Categoria: Marketing

  • Conteúdo inesquecível: como criar um?

    Conteúdo inesquecível: como criar um?

    Na era digital, todo mundo quer ser relevante na internet. Hoje, é nesse ambiente virtual que muitas empresas constroem sólidos reinados. Cada uma tem sua estratégia para estar onde estão. Entretanto, todas possuem algo em comum: um conteúdo inesquecível.

    O que é um conteúdo inesquecível?

    Fazemos marketing para sermos lembrados. No fim das contas, a aquisição dos clientes é uma consequência disso.

    Um conteúdo inesquecível é o que faz a nossa marca ficar na cabeça de nosso público. É, entre outras coisas, o que nos torna referência naquilo que fazemos e ofertamos.

    Contudo, criar um conteúdo desse nível não é tão fácil assim. Por isso, hoje eu trouxe algumas dicas para você levar em consideração ao planejar o seu.

    1- Um conteúdo inesquecível leva a persona e o público em consideração

    Se você não souber para quem o seu conteúdo é feito, então, as suas chances de oferecer algo inesquecível são quase nulas. 

    Por isso, define sua persona e seu público antes de começar. Ambos os conceitos, aliás, dizem respeito às pessoas a quem se destina a sua mensagem. 

    Com persona e público como base, você certamente vai conseguir construir um conteúdo mais assertivo.

    2- Um conteúdo inesquecível utiliza o tom de voz certo

    Essa é uma dica bastante ligada à anterior. Afinal, ambas se conectam à necessidade de ter uma persona.

    Os clientes de um escritório de advocacia, por exemplo, tendem a ser pessoas mais sérias. Logo, o tom de voz da sua marca precisa aderir a essa característica.

    Agora, se a sua empresa ofertar produtos vegetarianos, o tom explorado pode ser outro. É possível, nesse caso, usar uma linguagem mais intimista e até divertida.

    3- Não ignore o patamar de conhecimento do seu leitor

    É bastante comum que marcas cometam o erro de se posicionar como detentoras de um conhecimento superior. Por consequência, os leitores estariam um patamar abaixo.

    O melhor caminho, pelo contrário, é a horizontalidade na conversa. Em resumo, você deve se colocar em pé de igualdade com o seu leitor. Assim, é muito mais fácil que o seu conteúdo gere identificação – e se torne inesquecível.

    4- Dê ao leitor a chance de se aprofundar no assunto

    Ao escrever um artigo, por exemplo, utilize hiperlinks para levar o leitor a outros artigos que complementem o assunto principal. 

    Dessa forma, você melhora a experiência do usuário. Além disso, otimiza o SEO de seu site. Este último, aliás, ajuda você a aparecer nas primeiras páginas de busca do Google. Quem não sonha com essa posição, né?

    5- Não permita que o SEO deixe o seu conteúdo robótico

    Eu não penso duas vezes antes de defender que você deve aplicar hacks de SEO e escaneabilidade no seu conteúdo. Entretanto, é preciso saber medir a dose certa.

    Afinal, quando você se prende demais às regras, o conteúdo fica robótico. Essa frieza, inclusive, é o que pode afastar muitos clientes de sua marca. 

    Por isso, o meu conselho é: faça uso da tecnologia, mas jamais deixe o lado humano de lado.

    6- Use seu conteúdo para construir relacionamentos

    Às vezes, todas as informações que você deseja passar não cabem em um vídeo só. Ou em apenas um artigo, por exemplo. 

    Assim, em vez de criar conteúdos longos, divida-o em etapas. Dessa forma, é possível, ainda, criar um relacionamento com o seu público. Afinal, essa divisão também resulta em constância. 

    Quando esse vínculo é criado, aliás, o lado humano – que mencionei na dica anterior – é reforçado. Ou seja, apenas vantagens para o seu conteúdo.

    Preparado para ser memorável?

    Um conteúdo inesquecível não é criado do dia para a noite. É, pelo contrário, um esforço constante. 

    Basicamente, há duas dicas que eu desejo reforçar antes de encerrarmos esse assunto. A primeira é que você compreenda profundamente a sua persona. Ela é, indiscutivelmente, a base da sua estratégia.

    A segunda dica é que você jamais abra mão do seu senso de humanidade. Isso porque a tecnologia vem para ser usada ao nosso favor. Portanto, não a transforme em algo frio e robótico.

    Lembre-se, ainda, que, do outro lado da tela, há pessoas reais consumindo o que você publica. É preciso, então, entender e valorizar essas pessoas. Em outras palavras, descobrir o que é inesquecível para elas e ofertar o conteúdo ideal. Vamos começar?

  • Customer Experience: o que é e como aplicar

    Customer Experience: o que é e como aplicar

    Estamos no meio da chamada “Era do Cliente”. Nela, o consumidor é o foco das estratégias. Além disso, o cliente agora valoriza mais do que a qualidade do bem ou serviço, valoriza a experiência como um todo. É daí, inclusive, que nasce o conceito de Customer Experience.

    O que é a Customer Experience?

    Em português, é a experiência do cliente. Esse conceito engloba todas todas as percepções e sentimentos que um cliente tem antes, durante e depois de fechar uma venda com a sua empresa.

    Percebe como a Customer Experience é ampla? Quando um usuário navega pelo seu site, por exemplo, já está vivendo a experiência. Além disso, quando entra em contato com seus vendedores ou recebe e-mails pós-venda, também está construindo uma visão sobre a sua marca.

    Em resumo, a experiência do cliente constrói a forma como a sua empresa é vista. É, em outras palavras, a sua reputação. Aquilo que vai fazer o cliente voltar a comprar com você, ou partir para o concorrente, por exemplo.

    Como melhorar a Customer Experience?

    Toda ação tem uma reação, certo? Sob essa lógica, tudo o que você oferecer para o cliente, vai causar alguma impressão nele. Até aqui, provavelmente você já entendeu como a Customer Experience é crucial para a sua marca.

    Por isso, ela precisa ser marcante. E como colocar isso na prática? Primeiramente, eu recomendo que você siga essas cinco dicas:

    1 – Entenda quem é o seu cliente

    Uma experiência marcante faz o cliente se sentir especial. Entretanto, para conseguir essa façanha, é fundamental que, antes, você saiba quem é o seu cliente.

    Afinal, pessoas têm personalidades e necessidades diferentes. Logo, é natural que você se comunique de forma assertiva com aqueles que são clientes e possíveis clientes da sua empresa. 

    2 – Diminua o esforço do cliente

    Torne a jornada de compra fácil. Aqui, é possível apostar em muitas estratégias. Uma delas, por exemplo, é ter um site simples de navegar. 

    Além disso, deve ainda se comunicar de forma clara e acessível, bem como prestar um atendimento rápido e atencioso.

    3 – Invista em emoções

    A “Era do Cliente” traz consigo uma característica bastante peculiar. Agora, os sentimentos contam mais do que apenas o preço de um produto ou serviço.

    Por essa razão, construir um vínculo emocional entre sua marca e seus clientes é imprescindível. Como? Faça com que o cliente se sinta ouvido. E não somente isso: entregue, também, uma experiência personalizada. Torne o cliente o centro de suas atenções.

    4 – Entregue uma jornada de sucesso

    Isso significa que o cliente precisa atingir seus objetivos durante a interação com a sua marca. Encontrar o produto que deseja, por exemplo, é uma forma de colocar isso em prática.

    Ter suas dúvidas sanadas e as suas dores compreendidas também podem ser boas estratégias aqui. Tudo é válido, aliás, desde que não sobre nenhuma necessidade do cliente esquecida.

    5 – A Customer Experience não termina após uma venda

    Na 3ª dica, falei sobre criar vínculos. Aqui, eu reforço: um vínculo emocional não pode ser cortado após o fim da venda. Dessa forma, se tornaria apenas interesse, e não uma relação.

    Portanto, mantenha o contato após a venda. Ou seja, se preocupe com a satisfação do cliente e continue sendo um provedor de soluções para suas necessidades.

    O cliente está no centro da sua estratégia?

    No fim, o cliente é a razão pela qual a sua marca existe. É para ele a sua empresa constrói suas estratégias, certo? Também, são os clientes que ditam o sucesso (ou não) da sua empresa.

    Coloque já o consumidor no centro da sua estratégia. Depois disso, vai perceber como as suas conversões de venda serão muito mais frequentes.

  • Marketing de conteúdo: tudo o que você precisa saber

    Marketing de conteúdo: tudo o que você precisa saber

    O marketing de conteúdo tem sido o assunto da vez — há um bom tempo, aliás. Basicamente, essa modalidade vai na contramão do marketing tradicional. Como assim? Simples: o trabalho não é focado na promoção direta da sua marca.

    Achou difícil imaginar como isso é feito na prática? Pode ficar calmo. Nesse artigo, você vai encontrar um guia definitivo do que é o marketing de conteúdo. 

    Antes de tudo: o que é o marketing de conteúdo?

    Agora sim: vamos aos detalhes. Dizer que os consumidores estão mais exigentes se tornou um clichê. Afinal, mais do que um bem ou serviço, eles querem valor.

    É aqui que o marketing de conteúdo entra. Em resumo, a sua marca oferece um conteúdo relevante para o seu público-alvo. Dessa forma, você vai gerar valor para os clientes. Assim, estes vão construir uma visão positiva da sua empresa.

    Nesse processo, a venda se torna uma consequência. Lembra que eu falei que o marketing de conteúdo não é focado em vender? Aqui, a sua estratégia deve consistir em ser útil ao seu público.

    Um conteúdo útil e relevante é aquele que responde a uma dúvida. Ou ainda que ensina algo a quem está consumindo esse conteúdo. 

    É dessa forma que os futuros clientes têm uma experiência positiva com a sua marca. E o melhor de tudo: de forma natural. Sabia que as pessoas se sentem mais propensas a fazer negócio com empresas das quais gostam?

    O marketing de conteúdo serve exatamente para isso: para fazer o seu público gostar da sua marca.

    Como o marketing de conteúdo é feito na prática?

    Aqui, precisamos falar de Inbound Marketing. O Inbound é uma das técnicas de marketing mais utilizadas e o marketing de conteúdo é a sua premissa. 

    Resumidamente, essa técnica busca atrair o público de forma sutil e não-invasiva. Para atingir esse objetivo, ele se desdobra em quatro fases:

    • Atração: lembra do conteúdo de valor sobre o qual eu falei no começo? Por meio de conteúdos de atração é possível atrair interessados para a sua marca. Ainda podemos dividir a atração em 4 fases diferentes:
    • Conversão: aqui, o público se aproxima um pouco mais da sua marca. Sabe quando você deixa o seu e-mail para receber um material pelo qual está interessado? Isso é uma conversão. Com ela, interessados se transformam em leads
    • Venda: enfim, a venda. Após cultivar esse relacionamento com base no conteúdo, é possível saber se o lead se interessa pelo seu produto ou não. Caso se interesse, é hora de ser mais incisivo na abordagem
    • Cultivo da relação: o marketing de conteúdo e o Inbound Marketing visam construir um relacionamento duradouro. Por isso, o trabalho não termina após uma venda ser fechada. Depois disso, é preciso manter o cliente encantado.

    As fases da jornada de compra

    Dentro da jornada de compra do Inbound Marketing, podemos citar as 4 fases que o seu cliente passa até estar pronto para tomar uma decisão de compra:

    • Aprendizado e descoberta: conteúdos de topo de funil que eduquem seu público sobre um problema que ele precisa resolver
    • Reconhecimento do problema: seu público entendeu que tem um problema e começa a buscar soluções para ele
    • Consideração da Solução: começa a considerar as soluções disponíveis para o problema (relacionando ao que sua empresa resolve)
    • Decisão de Compra: a solução em si, o que sua empresa pode fazer pelo cliente.

    De forma geral, é possível dizer que o Inbound Marketing conquista clientes. A palavra “conquistar”, aliás, é bastante pertinente aqui. 

    Para explicar o porquê, vou usar a metáfora do casamento. Ninguém pediria outra pessoa em casamento no primeiro encontro, certo?  Antes de um casal selar a união dessa forma, passa por anos de relacionamento. É, basicamente, uma conquista.

    Com as vendas acontece o mesmo. Se você oferecer seu produto de forma abrupta e incisiva para um possível cliente, muito provavelmente ele vai recusar a oferta. Agora, se você cultivar uma relação antes da proposta, as chances de a venda ser bem sucedida são muito maiores.

    Entende aonde o marketing de conteúdo e o Inbound Marketing querem chegar?

    Marketing de conteúdo na prática: o funil de vendas

    O conteúdo que você vai criar também passa por fases. Juntas, elas formam o funil de vendas.

    Basicamente, o funil serve de orientação para o processo de vendas. Essas orientações, por sua vez, são chamadas de topo, meio e fundo de funil.

    Topo de funil

    Nessa etapa, é comum que o público nem sequer esteja interessado em comprar seu produto. Ou seja: as pessoas nem sequer sabem que precisam do que você tem para oferecer.

    Lembre-se: aqui, o cliente ainda não sabe que tem uma dor a ser resolvida. Nessa fase, ele vai apenas começar a vislumbrar essa necessidade de precisar de uma solução.

    Por isso, o conteúdo aqui deve ser algo que atraia o futuro cliente, que seja interessante para ele. Pense nesse conteúdo como a porta de entrada para o processo de vendas.

    E que conteúdos são esses, afinal? Eles podem ser artigos em blogs ou vídeos, por exemplo.

    Meio de funil

    Um futuro cliente no meio do funil já sabe que tem uma necessidade a ser sanada. Agora, precisa de soluções.

    Por essa razão, a sua marca deve focar o conteúdo nessas possíveis soluções. Por esse motivo, artigos de blog continuam sendo uma boa opção, por exemplo. Entretanto, é importante manter o tom leve de abordagem. 

    Fundo de funil

    Agora sim. A esperadíssima hora da abordagem de vendas finalmente chegou.

    Aqui, está liberado o uso de conteúdos mais incisivos. Afinal, é nesse momento que o cliente faz a decisão da compra

    Esses materiais devem focar exclusivamente na venda e devem mostrar todos os detalhes possíveis sobre a sua solução. 

    Como executar uma estratégia de conteúdo

    De nada adianta saber a teoria, se não soubermos como colocar ela em prática. Por isso, agora é hora de entender como criar a estrela desse tipo de marketing: o conteúdo.

    1 – Defina as palavras-chave

    As palavras-chave são essenciais para que as pessoas encontrem o seu conteúdo. Por isso, elas devem estar diretamente relacionadas ao seu negócio.

    2 – Escolha o formato do conteúdo

    Pode ser artigo de blog, vídeo, infográfico, e-mail marketing… Explore todas as possibilidades. Inclusive, eu recomendo fortemente que você varie os formatos. Desse jeito, mantém a atenção do seu futuro cliente ativa.

    Seja lá qual for o formato que escolher, faça um bom trabalho. Não crie textos desnecessariamente longos, por exemplo. Nem use palavras-chave em demasia e de forma não-natural — isso acaba com a experiência do usuário.

    3 – Trabalhe a escaneabilidade

    Se você ainda não conhece esse termo, recomendo que leia esse texto aqui.

    Em resumo, ter um conteúdo escaneável é ter um conteúdo fácil de consumir. Para isso, você pode usar imagens, intertítulos, palavras-chave e vídeos, por exemplo.

    Tudo aquilo que for utilizado para melhorar a experiência do usuário e para trazer qualidade ao material ajuda você a aparecer nas primeiras páginas do Google.

    4 – Faça uma revisão

    O conteúdo é relevante para a sua empresa? O assunto escolhido está de acordo com os seus objetivos? A linguagem representa a personalidade da sua marca?

    Tudo isso pode ser observado em uma boa revisão. Os erros gramaticais também não passam dessa peneira, é claro. 

    Aqui, a dica de ouro é: jamais publique um conteúdo sem antes revisá-lo.

    O que o marketing de conteúdo faz pela sua empresa?

    Respondeu essa pergunta afirmando que o marketing de conteúdo aumenta suas vendas? Você está certo. Entretanto, está longe de ser só isso.

    O marketing de conteúdo traz outros benefícios incríveis para a sua marca, olha só:

    1 – Constrói autoridade

    Ao criar conteúdos relevantes, sua marca se posiciona no mercado como autoridade no assunto. As pessoas, ao consumirem o que você publica, o terão como referência na área.

    2 – Aumenta o tráfego do seu site

    Uma pessoa que tem dúvidas sempre recorre ao Google. Por isso, se o seu conteúdo for de qualidade, as pessoas o encontrarão quando pesquisarem pela sua palavra-chave.

    Por consequência, os acessos do seu site vão subir. Uma vez no site, essas pessoas terão contato com a sua marca e os seus produtos. E isso, aliás, me leva ao benefício seguinte.

    3 – Fixa a sua marca na memória das pessoas

    O marketing de conteúdo, quando bem feito, ajuda as pessoas a lembrarem da sua marca. Se você se posicionar como autoridade em determinado assunto, elas lembrarão de você.

    E como eu já disse, é muito mais provável que os consumidores optem por marcas que já conhecem. Por isso, foque a sua estratégia em ser memorável.

    4 – “Educa” o mercado

    Às vezes, as pessoas não entendem muito bem a sua área de atuação. Ou ainda não veem necessidade nas suas soluções.

    O marketing de conteúdo serve também para “educar” o público a respeito desses detalhes. Em suma, ajuda as pessoas a entenderem por que o seu serviço ou seu produto são importantes.

    5 – Aumenta o engajamento com a sua marca

    O marketing de conteúdo aprofunda a sua relação com o seu público, correto? Dessa forma, é natural que eles se sintam à vontade para engajar com a sua marca.

    Eis aqui mais um benefício dessa estratégia: você terá clientes que gostam da sua marca, falam com ela e até a defendem.

    Não utilizar o marketing de conteúdo é estar desatualizado

    Talvez a sua marca ainda não utilize o marketing de conteúdo em sua estratégia. Entretanto, pode ter certeza: o seu concorrente utiliza.

    A forma como escolhemos os produtos que vamos comprar mudou. Na internet, somos bombardeados por anúncios o tempo todo. Quais chamam a sua atenção? O que as suas marcas preferidas fazem que as outras não têm feito? 

    Nossas escolhas têm a ver com a relação que construímos com essas marcas. Optamos por comprar com aquelas que compreendem nossas necessidades, que nos informam e que nos cativam.

    Uma venda direta, feita de forma seca e abrupta, não constrói essa relação. Em outras palavras, não conquista.

    Entendeu o que o marketing de conteúdo pode fazer por você?

  • Marketing de performance: o que é e como implementar

    Marketing de performance: o que é e como implementar

    Imagine conseguir acompanhar o desempenho de sua estratégia em tempo real. Em suma, você poderia mudar seus planos a qualquer momento, certo? E o melhor: não gastaria dinheiro à toa. Se interessou? O nome disso é marketing de performance.

    O marketing tem muitos “braços”, por assim dizer. Inclusive, esse conceito se desdobra em tantos outros que muita gente fica perdida na hora de implementar suas práticas. Por isso, hoje eu vou falar exclusivamente  sobre o marketing de performance. Você tem ideia do que é?

    O marketing de performance é baseado no seu desempenho

    O conceito de marketing de performance é, na verdade, bastante simples. Nele, ações são pagas unicamente com base no desempenho do anúncio. Que ações? Você é quem define. Pode ser uma conversão ou um clique, por exemplo.

    Com ele, essencialmente, você paga apenas quando um usuário assistir ao seu vídeo, por exemplo. Ou ainda quando clicar no link para o seu site. Entendeu a lógica? Resumidamente, seu dinheiro só é gasto quando o usuário tem a ação que você deseja.

    Outra grande vantagem aqui é que toda a sua estratégia é 100% rastreável. Por isso, se, na metade do caminho algo deu errado, ainda dá tempo de mudar. Vamos fazer uma suposição: o público não estava correto? É possível fazer essa correção a qualquer momento, sem burocracias e sem dificuldades.

    E tem mais: você deve saber que cada mídia oferece uma gama completa de indicadores, certo? Então, o seu desempenho não vai ser medido a partir de um indicador só. 

    Na dúvida, dá uma olhada nessa lista de indicadores que podem ser úteis:

    • Taxa de conversão
    • Engajamento
    • Custo por ações (CPA)
    • Impressões
    • Custo por lead (CPL)
    • Clique no anúncio
    • Custo por clique (CPC)

    Os indicadores são, em resumo, tudo aquilo que mostram a você como o seu anúncio está se saindo. Eles vão te ajudar, entre outras coisas, a saber se a campanha foi construída do jeito certo. 

    Quer um exemplo para entender melhor? Vejamos o Google Adwords, então. Nessa plataforma, o pagamento só acontece quando um usuário clica no seu anúncio. Se ele não clicar, então, seu dinheiro não é perdido. Ou seja: você paga apenas quando leva o usuário a uma ação (no caso, o clique).

    E quais os benefícios desse tipo de marketing?

    Quero que você imagine duas campanhas agora. Ambas serão sobre o mesmo produto e voltadas para o mesmo público. A diferença é que uma delas vai ser veiculada na televisão. Em outras palavras: uma será realizada através da mídia tradicional.

    A segunda campanha, por sua vez, acontecerá no Facebook. O anúncio vai levar o público diretamente para o produto que você deseja vender, que está no seu site. Nesse caso, trabalharemos com marketing de performance.

    Em comparação com a mídia tradicional, temos um grande benefício: a rastreabilidade. Não dá pra ter certeza sobre quantas pessoas seriam impactadas pelo seu anúncio na TV. E mais: não haveria garantia de que as pessoas certas foram impactadas. 

    Além disso, você também não teria dados precisos sobre quantos produtos a publicidade na TV conseguiu vender. Mesmo assim, seu dinheiro já teria sido gasto.

    No marketing de performance, temos o oposto. Com a campanha no ar, então, você pode rastrear o seu desempenho a qualquer momento. Assim, se um erro precisar ser corrigido durante a campanha, isso é perfeitamente possível.

    Mudanças de última hora e ideias de otimização que só surgiram depois da veiculação? Sem problemas, o marketing de performance permite que você faça esses ajustes também.

    Pegou a ideia da comparação? Em resumo, o marketing de performance é muito mais assertivo que o tradicional. E não só isso: te dá maior controle sobre as suas campanhas. 

    O marketing de performance oferece menos riscos ao anunciante

    Lembra que usei o Google Adwords como exemplo? Isso porque, na plataforma, você só paga quando um usuário clica no seu anúncio.

    Assim, temos mais um ponto para o marketing de performance. Esse tipo de marketing é voltado para o famoso ROI. Isso significa que você corre menos riscos de perder dinheiro sem ter nenhum retorno após o investimento.

    Além disso, há menos riscos de você colocar no ar uma campanha que não vai dar certo. Sabe por quê? 

    • As mídias nas quais você vai anunciar oferecem relatórios completos e atualizados sobre a sua campanha
    • É possível usar mais de uma mídia online ao mesmo tempo. Facebook Ads, Instagram, Google Ads e Taboola são alguns exemplos
    • Antes de anunciar, você pode conhecer o custo unitário de cada ação. Ou seja, quanto vai custar uma curtida, um clique no anúncio etc.

    Quando se tem tantos recursos de mensuração de resultados e possibilidade de planejamento, o marketing de performance se torna uma opção coringa para a estratégia da sua empresa.

    Com certeza, um plano de ação que não pode faltar se você quiser que o seu dinheiro renda bons resultados de verdade.

    E como implementar o marketing de performance na minha estratégia?

    Teoria entendida, é hora de partir para a prática. Ok, o marketing de performance vale a pena. Mas como eu aplico ele na minha empresa?

    Primeiramente, vamos conhecer algumas das plataformas e canais mais populares:

    • E-mail marketing
    • Google Adwords
    • Facebook Ads (Facebook/Instagram)
    • Taboola
    • Outbrain
    • SEO
    • Mídia programática

    Agora, vamos ao passo a passo de como desenvolver o marketing de performance.

    1 – Planejamento

    Para implementar o marketing de performance na sua estratégia, primeiro você deve planejar. Isso significa que você vai:

    • Decidir o que sua empresa vai anunciar (um produto? Um serviço? A empresa toda? Uma promoção?)
    • Quem o é o público-alvo ou persona da campanha?
    • Estimar os custos (qual o valor por click (CPC) ou CPM estimado?)
    • Definir prazos (quanto tempo a campanha ficará no ar, por exemplo)
    • Qual o retorno esperado?
    • Qual será o orçamento para a campanha (com base no custo estimado, e no retorno esperado)

    2 – Definição do público e das personas

    Nesse texto aqui, eu expliquei a diferença entre ambos os termos. O que os dois têm em comum é a importância. Antes de uma campanha de marketing de performance ir para o ar, você precisa se certificar de enviar a mensagem certa para as pessoas certas.

    Por isso, após o planejamento, você deve definir seu público e suas personas. Nem pense em pular essa etapa. Sem ela, a sua campanha não terá uma base sólida.

    3 – Definição do formato de anúncios

    Esse é um ponto bastante importante. Afinal, o formato é o que as pessoas verão quando a sua campanha for publicada. Ele não pode ser apenas atrativo. É preciso, também, que seja adequado aos seus objetivos. 

    Basicamente, os formatos mais populares são:

    • Vídeo
    • Postagem nas redes sociais
    • Álbum nas redes sociais
    • Stories
    • Anúncios em forma de pop-up
    • Anúncios na busca do Google

    É importante lembrar que não necessariamente você deve escolher apenas um. É perfeitamente possível que você una mais de uma força em prol dos seus objetivos. 

    Aliás, é para isso que o marketing de performance serve: ajudar você a medir se as suas escolhas estão dando certo. Ou seja: talvez um story seja o ideal para o seu perfil no Instagram. Em contrapartida, um vídeo teria uma performance melhor no Facebook. Tudo é experimentação.

    O formato de anúncio deve, inclusive, ser decidido com base no seu público e na sua persona. Onde seus clientes (e futuros clientes) estão? É lá que a sua empresa deve estar. E é lá, portanto, que você deve investir.

    4 – Definição das metas de performance

    Marketing de performance é pura rastreabilidade. Em outras palavras, você pode adaptar a sua campanha para ficar de acordo com suas metas. Para isso, antes, você precisa defini-las.

    Aqui, você deve usar as informações concedidas pelas plataformas ao seu favor. Portanto, analise o custo de cada ação e defina quantas pessoas você quer impactar com o seu anúncio. 

    Além disso, você pode definir metas como: quantidade de impressões, de conversões, de clique etc. É só depois de ter metas bem definidas que você pode avançar para o próximo passo.

    5 – Acompanhamento de desempenho e otimização

    Temos aqui a alma do marketing de performance. Afinal, ele não é apenas sobre colocar uma campanha no ar e esperar o seu fim. Dessa forma, você precisa acompanhar os resultados constantemente para poder otimizá-los.

    Assim, vai ter uma ideia sobre se o anúncio está funcionando ou não. É para isso, inclusive, que servem as metas. Lembra que eu acabei de dizer que, sem elas, não é possível avançar? Pois então! Com frequência, você deverá analisar os resultados até o momento para saber se estão de acordo com seus objetivos iniciais.

    Se estiverem, ótimo. Se não, lembre que ainda haverá tempo para agir e otimizar a sua estratégia. O marketing de performance não é burocrático. Logo, fazer mudanças na sua campanha não será trabalhoso. 

    Mas, uma dica: cuidado com o excesso de otimizações.

    Comece a utilizar o marketing de performance na sua estratégia agora mesmo

    Se em um primeiro momento o termo chegou a te assustar, agora não tem desculpas. Esse artigo, inclusive, pode ser o seu guia de implementação do marketing de performance. 

    O conceito é simples e a sua implementação é fácil. Para isso, tudo o que você precisa é conhecer a fundo o seu próprio negócio.

    Por que eu digo isso? Porque é dessa forma que os seus anúncios serão mais assertivos.

    Com o marketing de performance, seu dinheiro vai render mais. Afinal, não haverá desperdícios com pessoas que não estão interessadas no que sua empresa tem a oferecer. Consequentemente, o ROAS E O ROI serão maiores. E todos nós, empreendedores, sabemos o valor dessa conquista.

  • Persona e público: qual a diferença?

    Persona e público: qual a diferença?

    Ambos os termos se referem aos seus clientes (e futuros clientes). Inclusive, talvez por isso eles sejam tão confundidos. Entretanto, não se engane: persona e público não são a mesma coisa. Ao mesmo tempo, nenhum pode ficar de fora da sua estratégia de marketing e eu vou explicar o porquê.

    Entretanto, antes, você precisa dominar os dois conceitos.

    Público

    O público é uma visão geral dos seus leads e clientes. Aqui, você vai definir quais pessoas devem ser atingidas pela sua estratégia e tratar elas como um grupo. 

    Persona

    A persona, por sua vez, é o seu modelo ideal de cliente. Ou seja, ela diz respeito a uma pessoa só. Essa pessoa ideal, aliás, é fictícia. Porém, sua construção deve ser feita com base em dados reais, obtidos da sua empresa. 

    Na prática, qual a diferença?

    Imagine que você tem uma plataforma que oferece cursos básicos online para aqueles que têm interesse em finanças, mas não trabalham na área. Logo, antes de preparar a estratégia de marketing, é necessário saber exatamente o perfil desses leads.

    Afinal, você quer emitir a mensagem certa, para as pessoas certas. É assim que se conquista um cliente, certo?

    Então, uma definição de público e uma persona seriam necessários. Para plataformas de cursos sobre finanças que acabamos de inventar, estes seriam:

    Público: homens e mulheres entre 25 e 34 anos, moradores de todos os estados brasileiros e que demonstram interesse em economia doméstica, investimento e finanças básicas. Majoritariamente graduados em profissões de exatas, com renda mensal acima de R$5000.

    Persona: Anelise tem 28 anos e acaba de se mudar para um apartamento alugado junto com o seu marido, de 30 anos. A nova vida a dois fez Anelise começar a se preocupar mais com seu futuro financeiro, por isso, tem procurado cursos que a ajudem nessa missão. É graduada em Administração de Empresas, porém, seu conhecimento sobre economia doméstica é básico. Anelise é acostumada a resolver tudo pela internet. Logo, tem preferido opções de cursos que sejam online.

    Percebe a diferença? No primeiro exemplo, falamos dos clientes de forma mais superficial e generalista. No segundo, nos aprofundamos na complexidade de uma pessoa só.

    Mas e agora, o que fazer com essas informações?

    Todas as suas ações devem ser baseadas nisso: persona e público

    Se você tem uma loja de produtos vegetarianos, então, não vai querer construir anúncios para quem ama churrasco. As conversões seriam basicamente nulas, concorda?

    É por isso que eu afirmo: a persona e o público são a base da sua estratégia. Afinal, todos os seus esforços são voltados para quem? Seus clientes, é claro. Por fim, seu principal objetivo é vender e fidelizar a clientela.

    É aqui que a persona e o público entram. Com essas informações, é possível saber que tipo de texto construir. Ou ainda que ações de marketing oferecer para essas pessoas. Em suma, todas as suas decisões precisarão levar em conta esses dois conceitos.

    Como criar um público e uma persona?

    A resposta é bastante simples: pesquisa. Para isso, comece pelos clientes que a sua empresa já tem. Quem são essas pessoas? Quais informações você tem sobre elas? 

    Não se esqueça de se perguntar quais leads você deseja atingir com suas ações. Por exemplo: eles devem morar no seu estado, ou podem ser de qualquer parte do país? Qual a média mensal eles precisam ter para adquirir seus produtos ou serviços?

    Com essas perguntas, você encontrará o seu público.

    Para a construção da persona, há uma técnica que eu gosto muito. Para isso, fazer uma pesquisa com um pequeno grupo de pessoas que já são seus clientes. Nessa conversa, você fará perguntas como:

    • Que canais de comunicação você utiliza para se informar?
    • Quais seus objetivos?
    • Qual seu momento atual de vida?
    • Que tipo de conteúdo você gosta de ler?

    As respostas serão a base da sua persona. Ou seja, você vai criar uma pessoa fictícia a partir do material coletado durante a pesquisa.

    E como fazer a pesquisa? De forma online e gratuita. Utilize ferramentas como Google Forms e TypeForm para te ajudar a entender melhor o perfil dos seus clientes.

    Depois disso, vem o posicionamento da sua empresa

    Persona e público criados, é hora de partir para o posicionamento da sua empresa. E se você não sabe exatamente como fazer isso, eu tenho uma boa notícia para você.  

    Eu criei um guia definitivo sobre posicionamento no ambiente digital. Aliás, ele é gratuito e você pode ter o seu aqui

  • SEO e escaneabilidade: hacks para você aparecer nas primeiras páginas do Google

    SEO e escaneabilidade: hacks para você aparecer nas primeiras páginas do Google

    O que há depois da primeira página de busca do Google é um mistério. Raros são aqueles que se aventuram a pesquisar muito além dela. Assim, não é à toa que esse espaço na internet é tão cobiçado. O segredo para aparecer por lá, aliás, é o assunto desse artigo, E acredite: é muito mais sobre estratégia do que sobre mistério e sorte. Hoje eu vou falar de SEO e escaneabilidade. 

    SEO e escaneabilidade: o que são?

    Vamos começar pelo começo. Porém, antes de ler dicas e estratégias, é fundamental que você entenda o conceito de cada um.

    SEO

    É  a sigla para Search Engine Optimization. Ou seja: otimização para mecanismos de busca. Em outras palavras, você aperfeiçoa seu site, blog ou página da web para convencer o Google de que o seu conteúdo merece aparecer nas primeiras páginas.

    Basicamente, os motores de busca do Google “avaliam” o seu conteúdo. Nessa avaliação, o buscador descobre quais páginas oferecem as melhores respostas para as pesquisas dos usuários. Por fim, aquelas que se saírem bem aparecerão primeiro. 

    Uma boa notícia: as estratégias de SEO são orgânicas. O que isso significa? Que você não precisa investir em mídia paga para aplicá-las.

    Escaneabilidade

    O seu conteúdo escrito é o foco das estratégias de escaneabilidade. Por isso, deve ser organizado de forma que facilite a sua leitura e compreensão.

    A escaneabilidade, por sua vez, não é exatamente um requisito direto usado pelo Google para rankear a sua página. 

    Entretanto, o buscador leva em consideração a relevância e qualidade do conteúdo publicado (e por consequência, da experiência do usuário). Portanto, não é difícil deduzir que um texto que escaneia bem é mais um passo em direção ao topo do ranking do Google.

    Os melhores hacks de SEO

    Agora que você já conhece a teoria, vamos à prática. Estima-se que o Google tenha cerca de 200 fatores considerados na hora de realizar o rankeamento de suas páginas. É claro que a empresa não revela todos eles, mas é de conhecimento geral que eles são divididos em dois grupos: On Page e Off Page.

    A melhor maneira de adaptar o seu site ou blog a esses critérios é conhecendo eles:

    Critérios On Page

    Essas são otimizações que devem ser feitas nas suas páginas. Alguns exemplos são:

    • Conteúdo: tudo aquilo que está dentro da sua página ou site. O conteúdo, então, deve ser informativo, claro, conter palavras-chave e estar bem organizado
    • Título e meta description: o título e a breve descrição que aparecem em cada resultado mostrado pelo Google em uma pesquisa. Portanto, eles devem ser coerentes, curtos e conter a palavra-chave que define o seu negócio, por exemplo.
    • Heading tags: aqui, eu falo da organização de títulos, subtítulos e intertítulos. Eles servem para ajudar o leitor a consumir de forma mais assertiva o seu conteúdo
    • Imagens: não é só a resolução que importa. Até mesmo a legenda usada e o nome do arquivo, por exemplo, podem ajudar você
    • URLs: uma boa URL é curta, vai direto ao assunto de sua página e traz em si uma palavra-chave do conteúdo

    Os motores de busca vão avaliar cada um desses fatores — entre outros, é claro. Dessa forma, conseguem entender do que se trata a sua página e a indexar corretamente no Google. A partir deles, o Google também sabe se o seu conteúdo é organizado, informativo e de qualidade.

    Critérios Off Page

    Aqui, os critérios dizem respeito aos fatores externos. São eles que mostram se o seu site ou página é referência dentro de sua área de atuação. Dá uma olhada no que os motores de busca do Google avaliam: 

    • Backlinks: os backlinks são aqueles links que você inclui no seu texto e que levam o leitor à outra página. Assim como quando você lê um artigo meu e encontra um link que te leva para outro conteúdo do meu blog. Por fim, os motores de busca vão avaliar a quantidade de backlinks usados. E não é só isso: avaliam também a diversidade e o contexto no qual eles aparecem
    • Buscas diretas: as pessoas buscam diretamente pela sua empresa ou por seu conteúdo no Google? Se sim, saiba que esse é um critério avaliado pelo buscador
    • Sinais sociais: o famigerado engajamento. Se o seu conteúdo tem bastante curtidas, compartilhamentos e comentários, logo, seu sinal social será forte
    • Menções à marca: outras páginas têm publicado conteúdos com links que levem o público para o seu site? Então, o Google entenderá que você é uma referência no assunto com o qual trabalha

    Como fazer uma boa estratégia de SEO

    Agora que você já sabe como o Google avalia o seu site, é hora de aprender a criar uma boa estratégia de SEO. Eu trouxe algumas dicas para você começar a sua:

    1. Defina o objetivo da sua estratégia. Você deseja vender mais? Ter mais autoridade no ambiente digital? Reduzir o custo de aquisição de leads?
    2. Defina a persona do seu objetivo. Agora, é com ela que você irá se comunicar
    3. Utilize ferramentas de SEO. Elas são disponibilizadas de forma gratuita pelo Google, como o Google Analytics e o Google Search Console. Em suma, essas plataformas vão te ajudar com diagnósticos da situação do seu site. Não somente, também darão insights valiosos para a otimização do seu conteúdo.

    Como ter um conteúdo escaneável

    Lembra que eu falei sobre a escaneabilidade ter a ver com o conteúdo escrito do seu site, blog ou página? 

    Da próxima vez que escrever algo para as suas plataformas, lembre-se de seguir essas boas práticas:

    • Use parágrafos curtos. Eles facilitam a leitura e proporcionam conforto virtual. Importante: não esqueça de usar um espaçamento razoável entre as linhas;
    • Faça uso de um vocabulário simples. Não dá para deixar os termos técnicos de fora? Então, lembre de escrever explicações mais simples sobre eles
    • Alinhe o texto à esquerda. Há quem acredite que um texto justificado é a melhor opção. Porém, para o Google, isso é algo que deve ficar no passado. O alinhamento à esquerda, por exemplo, facilita a leitura. Além disso, não desconfigura o texto dependendo do lugar de onde o usuário está acessando o seu conteúdo
    • Use subtítulos. Eles são um guia para que o leitor entenda o seu conteúdo. Por outro lado, como já mencionei, eles são importantes para o seu blog ranquear bem nas páginas do Google
    • Use a sua palavra-chave com frequência. Você deve usá-la no título, em um intertítulo, no começo, no meio e no fim do texto. A propósito, não se esqueça: faça essas inserções de forma natural. O Google preza pela qualidade
    • Utilize recursos visuais. Imagens, vídeos, gráficos, negritos, itálicos, listas… Isso enriquece o conteúdo.
    • Escreva palavras de transição. Alguns exemplos são: “aliás”, “entretanto”, “dessa forma” e “por exemplo”. Essas palavras dão fluidez ao texto.

    São muitos os detalhes, né? Para ajudar, você pode utilizar plataformas que servem para identificar melhorias no seu texto. A Yoast é um exemplo. Entretanto, nunca caia no erro de pensar que a tecnologia é uma perfeita substituta para o trabalho humano. 

    A capacidade de nosso cérebro ainda é o nosso ponto mais forte. 

    O conteúdo do seu site é escaneável e otimizado para SEO?

    Se ainda não é, a minha dica é que você analise o seu conteúdo e liste tudo o que precisa ser melhorado. 

    E é claro que não é só isso. Por exemplo: quando se trata de SEO e escaneabilidade, existe um mundo inteiro de possibilidades a ser explorado. Possibilidades, aliás, que se ampliam de acordo com o seu nível de entendimento sobre o assunto

    Não se esqueça: você não precisa explorar esses caminhos sozinho. Inclusive, não somente as ferramentas que eu citei podem te ajudar nessa jornada de hacks. Alguém que entenda do assunto vai fazer diferença no seu trabalho. Pense nisso.

  • 8 hacks para um e-mail marketing de alta performance

    8 hacks para um e-mail marketing de alta performance

    Você abre a sua caixa de entrada pela manhã — ou em algum intervalo em meio a correria diária — e todo dia se depara com o mesmo: uma lista enorme de e-mail marketing esperando para serem abertos.

    Com tantas opções (e tão pouco tempo sobrando), serão lidos apenas aqueles que se sobressaem, certo? Do ponto de vista do destinatário, relevância é a palavra que resume o que um e-mail marketing precisa oferecer para ter seu conteúdo consumido.

    Já do ponto de vista do remetente, o objetivo é resumido na palavra performance. Ou seja: é preciso criar um e-mail marketing que performe bem.

    Como fazer isso?

    Alguns hacks vão garantir a elaboração de um e-mail marketing com altas taxas de abertura e conversão. Hacks que levam em consideração a relevância e a performance, estratégias que você, a pessoa que envia o e-mail, irá adotar, mas que considera também a experiência de seu destinatário.

    Hack #1: trabalhe bem o assunto do seu e-mail marketing

    É isso que o seu público vai ler por primeiro. Por isso, você precisa entender que essa é uma das partes mais importantes do seu e-mail. Sem um bom assunto, não importa quão bem construído esteja o conteúdo do material, afinal, ele não será aberto.

    O assunto ideal não existe, ele depende de quem é a sua persona e seu público-alvo. Para encontrar a sua melhor fórmula, faça testes: experimente diferentes tamanhos, use palavras-chave, emojis, teste a eficácia de fazer perguntas e exibir ofertas.

    Não se esqueça: o assunto é o primeiro passo para o seu e-mail marketing converter.

    Hack #2: segmente seus envios para que eles sejam personalizados

    Quem abrir o seu e-mail precisa sentir que aquele conteúdo é especial, criado especialmente para ele ou ela. Clientes não gostam de ser tratados como “apenas mais um”, não acreditam mais que uma venda é apenas uma venda. Uma venda deve ser uma relação.

    Para isso, você precisa segmentar o seu mailing, dividir os destinatários em grupos com características e interesses similares, para então criar conteúdos diferentes para cada um deles.

    Eu te garanto: e-mails assertivos e personalizados têm maior taxa de abertura e conversão.

    Hack #3: concentre-se no mobile first

    Você já deve saber que a maioria das pessoas consome conteúdos quase que unicamente pelo celular, certo? Você mesmo deve fazer parte dessa estatística.

    Para criar um e-mail marketing ideal às plataformas mobile e fácil de consumir em smartphones, não é necessário esquecer da versão desktop. É possível criar um conteúdo responsivo, que se adapta à qualquer formato de tela.

    Se a pressa do dia a dia já nos impele a passar menos tempo absorvendo um conteúdo com calma, imagine, então, um conteúdo que é difícil de absorver por questões técnicas!

    Hack #4: tenha uma call to action (CTA)

    O que você quer que o seu público faça após ler o seu e-mail marketing? Acesse um artigo no seu blog? Vá para a loja virtual? Compre um produto específico?
    Isso precisa estar claro.

    Em um e-mail, a call to action aparece em forma de botão, geralmente no final do conteúdo e com um texto curto e objetivo (Compre agora!, Baixe o material!, Clique aqui para ler!). É muito importante que seu destinatário não tenha dificuldades para encontrar esse botão, ou para saber onde exatamente deve clicar.

    Então, prefira usar apenas um CTA para cada e-mail. Experiência do usuário é isso.

    Hack #5: invista em um copy persuasivo

    E-mails marketing geralmente são conteúdos mais curtos. Você não tem tanto espaço para convencer o seu público de comprar o seu produto, por exemplo. Por isso, o seu texto precisa ser persuasivo.

    Mostre ao seu destinatário que a oferta ali apresentada é imperdível. Que as vagas para o seu curso estão acabando ou que a promoção tem tempo limitado. Essa estratégia tem nome: gatilhos mentais.

    Os mais comuns são o de urgência e o de escassez — você acabou de ler alguns exemplos no parágrafo acima.

    Também há outras opções: explorar a relação de dor x solução, gatilho de novidade, reciprocidade, antecipação etc.

    O texto certo fará você vender mais.

    Hack #6: faça testes de hora e dia ideais para envio

    Se alguém disser a você um dia e uma hora exata para enviar seu e-mail marketing, garantindo que isso o fará performar melhor, não acredite. Afinal, se esse momento ideal existisse, todos iriam enviar materiais ao mesmo tempo — o que resultaria em caixas de entrada lotadas e e-mails ignorados.

    O dia e o horário ideal para enviar seu e-mail marketing até podem existir, mas eles devem ser definidos de acordo com o seu o público. Como descobrir? Fazendo testes. Explore diferentes possibilidades e invista naquelas que apresentarem os melhores resultados.

    Hack #7: tenha uma base consistente de e-mail marketing

    Envie seus e-mails para quem deseja ler eles. Em outras palavras: jamais compre listas de contatos ou envie conteúdo para quem não o solicitou.

    Uma base consistente de e-mails é construída através de meios corretos: captação de leads em uma promoção, oferta de um e-book ou material relevante ou simplesmente um campo no seu site onde as pessoas possam se inscrever na sua newsletter.

    Simplificando: vá até onde o seu público está e ofereça algo em troca de seu contato. O convença de estreitar o relacionamento com a sua empresa e os seus serviços.

    Hack #8: ofereça um botão para descadastramento

    Você certamente não quer que as pessoas deixem de acompanhar o seu conteúdo. Entretanto, você não pode obrigá-las a continuar com você.

    Por isso, jamais deixe de garantir que a sua empresa mantenha um relacionamento saudável com os clientes. Assim, uma das formas de fazer isso é deixando claro que seus destinatários têm total liberdade de optar por não mais receber seus e-mails caso desejem.

    Não transforme o seu e-mail marketing em spam!

    Até aqui, com esses hacks, te ensinei não apenas a construir e-mails que vão converter melhor, mas também a aprimorar o relacionamento entre sua empresa e seu público. Porém, não é só isso: ao seguir essas boas práticas, você também evita que seu conteúdo seja marcado como spam.

    Quando muitos usuários marcam um e-mail como spam, o seu envio pode começar a chegar para menos pessoas — uma vez que ele deixará automaticamente de aparecer na caixa de entrada de seus destinatários.

    Agora que você já sabe de tudo isso, da próxima vez que for escrever um e-mail marketing, eu garanto que a sua performance será impecável.

  • Como copos de água grátis geraram US$ 100 milhões para uma empresa agonizante

    Como copos de água grátis geraram US$ 100 milhões para uma empresa agonizante

    Ted Hustead parou e observou o nada.

    O uivo do vento cheio de poeira era a única coisa que preenchia o silêncio. Na calçada oposta, um homem mais velho passeava com o cachorro. À esquerda e à direita de Ted havia pouco mais do que fantasmas.

    A cidade em que ele cresceu estava morrendo. Isso era evidente. Aqueles que tiveram sucesso já haviam partido. Aqueles que ficaram não tinham dinheiro.

    Ted mal era uma exceção. Atrás dele, sua loja de conveniência, Wall Drug Store, estava mais vazia do que sua carteira.

    Eles não tinham visto um único cliente naquele dia. Sua esposa acabara de dar à luz. Como um homem de seu tempo, esperava-se que ele sustentasse sua família. Ele foi atormentado pelo medo.

    Mas as coisas pioraram.

    Cinco anos de dificuldades

    Com exceção da perfuração de poços no solo, as planícies desoladas de Dakota do Sul ficam longe do lugar onde normalmente se começa um negócio. Era semelhante a plantar uma flor no concreto.

    A ira dos elementos era implacável. Foi o início da Grande Depressão. Foi também “o Dust Bowl”, um período de secura excepcional no meio-oeste.

    Quando as fazendas morreram, elas explodiram em enormes tempestades de areia que consumiram cidades inteiras.

    Ted começou seu negócio mais por necessidade do que por desejo. Ninguém estava contratando. Ele tinha filhos para alimentar.

    No entanto, sua solução para um problema criou outro. Ele mal estava solvente. Se ele fechasse o mercado, não estaria apenas desempregado, mas também endividado. A cidade deles não passava de um posto de gasolina em uma rodovia no deserto. Eles precisariam se adaptar, como um animal, ou enfrentariam a extinção.

    A solução para os seus problemas

    A esposa de Ted teve uma ideia simples e que mudaria suas vidas em 1936. Ela estava fazendo algumas entregas e buscando mantimentos.

    Ela estava em um estacionamento perto da Rota 16, a principal rodovia perto da cidade. Ela tinha ouvido carros indo em direção ao Monte Rushmore. Ela também estava com muita sede naquele momento. Então, ela olhou para a rodovia e percebeu o que eles podiam fazer.

    Os carros não tinham ar condicionado até meados da década de 1940. Dirigir em um deserto parecia legitimamente como dirigir em um deserto. A maioria das pessoas mantinha as janelas abertas e frequentemente se esquecia de trazer água.

    No dia seguinte, Ted e sua esposa estavam ao longo da Rota 16, martelando placas no chão. Em cada uma delas, dizia: “Água gelada grátis! Walden Drugs.”

    “Refrigerante! Cerveja! E – Água Gelada Grátis. Walden Drugs. ”

    No dia seguinte, foi como se uma barragem tivesse rompido. Eles não conseguiam acompanhar o fluxo de clientes. A esposa de Ted veio ajudá-lo a trabalhar no caixa, enquanto ele distribuía água gelada de graça e as pessoas compravam itens por impulso em sua loja.

    Percebendo a oportunidade, eles adicionaram mais placas à estrada. Um mês depois, um policial apareceu em sua loja.

    Ele incomodou Ted por violar as leis de publicidade. Se ele fosse anunciar, ele teria que fazer isso legalmente. Felizmente, Ted acumulou receita suficiente para comprar um outdoor de verdade. As coisas só ficaram melhores e melhores a partir daí.

    Hoje? O negócio está crescendo. Você verá outdoors a centenas de quilômetros de distância. Você não encontrará muitas pessoas que nunca ouviram falar da Wall Drug Store. Eles são uma das mais conhecidas do Centro-Oeste Americano.

    Ela tornou-se um shopping completo:

    Wall Drug Store

    O tempero secreto que você pode usar

    Este pode ser um exemplo incomum de marketing excelente. Mas, como escritor, sempre admirei aqueles que podem fazer algo do nada. É preciso ter intuição, criatividade e desenvoltura, que muitas vezes você encontra nos extremos.

    Se seu orçamento for baixo, concentre-se no que as pessoas desejam e não têm. Em seguida, priorize o que você pode fornecer de forma barata.

    Clientes e leitores estão impacientes:

    Source: Alittlebitmoe pic

    Lembre-se sempre da sigla “WIIFM” (what’s in it for me – o que isso traz para mim), ao lidar com pessoas.

    Você nem sempre precisa dar a eles o que eles precisam. Basta fornecer o que elas querem. A maioria dos clientes não consegue ver a diferença de qualquer maneira.


    Esse é um post originalmente escrito em inglês (How Free Cups of Ice Water Generated $100M for a Dying Business) por Sean Kernan, que gentilmente autorizou sua tradução e publicação com pequenos ajustes para o Brasil no site felipegubert.com.