Instagram, por exemplo, tem duas ferramentas de vídeos disponíveis – Reels e IGTV. O TikTok, como você deve saber, está mais forte do que nunca.

    Em meio a isso, o YouTube segue como a maior plataforma de vídeos. A audiência que a acessa é massiva.

    Além disso, outros números nos provam que essa estratégia é, sim, uma boa ideia. Sabia, por exemplo, que a previsão é de que, em 2022, os vídeos representem mais de 80% do conteúdo consumido na internet?

    Ao deixar de aproveitar essa oportunidade, você deixa de chegar até uma parcela bem importante do seu público.

    Na dúvida, é melhor começar a testar essa estratégia agora mesmo. Precisa de ajuda para isso? Eu posso te ajudar a criar um anúncio excelente para YouTube Ads!

  • Elementos que não podem faltar no seu anúncio pago: saiba quais são

    Elementos que não podem faltar no seu anúncio pago: saiba quais são

    Não faz muito que falei por aqui sobre por que você deveria começar já a investir em anúncios. Em suma, a sua base de leads pode aumentar exponencialmente com essa estratégia. Seguindo na mesma linha de raciocínio, portanto, hoje eu quero falar sobre os elementos que não podem faltar no seu anúncio pago.

    O que são esses elementos e por que eles são importantes?

    Primeiramente, quero te contar uma coisa: sabia que vemos, todos os dias, entre 6000 e 10000 anúncios? Indiscutivelmente, é um número enorme. Agora, uma pergunta: você se lembra de cada um desses anúncios? É claro que não.

    Muito provavelmente você lembra de apenas um ou outro. Às vezes, inclusive, pode ser que todos te passem despercebidos.

    A propósito, tente pensar, independente da data, em um anúncio que te impactou de alguma forma. Conseguiu? Pois bem, então, responda: o que, exatamente, te chamou atenção nele? Com certeza foi um elemento visual: as cores ou a imagem, por exemplo.

    Resumidamente, esses elementos são o que tornam o seu anúncio memorável. Ou seja, aquele que vai ter chances de se sobressair em meio a tanta concorrência.

    Elementos que não podem faltar no seu anúncio pago

    Vamos, portanto, ao ponto. Agora, vou listar alguns dos elementos mais importantes para um anúncio pago.

    1 – Tipografia

    Uma imagem vale mais do que mil palavras, certo? Por isso, nesse tópico eu trouxe uma marca que você reconheceria em qualquer lugar do mundo:

    Imagem: Bored Panda

    Lá no começo de sua história, como você pode ver, o logotipo da Coca-Cola era extremamente simples. Basicamente, não havia nada de muito memorável nele.

    Atualmente, é impossível não ser impacto pela tipografia da marca. É óbvio que, quando se trata da Coca-Cola, falamos de uma gigante com uma estratégia colossal de marketing que vai muito além disso. Contudo, é inegável que a icônica tipografia tem, sim, um papel muito importante na hora de conquistar um espaço na memória do público.

    Na prática, a tipografia que você escolher deve representar o humor da sua marca. Traços mais retos e finos, por exemplo, tendem a demonstrar mais seriedade. Ao mesmo tempo, fontes arredondadas e de traçado grosso podem trazer mais descontração para o anúncio.

    2 – Imagens

    Lembra quando falei sobre sermos mais visualmente atraído por rostos? Essa é uma das formas de usar imagens ao seu favor em um anúncio pago.

    Nesse tipo de publicidade, muitas vezes uma imagem comunica de forma mais assertiva algo que as palavras talvez não fossem capazes de fazer. E de forma muito mais rápida, é claro. Afinal, estamos falando de anúncios nos quais o usuário vai dar uma breve olhada antes de clicar ou seguir em frente.

    Às vezes, em vez de imagens, podemos apostar em elementos visuais semelhantes. Ilustrações, por exemplo. Ou infográficos, dependendo do que você deseja comunicar.

    A escolha da imagem, é claro, depende da personalidade da sua marca e do objetivo do anúncio. Entretanto, na hora de decidir qual usar, de qualquer forma você deve considerar:

    • O tamanho da imagem, que deve ser grande o suficiente para que você possa trabalhá-la devidamente;
    • A resolução dela, que deve ser alta. Do contrário, o seu anúncio pode perder credibilidade.

    3 – Espaço

    Até então, eu sugeri ideias do que acrescentar em um anúncio pago. Agora, eu quero sugerir que você lembre de deixar um espaço sem nada nessa peça. Tudo isso para evitar o caos visual.

    Se não houver certo espaço entre um elemento e outro, será difícil assimilar rapidamente todas as informações dispostas na imagem. Basicamente, o usuário não saberá exatamente para onde olhar e vai desistir antes mesmo de começar.

    Esse espaço, aliás, não precisa necessariamente estar em branco. É possível, por exemplo, usar uma cor de fundo. Ou um padrão – outra vez: isso depende da personalidade da sua marca e do objetivo do seu anúncio.

    4 – Cores

    E por falar em cores, é hora de falar desse elemento importantíssimo para o resultado final. Primeiramente, você deve entender que as cores têm personalidade. Em suma, uma cor pode mudar completamente o sentido da mensagem que você está tentando comunicar.

    O caso do McDonald’s é uma boa forma de observar essa teoria na prática. Na Europa, a marca decidiu ficar mais verde. Após ser repetidamente acusada de ser uma “inimiga do meio ambiente”, a rede deu essa guinada na identidade visual para remeter a algo mais saudável.

    Na dúvida sobre qual cor usar, recorra às cores usadas em sua marca. Além disso, você deve considerar o que a sua mensagem está tentando passar. Credibilidade? Descontração? Seriedade?

    Outra dica que tenho para você é sobre como combinar melhor as cores. Afinal, dificilmente você usará uma só, certo? Na dúvida, você pode conferir esse círculo de cores aqui:

    Funciona assim: cores que estão opostas umas às outras são complementares. O roxo e o amarelo, por exemplo, combinam perfeitamente. Se o seu anúncio tem a cor azul como predominante, talvez a laranja pode causar o contraste que você deseja.

    5 – Linhas e formas geométricas

    Aqui, temos mais elementos que podem complementar e enfatizar o sentido da sua mensagem. Linhas e formas geométricas podem ser usadas, por exemplo, para melhorar a disposição das informações no anúncio.

    Além disso, podem trazer a ideia de movimento ou espaços adicionais de texto.

    Para utilizá-las, é preciso saber controlar a dose. Afinal, o uso em exagero desses elementos pode causar poluição visual no seu anúncio.

    Dica extra: tenha um profissional que entende do assunto ao seu lado

    Sabe o que todos esses elementos têm em comum? Suas funções vão muito além da estética. O objetivo desse artigo, a propósito, não é te ajudar a criar anúncios que são apenas bonitos. Eles devem ser, portanto, assertivos. Devem atrair o olhar e comunicar com maestria a mensagem desejada.

    E para que você possa se comunicar além das palavras, é preciso encontrar o equilíbrio entre diversos elementos – como estes que vimos até aqui.

    Nesse caso, minha recomendação é que você tenha ao seu lado um profissional da área. Um designer, por exemplo, tem o domínio desse conhecimento e pode te oferecer um trabalho mais eficiente e assertivo.

    Lembre-se: um anúncio pago precisa se destacar da concorrência

    No começo desse artigo, inclusive, você deve ter reparado que a concorrência é enorme. Por isso, não economize esforços no momento de criar um anúncio pago impactante e que realmente atraia o seu público ideal.

  • Vlogging: é possível se destacar em meio à concorrência?

    Vlogging: é possível se destacar em meio à concorrência?

    O futuro é dos vídeos. Ou melhor: o presente já é dominado pelos vídeos. Basicamente, grande parte do conteúdo que consumimos hoje é nesse formato. Por isso, eu tenho certeza que o “vlogging” não é um termo desconhecido para você.

    Contudo, caso seja…

    O que é vlogging?

    Em resumo, vlogging é a união de duas palavras: vídeo e blog. Ou seja, é quando determinado conteúdo é apresentado em forma de vídeo. Além disso, temos também o vlogger, que é quem faz a introdução desse assunto.

    No que diz respeito aos exemplos, tenho vários.

    Segundo o JivoChat, alguns dos canais de maior sucesso no Brasil são o KondZilla (mais de 64 milhões de inscritos) e o Whindersson Nunes (mais de 42 milhões). Eu tenho certeza, aliás, que você conhece esses canais.

    E mais: eu tenho certeza de que você conhece (e acompanha) muitos outros. Afinal, não temos apenas vlogs de tamanho colossal no YouTube. Temos, por exemplo, um número enorme de empresas que utilizam esse canal em sua estratégia de marketing.

    E é exatamente por existir tantos canais disponíveis que estamos aqui hoje, eu e você. Ou seja: como é possível fazer diferente?

    Por que ter um vlog?

    Antes de tudo, vamos a algumas estatísticas que mostram por que apostar em vídeos é uma excelente ideia.

    O site breadnbeyond publicou uma pesquisa com dados que ilustram a relação (e os benefícios) entre os vídeos e o marketing. Olha só:

    • 87% dos usuários gostaria de ver mais vídeos de marcas;
    • 97% das empresas que já utilizam essa estratégia afirmam que os vídeos ajudam o cliente a entender melhor um produto ou serviço. Por consequência, o número de vendas e conversões aumentam;
    • Na mesma linha lógica, temos uma porcentagem de 72% de usuários que preferem aprender sobre um produto através de vídeo;
    • Inclusive, também temos 72% de usuários que preferem assistir a um vídeo do que ler um manual de instruções.

    Entendeu agora o poder dos vídeos? Além disso, você ainda pode considerar a quantidade de tempo que as pessoas passam assistindo vídeo. Ou, é claro, a probabilidade de essas pessoas compartilharem esses vídeos com amigos.

    Em resumo, quando se trata de números, não há dúvidas de que usar vídeos como estratégia é um bom plano para fazer o seu marketing escalar.

    Humanização da marca

    Outro ponto bastante importante é esse: a humanização da marca. Como eu já comentei outras vezes, uma venda nunca é só uma venda. Hoje em dia, ela tem mais a ver com o conceito, ou com o valor que determinado produto traz para o comprador.

    Em outras palavras, o consumidor precisa se enxergar na sua marca. Precisa, por exemplo, se sentir importante e compreendido. Por isso, quando humanizamos uma marca, temos mais chances de causar esse efeito no público.

    Em um vlog, temos sempre um rosto e uma voz. A marca, então, deixa de ser apenas um logotipo e se torna uma pessoa. Consequentemente, a relação entre essa marca e a sua persona se estreita. No fim, temos mais uma razão pela qual o seu ROI pode aumentar.

    Vlogging que se destaca: é possível?

    Se todo mundo está fazendo, como fazer diferente? Eu trouxe algumas dicas para te ajudar:

    1 – Invista em equipamento especial para vlogging

    Ou use a sua criatividade para fazer um vídeo de qualidade com o que você já tem. Basicamente, para um bom vídeo, é preciso uma boa câmera, um bom microfone e um tripé.

    Dessa forma, a imagem vai ser de qualidade e o som também. Com o tripé, o vídeo não vai balançar. Em resumo, o conjunto da obra vai ser muito mais agradável e atrativo.

    Além disso, invista ainda em luzes. Acredite: uma luz pode mudar completamente o seu vídeo. Com ela, é possível deixar o ambiente mais natural, ou mais aconchegante, por exemplo – tudo de acordo com o seu objetivo.

    2 – Crie um roteiro

    Antes de tudo, lembre que esse roteiro deve considerar a sua persona. Afinal, é a partir dela que você vai encontrar o tom de voz ideal para a fala do vídeo.

    Se você entende do que está falando, com certeza vai transmitir credibilidade e autoridade no seu canal. Mesmo assim, a produção de um roteiro torna essa credibilidade mais sólida. Com ele, por exemplo, é muito improvável que você perca sua linha de raciocínio, ou que deixe de fora algo importante. Além disso, o roteiro te ajuda a controlar o tempo do vídeo.

    3 – Trabalhe o SEO do seu vídeo

    Assim, ele pode chegar para mais pessoas. Nesse tópico, eu tenho algumas dicas:

    • Aposte em títulos de até 100 caracteres e que contenham a palavra-chave no começo dele;
    • Faça uma descrição atraente. O YouTube disponibiliza 5.000 caracteres para isso, porém, tenha em mente que apenas 150 deles aparecerão por primeiro às pessoas, sem que elas tenham que clicar em “ler mais”;
    • Use a palavra-chave do vídeo no nome do arquivo que você vai subir no YouTube;
    • Lembre-se de usar hashtags que tenham a ver com o tema do vídeo.

    4 – Capriche na imagem geral do canal

    Quando se fala em canal de YouTube, pensamos primeiramente nos vídeos em si. Entretanto, a plataforma também permite que você tenha uma imagem de capa do canal e de perfil. Não obstante, oferece ainda a função de distribuir os vídeos em playlists.

    Aqui, eu te aconselho a aproveitar muito bem esses espaços. Invista em boas imagens de perfil e de capa. Afinal, essas duas peças trazem credibilidade e personalidade ao seu trabalho. No que diz respeito às playlists, elas ajudam o público a navegar pelos conteúdos que eles mais se interessam. Por isso, dedique um tempo para fazer essa organização.

    5 – Trabalhe a divulgação do seu canal fora do YouTube

    O YouTube é, por si só, uma plataforma incrível de divulgação. Porém, a sua estratégia precisa ser multimídia. Ou seja, você deve anunciar o seu canal em outras redes sociais também.

    Uma dica é que você explore diferentes formas de fazer isso. Em vez de apenas divulgar o seu canal, por exemplo, você pode publicar um trecho específico de algum vídeo.

    6 – Defina um foco para o seu canal

    Isso depende, é claro, do que a sua empresa produz ou ofereça. Seja como for, é importante que o seu canal tenha um objetivo – e que este fique claro para o público.

    Se a sua rotina de postagem não for organizada, aliás, é muito improvável que você conquiste uma audiência fiel e consistente. Portanto, defina os assuntos que você irá abordar, e os tipos de vídeos que pretende fazer.

    7 – Crie um vídeo esteticamente agradável

    Essa dica, inclusive, se parece bastante com o conselho sobre investir em um bom equipamento. Aqui, contudo, eu tenho algumas recomendações que vão depender mais de você do que do seu material de gravação:

    • Monte um cenário para as suas gravações. Na hora de distribuir elementos por esse cenário, procure um equilíbrio para não acabar poluindo demais a imagem, ou deixando o lugar muito vazio;
    • O formato de vídeo do YouTube é horizontal. Por isso, grave seus vídeos nessa posição. Nada de gravar um vídeo com o celular “em pé”, ok?
    • Trabalhe bem o enquadramento do vídeo. Se uma pessoa aparecer nele, não deixe a câmera muito perto de seu rosto, ou demasiadamente longe. Além disso, procure manter a câmera alinhada com os olhos de seu protagonista. Nada de enquadrá-lo de cima ou de baixo.

    Com essas dicas, as suas chances de fazer o seu público consumir o conteúdo do seu canal são muito maiores. Além disso, é claro, é muito mais provável que você conquiste uma nova audiência através desses vídeos.

    Ainda tem dúvidas sobre vlogging ou não sabe exatamente por onde começar o seu canal? Eu tenho experiência no assunto e posso te ajudar em cada etapa dessa estratégia!

  • Qual é a ciência por trás dos conteúdos virais?

    Qual é a ciência por trás dos conteúdos virais?

    Na era digital, que atire a primeira pedra quem nunca sonhou em viralizar na internet. De forma positiva, é claro. Muitos acreditam que é sorte. Contudo, há, sim, uma ciência por trás dos conteúdos virais.

    Há quem acredite que um conteúdo viralize por sorte do acaso. Entretanto, não é bem assim. Sabe aquele meme que te fez rir hoje de manhã? O seu compartilhamento tem tudo a ver com a psicologia e o comportamento humanos.

    E é aqui que começa toda a teoria.

    A fórmula que torna um conteúdo viral

    Já ouviu falar do livro Contágio. Por que as coisas pegam? Ele foi escrito por Jonah Berger e trata deste mesmo tema sobre o qual você está lendo agora. Berger, inclusive, é professor de Marketing da Universidade da Pensilvânia. Em sua carreira, um de seus objetivos é mostrar como há uma espécie de fórmula que é comum a todos os virais.

    STEPPS: a razão pela qual um conteúdo viraliza

    O autor uniu os seis fatores que fazem um conteúdo viralizar em uma sigla: STEPPS (que vem de “passos”, em inglês). Esses fatores são:

    • Moeda social;
    • Gatilhos;
    • Emoção;
    • Público;
    • Valor prático;
    • Histórias.

    Essa lista, é claro, não significa que você deva tentar aplicar todos os valores em um conteúdo. Pelo contrário: é necessário saber encontrar o equilíbrio perfeito para cada caso específico.

    Entretanto, você não precisa se preocupar. Afinal, eu vou te ensinar o que significa cada um desses valores.

    1 – Moeda social

    Lembra que eu falei sobre a ciência do conteúdo viral ter tudo a ver com o comportamento humano? Pois é, essa teoria já começa aqui.

    Em suma, a moeda social tem a ver com a vaidade. Ou seja, significa que as pessoas tendem a compartilhar algo quando esse algo as faz parecer mais inteligentes ou espertas. Em outras palavras, todo mundo na internet quer se sentir especial.

    Nas redes sociais, aliás, o desejo por “manter as aparências” não é lá uma grande novidade. Portanto, não é de se espantar que, se um conteúdo puder melhorar o status social de alguém, ele vai ser mais compartilhado.

    2 – Gatilho

    Um gatilho, em um conteúdo viral, pode se manifestar de várias formas. Um deles, por exemplo, é o de associação. Berger explica: um achocolatado nos faz pensar em leite. Basicamente, um assunto pode levar ao outro. No processo, desejamos falar sobre, emitir a nossa opinião. Aqui, entra o boca a boca.

    Outro gatilho é o de curiosidade. Ou seja, o público tende a ir fundo em um conteúdo se for para descobrir algo.

    3 – Emoção

    Não é difícil entender esse fator, certo? Um conteúdo viral pode emocionar, por exemplo. Além disso, pode fazer rir, levantar o nosso ânimo ou nos inspirar.

    Por outro lado, temos as emoções negativas também. Um conteúdo, portanto, pode nos fazer sentir raiva ou tristeza. O ser humano é extremamente emocional. Por isso, não tenha dúvidas de que as emoções nos movem.

    Além disso, tendemos a compartilhar, pois somos seres sociais. Em outras palavras, não gostamos de sentir algo sozinhos. Desejamos, porém, que outras pessoas partilhem de nossos sentimentos. Assim, viralizamos algo.

    4 – Público

    Se você pensou na necessidade de criar o conteúdo certo para o público certo, não está errado. Contudo, esse não é o único significado desse fator.

    Aqui, podemos interpretar o fator como a tendência humana a imitar o comportamento de outra pessoa. As dancinhas do TikTok, por exemplo, se valem desse conceito de comportamento de grupo.

    5 – Valor prático

    O ser humano gosta de ser útil. Além disso, gosta de descobrir ideias que sejam úteis também. Por isso, um conteúdo tende a viralizar quando ele é útil.

    Nesse tópico, inclusive, podemos encontrar uma conexão com o valor social. Ou seja, se alguém compartilha uma utilidade, ele se sente importante para a comunidade com a qual está compartilhando. Afinal, está sendo útil para os outros também.

    6 – História

    Contar histórias é uma arte milenar. Não é à toa, inclusive, que eu já falei disso por aqui.

    Uma história bem contada é como uma viagem. Ela é, portanto, sedutora, irresistível. Elas despertam, além de tudo, emoção. Aqui, veja só, temos mais uma conexão entre fatores que fazem um conteúdo viralizar.

    É possível aplicar esses fatores em qualquer conteúdo?

    Quando falamos em um conteúdo viral, pensamos em vídeos engraçados, por exemplo. Em imagens fofas de animais, ou declarações polêmicas de personalidades públicas.

    Em outras palavras, imaginamos muito pouco que qualquer conteúdo pode ser viral. Tudo o que precisamos é de uma boa dose de entendimento de comportamento humano. Esse ponto, aliás, já está fácil para você. Afinal, eu acabei de te explicar os seis fatores elencados por Berger.

    A resposta para a pergunta que eu fiz anteriormente é “sim”. Você pode, portanto, aplicar esses fatores todos em qualquer conteúdo.

    Contudo, é claro que essa aplicação depende de uma série de condições para dar certo. A análise do seu público, por exemplo, é uma delas. Não adianta tentar ser engraçado ou fazer uma dancinha se a sua persona não gosta desse tipo de conteúdo.

    É necessário, ainda, saber dosar o fator aplicado. Na tentativa desesperada por se tornar viral, muitas marcas exageram a mão e não obtêm o efeito desejado.

    Desenvolva estratégias para viralizar a partir da observação

    Quando eu falo sobre os pormenores do meio digital, eu falo sobre comportamentos que eu e você temos. Ou seja, é um objeto de estudo do qual você mesmo faz parte. Por isso, observar o que está acontecendo – desenvolver um olhar crítico – pode ser grande valia.

    Que tipos de virais você consome, por exemplo? As marcas que você segue estão publicando que tipo de postagem nesse momento? O que é tendência? O que não é?

    Nós aprendemos muito quando observamos. Afinal, estamos analisando o comportamento e a psicologia humana. Dessa forma, nossos próprios insights também podem ser observados.

    Se você ainda não sabe como aplicar estratégias de viralização no seu conteúdo, não hesite em entrar em contato comigo. Eu posso te ajudar nessa jornada e deixar o conteúdo da sua marca mais memorável.

  • Como economizar o tempo da sua audiência?

    Como economizar o tempo da sua audiência?

    Tempo, como muitos já sabem, é dinheiro. Na era digital, tempo também é informação. Afinal, nossos minutos e horas são precisos e sempre queremos usá-los para algo a mais. Assim, aprender como economizar o tempo da sua audiência se faz primordial.

    Por quê?

    Essa percepção do tempo, apressada pelo ritmo das redes sociais, afetou a audiência de todas as empresas. De forma geral, o público agora está sempre na correria. Com tanto conteúdo pela frente, se demorar mais do que o normal em algo específico é bastante raro. Inaceitável até.

    Por consequência, essa audiência se torna mais exigente. Ao acessar o seu blog, por exemplo, deseja ter o que estava procurando sem demoras. Quer, ainda, que o conteúdo seja de fácil leitura, embora ainda informativo e interessante o suficiente.

    Em um site, se não encontramos rapidamente o que queremos, vamos embora. Pode confessar: você também é assim. Se a internet facilitou tanto a nossa dinâmica de aprendizado e compras, para que desperdiçar tempo com uma plataforma difícil de interagir?

    Na prática, saber como economizar o tempo da sua audiência significa lucro. Não obstante, ainda significa fidelização do público e autoridade no seu nicho de atuação.

    Pequenas ações, grandes economias

    Essa frase pode até soar clichê, mas traz em si uma grande verdade. Afinal, a técnica de como economizar o tempo de sua audiência é bastante simples. Na prática, não vai representar mudanças tão grandes assim no que você já faz hoje. Contudo, a diferença que ela faz no tempo do seu público é grandiosa.

    Sem mais delongas, vamos às dicas.

    1 – Tenha um site que carregue rapidamente

    Seja sincero: até quanto tempo é aceitável para você que um site termine de carregar? Muita gente espera apenas cerca de 5 segundos. Dependendo do dia em questão e do quê exatamente estamos em busca, essa espera é até menor.

    Esse tempo, aliás, tende a diminuir. Portanto, se o seu site demora para carregar, está na hora de resolver esse problema. Quantas vendas ou leads você pode ter perdido por uma questão de segundos?

    2 – Dê informações claras e completas sobre seus produtos e serviços

    Aqui, focamos outra vez no fato de que o cliente está cada vez mais exigente. Ou seja, antes de comprar, ele vai querer entender o seu produto de forma completa. Caso haja alguma dúvida, é muito improvável que ele vá entrar em contato com você para conversar sobre isso. Afinal, estamos falando de pequenos detalhes e questionamentos que surgem nesses momentos.

    Se ele não conseguir sanar essa dúvida com você, então ele vai partir para outra empresa que o faça. Portanto, forneça ao público todos os detalhes que forem importantes sobre o seu produto. Além disso, faça isso de forma clara e organizada.

    3 – Aprenda a hierarquizar informações

    Essa dica é bastante parecida com a anterior. Contudo, aqui eu falo especialmente das frases principais do seu site ou anúncio, como o seu slogan. A mensagem principal de um anúncio, por exemplo, precisa ser objetiva e estar em evidência. Você pode, aliás, usar as cores para reforçar o sentido dessa mensagem.

    Se o espaço é pequeno, não o preencha com textos desnecessários. Ao perceber que há muito para ler, talvez o usuário desista da sua marca. Portanto, vá direto ao ponto. Guie os olhos de seu público pelos seus espaços.

    4 – Utilize destaques em textos longos

    Se você tem um blog, por exemplo, com certeza trabalha com textos longos. Mesmo nesse caso é possível economizar o tempo da sua audiência.

    Para isso, você deve investir em subtítulos e marcadores. Além disso, utilize links úteis (e apropriados, é claro) ao longo do artigo e ferramentas como o negrito e o itálico. Assim, é possível guiar a atenção do leitor e ajudá-lo a filtrá-lo as informações disponíveis.

    5 – Ofereça um atendimento eficaz

    Antigamente, era muito comum ligarmos para a empresa em questão para resolver um problema. Hoje, porém, fazemos isso cada vez menos. Naquela época, reclamávamos bastante do tempo que permanecíamos na linha, à espera de uma solução.

    Hoje em dia, com muito mais ferramentas que aceleram o nosso dia a dia, temos ainda menos paciência. Por isso, oriente o seu time de vendas e atendimento a ser assertivo. Evite demoras desnecessárias e não permita que o seu cliente se sinta “enrolado”.

    O tempo da sua audiência também é dinheiro para você

    A realidade é simples: se você souber como economizar o tempo da sua audiência, ela te será fiel. Além disso, muito provavelmente vai preferir a sua marca na hora de efetuar uma compra. Ou seja, o tempo que você economiza do seu público é o seu lucro.

  • Black Friday e Natal: como criar uma campanha de sucesso

    Black Friday e Natal: como criar uma campanha de sucesso

    Novembro chegou. Com ele, a expectativa de duas das datas comerciais mais importantes para o empreendedor: a Black Friday e Natal. Para o público, é hora de comprar. Para você, por outro lado, é hora de aproveitar o momento para potencializar as vendas.

    Nessa época do ano, saiba que, mais do que nunca, é hora de se destacar da concorrência. Afinal, todas as marcas investem pesado nessas campanhas.

    Portanto, se a sua intenção é investir pesado também, continue comigo. Hoje, eu vou dar algumas dicas infalíveis para a sua campanha te trazer bons lucros nesse final de ano.

    1 – Considere o cenário de pandemia de Covid-19

    Desde que a pandemia de Covid-19 começou, tivemos algumas mudanças no que diz respeito ao comportamento do consumidor.

    Pesquisam apontam que muitas pessoas decidiram trocar de marca para reduzir custos, por exemplo. Além disso, há bastante gente que agora dá preferência para o comércio local. Ainda, muita gente resolveu gastar menos com serviços essenciais.

    De todos esses insights, podemos concluir que, nesse ano, os descontos devem chamar atenção. Se o seu público deseja economizar, então, ajude ele. Ademais, trabalhe bem os seus valores, considerando que esse tem sido um forte critério de decisão de compra.

    2 – Invista em tráfego pago

    Nessa época, o mundo se torna uma vitrine. Logo, você não deve ficar de fora.

    Trabalhe com promoções e descontos atraentes. Além disso, desenvolva uma identidade visual especial para as datas. Dessa forma, é possível atrair a atenção de mais gente para aquilo que você tem a oferecer.

    3 – Ofereça descontos bons de verdade

    Essa é uma dica bastante pertinente à Black Friday. Afinal, todos nós sabemos que é o momento no qual podemos encontrar excelentes descontos em muitas lojas diferentes.

    Aqui, meu conselho é que você não utilize descontos pequenos, como 5% ou 10%. Por isso, o ideal é que você selecione apenas alguns de seus produtos ou serviços – os mais competitivos – e dê a eles descontos significativos. Esse tipo de promoção é muito mais atraente e irresistível do que uma loja inteira com descontos baixos.

    4 – Crie uma jornada de compra completa

    O impacto das duas datas é enorme para o comércio. Por isso, investir em uma jornada de compra completa pode ajudar a aquecer melhor o seu público.

    Invista bastante em todas as etapas dessa jornada. Nesse momento, tanto o topo de funil quanto o fundo são importantes para que você converta mais.

    Nessa estratégia, inclusive, você pode oferecer uma “prévia” de como serão essas datas na sua marca. Ou seja, oferecer alguns descontos e promoções agora para começar a “aquecer” os seus clientes.

    5 – Analise o que os seus concorrentes estão fazendo

    Aqui, a ideia não é que você ofereça preços muito abaixo do que é justo. Contudo, estudar as ações dos concorrentes é uma boa ideia para guiar a sua própria estratégia. Avalie como eles estão se comunicando, por exemplo. Além disso, verifique se as promoções e condições de frete estão atraentes.

    Nesse momento, avaliar o concorrente é como encontrar uma fonte de ideias para você ter sucesso também.

    6 – Revise sua política de frete

    Se o seu frete demorar mais do que o prometido, o cliente nunca mais vai comprar com você outra vez. E, pior: ainda pode te difamar em seus canais de venda.

    Portanto, se certifique de que o frete que você promete é aquele que você pode cumprir. Para isso, converse com fornecedores e acerte todos os detalhes possíveis. Não esqueça, ainda, de deixar o cliente a par de todos os passos de preparação da encomenda após efetuar uma compra.

    7 – Capriche na estética das campanhas

    Temos aqui duas datas que são extremamente visuais. Enquanto a Black Friday atrai os olhos com identidades impactantes, que anunciam descontos realmente imperdíveis, o Natal entra com toda a sua já bem conhecida magia.

    De formas diferentes, ambas têm grandes chances de conquistar completamente o público através do design – se este for bem feito, é claro.

    8 – Prepare o seu time de vendas e atendimento

    Ambas as datas significam um aumento considerável de pessoas visitando o seu site e fazendo compras. Portanto, alinhe suas expectativas com o seu time de vendas e atendimento.

    Nesse momento, é preciso prestar um atendimento rápido e atencioso. Ademais, é preciso lembrar de não deixar o seu cliente se sentir esquecido durante o atendimento.

    Comece a se preparar já para a Black Friday e Natal

    Por último, e definitivamente não menos importante, comece suas campanhas agora mesmo. Novembro já está aí e logo a Black Friday e Natal serão os principais assuntos em todo o comércio. Uma campanha sólida precisa ser trabalhada com antecedência.

    E, lembre-se: se precisar de ajuda para fazer os seu negócio lucrar, saiba que eu posso te ajudar.

  • Métricas da vaidade: elas representam engajamento?

    Métricas da vaidade: elas representam engajamento?

    As métricas da vaidade. Por um lado, as redes sociais nos trazem inúmeros benefícios. Por outro, também supervalorizam o que é superficial. No meio disso, muito empreendedor não sabe diferenciar aparência de resultado de verdade.

    Assim, nasce o culto aos likes. Por consequência, não são poucos os empresários que veem curtidas, compartilhamentos e seguidores como indicadores fiéis e sólidos da performance de uma empresa.

    Se você tem essa visão, é hora de desconstruir este equívoco. Para te ajudar, eu trouxe aqui algumas das métricas da vaidade mais buscadas e a razão pela qual elas não significam tanto quanto você pensa.

    As principais métricas da vaidade 

    Antes de listá-las, quero que você lembre de uma coisa: essas métricas, em geral, não te ajudam a tomar decisões. Em outras palavras, elas não motivam uma mudança na estratégia.

    É claro que elas não são completamente insignificantes. Entretanto, não devem ser priorizadas na hora de analisar a sua situação, e nem devem ser objetivos da sua estratégia.

    1 – Likes

    Sua postagem teve muitos likes. Ótimo. Mas, afinal, o que isso significa mesmo? Muitas vezes, as curtidas vêm porque a fotografia utilizada agradou o usuário. Em muitas ocasiões, o like foi dado no automático: a pessoa estava apenas rolando o feed e curtiu a postagem sem prestar muita atenção. 

    Onde eu quero chegar: um like não traz consigo muita informação útil. Também, não faz diferença nos seus lucros do final do mês. Por isso, aliás, comprar curtidas é uma estratégia que não funciona. 

    2 – Seguidores

    O objetivo de muito perfil é ter muitos seguidores. Querer isso, inclusive, não é exatamente errado. 

    O problema é que esse número, por si só, não está relacionado ao sucesso da sua empresa. Para te ajudar a entender essa afirmação, quero relembrar uma história.

    Há algum tempo, a influencer Arii, com mais de 2 milhões de seguidores, fechou parceria com uma marca de camiseta. Esse acordo evoluiria se as vendas também evoluíssem. Por isso, ela precisava vender, no mínimo, 36 camisetas para a parceria continuar. Mesmo com tanto seguidor, ela vendeu apenas 32 camisetas. Falhou na sua missão – que, a princípio, parecia bastante simples.

    Por que isso acontece? Porque seus seguidores não são seus clientes. E se você não construir um relacionamento genuíno com eles, jamais se tornarão.

    3 – Compartilhamentos

    Os compartilhamentos indicam, sim, que as coisas estão indo bem. Entretanto, repito: sozinhos, eles não significam tanto assim. Especialmente se considerarmos que, às vezes, as pessoas compartilham um conteúdo não tão relevante assim para a estratégia. Como uma postagem engraçada, por exemplo.

    Para serem mais valiosos, os compartilhamentos precisam levar a outras ações. Se eles ajudaram a levar mais tráfego para o seu site, então, você deve também ter uma estratégia para conquistar esses clientes nesta nova etapa.

    4 – Visualizações da página

    Aqui, é importante explicar uma diferença entre “visualizações da página” e “visitantes do site”. As visitas do site se referem a visitantes únicos. Enquanto que as visualizações da página podem significar que a mesma pessoa visitou a mesma página mais de uma vez. 

    Vamos pensar em um exemplo bem extremo. Suponhamos que você tenha 50 visitantes únicos e 1000 visualizações da página. Neste caso, a informação relevante são os visitantes únicos. Entretanto, é comum que um empreendedor preste atenção apenas nas 1000 visualizações. 

    5 – Download de aplicativo

    Se você recém lançou um aplicativo, é ótimo que a taxa de downloads seja alta. Contudo, a longo prazo, esse dado também não significa muita coisa se analisado por si só.

    É preciso, portanto, comparar os downloads com a taxa de desinstalação. Se, por exemplo, seu aplicativo é muito baixado e desinstalado logo em seguida, isso não é um bom sinal.

    Além disso, considere a taxa de cadastros e de usuários que assinam as funções pagas dos aplicativos. Se estas estiverem altas, podem compensar até um número baixo de downloads.

    Saiba identificar as métricas da vaidade e utilizá-las ao seu favor

    Notou que muitas das métricas da vaidade até podem ser úteis quando analisadas em conjunto com o resto da estratégia? Por isso, eu repito: esses números não devem ser objetivos finais.

    Além disso, não podem ser consideradas como prioridade. Ou seja, nada de mudar a sua estratégia apenas para aumentar o número de seguidores, por exemplo.

    Um bom marketing é sólido e consistente. Um bom público, por sua vez, é engajado e converte. Acredita, agora, que apenas números não podem te trazer essas conquistas?

  • Estratégia offline x online: é possível unir os dois mundos?

    Estratégia offline x online: é possível unir os dois mundos?

    Eu sou um defensor da migração das empresas para o ambiente digital. Afinal, é lá que a maioria das pessoas estão. Além disso, ferramentas online nos oferecem muitos mais meios de mensuração de resultados. Entre outras razões, é claro. Mesmo assim, descartar completamente uma estratégia offline pode não ser uma boa decisão.

    Afinal, seu planejamento não precisa ser 8 ou 80. Ter uma forte presença digital, por exemplo, não significa que o offline deva ser completamente deixado de lado. Acredite: é possível mesclar as estratégias.

    Uma estratégia offline traz benefícios para a minha empresa?

    Traz, sim. Em resumo, aumenta o seu alcance e atinge pessoas que talvez ainda não estejam na internet. E não somente isso: também pode fortalecer o vínculo empresa x  cliente e construir mais credibilidade para a sua marca.

    Além disso, uma estratégia offline permite que você aproveite novas oportunidades. Um outdoor, por exemplo, pode ser tudo o que você precisa para impactar alguém que, a princípio, não conhecia a sua marca, ou não estava propenso a buscá-la nas redes sociais.

    Apesar de tudo isso, é importante reforçar: uma boa estratégia offline é aliada de uma boa estratégia online. Em outras palavras, ambas devem andar sempre juntas.

    Na prática, como funciona?

    Falar sobre o assunto é muito fácil, né? Não se preocupe: eu não vou deixar você desamparado. Por isso, trouxe algumas ideias para o seu próximo brainstorm

    1 – Defina os objetivos da sua estratégia offline

    A definição de objetivos é sempre o primeiro passo de uma estratégia. É aqui, por exemplo, que você sabe qual equipe estará envolvida no processo. 

    Além disso, é nesse momento que o seu público é definido. Basicamente, sem um objetivo, simplesmente não há nenhum caminho para ser tomado.

    2 – Invista em assessoria de imprensa

    Uma assessoria é especialista em levar conteúdo relevante para a mídia. Esses profissionais geralmente têm os contatos certos e sabem como divulgar seu conteúdo.

    Essa estratégia, aliás, é indispensável para quem deseja posicionar sua marca no mercado. Afinal, ter a sua empresa em veículos tradicionais também é capaz de trazer credibilidade e de te tornar referência local.

    3 – Invista em atendimento ao cliente

    Todo mundo tem uma experiência ruim sobre isso para contar. Às vezes, o marketing de uma empresa é incrível. Entretanto, pessoalmente (ou até por telefone), a história é outra. 

    Por isso, não hesite por nenhum segundo: invista em um atendimento ao cliente excelente. Capacite o seu time de vendas, por exemplo. Em resumo, faça de tudo para que a boa experiência de um usuário no seu site e redes sociais seja estendida também para o mundo real.

    4 – Considere desenvolver materiais físicos

    Voltamos ao exemplo do outdoor. Um restaurante que tenha um outdoor na estrada, por exemplo. Ele pode acabar sendo a escolha daquele motorista com fome que ainda não tinha planos de almoçar.

    Em cidades menores, a distribuição de catálogos de produtos ainda pode dar certo. Entretanto, tudo depende do seu mercado de atuação e de qual é o seu público.

    5 – Promova eventos

    Em plena pandemia, é claro que não podemos fazer eventos físicos. Entretanto, não deixe essa dica de lado no futuro.

    Um evento aproxima as pessoas e oferece aquilo que muitas buscam em uma marca: uma boa experiência. Aqui, é o melhor cenário para mesclar estratégia offline com estratégia online.

    Como? Além de divulgar o evento online, é possível estimular o uso de hashtags e postagens e de fotos, por exemplo. Outra opção é transmitir o evento online para aqueles que não puderam comparecer.

    O segredo é o equilíbrio

    Uma estratégia offline não te possibilita mensurar de forma exata e profunda os resultados do seu esforço. O marketing digital, por sua vez, torna isso possível. Por essas e outras, a minha recomendação é que você aproveite o melhor dos dois mundos. Ou seja, desenvolva uma estratégia completa que te faça vender mais e se tornar referência no que faz.

    Para colocar essas dicas em prática, você deve, antes de tudo, conhecer o seu público. É a partir disso que a estratégia ideal é montada. Ao saber para quem você está falando, é possível descobrir como comunicar determinada mensagem, e onde. 

    Ao definir a sua próxima estratégia de marketing, considere também opções offline. Com auxílio do digital, ela vai fazer o seu alcance se expandir consideravelmente. Além disso, vai ajudar a solidificar o seu posicionamento no mercado. E qual empresário não deseja isso, afinal?

  • Como deixar de ser uma empresa offline?

    Como deixar de ser uma empresa offline?

    Sua empresa não tem um site e suas redes sociais estão desatualizadas – se é que existem. Basicamente, encontrar sua marca online é uma missão impossível. Você se enquadra nessa descrição? Então, é hora de deixar já de ser uma empresa offline.

    Por que, Felipe?

    Primeiramente, uma empresa de sucesso se faz presente onde o seu público está. Seja qual for esse público, é impossível ignorar que, hoje, é no digital que uma parte enorme dos negócios são fechados.

    Aliás, os benefícios do digital não se restringem ao fechamento de vendas apenas, ao ato em si. Sabia, por exemplo, que a maioria dos consumidores faz uma pesquisa no Google antes de decidir qual produto comprar?

    Há, ainda, aqueles que demoram para sequer percebe a necessidade do seu produto. Em outras palavras, são clientes que precisam ser “educados”. A solução para isso? Ter uma empresa que está online.

    Ao permanecer offline, é quase como se a sua marca não existisse. 

    E como minha empresa pode deixar de ser offline?

    Migrar para o digital não é tão difícil assim. Para mostrar isso, trouxe algumas dicas bem práticas para você.

    1 – Uma empresa sai do offline quando está nas redes sociais

    Por isso, eu recomendo que você entenda sobre elas. Aqui, é possível fazer um curso específico ou contratar uma equipe de marketing para te ajudar.

    Além disso, você pode apenas explorar as redes sociais. O que pode ser melhor do que aprender na prática, certo?

    Dessa forma, você vai pegar o jeito da coisa. Por consequência, vai conseguir vislumbrar mais claramente a melhor forma de colocar a sua marca no ambiente digital.

    2- Crie um site

    Eu já falei sobre a importância de ter um site. Mesmo assim, quero resumir os porquês de criar um. 

    Na era digital, ter um site dá autoridade ao seu negócio. Além disso, fortalece a relação com os seus clientes. 

    Se considerarmos o que falei sobre estar onde seu público está, temos ainda outra conclusão bem importante a se falar. Ou seja, que as suas vendas vão aumentar. Afinal, as pessoas encontrarão seus produtos e serviços com muito mais facilidade.

    3- Cadastre sua empresa nos serviços do Google

    Vamos supor que você esteja procurando por cabeleireiros. Se jogar esse termo no Google, o buscador vai te mostrar uma série de opções. E não somente isso: a maioria terá disponível fotos e horário de funcionamento.

    Você pode fazer isso pela sua empresa também! Para isso, precisa se registrar no Google Meu Negócio. Depois de solicitar o cadastro, vai ser necessário comprovar o seu endereço e a propriedade da sua empresa. 

    Assim que for aprovado, já é possível administrar essas funções no Google. Dessa forma, seus clientes sempre poderão saber facilmente que horas você abre, ou qual seu site e telefone para contato.

    4- Crie um WhatsApp Business

    Já faz tempo que as mensagens de texto substituíram muitas ligações. Ou seja, muitas vezes, seus clientes não querem ter o trabalho de te ligar para buscar informações.

    Além de ter um chat para esse tipo de atendimento no seu site, ter um WhatsApp Business é um must para a sua estratégia online. Por lá, a comunicação é mais rápida e intimista. 

      Quando a sua marca se coloca à disposição do cliente dessa forma, é muito mais provável que ele te escolha.

    E como fazer isso, na prática? Pois bem, primeiro, você deve baixar o aplicativo no Google Play ou na App Store. Depois, basta cadastrar um número de celular. Aliás, qualquer número pode ser convertido em um WhatsApp profissional.

    5- Aprenda a impulsionar posts nas redes sociais

    Nessa altura, sua empresa já deve estar nas redes sociais. Agora, portanto, é o momento de fazê-las crescer. 

    A melhor maneira de impulsionar esse crescimento é através de anúncios pagos. Dessa forma, seu conteúdo vai chegar para mais gente. Entretanto, não se esqueça: ele deve chegar para as pessoas certas.

    Por exemplo: se você oferta produtos vegetarianos, não vai ter interesse em impactar um público que ama churrasco. Concorda? 

    Aqui, eu recomendo fortemente que você tenha uma equipe experiente ao seu lado. Afinal, um bom anúncio requer atenção e expertise em vários detalhes. E você não quer desperdiçar dinheiro, certo?

    Uma empresa offline praticamente não existe

    Reforço essa afirmação outra vez para que você entenda que estar offline na era digital é uma má ideia. 

    Se a sua empresa ainda não está na internet, então, é hora de colocar as dicas desse artigo em prática. Inclusive, você não precisa se preocupar. Afinal, se precisar de auxílio nessa migração, eu posso ajudar você.