Categoria: Marketing

  • Ideias para criar conteúdo: onde encontrar inspiração?

    Ideias para criar conteúdo: onde encontrar inspiração?

    Criar conteúdo relevante e frequente não é fácil. Afinal, é preciso muito esforço para não ser repetitivo. Por essa razão, muita gente enfrenta dificuldades na hora de encontrar ideias para criar conteúdo.

    Depois de certo tempo, parece que as ideias se esgotam. Por consequência, o conteúdo se torna bem menos atrativo. Além disso, já não traz mais nada de novo. Você se identifica com essa situação?

    A boa notícia é que é, sim, possível continuar sendo interessante no seu conteúdo. Para isso, basta seguir algumas dicas. Olha só:

    1 – Leia blogs nacionais e internacionais

    Dessa forma, você tem acesso não apenas às tendências do momento, mas também assuntos atemporais. Ao acessar um blog estrangeiro, inclusive, você tem a chance de trazer para a sua marca um conteúdo mais exclusivo.

    2 – Pesquise sobre assuntos relacionados à sua marca

    Quando eu falo sobre novas ideias para criar conteúdo, muita gente pensa apenas no que está estritamente relacionado ao seu segmento. Porém, ampliar os horizontes pode ser uma boa opção.

    Se você tem uma agência de viagens, vamos supor, com certeza já deu inúmeras dicas sobre o que fazer em determinado destino. Porém, é possível explorar algo diferente também. Que tal ensinar um turista a falar as frases básicas de determinado idioma, por exemplo?

    Essa dica, aliás, é aplicável em qualquer área de atuação.

    3 – Acompanhe o que as pessoas estão falando nas redes sociais

    Essa é uma fonte riquíssima de ideias para criar conteúdo. Afinal, quando um assunto está em destaque, é nesses lugares que você encontrará discussões sobre ele.

    Além disso, muitos debates surgem de forma natural. Portanto, você pode aproveitar uma pauta antes de ela ser usada em demasia em outros veículos.

    4 – Assista a um Ted Talks

    Há Ted Talks sobre infinitos assuntos. Por isso, é bastante provável que você ache uma pauta quente por lá.

    Não obstante, os assuntos são explorados de forma bem interessante e didática. Assim, é fácil adaptar a pauta para as suas plataformas.

    5 – Visite fóruns online

    Você deve saber como os fóruns funcionam, certo? Em resumo, usuários tiram dúvida e iniciam conversas por lá.

    Durante esse processo, os assuntos que vêm à tona são inúmeros. Além disso, você compreende que dúvidas o seu público pode ter. Que tal responder uma delas através de um artigo em seu blog?

    Ferramentas que dão ideias para criar conteúdo

    Em adição a estas dicas mais práticas, também é possível usar ferramentas para te ajudar.

    A primeira delas é o Google Trends. Com ela, você pode acessar as estatísticas referentes a determinada palavra-chave.

    Dessa forma, você pode ter, por exemplo, conhecimento sobre o que as pessoas estão pesquisando no Google sobre o assunto que norteia a sua marca. Além disso, é possível filtrar esses dados por período e região do país.

    Bastante similar, temos a Answer the Public. Aqui, basta você pesquisar uma palavra-chave. O site, portanto, vai te dar um relatório detalhado sobre as pesquisas feitas sobre esse assunto. Acredite: essa plataforma é uma mina de ouro para quem se sente sem ideias para criar conteúdo.

    Hábitos que te tornam interessante. Você os cultiva?

    Esse assunto até parece abstrato e desconexo do tema principal deste artigo. Porém, ele faz todo sentido nesse contexto.

    Nossas ideias vêm das referências que temos. Essas referências, por sua vez, vêm dos hábitos que cultivamos.

    Ler, por exemplo, é um deles. Afinal, quando lemos – seja lá o que for – estamos acessando novas informações. Por isso, ler livros, blogs, notícias e resenhas é sempre uma boa ideia.

    Hoje em dia, os podcasts estão em alta. Essa, inclusive, é uma excelente maneira de aprender algo quando não se tem muito tempo livre. Está no trânsito? Então, que tal ouvir algo novo?

    E por falar em ouvir, esse é outro excelente hábito, principalmente em conversas. Quando nos cercamos de pessoas interessantes, temos conosco fontes inesgotáveis de referências. Por consequência, de uma conversa trivial pode surgir uma pauta interessante para as suas plataformas.

    Por fim, eu te aconselho a ser, também, observador. Afinal, sem essa característica, as pautas que se escondem em todas essas dicas que dei até aqui podem passar despercebidas. Ser um observador, contudo, é um hábito que, para ser efetivo, precisa ser constantemente colocado em prática. Ou seja: não deixe isso para depois.

    Para organizar todas essas ideias, eu te recomendo a planejar o seu cronograma de conteúdo com antecedência. Dessa forma, é sempre possível fazer alterações e incluir pautas mais relevantes para o momento.

    Na dúvida sobre como criar esse planejamento, não hesite em procurar minha ajuda. Eu tenho certeza de que tenho muitas ideias que poderão te tornar uma autoridade no seu meio de atuação.

  • Como escrever bem: 8 dicas para um copywriting memorável

    Como escrever bem: 8 dicas para um copywriting memorável

    Não é dom, é prática: é possível aprender a escrever bem a qualquer momento. Eu começo esse artigo assim, aliás, pois muitas pessoas desacreditam da sua própria capacidade de aprender. Com a escrita, muitos acreditam nesse mesmo equívoco, o de que só quem “nasceu com determinado dom” pode ser bom em algo.

    Seja para aprender a tocar violão ou para aprender a escrever bem, você precisa apenas de prática e disciplina. E, é claro, de algumas dicas que vão tornar essa sua jornada de aprendizado mais fácil. Por isso, estamos aqui hoje, eu e você. Chegou, afinal, a hora de você aprender de uma vez por todas a escrever melhor.

    Porém, antes vamos para uma breve reflexão sobre as razões pelas quais você deveria investir no copywriting em sua marca.

    O que é copywriting?

    A escrita é algo tão inerente na comunicação que muita gente nem sabe que, no âmbito empresarial, a essa prática damos o nome de copywriting.

    Em resumo, o copywriting é a técnica de escrever para persuadir. Ela é amplamente utilizada no marketing, aliás.

    Por que essa técnica é importante?

    O copywriting é a base da comunicação entre sua empresa e seu público. Através dessa técnica, por exemplo, você transmite determinada mensagem. Além disso, também seduz e entretém a sua audiência.

    Muitas vezes, o copywriting guia uma persona até que ela cumpra determinada ação. É por isso, inclusive, que ele precisa ser persuasivo.

    Não obstante, temos ainda os algoritmos do Google. Para que você ranqueie bem no buscador, dominar essa técnica é fundamental. Afinal, esses algoritmos analisam o seu conteúdo a fim de avaliar se ele é de qualidade ou não.

    Sempre foi dito que uma imagem vale mais do que mil palavras, certo? No marketing digital, uma imagem sem o apoio de nenhuma palavra talvez seja uma mensagem confusa ou incompleta.

    Entendeu a importância?

    Escrever bem: o que isso significa?

    A primeira coisa que vem à mente ao se deparar com essa pergunta certamente tem a ver como gramática. Afinal, muitos ainda acreditam que um texto gramaticalmente correto é sinônimo de excelência na escrita.

    Com toda a certeza do mundo, a gramática é importante. É com ela, por exemplo, que estruturamos ideias e transmitimos ao leitor aquilo que de fato queremos transmitir. Com ela, não deixamos espaço para confusões e ambiguidade.

    Contudo, aqui vem uma novidade: não é só isso. Está muito longe de ser, aliás.

    Um texto bem escrito é aquele que cumpre o seu objetivo. Além disso, é aquele que é compreensível ao leitor. Este leitor, por sua vez, não terá dificuldade em ler um artigo, por exemplo, que está bem escrito.

    Como assim? Imagine que você precisa explicar para uma pessoa que não tem familiaridade com o meio digital a forma como o aplicativo de um banco funciona. Como você faria isso? Primeiramente, seria necessário escolher palavras mais simples. Nesse caso, termos técnicos e complicados não seriam eficazes.

    Além disso, escolher frases mais curtas e dar exemplos mais acessíveis a esse público em específico tornaria essa missão mais fácil.

    O que eu quero dizer é que mais do que saber as regras de gramática, é preciso acertar o tom de voz. Não obstante, precisa se considerar o contexto dessa escrita, quem a lerá, onde será publicada.

    Para escrever bem, tudo isso é necessário.

    Como escrever bem?

    Spoiler: essa lista será grande. Afinal, a escrita está presente em todos os nossos meios de comunicação. Ao mandar uma mensagem no WhatsApp, por exemplo, você está escrevendo. Ao responder um e-mail também.

    A amplitude de usos da escrita se assimila à amplitude nas formas de aprender a escrever bem. Vamos lá?

    1. Leia muito: qualquer livro ou conteúdo que seja da sua preferência. É lendo que aprendemos novas palavras e meios de nos expressarmos. Além disso, é uma excelente forma de aprender gramática;
    2. Conte histórias: ao contar uma história, precisamos organizar as ideias. Depois, devemos torná-la interessante: acrescentar um tom de mistério, colocar emoção nas palavras. Ao contar histórias, você começa a dominar melhor a língua portuguesa;
    3. Se coloque no lugar de quem vai ler: voltamos aqui ao exemplo que dei anteriormente. Considere, portanto, o seu público e de que forma ele se comunica no dia a dia;
    4. Evite palavras muito complexas: é muito comum o equívoco de que uma palavra complexa torna o texto mais rico e bem escrito. Porém, na maioria das vezes essas palavras são mais difíceis de compreender. Na dúvida, aposte na simplicidade;
    5. Use um corretor ortográfico: não precisa ter vergonha! Utilizar esse tipo de ferramenta não significa que você não sabe escrever bem. Com um corretor, você aprende muitas regras de gramática também;
    6. Estruture o seu texto antes de começar a escrever: ou seja, organize as suas ideias antes de começar algo. Dessa forma, a escrita será muito mais clara e coesa;
    7. Pratique a escrita diariamente: como eu disse, é a prática que traz o domínio da técnica. E, convenhamos, praticar a escrita não é assim tão difícil: preste mais atenção às suas mensagens e na forma como você as escreve;
    8. Tenha um bloco de anotações: eis aqui uma ideia de como praticar a escrita. Nesse bloco, você pode narrar situações ou anotar ideias. Ao tirar um pensamento da cabeça e colocar no papel, é preciso um esforço mental valioso para a habilidade de escrever bem.

    Para escrever bem, o conhecimento é poder

    Não somos máquinas. Portanto, precisamos estudar para dominar determinado assunto. Por isso, compreender uma temática é fundamental para que você aprenda a escrever bem sobre ela.

    Ao estudá-la, você ganha mais confiança, vocabulário e novas ideias para explorar em um artigo, por exemplo.

    Esse conhecimento também pode vir da análise de concorrentes. Ao ler o que eles estão escrevendo, acredite, você vai ter muitas novas ideias. Vai, ainda, descobrir diferentes formas de escrever uma mesma frase. Por consequência, seu vocabulário e técnica de copywriting se tornam muito mais ricos.

    Estudar gramática também é fundamental

    Como eu já disse, um texto bem escrito não é apenas aquele que está gramaticalmente correto. Contudo, é claro que essas normas são importantes também.

    Portanto, não tem escapatória: é preciso dedicar um tempo a elas. A minha dica é que você comece pelo mais básico. Ou seja, as regras mais comuns e que você aplica diariamente.

    Na hora de escrever, ao se deparar com uma dúvida de gramática, pesquise sobre ela. Assim, você vai estar aprendendo ativamente a escrever melhor.

    Outra dica é que você revise o seu material antes de publicá-lo. Assim, além de evitar pequenos erros gramaticais, também evita erros de coesão. Sabe quando uma frase não faz sentido? Ao revisar, podemos evitar esse tipo de problema.

    Seja gentil com a sua criatividade

    Inúmeras vezes nós somos bons de gramática, já seguimos todas essas dicas sobre escrever bem, mas mesmo assim não conseguimos escrever um bom texto. Por quê? Pode ser bloqueio criativo.

    Escrever é uma atividade que exige bastante da nossa criatividade. Por isso, uma dica para fomentar a sua é criar um ambiente propício para a escrita. Ou seja, busque o silêncio (ou uma música que não te atrapalhe) e uma posição confortável para escrever.

    Além disso, seja curioso e ávido por referências. Leia livros, assista a filmes, converse com outras pessoas e se interesse por assuntos diversos.

    À primeira vista, talvez isso não pareça ter nada a ver com escrever bem. Contudo, quando permitimos que nossa criatividade aflore desta forma, nos munimos de mais ideias. Dessa forma, na hora de escrever, as palavras saem com mais facilidade. Além disso, saem de um modo muito mais interessante.

    Não esqueça dos algoritmos do Google

    Por último, mas não menos importante, temos as regras do Google. Basicamente, ele orienta que você utilize frases e parágrafos curtos.

    Dessa forma, um artigo se torna muito mais fácil de ler. Por consequência, sua mensagem também é melhor transmitida.

    Preparado para começar a praticar a escrita? Afinal, nunca é demais reforçar: para escrever bem, é preciso praticar. A boa notícia, aliás, é que esse vai ser um exercício prazeroso. Em breve, portanto, você encontrará prazer ao transformar ideias em palavras.

    E, além disso, conquistar mais clientes com essas palavras.

  • Marketing digital: como começar

    Marketing digital: como começar

    Seja como profissional ou como empresário, estar fora do marketing digital é estar desconectado do mundo. Por isso, se você ainda se encontra nessa situação, é hora de mudar.

    O mundo atual está completamente online. Você, por exemplo, não está lendo esse artigo em um papel impresso. No seu tempo livre, inclusive, muito provavelmente você confere o que há de novo nas redes sociais.

    Pensemos agora em como o consumo online funciona. Na pandemia, as compras pela internet aumentaram. Entretanto, antes mesmo deste período, o e-commerce já era uma tendência.

    Transações bancárias e educação a distância são outras maravilhas do mundo moderno.

    Assim, não é de se espantar que o marketing digital seja uma área em ascensão. Afinal, as empresas precisam se comunicar com o seu público onde eles estão. E, é claro, nesse momento é na internet que estamos.

    Desse modo, o marketing digital representa um futuro próspero para todo mundo – seja nos negócios, seja na sua carreira.

    Hoje, eu vou te ajudar a dar os seus primeiros passos nessa área, independente dos seus objetivos por aqui.

    Como começar no marketing digital sendo uma empresa

    Por incrível que pareça, muitas empresas ainda estão offline. Ao tentar buscar seus nomes no Google, por exemplo, pouquíssima coisa se encontra. Às vezes, nem sequer as formas de contato.

    As redes sociais também ainda são um mistério para muitos empresários. Enquanto marcas faturam e conquistam leads com o Facebook e o Instagram, outras ainda existem apenas em cartões e panfletos.

    Nesses casos, começar pode ser complicado. Entretanto, não é impossível. Para isso, eu trouxe algumas dicas:

    • Defina seus objetivos: e, é claro, entenda a grandiosidade da mudança que você está prestes a empreender. Se tornar digital é muito mais do que um posicionamento, é uma mentalidade;
    • Invista em um site: a maioria das pessoas recorre ao Google antes de decidir se vai ou não comprar um produto – ou de quem vai comprar. Por isso, você precisa estar no buscador e ser encontrável também. Aqui, lembre-se de investir em um site responsivo e otimizado para SEO. Dessa forma, será mais fácil para os consumidores te encontrarem;
    • Crie redes sociais: porém, descubra antes quais são ideais ao seu perfil. Depois, trabalhe para publicar conteúdo relevante nelas. É nesse ponto que você vai começar a construir a sua personalidade digital – e você precisa ser memorável;
    • Mantenha tudo atualizado: ou seja, site e redes sociais. Se você não oferecer informações corretas e atualizadas, os clientes podem desistir de você. Na era do marketing digital, queremos agilidade e facilidade.

    Empreenda sua estratégia de marketing digital com a ajuda de um especialista

    À primeira vista, talvez minhas dicas pareçam simples e fáceis de aplicar. Afinal, a lista é bastante enxuta e superficial – realmente um guia rápido de primeiros passos.

    Contudo, o marketing digital tem suas nuances. É preciso, por exemplo, saber para quem você está criando o seu conteúdo. Além disso, é necessário entender como alimentar o seu site, quais cores usar e com qual tom de voz escrever seus artigos.

    Na hora de criar anúncios, por outro lado, é preciso ter visão de negócio. Não obstante, é preciso entender de comportamento digital.

    Por isso, se hoje a sua empresa é completamente offline, considere ter junto de si um profissional (ou uma equipe) que já entenda do ramo.

    Como começar no marketing digital sendo um profissional

    Sendo uma área em constante crescimento, é óbvio que o marketing digital tem atraído os olhares de muitos futuros profissionais. Na hora de escolher uma profissão, o número de jovens dispostos a trabalhar com a internet é cada vez maior. E eles estão certos, inclusive. Afinal, é uma das áreas mais promissoras para o futuro.

    Se você almeja se tornar um profissional do marketing digital, então, eu também tenho dicas para te dar:

    • Considere uma graduação da área de comunicação: esse é um caminho clássico, mas que ainda abre muitas portas. Além disso, na faculdade você terá acesso a conhecimentos e vivências que vão te formar pessoal e profissionalmente. Não obstante, também é um bom lugar para ter suas primeiras experiências profissionais e estabelecer uma boa rede de networking;
    • Invista em cursos de especialização: o marketing digital é uma área em constante evolução e que se desdobra de mil formas diferentes. Por isso, além de noções gerais, é preciso saber no que você deseja trabalhar para ir a fundo nesse objetivo;
    • Seja curioso, consuma conteúdos regularmente: felizmente, o marketing digital traz consigo uma inundação de bons conteúdos para serem consumidos. Atualmente, temos blogs, webinares, cursos, perfis em redes sociais, canais no YouTube e muitos outros locais para você se tornar mais interessante e munido de boas referências. Estar aqui, nesse blog, inclusive, é um excelente sinal de que você deseja ser bom no marketing digital;
    • Busque ter experiências na área: o marketing digital na prática é uma escola. É no dia a dia que você vai se expor a inúmeras situações que vão te fazer crescer na área. Além disso, são essas experiências que vão construir o seu currículo e possivelmente te abrir portas no futuro.

    Invista em projetos pessoais

    Essa é uma dica bastante válida tanto para futuros profissionais, quanto para empresários. Afinal, um projeto pessoal é um excelente lugar para praticar tudo o que você aprende. Por consequência, te possibilita ver o marketing digital e suas nuances de forma mais acurada.

    Muitos escrevem blogs, ou criam um perfil no Instagram para divulgar algum talento ou atividade que desempenha – como desenhos, dicas de viagem etc. Além de te trazer satisfação pessoal – e agregar no seu currículo, esse tipo de projeto é um bom exercício.

    Nele, você vai ter contato e prática diretos com as ferramentas do marketing digital. Vai, ainda, conhecer o seu público e aprender a se relacionar com ele. Em suma, vai vivenciar uma experiência completa na área.

    O marketing digital é um aprendizado constante

    Basicamente, o marketing digital tem dois pilares bem importantes: o comportamento humano e a tecnologia. Ambos, inclusive, podem mudar e se desenvolver com bastante frequência.

    Por isso, se você está pensando em migrar para esse mundo – e você deveria fazer isso – é preciso saber que o estudo vai ser constante. O tempo todo nos deparamos com novidades e tendências, e isso é fascinante.

    Por fim, eu espero que você acaba se tornando tão apaixonado por marketing digital quanto eu sou. Inclusive, sempre que quiser conversar sobre o assunto e ter insights sobre o tema, não hesite em entrar em contato comigo!

  • Profissões do marketing digital: quais são elas?

    Profissões do marketing digital: quais são elas?

    O marketing digital é uma área ampla. Ultimamente, inclusive, tem sido cada vez mais procurada. Mesmo em escala internacional a procura por profissionais tem sido grande. No anseio por fazer parte desse ambiente, muitas pessoas desejam dar o seus primeiros passos no segmento, fazer parte disso tudo. Contudo, a pergunta que fica é: quais, afinal, são as profissões do marketing digital?

    Hoje, eu vou trazer algumas das mais populares no mercado. Além disso, são as que têm tudo para continuar sendo altamente requisitadas no futuro.

    Primeiramente, porém, vamos conhecer as áreas que se desdobram do marketing digital.

    • Comunicação social: o marketing digital é essencialmente sobre comunicação. Assim, não é de se espantar que esta seja a primeira área que menciono aqui;
    • Economia: por mais que pareça uma área exclusivamente de humanas, as capacidades das exatas também têm vez. Isso acontece pois é possível, como veremos mais adiante, trabalhar com orçamentos, vendas e demais tipos de cálculos;
    • Gestão: como seu sempre reafirmo, planejamento é tudo. Ou seja, saber gerir projetos e pessoas é fundamental no marketing digital;
    • Tecnologia: seja para trabalhar com planilha ou desenvolver sites, é indispensável que os profissionais do marketing digital precisam de tecnologia em seu trabalho. Estamos, afinal, online o tempo todo.

    Quais são as profissões do marketing digital

    Dentro destas áreas, é possível exercer inúmeras funções. Vamos, então, conhecer as profissões do marketing digital mais populares.

    1 – Social media

    Se você se interessa por marketing digital, com certeza já se deparou com esse cargo por aí. As redes sociais são, afinal, o carro-chefe de muitas estratégias. Esse profissional, portanto, tem a responsabilidade de estabelecer uma conexão com um público cada vez mais conectado e exigente.

    No dia a dia de um social media, temos o planejamento de postagens, por exemplo. Além disso, há o gerenciamento de ações e o monitoramento de métricas. Por trabalhar com várias redes sociais, esse é um profissional que deve ser dinâmico.

    2 – Analista de métricas

    Aqui, temos um profissional que se aprofunda mais na análise de métricas. Para ser um analista, é preciso ter um amplo conhecimento de métricas e KPIs. É fundamental, por exemplo, saber quais dados analisar para cada rede social. Ou ainda saber como avaliar as informações de acesso de um site.

    Se uma métrica não indicou um bom resultado, então, é hora de reunir a equipe e buscar por mudanças. Em resumo, o analista de métricas fica “de plantão” nos resultados de todas as redes e plataformas da empresa.

    3 – Designer

    Normalmente, esse profissional é aquele que entende de User Experience. Ou seja, sabe como tornar a experiência do usuário mais agradável através da estética e do layout de seu site e postagens. O designer é quem dará vida à personalidade da marca através de sua identidade visual.

    O trabalho de um designer vai muito além da estética. Cada fonte e cada cor, por exemplo, são escolhidos por uma razão. Todo o trabalho desse profissional deve ser embasado em estudos consistentes sobre o comportamento e as preferências do público em questão.

    4 – Atendimento

    Como já disse, a comunicação é tudo no marketing digital. Por isso, é fundamental que haja um profissional que faça esse intermédio entre empresa e cliente. Um profissional de atendimento é aquele que vai dar atenção às necessidades e dúvidas dos clientes. Por consequência, é um elo importante para que a marca possa estreitar e fortalecer a conexão com o público.

    5 – Estrategista de marketing digital

    Tudo começa no planejamento. Esse profissional, portanto, é aquele que terá uma visão mais ampla do marketing digital de uma empresa. Trabalhando em conjunto com as demais equipes, vai definir quais são as melhores estratégias para fortalecer o marketing da empresa.

    6 – Criador de conteúdo

    Essa função também é conhecida por redação. Aqui, temos o profissional que vai dominar as comunicação escrita. Para ser um bom redator, não é necessário apenas entender de gramática. É preciso, também, saber como se comunicar com cada público e criar textos que sejam apelativos, claros e sedutores.

    Há quem acredite que os redatores um dia serão substituídos por robôs. Entretanto, escrever para o marketing digital ainda é, felizmente, uma tarefa que requer uma boa dose de tato humano. Outra vez, reforço uma ideia frequente aqui: vendas não se tratam mais de transações, se tratam de relações. E para construir uma, os robôs que me desculpem, mas humanidade ainda é indispensável.

    7 – Desenvolvedor

    Mais do que apenas fazer um site, um desenvolvedor pode ainda contribuir para a escaneabilidade dessa plataforma. É, ainda, o responsável pelo desenvolvimento de aplicativos e tudo o que diz respeito ao âmbito tecnológico de uma empresa.

    Na prática, também trabalha em conjunto com as demais equipes. Exemplo disso é o trabalho junto ao designer. Juntos, ambos desenvolvem um ambiente virtual intuitivo e agradável para o público. Ter um site que funciona bem e carrega rápido, aliás, também é um ponto de atenção do User Experience. Mais uma vez, é o desenvolvedor que garante essa boa experiência ao cliente.

    8 – Gestor de tráfego

    Por aqui, eu já falei muito sobre a necessidade de atingir as pessoas certas. Essa, portanto, é a principal missão do gestor de tráfego. Basicamente, esse profissional vai gerenciar os anúncios de uma empresa.

    Além disso, tomará o cuidado de garantir que estes anúncios estejam chegando no público adequado. Por consequência, é fundamental para conquistar novos leads e aumentar as vendas.

    9 – Analista de SEO

    O SEO, como já falei por aqui, é um conjunto de regras que ajuda o seu site a chegar para mais pessoas. É, em suma, um processo tecnológico. Para fazer essa otimização, é preciso conhecer a fundo os algoritmos do Google, por exemplo.

    Por essa razão, esse profissional tem sido tão procurado ultimamente. Com a popularização dessa técnica, mais e mais empresas desejam ranquear bem e figurar nas primeiras páginas do buscador.

    10 – Analista de dados

    Mais de uma vez eu falei sobre o crescente uso de dados em estratégias de marketing digital. Além disso, também mencionei que estes dados não são sempre facilmente traduzíveis. Mais do que apenas tê-los, é necessário entendê-los.

    É aqui, então, que entra o analista de dados. Este profissional, por sua vez, sabe analisar todas essas informações. Não obstante, também é capaz de traçar estratégias e otimizar ações a partir de suas conclusões.

    Como ingressar na área do marketing digital?

    No que diz respeito à formação acadêmica, os cursos podem ser diversos. Há, no momento, profissionais de todas as áreas que citei lá no começo deste artigo.

    Para se tornar atrativo aos olhos do mercado de trabalho, é preciso que você seja ligado nas tendências e interessado pela área. Além disso, eu recomendo fortemente que você invista em cursos – vou falar disso por aqui no futuro – e que não tenha medo de aprender e experimentar.

    As profissões do marketing digital são muitas, então, você tem uma gama ampla para escolher. Agora, é hora de decidir que área te atrai mais e começar a trabalhar para se tornar bom no que faz.

  • Marketing de conteúdo para pequenas empresas: conheça dicas

    Marketing de conteúdo para pequenas empresas: conheça dicas

    O marketing de conteúdo, como você deve saber, não se trata de venda direta. Ou seja, é um “relacionamento” mais longo e trabalhoso. Por isso, o marketing de conteúdo para pequenas empresas parece mais uma utopia do que uma realidade.

    Contudo, hoje eu estou aqui para provar o contrário. Mesmo se você tiver um negócio pequeno, é possível se utilizar das vantagens dessa estratégia. Tudo o que você precisa é adaptá-la para as suas necessidades e tamanho.

    Por que investir em marketing de conteúdo para pequenas empresas?

    Por ser uma técnica normalmente encontrada em grandes empresas, muitos microempreendedores duvidam de sua necessidade. Especialmente, inclusive, se considerarmos que a venda direta não se encaixa aqui.

    Entretanto, essa estratégia é indispensável para a sua marca se tornar autoridade em seu meio de atuação. Além disso, educa e fideliza o público de forma mais consistente.

    Exemplo disso é a relação “dor x alívio”. Aqui, um artigo seu pode trazer à tona uma “dor” de sua persona. Isso serve para fazer esse usuário começar a desconfiar de que necessita de seus produtos ou serviços.

    Após, você oferece o alívio: que é aquilo que você vende.

    Vejamos um exemplo prático. Suponhamos, portanto, que você é dono de uma plataforma de uma clínica odontológica. Seu objetivo, nesse momento, é atrair mais leads e torná-los clientes assíduos do lugar.

    Para isso, você pode escrever um artigo, ou uma postagem, sobre a importância das visitas anuais ao dentista. É possível, então, listar quais problemas podem ser evitados com essa rotina. Dessa forma, você apresenta problemas diversos, bem como suas soluções.

    Esse, por fim, é o processo de educação do cliente. Além disso, o marketing de conteúdo para pequenas empresas as auxilia a se tornar referência em suas áreas de atuação.

    Afinal, a partir do momento em que você compartilha sua expertise, você também informa o seu público.

    Por consequência, a sua base de leads pode aumentar. Não obstante, a sua base de clientes reais aumenta também.

    E como por em prática o marketing para pequenas empresas?

    Entendeu porque o marketing para pequenas empresas também é importante? Então, agora é hora de descobrir como colocar ele em prática.

    1 – Comece um blog

    O blog pode ser o seu primeiro passo. Ele é, inclusive, bastante fácil de começar.

    A maioria das pessoas pesquisa antes de comprar algo. Além disso, uma quantidade esmagadora de usuários tira suas dúvidas com o Google. Por isso, você deve trabalhar para ser a fonte de informações dessas pessoas.

    Mas, Felipe, sobre o que eu posso escrever? Aqui vão algumas dicas:

    • Sua área de atuação. Se você tem uma loja de roupas, por exemplo, pode escrever artigos sobre moda e sobre o mercado fashion;
    • Tutoriais. Considerando, outra vez, o seu nicho, o que você pode ensinar o seu público a fazer?
    • Particularidades do seu produto ou serviço. Atenção: este é um conteúdo mais adequado para o fim da jornada de compra. Ou seja, quando a pessoa já está considerando comprar com você.

    2 – Esteja presente nas redes sociais

    Afinal, é lá que o seu público também está. Aqui, as dicas são bastante parecidas com as do tópico anterior. Ou seja, além de anunciar o seu produto ou serviço, é perfeitamente possível disseminar informação e conhecimento.

    Faça um breve exercício: que tipo de postagem você costuma salvar no Instagram? Muito provavelmente você salva aquelas que te agregam algo. Ou que te ensinam uma técnica diferente sobre determinado assunto.

    Ao replicar isso nas redes sociais da sua marca, ela passa a se tornar relevante para o público.

    Não obstante, você ainda pode conferir as redes sociais dos seus concorrentes para fins de análise. O que eles fazem que tem dado certo? O que poderia ser melhorado? Tudo isso serve de base para a sua estratégia online.

    3 – Tenha um calendário de postagens

    Um calendário de postagens mantém a sua estratégia organizada. Com ele, é possível planejar a pauta com antecedência. Assim, se algo deve ser mudado, haverá tempo para isso.

    Entretanto, esse calendário é benéfico também para a audiência. Quando a sua marca faz publicações regularmente, seu público se acostuma a consumir esse conteúdo também regularmente.

    Assim, é mais provável que você consiga conquistar sempre um pouco de seu tempo para ler o que a sua marca está comunicando.

    4 – Escreva uma newsletter

    O envio de e-mails marketing é uma excelente maneira de manter o público engajado.

    Nessa estratégia, é possível, por exemplo, enviar um resumo de tudo o que aconteceu durante a semana. É claro que esse resumo diz respeito à sua marca e seu meio de atuação.

    Mais uma vez, o objetivo aqui é educar e informar as pessoas. Ao se mostrar interessante, o público se torna interessado.

    Contudo, algumas boas práticas precisam ser observadas:

    • Não compre base de e-mails. As pessoas não gostam de receber mensagens de destinatários que não conhecem. Para aumentar sua base de leads, invista em estratégias como tráfego pago;
    • Não exagere na quantidade de e-mails enviados. Do contrário, as pessoas podem “cansar” da sua marca e optar por parar de receber seus e-mails.

    Dica extra: estruture o seu marketing de conteúdo a partir de um funil de vendas

    Um funil de vendas divide-se da seguinte forma:

    • Topo de funil: essa é a etapa na qual você lida com visitantes. Ou seja, pessoas que podem ou não estar interessadas no que você tem para vender. Esse é, portanto, o momento de educar e informar. Para o topo de funil, é melhor que você trabalhe com assuntos mais genéricos e atemporais;
    • Meio de funil: aqui, o público já está mais ciente de suas necessidades – e como supri-las. Além disso, começam a considerar efetuar uma compra com você. Por isso, é o momento de ser um pouco mais assertivo em seu conteúdo. É possível, por exemplo, falar de forma mais aberta de suas vantagens competitivas, ou dos benefícios que seus bens e serviços trazem;
    • Fundo de funil: este é o momento da venda. Aqui, você está liberado para vender abertamente o seu produto.

    Cada etapa do funil tem seu próprio tipo de conteúdo. Se você for muito incisivo e tentar vender algo para alguém que ainda está na primeira etapa, a estratégia vai dar errado. Afinal, o usuário não sabe nada sobre você. Muitas vezes, nem sequer estava em busca de um produto.

    Portanto, em qualquer uma das dicas que dei aqui, não se esqueça de dividir o seu cronograma a partir da lógica do funil de vendas.

    Por onde começar?

    Em suma, todas as dicas dadas até aqui podem ser um começo para a sua estratégia. Na dúvida, antes de tudo, você pode se organizar. Monte um cronograma de ações com todos os seus próximos passos. Não se esqueça, é claro, dos seus objetivos.

    O marketing de conteúdo para pequenas empresas é um trabalho constante. Portanto, se você precisar de auxílio pelo caminho, que tal contar com a minha ajuda?

  • As melhores plataformas para vender cursos online

    As melhores plataformas para vender cursos online

    Conhecimento é poder – sempre foi. Na era do digital, felizmente o conhecimento se tornou mais acessível. Agora, não só podemos consumi-lo com mais facilidade, como também podemos compartilhar o que sabemos com o mundo. E por falar em compartilhamento, você sabe quais são as melhores plataformas para vender cursos online?

    No começo da pandemia de Coronavírus, nos primeiros meses de 2020, os cursos online tiveram um boom. Devido ao isolamento social, esse meio de estudo – que já tinha conquistado um espaço bem grande antes – provou o seu valor.

    Nesse artigo, eu vou trazer as principais para você. Nelas, encontrei uma comunidade incrível de profissionais. Assim, não tenho dúvidas de que você pode fazer excelente proveito de cada uma delas, seja como aluno, ou ensinando o que você sabe.

    1 – Hotmart

    Esta é uma das plataformas mais conhecidas e não é à toa. Entre consumidores e produtores, inclusive, a Hotmart já conta com mais de 1 milhão de usuário. Você tem ideia de quanta troca de ideias acontece em uma comunidade tão grande?

    Não há nenhuma taxa ou mensalidade para você fazer parte dela. Além disso, a Hotmart tem seu próprio sistema de pagamentos. Esse pagamento, aliás, só é realizado após você vender um curso.

    Interface intuitiva, layout customizável e versão mobile responsiva são alguns dos atrativos da Hotmart. Ademais, você também tem todo o suporte necessário para criar seus cursos. Basicamente, tudo o que um criador precisa para começar a ensinar.

    2 – Eduzz

    A Eduzz também é inegavelmente uma plataforma completa. Em suma, ela faz toda a gestão de compra e venda de produtos, além de contar com sistema de marketing de afiliados.

    Além de permitir a venda de cursos, permite ainda a venda de produtos físicos – ou produtos de parceiros. E tem mais: ainda há a possibilidade de antecipar ganhos, fazer compras em apenas um clique e modelo de assinatura.

    3 – Nutror

    A Nutror é, na verdade, um braço da Eduzz. Nela, o criador de conteúdo encontra um ambiente completo para ensinar.

    É possível, por exemplo, ter mais de um curso disponível. Além disso, o profissional ainda pode organizá-los por módulos e aulas.

    Outra funcionalidade é a possibilidade de visualizar os alunos. Inclusive, o sistema facilitado de pagamento também está presente na Nutror. Basicamente, a ferramenta ideal para quem deseja ensinar.

    4 – Memberkit

    A Memberkit é outra excelente opção para quem produz conteúdo. Em resumo, a plataforma faz de tudo para deixar o seu ambiente virtual com a cara mais profissional possível.

    O layout é intuitivo e customizável. Além disso, a interface foi desenvolvida para facilitar o seu acesso e o dos seus alunos. Dessa forma, a venda se torna muito mais provável.

    Outro recurso incrível da plataforma é o de gamificação. Com ele, os alunos recebem prêmios e pontuações por engajar com o conteúdo. Ou seja, eles têm um estímulo a mais para se envolver de verdade com o seu conteúdo.

    Utilizar plataformas para vender cursos online é uma forma de se tornar mais visível

    Quem cria conteúdo, quer ser visto. Na era digital, aliás, estar online é a melhor maneira de se tornar visível. Por isso, eu espero que você faça bom uso das dicas de plataformas para vender cursos online que dei hoje.

    Nelas, você terá um ambiente personalizado e profissional para o seu conteúdo. Com elas, inclusive, as suas chances de vender mais e de conquistar um público próprio de alunos são bem maiores.

    E, é claro, não podemos nos esquecer que além de ensinarmos, também podemos ser alunos. Já imaginou quanto conteúdo de qualidade você está perdendo ao não participar dessas comunidades?

  • Tráfego pago: por onde começar?

    Tráfego pago: por onde começar?

    Anuncio, logo existo. Os anúncios pagos, hoje em dia, dominam a internet. Se a sua meta é crescer e tornar a sua empresa conhecida, há dois caminhos: o marketing de conteúdo e o tráfego pago. Hoje, vamos juntos entender o segundo.

    O que é o tráfego pago?

    Ele está em todos os lugares e você sabe disso. Afinal, você vê eles o tempo todo. O tráfego pago nada mais é do que os anúncios que você vê em todas as redes sociais e site que visita.

    O tráfego, como você deve imaginar, são os usuários que visitam o seu site, por exemplo. Quando são usuários de tráfego pago, significa que eles chegaram até você por meios de anúncios que você comprou.

    Em suma, você investe dinheiro em anúncios para se tornar mais visível. Como resultado, você se torna mais relevante no meio digital e aumenta sua base de leads.

    Assim, é nítido que essa é uma boa forma de crescer e escalar de forma mais rápida. Contudo, o tráfego pago ainda se trata de uma estratégia, e não de um passe de mágica. Por isso, se você deseja aproveitar de seus benefícios, precisa aprender a utilizá-lo da forma certa.

    Por que utilizar o tráfego pago?

    Há quem ainda evite o tráfego pago por acreditar que o orgânico já é suficiente. Contudo, devemos lembrar que o marketing digital só é bem feito quando une diferentes estratégias que, ao final, se complementam.

    Assim, se optarmos apenas pelo tráfego orgânico, por exemplo, jamais teríamos o alcance que o pago pode nos proporcionar.

    Para te mostrar os benefícios dessa estratégia, eu trouxe algumas situações nas quais o tráfego pago pode te ajudar:

    • Conseguir visibilidade mais rápido: o tráfego pago leva o seu anúncio instantaneamente para o seu público. Ao contrário do marketing de conteúdo, por exemplo, cuja premissa é gradualmente te tornar relevante no mercado;
    • Ampliar a taxa de conversão: se um lead está fazendo buscas específicas na internet, é porque já está na fase de decisão de compra. O seu anúncio, portanto, pode aparecer para essa pessoa na hora certa;
    • Melhorar a reputação no Google: como você já deve saber, o Google tem vários critérios para te ranquear bem (ou não). Um deles, por exemplo, é o tempo que um usuário passa na sua página. Dessa forma, quanto mais pessoas passarem um tempo em seu site, melhor a sua reputação será. Entretanto, atenção: apenas receber o clique a partir do anúncio não é suficiente. É necessário, então, dar motivos para essas pessoas ficarem no seu site;
    • Divulgação de uma ação específica: talvez manter um anúncio pago para divulgar a sua empresa acabe saindo caro demais para o seu bolso. Contudo, ainda é possível utilizar a estratégia para ações específicas. Se você pretende lançar um produto, por exemplo, talvez o tráfego pago o ajude a se destacar no mercado.

    Como essa estratégia funciona?

    Primeiramente, você precisa definir um objetivo. Os mais populares são:

    • Busca por mais seguidores;
    • Divulgação de ofertas;
    • Divulgação de marca;
    • Mais visitas para o site;
    • Aquisição de mais leads.

    Com um objetivo definido, é hora de voltar a sua atenção para a persona e o público da marca. Quanto melhor você conhecê-los, melhor vai segmentar o seu anúncio. Por consequência, o resultado vai ser mais rápido e efetivo.

    O terceiro passo é definir que formato o seu anúncio terá. Uma imagem estática? Um vídeo? Aqui, você precisa ter em mente, mais uma vez, seu objetivo e sua persona.

    Por fim, é hora de estipular um orçamento e de qual forma ele será cobrado. Aqui, temos duas opções:

    • CPC: ou o famoso “custo por clique”. Basicamente, você paga cada vez que alguém clicar no seu anúncio. Dessa forma, é possível estabelecer um orçamento máximo e deixar a campanha no ar até que este acabe. Em resumo, você só paga se alguém de fato clicar no anúncio e ver o seu conteúdo;
    • CPM: é a sigla para “custo por mil [impressões]”. Ou seja, você paga quando mil pessoas visualizarem o anúncio. Aqui, ao contrário do CPC, os cliques não são necessários. Por isso, eu recomendo esse tipo de cobrança para quem já tem um marketing melhor estruturado. Além disso, é importante lembrar que, para ter mil usuários vendo seu anúncio, é preciso optar por um anunciante de médio ou grande porte.

    Quais são as ferramentas de tráfego pago?

    Ok, você vai investir em anúncios pagos. Mas como? Aqui, eu trouxe algumas das ferramentas mais populares para te ajudar.

    Resumidamente, cada uma dessas plataformas te oferece um gerenciador de tráfego pago. Neles, é possível criar e gerenciar o seu anúncio. É nesse ambiente que você pode, por exemplo, definir o seu orçamento e o público-alvo.

    Ao escolher uma plataforma, seu anúncio será exibido nela. Inclusive, tenho certeza que você sabe do que estou falando. Afinal, somos impactados por esses anúncios todos os dias, seja em vídeos do YouTube ou entre stories do Instagram.

    Como saber em qual plataforma anunciar?

    Como você pode observar, opções não faltam. Contudo, nem todas são adequadas para o seu perfil. Por isso, antes de mais nada, é preciso compreender a sua persona – e também sua própria empresa.

    A partir dessas informações, fica mais fácil identificar qual plataforma é melhor para você.

    De forma geral, muitas empresas optam pelo Google Ads. Afinal, todos nós usamos esse buscador o tempo todo. Por consequência, seus anúncios aparecerão no topo e nas laterais de sites parceiros.

    Se o seu público é mais jovem, por exemplo, talvez o TikTok e o Instagram sejam escolhas melhores. Nos últimos meses, ambas as plataformas demonstraram uma adesão gigantesca. Além disso, devemos considerar que o vídeo é um formato de mídia que tem apresentado um excelente engajamento.

    Mais uma vez, tudo depende do seu perfil, e do perfil do seu público.

    Se por acaso passar pela sua cabeça que anunciar em todas as plataformas é uma boa ideia, saiba que esse é um equívoco. Bastante comum, inclusive.

    À primeira vista, pode parecer a melhor decisão possível. Teoricamente, seu anúncio seria visto por muitas pessoas.

    Entretanto, lembre-se de que você estará gastando dinheiro com usuários que não necessariamente têm interesse no seu produto. Por consequência, não vão engajar – e muito menos converter.

    Assim como tudo no marketing digital, qualidade é mais importante do que quantidade.

    Antes do tráfego pago, vem o planejamento

    Nesse ponto, você com certeza está considerando investir em tráfego pago. Contudo, vamos com calma: antes, é preciso planejar.

    Aqui, eu não me refiro apenas à estratégia em si – mas sim ao seu conteúdo em si. Afinal, antes de divulgar algo, é preciso ter algo para divulgar. Concorda?

    Portanto, invista, sim, em tráfego pago. Porém, invista antes em um conteúdo persuasivo e em um site responsivo.

    Seja para construir um conteúdo memorável ou para ter seus primeiros anúncios pagos, você pode contar comigo para a sua evolução.

  • Big Data e Small Data: qual a diferença?

    Big Data e Small Data: qual a diferença?

    O marketing digital tem experimentado uma fase bastante especial: a dos dados. Inclusive, eu até já falei sobre isso por aqui, neste artigo sobre Data-Driven Marketing. Em resumo, todas as empresas detêm grandes volumes de informações valiosas sobre seus clientes, fundamentais para estratégias mais assertivas. Dentro dessa estratégia, temos dois conceitos: Big Data e Small Data. Você sabe a diferença entre eles?

    O que é Big Data?

    O Big Data se define pela análise e interpretação de dados em grande escala. Assim, é bastante presente em empresas grandes, cujas informações não têm uma estrutura definida.

    Em resumo, o Big Data é capaz não apenas de capturar, mas também de armazenar essas informações. Além disso, fornece auxílio para a análise.

    Informações sobre interesses, localidades e perfis estão presentes nesta categoria de dados.

    Com isso em mãos, as estratégias de marketing de uma empresa se tornam mais assertivas. Afinal, elas têm uma base sólida na qual podem trabalhar.

    O que é Small Data?

    A diferença crucial entre Big Data e Small Data está na quantidade de dados, como o próprio nome já indica. Nesse caso, o volume de dados é bem menor. Por consequência, também são mais fáceis de entender e analisar. Em outras palavras, posso até dizer que são informações mais específicas sobre os clientes.

    O comportamento de um cliente dentro de seu site é um dos tipos de dados encontrados aqui.

    Normalmente, o Small Data é utilizado para processos de tomada de decisão ou para aumentar o ROI da empresa.

    Quais são as principais diferenças entre Big Data e Small Data?

    Eu já comentei sobre o tamanho. Contudo, essa não é a única diferença entre os dois.

    Formato dos dados

    O Big Data manipula dados que vêm de diversas fontes. Por isso, sua interpretação é mais complexa. O Small Data, por sua vez, coleta dados que já estão estruturados. Por isso, estão prontos para análi-se.

    Origem dos dados

    Se o formato de dados difere, é porque há, ainda, uma diferença da origem de cada um. Como eu já mencionei, o processo de Big Data é mais complexo. Afinal, suas origens são mais abrangentes, como a nuvem, bancos de dados, dispositivos internos e ferramentas ERP.

    Em contrapartida, o Small Data vêm unicamente de dentro da própria empresa. Por isso, não é de se admirar que estes sejam mais enxutos e facilmente entendíveis.

    Interpretação dos dados

    Mais uma vez, voltamos a um ponto já mencionado: como se analisam esses dados? O Big Data, por exemplo, conta com ferramentas específicas de análise, dada a sua complexidade e abrangência. Para o Small Data, entretanto, isso não é necessário. Como eles já são simplificados, não é preciso de muita tecnologia para saber como interpretá-los.

    E que dados são estes?

    Quando falamos de dados, é natural que tudo soe muito abstrato. Temos, aqui, dados que são coletados e interpretados. Mas que dados, afinal?

    Basicamente todas as nossas ações na internet deixam rastros para trás. Os sites que visualizamos, as compras que fazemos, os links que clicamos… Tudo isso gera uma quantidade absurda de dados.

    Se a sua empresa tem um site, muitos dados surgem desse ambiente. O tempo que o usuário passa nele, ou qual caminho ele faz para chegar em determinado conteúdo, por exemplo, são ações que geram informações para a sua empresa.

    Em resumo, quando eu falo de dados, falo de um material que você já tem. Tudo o que resta ser feito é encontrar meios de usá-los em sua estratégia. Muitas financeiras, por falar nisso, utilizam dados para descobrir se um cliente está apto ou não a receber uma concessão de crédito.

    Qual é a melhor opção para a sua empresa?

    É claro que, em geral, empresas grandes utilizam ferramentas de Big Data. Afinal, não é difícil entender a razão pela qual a sua quantidade de dados é enorme. Entretanto, isto está longe de ser uma regra.

    Em outras palavras, uma empresa grande pode tirar muitos benefícios do Small Data. Do mesmo modo, empresas pequenas podem aproveitar o Big Data para crescer. Tudo depende do seu objetivo e de quais dados você pretende explorar.

    O Big Data e Small Data são ferramentas que vieram para ficar. Independente da sua escolha, é fundamental que, antes, você trace uma estratégia clara. Onde a sua empresa quer chegar? O que exatamente você precisa analisar agora? Com um bom planejamento em mãos, você está apto para escolher as ferramentas que melhor te servirão.

  • Por que as empresas telefônicas conseguem ser tão assertivas no marketing?

    Por que as empresas telefônicas conseguem ser tão assertivas no marketing?

    Eu tenho certeza que, para muitos, o próprio título deste artigo vai ser uma novidade. Afinal, as empresas telefônicas nunca foram lá detentoras de uma boa fama entre o público. Reclamamos do sinal, dos planos oferecidos e da demora para sermos atendidos. 

    Entretanto, a pergunta que eu trago para discussão por aqui, hoje, traz em si uma verdade. As empresas telefônicas têm, sim, acertado (e muito) em suas estratégias de marketing. E, é claro, entender a razão disso nos aproxima da chance de criar nossas próprias estratégias assertivas. 

    Antes de entrarmos nesse mérito, porém, vamos a alguns dados.

    Os comerciais das empresas telefônicas apresentam excelentes respostas emocionais 

    A Forebrain fez, em 2018, um levantamento sobre o tema. Nele, foi observado que 7 em cada 10 comerciais de empresas telefônicas conquistam uma resposta emocional positiva da audiência. Isso, aliás, me faz voltar em um ponto do qual eu falo sempre: a necessidade de fazermos marketing para seres humanos. Nos identificamos com aquilo que é real, com o qual podemos nos conectar.

    Para chegar nesse insight, a Forebrain coletou informações relativas ao ano inteiro de 2017. Na prática, isso significa que foram analisados mais de 900 comerciais de TV e 148 filmes do setor de telefonia.

    Essa análise, aliás, foi dividida em categorias: institucional, telefonia móvel, combo, internet e TV por assinatura. O resultado, por sua vez, apontou que quase 60% do conteúdo veiculado pelas empresas de telecomunicações têm respostas positivas do público.

    O que as empresas telefônicas fazem para conquistar essa façanha?

    Aqui, eu trago pra roda o último assunto que analisamos aqui. Ou seja, nossa atração por rostos. Em palavras mais simples, gostamos de ver gente.

    As empresas telefônicas, aliás, aparentemente sabem disso também. Afinal, uma das técnicas que justifica o sucesso das campanhas de marketing é justamente a presença de pessoas famosas.  

    Em 2019, por exemplo, o rosto da campanha de Black Friday da Vivo foi a cantora Ivete Sangalo. Neste mesmo ano, a empresa telefônica vinha de meses que não haviam sido tão lucrativos. Entretanto, a soma das vendas da Black Friday e do Natal trouxeram um aumento de 46,2% nas vendas

    A campanha estrelada por Ivete Sangalo, aliás, tinha um “algo a mais”. Basicamente, a publicidade da Vivo era, ainda, marcada pelo slogan “sextou todo dia na Vivo”. E é com esse detalhe que adentramos nas próximas razões pelas quais o marketing das empresas telefônicas dão tão certo.

    Humor e comunicação direta com o público são decisivos para o sucesso das campanhas

    Ainda de acordo com o levantamento da Forebrain, o uso de humor e do discurso feito diretamente para o público foram outras duas justificativas para o marketing assertivo. Voltando ao exemplo da campanha da Vivo, temos a palavra “sextou” em seu slogan. Nos últimos anos, qualquer pessoa que tenha sido ativa no meio digital com certeza já viu essa expressão centenas de vezes.

    Aqui, o humor não se manifesta exatamente como uma piada, ou uma esquete. A sutileza, entretanto, é o que conquista – o uso de uma palavra bastante conhecida, usada em demasia em contextos informais na internet. 

    O humor, inclusive, não é o único mérito do “sextou”. Se o seu público costuma “sextar” com frequência, utilizar essa linguagem é uma forma de se comunicar de forma mais direta com ele. A Vivo mirou no público mais jovem e, dados os resultados, acertou.

    Mesmo assim, não existe fórmula mágica para o sucesso

    Até aqui, vimos que o humor, o uso de celebridades e a comunicação direta com o público têm sido a base do sucesso das campanhas de marketing das empresas telefônicas. Utilizar esses elementos na sua campanha, entretanto, requer cautela.

    Afinal, o seu público pode não ser o mesmo da Vivo. E, muito provavelmente, estampar o rosto da Ivete Sangalo na sua próxima postagem esteja um pouco além do que o seu orçamento pode bancar no momento.

    Brincadeiras à parte, o que quero dizer é que antes de aplicar qualquer técnica em suas campanhas, é preciso que você conheça, a fundo, a sua empresa. Isso significa, portanto, entender o seu público, seus objetivos, seus pontos fortes e pontos fracos. É preciso, também, ter perfeita noção da sua situação financeira e um conhecimento absurdamente detalhado do que você vende.

    Só a partir disso é possível começar a traçar uma estratégia. Uma pessoa famosa, quando pensamos em pequena escala, pode ser um influencer local. O humor, por sua vez, pode se manifestar de diferentes formas. É possível, talvez, utilizá-lo em uma nuance que faz mais sentido para a sua marca. Ou ainda não utilizá-lo de forma alguma. 

    A comunicação direta com o público, entretanto, deve, sim, existir. Contudo, deve ser feita para o seu público. Como os seus clientes (e futuros clientes) se comunicam? Quais palavras usam? Qual o tom de voz? Descubra isso e aprenda a falar com eles.

    Assim, suas campanhas de marketing também podem ser assertivas como as das empresas telefônicas. Nada nos impede de reproduzir as técnicas dos grandes – muito pelo contrário, são ensinamentos preciosos.

    Na dúvida, você pode contar com um profissional para te ajudar. Que tal me chamar para uma conversa?

  • Marketing na era do minimalismo: uma reflexão sobre a tendência

    Marketing na era do minimalismo: uma reflexão sobre a tendência

    Para muitos, o marketing pode ser reduzido à ideia de chamar a atenção dos clientes. Na tentativa de conquistar um público grande e fiel, muitos profissionais acabam tomando decisões equivocadas e exageradas na hora de competir por esse tipo de atenção. Entretanto, a tendência que estamos experimentando nos últimos anos é outra. Por isso, o marketing na era do minimalismo é diferente do que muitos estão acostumados a ver – e praticar.

    O que é o minimalismo?

    Não é de hoje que muitas pessoas acreditam que menos é mais. Na era da tecnologia, o minimalismo ganhou força. Enquanto a enxurrada de informações e anúncios cresce cada vez mais, há quem acredite que a simplicidade e a desaceleração no estilo de vida são as chaves para uma existência menos caótica e mais feliz.

    No que tange ao estilo de vida, temos como um dos principais pilares do minimalismo a diminuição do consumo desenfreado. Talvez, afinal, estejamos mesmo acumulando muitos bens materiais, às vezes desnecessários para o nosso bem-estar. 

    Dessa forma, o questionamento sobre os recursos que temos utilizado tem sido cada vez mais constante. A preocupação crescente com o meio ambiente, por exemplo, fortifica essa necessidade de mudança. O peso de objetos produzidos pelo ser humano já superou o peso natural da Terra

    A tendência, entretanto, não se limita a isso. Ela também passou pela arte, pela moda e pela arquitetura, por exemplo. Por fim, conquistou o design e hoje é muito presente no marketing digital também.

    Esteticamente, o minimalismo é representado por traços mais simples e com menos exageros visuais. A arquitetura moderna, por sua vez, se utiliza com frequência de linhas mais retas, vidros e cores sóbrias. Na moda, os cortes mais retos também têm ganhado mais espaço. Na arte, essa redução de recursos é feita para impressionar. Além disso, também é uma técnica para deixar mais espaço para a mente do público que vai absorvê-la.

    No marketing, ponto central da nossa discussão hoje, o minimalismo tem grandes efeitos também. No design, vem em forma de degradês, menos combinações mirabolantes de cores e ajustes na linguagem utilizada para se comunicar.

    O design como aliado do marketing na era do minimalismo

    Recentemente, a Ponto Frio passou a ser apenas Ponto. A mudança no nome trouxe consigo um logotipo e identidade visual repaginados. A justificativa, é claro, foi a necessidade de se comunicar com um público mais amplo e jovem. Em outras palavras, tornar um clássico mais acessível aos olhos modernos.

    A Ponto não foi a única a adotar o minimalismo nos últimos tempos. A Oi, por exemplo, resolveu apostar em um logo que não só é mais limpo, como também mais versátil. Ao brincar com as cores do degradê da peça e com o seu formato, a empresa tem a liberdade de inovar seus anúncios sem perder a própria identidade.

    No que diz respeito ao marketing na era do minimalismo, o design tem sido o seu grande aliado. Esse tipo de mudança, afinal, é a mais perceptível para um público leigo no assunto. 

    O marketing na era do minimalismo usa a simplicidade para ser marcante

    Por mais que o conceito central do design minimalista seja a simplicidade, colocar a estratégia em prática não é exatamente fácil. Considere, por exemplo, que é preciso chamar a atenção do público, porém com menos elementos. Aqui, a sutileza, a personalidade e a elegância são fundamentais.

    Essa estratégia, aliás, não se resume apenas à uma mudança no logotipo. Ela se mostra, também, no design de uma postagem nas redes sociais, ou no layout de um site. Para que você entenda a diferença, pense em dois exemplos: uma página do Instagram com postagens simples e uma repleta de imagens carregadas de elementos visuais e cores fortes.

    Eu tenho certeza, inclusive, que você já viu vários exemplos de cada um desses dois tipos que mencionei. Normalmente, as páginas mais simples são mais atrativas e recebem um engajamento maior. Além de serem menos cansativas visualmente, também mostram que não precisaremos despender muito tempo para consumir o seu conteúdo.

    A Apple é outro exemplo que merece destaque. A maçã, afinal, é um ícone mundialmente conhecido. Seus produtos, em geral, têm design mais simples e são de fácil utilização. A simplicidade os torna mais intuitivos e agradáveis ao usuário. Mesmo para o público leigo esses argumentos são visíveis. Aqui, temos uma marca que exerce o minimalismo com maestria.

    De forma geral, posso dizer que o grande segredo é o conforto visual. Grandes marcas são reconhecidas mesmo com logos minimalistas porque a sua simplicidade e personalidade são marcantes. 

    Ao navegar por um site minimalista, o usuário tem uma experiência muito melhor. Isso porque consegue acessar com mais facilidade as páginas que deseja, tem em mãos um site mais intuitivo e que não cansa a sua atenção com bombardeios de cores, textos e pop-ups.

    O design é a única técnica do marketing minimalista?

    Apesar de ser a mudança mais visível, não é o único responsável por uma estratégia de marketing minimalista. A forma geral como a marca se comunica também pode tornar essa empreitada mais consistente.

    O envio de e-mails marketing, por exemplo, é algo a ser considerado. Na correria do dia a dia, ninguém gosta de ter a caixa de entrada lotada por e-mails que não deseja ler. Assim, é preciso ajustar a frequência de envios. A mesma lógica vale para o remarketing e o retargeting.

    Para quem é adepto do marketing de conteúdo, saber ir direto ao ponto – sem deixar de seduzir e encantar o público é fundamental também. Em relação à comunicação direta entre marca a cliente, através de chatbots ou equipes de vendas, uma resposta simples e completa é a melhor forma de conquistar a persona.

    O minimalismo significa que as pessoas vão comprar menos?

    Quando se trata de marketing na era do minimalismo, essa dúvida é a que mais assombra empreendedores. No que diz respeito ao minimalismo de forma geral, é impossível dizer com certeza o que o futuro nos trará. Daqui a alguns anos, pode, sim, ser que as pessoas se tornem ainda mais exigentes ao escolher suas marcas preferidas.

    Entretanto, há uma certeza: se o futuro do consumismo realmente significa comprar menos para comprar com qualidade, então, você precisa se adaptar. Afinal, se o critério será a qualidade e a conexão com a marca – como já temos visto ultimamente – é fato que a sua empresa precisa oferecer isso para o público.

    Aqui, então, entra o marketing minimalista. Essa estratégia, portanto, mostra às pessoas que a sua marca compreende o seu estilo de vida. Mais do que isso: atesta que princípios como conexão emocional e simplicidade são a base da sua estratégia.