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  • Black Friday e Natal: como criar uma campanha de sucesso

    Black Friday e Natal: como criar uma campanha de sucesso

    Novembro chegou. Com ele, a expectativa de duas das datas comerciais mais importantes para o empreendedor: a Black Friday e Natal. Para o público, é hora de comprar. Para você, por outro lado, é hora de aproveitar o momento para potencializar as vendas.

    Nessa época do ano, saiba que, mais do que nunca, é hora de se destacar da concorrência. Afinal, todas as marcas investem pesado nessas campanhas.

    Portanto, se a sua intenção é investir pesado também, continue comigo. Hoje, eu vou dar algumas dicas infalíveis para a sua campanha te trazer bons lucros nesse final de ano.

    1 – Considere o cenário de pandemia de Covid-19

    Desde que a pandemia de Covid-19 começou, tivemos algumas mudanças no que diz respeito ao comportamento do consumidor.

    Pesquisam apontam que muitas pessoas decidiram trocar de marca para reduzir custos, por exemplo. Além disso, há bastante gente que agora dá preferência para o comércio local. Ainda, muita gente resolveu gastar menos com serviços essenciais.

    De todos esses insights, podemos concluir que, nesse ano, os descontos devem chamar atenção. Se o seu público deseja economizar, então, ajude ele. Ademais, trabalhe bem os seus valores, considerando que esse tem sido um forte critério de decisão de compra.

    2 – Invista em tráfego pago

    Nessa época, o mundo se torna uma vitrine. Logo, você não deve ficar de fora.

    Trabalhe com promoções e descontos atraentes. Além disso, desenvolva uma identidade visual especial para as datas. Dessa forma, é possível atrair a atenção de mais gente para aquilo que você tem a oferecer.

    3 – Ofereça descontos bons de verdade

    Essa é uma dica bastante pertinente à Black Friday. Afinal, todos nós sabemos que é o momento no qual podemos encontrar excelentes descontos em muitas lojas diferentes.

    Aqui, meu conselho é que você não utilize descontos pequenos, como 5% ou 10%. Por isso, o ideal é que você selecione apenas alguns de seus produtos ou serviços – os mais competitivos – e dê a eles descontos significativos. Esse tipo de promoção é muito mais atraente e irresistível do que uma loja inteira com descontos baixos.

    4 – Crie uma jornada de compra completa

    O impacto das duas datas é enorme para o comércio. Por isso, investir em uma jornada de compra completa pode ajudar a aquecer melhor o seu público.

    Invista bastante em todas as etapas dessa jornada. Nesse momento, tanto o topo de funil quanto o fundo são importantes para que você converta mais.

    Nessa estratégia, inclusive, você pode oferecer uma “prévia” de como serão essas datas na sua marca. Ou seja, oferecer alguns descontos e promoções agora para começar a “aquecer” os seus clientes.

    5 – Analise o que os seus concorrentes estão fazendo

    Aqui, a ideia não é que você ofereça preços muito abaixo do que é justo. Contudo, estudar as ações dos concorrentes é uma boa ideia para guiar a sua própria estratégia. Avalie como eles estão se comunicando, por exemplo. Além disso, verifique se as promoções e condições de frete estão atraentes.

    Nesse momento, avaliar o concorrente é como encontrar uma fonte de ideias para você ter sucesso também.

    6 – Revise sua política de frete

    Se o seu frete demorar mais do que o prometido, o cliente nunca mais vai comprar com você outra vez. E, pior: ainda pode te difamar em seus canais de venda.

    Portanto, se certifique de que o frete que você promete é aquele que você pode cumprir. Para isso, converse com fornecedores e acerte todos os detalhes possíveis. Não esqueça, ainda, de deixar o cliente a par de todos os passos de preparação da encomenda após efetuar uma compra.

    7 – Capriche na estética das campanhas

    Temos aqui duas datas que são extremamente visuais. Enquanto a Black Friday atrai os olhos com identidades impactantes, que anunciam descontos realmente imperdíveis, o Natal entra com toda a sua já bem conhecida magia.

    De formas diferentes, ambas têm grandes chances de conquistar completamente o público através do design – se este for bem feito, é claro.

    8 – Prepare o seu time de vendas e atendimento

    Ambas as datas significam um aumento considerável de pessoas visitando o seu site e fazendo compras. Portanto, alinhe suas expectativas com o seu time de vendas e atendimento.

    Nesse momento, é preciso prestar um atendimento rápido e atencioso. Ademais, é preciso lembrar de não deixar o seu cliente se sentir esquecido durante o atendimento.

    Comece a se preparar já para a Black Friday e Natal

    Por último, e definitivamente não menos importante, comece suas campanhas agora mesmo. Novembro já está aí e logo a Black Friday e Natal serão os principais assuntos em todo o comércio. Uma campanha sólida precisa ser trabalhada com antecedência.

    E, lembre-se: se precisar de ajuda para fazer os seu negócio lucrar, saiba que eu posso te ajudar.

  • Marketing de conteúdo para pequenas empresas: conheça dicas

    Marketing de conteúdo para pequenas empresas: conheça dicas

    O marketing de conteúdo, como você deve saber, não se trata de venda direta. Ou seja, é um “relacionamento” mais longo e trabalhoso. Por isso, o marketing de conteúdo para pequenas empresas parece mais uma utopia do que uma realidade.

    Contudo, hoje eu estou aqui para provar o contrário. Mesmo se você tiver um negócio pequeno, é possível se utilizar das vantagens dessa estratégia. Tudo o que você precisa é adaptá-la para as suas necessidades e tamanho.

    Por que investir em marketing de conteúdo para pequenas empresas?

    Por ser uma técnica normalmente encontrada em grandes empresas, muitos microempreendedores duvidam de sua necessidade. Especialmente, inclusive, se considerarmos que a venda direta não se encaixa aqui.

    Entretanto, essa estratégia é indispensável para a sua marca se tornar autoridade em seu meio de atuação. Além disso, educa e fideliza o público de forma mais consistente.

    Exemplo disso é a relação “dor x alívio”. Aqui, um artigo seu pode trazer à tona uma “dor” de sua persona. Isso serve para fazer esse usuário começar a desconfiar de que necessita de seus produtos ou serviços.

    Após, você oferece o alívio: que é aquilo que você vende.

    Vejamos um exemplo prático. Suponhamos, portanto, que você é dono de uma plataforma de uma clínica odontológica. Seu objetivo, nesse momento, é atrair mais leads e torná-los clientes assíduos do lugar.

    Para isso, você pode escrever um artigo, ou uma postagem, sobre a importância das visitas anuais ao dentista. É possível, então, listar quais problemas podem ser evitados com essa rotina. Dessa forma, você apresenta problemas diversos, bem como suas soluções.

    Esse, por fim, é o processo de educação do cliente. Além disso, o marketing de conteúdo para pequenas empresas as auxilia a se tornar referência em suas áreas de atuação.

    Afinal, a partir do momento em que você compartilha sua expertise, você também informa o seu público.

    Por consequência, a sua base de leads pode aumentar. Não obstante, a sua base de clientes reais aumenta também.

    E como por em prática o marketing para pequenas empresas?

    Entendeu porque o marketing para pequenas empresas também é importante? Então, agora é hora de descobrir como colocar ele em prática.

    1 – Comece um blog

    O blog pode ser o seu primeiro passo. Ele é, inclusive, bastante fácil de começar.

    A maioria das pessoas pesquisa antes de comprar algo. Além disso, uma quantidade esmagadora de usuários tira suas dúvidas com o Google. Por isso, você deve trabalhar para ser a fonte de informações dessas pessoas.

    Mas, Felipe, sobre o que eu posso escrever? Aqui vão algumas dicas:

    • Sua área de atuação. Se você tem uma loja de roupas, por exemplo, pode escrever artigos sobre moda e sobre o mercado fashion;
    • Tutoriais. Considerando, outra vez, o seu nicho, o que você pode ensinar o seu público a fazer?
    • Particularidades do seu produto ou serviço. Atenção: este é um conteúdo mais adequado para o fim da jornada de compra. Ou seja, quando a pessoa já está considerando comprar com você.

    2 – Esteja presente nas redes sociais

    Afinal, é lá que o seu público também está. Aqui, as dicas são bastante parecidas com as do tópico anterior. Ou seja, além de anunciar o seu produto ou serviço, é perfeitamente possível disseminar informação e conhecimento.

    Faça um breve exercício: que tipo de postagem você costuma salvar no Instagram? Muito provavelmente você salva aquelas que te agregam algo. Ou que te ensinam uma técnica diferente sobre determinado assunto.

    Ao replicar isso nas redes sociais da sua marca, ela passa a se tornar relevante para o público.

    Não obstante, você ainda pode conferir as redes sociais dos seus concorrentes para fins de análise. O que eles fazem que tem dado certo? O que poderia ser melhorado? Tudo isso serve de base para a sua estratégia online.

    3 – Tenha um calendário de postagens

    Um calendário de postagens mantém a sua estratégia organizada. Com ele, é possível planejar a pauta com antecedência. Assim, se algo deve ser mudado, haverá tempo para isso.

    Entretanto, esse calendário é benéfico também para a audiência. Quando a sua marca faz publicações regularmente, seu público se acostuma a consumir esse conteúdo também regularmente.

    Assim, é mais provável que você consiga conquistar sempre um pouco de seu tempo para ler o que a sua marca está comunicando.

    4 – Escreva uma newsletter

    O envio de e-mails marketing é uma excelente maneira de manter o público engajado.

    Nessa estratégia, é possível, por exemplo, enviar um resumo de tudo o que aconteceu durante a semana. É claro que esse resumo diz respeito à sua marca e seu meio de atuação.

    Mais uma vez, o objetivo aqui é educar e informar as pessoas. Ao se mostrar interessante, o público se torna interessado.

    Contudo, algumas boas práticas precisam ser observadas:

    • Não compre base de e-mails. As pessoas não gostam de receber mensagens de destinatários que não conhecem. Para aumentar sua base de leads, invista em estratégias como tráfego pago;
    • Não exagere na quantidade de e-mails enviados. Do contrário, as pessoas podem “cansar” da sua marca e optar por parar de receber seus e-mails.

    Dica extra: estruture o seu marketing de conteúdo a partir de um funil de vendas

    Um funil de vendas divide-se da seguinte forma:

    • Topo de funil: essa é a etapa na qual você lida com visitantes. Ou seja, pessoas que podem ou não estar interessadas no que você tem para vender. Esse é, portanto, o momento de educar e informar. Para o topo de funil, é melhor que você trabalhe com assuntos mais genéricos e atemporais;
    • Meio de funil: aqui, o público já está mais ciente de suas necessidades – e como supri-las. Além disso, começam a considerar efetuar uma compra com você. Por isso, é o momento de ser um pouco mais assertivo em seu conteúdo. É possível, por exemplo, falar de forma mais aberta de suas vantagens competitivas, ou dos benefícios que seus bens e serviços trazem;
    • Fundo de funil: este é o momento da venda. Aqui, você está liberado para vender abertamente o seu produto.

    Cada etapa do funil tem seu próprio tipo de conteúdo. Se você for muito incisivo e tentar vender algo para alguém que ainda está na primeira etapa, a estratégia vai dar errado. Afinal, o usuário não sabe nada sobre você. Muitas vezes, nem sequer estava em busca de um produto.

    Portanto, em qualquer uma das dicas que dei aqui, não se esqueça de dividir o seu cronograma a partir da lógica do funil de vendas.

    Por onde começar?

    Em suma, todas as dicas dadas até aqui podem ser um começo para a sua estratégia. Na dúvida, antes de tudo, você pode se organizar. Monte um cronograma de ações com todos os seus próximos passos. Não se esqueça, é claro, dos seus objetivos.

    O marketing de conteúdo para pequenas empresas é um trabalho constante. Portanto, se você precisar de auxílio pelo caminho, que tal contar com a minha ajuda?

  • As melhores plataformas para vender cursos online

    As melhores plataformas para vender cursos online

    Conhecimento é poder – sempre foi. Na era do digital, felizmente o conhecimento se tornou mais acessível. Agora, não só podemos consumi-lo com mais facilidade, como também podemos compartilhar o que sabemos com o mundo. E por falar em compartilhamento, você sabe quais são as melhores plataformas para vender cursos online?

    No começo da pandemia de Coronavírus, nos primeiros meses de 2020, os cursos online tiveram um boom. Devido ao isolamento social, esse meio de estudo – que já tinha conquistado um espaço bem grande antes – provou o seu valor.

    Nesse artigo, eu vou trazer as principais para você. Nelas, encontrei uma comunidade incrível de profissionais. Assim, não tenho dúvidas de que você pode fazer excelente proveito de cada uma delas, seja como aluno, ou ensinando o que você sabe.

    1 – Hotmart

    Esta é uma das plataformas mais conhecidas e não é à toa. Entre consumidores e produtores, inclusive, a Hotmart já conta com mais de 1 milhão de usuário. Você tem ideia de quanta troca de ideias acontece em uma comunidade tão grande?

    Não há nenhuma taxa ou mensalidade para você fazer parte dela. Além disso, a Hotmart tem seu próprio sistema de pagamentos. Esse pagamento, aliás, só é realizado após você vender um curso.

    Interface intuitiva, layout customizável e versão mobile responsiva são alguns dos atrativos da Hotmart. Ademais, você também tem todo o suporte necessário para criar seus cursos. Basicamente, tudo o que um criador precisa para começar a ensinar.

    2 – Eduzz

    A Eduzz também é inegavelmente uma plataforma completa. Em suma, ela faz toda a gestão de compra e venda de produtos, além de contar com sistema de marketing de afiliados.

    Além de permitir a venda de cursos, permite ainda a venda de produtos físicos – ou produtos de parceiros. E tem mais: ainda há a possibilidade de antecipar ganhos, fazer compras em apenas um clique e modelo de assinatura.

    3 – Nutror

    A Nutror é, na verdade, um braço da Eduzz. Nela, o criador de conteúdo encontra um ambiente completo para ensinar.

    É possível, por exemplo, ter mais de um curso disponível. Além disso, o profissional ainda pode organizá-los por módulos e aulas.

    Outra funcionalidade é a possibilidade de visualizar os alunos. Inclusive, o sistema facilitado de pagamento também está presente na Nutror. Basicamente, a ferramenta ideal para quem deseja ensinar.

    4 – Memberkit

    A Memberkit é outra excelente opção para quem produz conteúdo. Em resumo, a plataforma faz de tudo para deixar o seu ambiente virtual com a cara mais profissional possível.

    O layout é intuitivo e customizável. Além disso, a interface foi desenvolvida para facilitar o seu acesso e o dos seus alunos. Dessa forma, a venda se torna muito mais provável.

    Outro recurso incrível da plataforma é o de gamificação. Com ele, os alunos recebem prêmios e pontuações por engajar com o conteúdo. Ou seja, eles têm um estímulo a mais para se envolver de verdade com o seu conteúdo.

    Utilizar plataformas para vender cursos online é uma forma de se tornar mais visível

    Quem cria conteúdo, quer ser visto. Na era digital, aliás, estar online é a melhor maneira de se tornar visível. Por isso, eu espero que você faça bom uso das dicas de plataformas para vender cursos online que dei hoje.

    Nelas, você terá um ambiente personalizado e profissional para o seu conteúdo. Com elas, inclusive, as suas chances de vender mais e de conquistar um público próprio de alunos são bem maiores.

    E, é claro, não podemos nos esquecer que além de ensinarmos, também podemos ser alunos. Já imaginou quanto conteúdo de qualidade você está perdendo ao não participar dessas comunidades?

  • Tráfego pago: por onde começar?

    Tráfego pago: por onde começar?

    Anuncio, logo existo. Os anúncios pagos, hoje em dia, dominam a internet. Se a sua meta é crescer e tornar a sua empresa conhecida, há dois caminhos: o marketing de conteúdo e o tráfego pago. Hoje, vamos juntos entender o segundo.

    O que é o tráfego pago?

    Ele está em todos os lugares e você sabe disso. Afinal, você vê eles o tempo todo. O tráfego pago nada mais é do que os anúncios que você vê em todas as redes sociais e site que visita.

    O tráfego, como você deve imaginar, são os usuários que visitam o seu site, por exemplo. Quando são usuários de tráfego pago, significa que eles chegaram até você por meios de anúncios que você comprou.

    Em suma, você investe dinheiro em anúncios para se tornar mais visível. Como resultado, você se torna mais relevante no meio digital e aumenta sua base de leads.

    Assim, é nítido que essa é uma boa forma de crescer e escalar de forma mais rápida. Contudo, o tráfego pago ainda se trata de uma estratégia, e não de um passe de mágica. Por isso, se você deseja aproveitar de seus benefícios, precisa aprender a utilizá-lo da forma certa.

    Por que utilizar o tráfego pago?

    Há quem ainda evite o tráfego pago por acreditar que o orgânico já é suficiente. Contudo, devemos lembrar que o marketing digital só é bem feito quando une diferentes estratégias que, ao final, se complementam.

    Assim, se optarmos apenas pelo tráfego orgânico, por exemplo, jamais teríamos o alcance que o pago pode nos proporcionar.

    Para te mostrar os benefícios dessa estratégia, eu trouxe algumas situações nas quais o tráfego pago pode te ajudar:

    • Conseguir visibilidade mais rápido: o tráfego pago leva o seu anúncio instantaneamente para o seu público. Ao contrário do marketing de conteúdo, por exemplo, cuja premissa é gradualmente te tornar relevante no mercado;
    • Ampliar a taxa de conversão: se um lead está fazendo buscas específicas na internet, é porque já está na fase de decisão de compra. O seu anúncio, portanto, pode aparecer para essa pessoa na hora certa;
    • Melhorar a reputação no Google: como você já deve saber, o Google tem vários critérios para te ranquear bem (ou não). Um deles, por exemplo, é o tempo que um usuário passa na sua página. Dessa forma, quanto mais pessoas passarem um tempo em seu site, melhor a sua reputação será. Entretanto, atenção: apenas receber o clique a partir do anúncio não é suficiente. É necessário, então, dar motivos para essas pessoas ficarem no seu site;
    • Divulgação de uma ação específica: talvez manter um anúncio pago para divulgar a sua empresa acabe saindo caro demais para o seu bolso. Contudo, ainda é possível utilizar a estratégia para ações específicas. Se você pretende lançar um produto, por exemplo, talvez o tráfego pago o ajude a se destacar no mercado.

    Como essa estratégia funciona?

    Primeiramente, você precisa definir um objetivo. Os mais populares são:

    • Busca por mais seguidores;
    • Divulgação de ofertas;
    • Divulgação de marca;
    • Mais visitas para o site;
    • Aquisição de mais leads.

    Com um objetivo definido, é hora de voltar a sua atenção para a persona e o público da marca. Quanto melhor você conhecê-los, melhor vai segmentar o seu anúncio. Por consequência, o resultado vai ser mais rápido e efetivo.

    O terceiro passo é definir que formato o seu anúncio terá. Uma imagem estática? Um vídeo? Aqui, você precisa ter em mente, mais uma vez, seu objetivo e sua persona.

    Por fim, é hora de estipular um orçamento e de qual forma ele será cobrado. Aqui, temos duas opções:

    • CPC: ou o famoso “custo por clique”. Basicamente, você paga cada vez que alguém clicar no seu anúncio. Dessa forma, é possível estabelecer um orçamento máximo e deixar a campanha no ar até que este acabe. Em resumo, você só paga se alguém de fato clicar no anúncio e ver o seu conteúdo;
    • CPM: é a sigla para “custo por mil [impressões]”. Ou seja, você paga quando mil pessoas visualizarem o anúncio. Aqui, ao contrário do CPC, os cliques não são necessários. Por isso, eu recomendo esse tipo de cobrança para quem já tem um marketing melhor estruturado. Além disso, é importante lembrar que, para ter mil usuários vendo seu anúncio, é preciso optar por um anunciante de médio ou grande porte.

    Quais são as ferramentas de tráfego pago?

    Ok, você vai investir em anúncios pagos. Mas como? Aqui, eu trouxe algumas das ferramentas mais populares para te ajudar.

    Resumidamente, cada uma dessas plataformas te oferece um gerenciador de tráfego pago. Neles, é possível criar e gerenciar o seu anúncio. É nesse ambiente que você pode, por exemplo, definir o seu orçamento e o público-alvo.

    Ao escolher uma plataforma, seu anúncio será exibido nela. Inclusive, tenho certeza que você sabe do que estou falando. Afinal, somos impactados por esses anúncios todos os dias, seja em vídeos do YouTube ou entre stories do Instagram.

    Como saber em qual plataforma anunciar?

    Como você pode observar, opções não faltam. Contudo, nem todas são adequadas para o seu perfil. Por isso, antes de mais nada, é preciso compreender a sua persona – e também sua própria empresa.

    A partir dessas informações, fica mais fácil identificar qual plataforma é melhor para você.

    De forma geral, muitas empresas optam pelo Google Ads. Afinal, todos nós usamos esse buscador o tempo todo. Por consequência, seus anúncios aparecerão no topo e nas laterais de sites parceiros.

    Se o seu público é mais jovem, por exemplo, talvez o TikTok e o Instagram sejam escolhas melhores. Nos últimos meses, ambas as plataformas demonstraram uma adesão gigantesca. Além disso, devemos considerar que o vídeo é um formato de mídia que tem apresentado um excelente engajamento.

    Mais uma vez, tudo depende do seu perfil, e do perfil do seu público.

    Se por acaso passar pela sua cabeça que anunciar em todas as plataformas é uma boa ideia, saiba que esse é um equívoco. Bastante comum, inclusive.

    À primeira vista, pode parecer a melhor decisão possível. Teoricamente, seu anúncio seria visto por muitas pessoas.

    Entretanto, lembre-se de que você estará gastando dinheiro com usuários que não necessariamente têm interesse no seu produto. Por consequência, não vão engajar – e muito menos converter.

    Assim como tudo no marketing digital, qualidade é mais importante do que quantidade.

    Antes do tráfego pago, vem o planejamento

    Nesse ponto, você com certeza está considerando investir em tráfego pago. Contudo, vamos com calma: antes, é preciso planejar.

    Aqui, eu não me refiro apenas à estratégia em si – mas sim ao seu conteúdo em si. Afinal, antes de divulgar algo, é preciso ter algo para divulgar. Concorda?

    Portanto, invista, sim, em tráfego pago. Porém, invista antes em um conteúdo persuasivo e em um site responsivo.

    Seja para construir um conteúdo memorável ou para ter seus primeiros anúncios pagos, você pode contar comigo para a sua evolução.

  • Product-led Growth: o que é?

    Product-led Growth: o que é?

    O âmbito dos negócios é um ambiente vivo. Assim, se reinventa constantemente e, a cada mudança, traz consigo uma nova gama de opções de crescimento. Desse movimento constante, nasceu o Product-led Growth (PLG). Basicamente, uma nova forma de escalar a sua empresa que tem ganhado espaço entre empreendedores. 

    Aqui, essa dita escalada baseia-se em um produto. É no produto, portanto, que se encontra a principal renda do negócio.

    E se o produto será o protagonista da sua conquista de espaço no mercado, então, é óbvio que ele precisa ser memorável e indispensável para as pessoas. Em termos mais objetivos, o seu produto precisa ser parte da rotina de seus clientes. Para isso, você deve oferecer um produto que seja intuitivo e extremamente personalizável.

    Formas de se por em prática o Product-led Growth

    Em tradução livre, Product-led Growth significa “crescimento orientado ao produto”. Este, por sua vez, é a premissa desse conceito. Dele, obtemos diferentes formas de modelo de negócio. Ou seja, meios de se por em prática o PLG.

    Fremium

    Todos nós já baixamos um aplicativo que ofertava uma versão paga, com mais funcionalidades. Esse tipo de prática, aliás, se chama Fremium. Aqui, a base é essa: ofertar um produto de forma gratuita, porém com a possibilidade de assinar planos pagos.

    Dessa forma, quanto mais o cliente usa o produto, mais personalizado ele se torna. Além disso, o produto ainda conquista um espaço em sua rotina com muito mais facilidade.

    SaaS

    SaaS significa Software as a Service. A sua tradução livre, então, é “software como serviço”. Normalmente, essas empresas oferecem manutenção e serviço de segurança de dados para as plataformas disponíveis do seu cliente. Não obstante, ainda oferecem suporte constante.

    Neste modelo, podemos ter tutoriais, demonstrações gratuitas ou outros recursos. Com eles, um cliente pode experimentar o produto e provar por si mesmo o seu real valor. Por consequência, se torna mais disposto a assinar uma versão paga.

    O Slack, por exemplo, é uma SaaS que coloca em prática com esmero o Product-led Growth. Antigamente, a plataforma era apenas um software feito para resolver problemas de gestão e comunicação dentro de empresas. Com o passar do tempo, o Slack conquistou seu espaço de forma tão sólida que muitos profissionais passaram a não querer trabalhar em lugares onde não havia um método de organização desse jeito.

    Em outras palavras, a plataforma revolucionou a forma como uma empresa organiza o fluxo de trabalho. Além disso, ainda otimizou a comunicação entre a equipe. Com um time de suporte e possibilidades de personalização, o software se tornou a razão do sucesso da empresa.

    Por que utilizar o Product-led Growth como estratégia?

    Primeiramente, porque é barato para se implantar. Ademais, é também poderoso para a aquisição de novos leads. Isso acontece pois você tem a chance de atrair um público mais qualificado e ansioso para experimentar o seu produto.

    Com o passar do tempo – através da personalização e suporte impecáveis – você conquista esse público. Por consequência, é muito mais fácil fidelizar essas pessoas. Humanamente, sentimos vontade de experimentar coisas novas. Quando são gratuitas, então, nosso apetite aumenta. Logo, o PLG torna a escalada da sua empresa muito mais rápida.

    Outro benefício é que se o produto é o carro-chefe da sua empresa, então, todos os times estarão trabalhando em prol dele. Ou seja, teremos a empresa toda unida para fazer o produto dar certo.

    Além disso, para ser relevante, o produto deve ser simples de ser utilizado. Por consequência, você terá à disposição muitos processos de automatização. O resultado disso é uma vantagem: a estratégia sai muito mais barata para a sua empresa.

    Como utilizar o PLD na estratégia?

    Até aqui, você entendeu que o Product-led Growth baseia a sua estratégia no produto. Ele, portanto, é o foco de todo o seu trabalho. Para isso, então, muitas empresas apostam em períodos gratuitos de testes e personalização, por exemplo.

    Além dessa visão geral do Product-led Growth, eu também trouxe algumas dicas do que você pode fazer. Afinal, se o produto será a sua base, então, ela deve ser sólida.

    1 – Seja objetivo

    Antigamente, vendia bem a empresa que possuía vendedores bons de conversa. Hoje, entretanto, os consumidores prezam por uma experiência menos invasiva e mais intuitiva. Por essa razão os testes de produtos e a personalização são tão eficazes aqui. Com eles, o cliente interage com o seu produto de forma livre, sem pressões.

    No que diz respeito ao seu time de marketing, portanto, é hora de se concentrar em estudar o cliente.

    2 – Seu time deve estar integrado

    O Product-led Growth é um jeito bastante diferente de se lançar um produto no mercado. Por isso, toda a sua equipe deve trabalhar junta. O time de marketing e vendas conhece o cliente bem, portanto, entende de suas dores e necessidades.

    Ao mesmo tempo, a tecnologia, por exemplo, trata de atender essas dores e necessidades. Por meio dela, temos tudo aquilo que tornará o produto atraente, memorável e indispensável.

    3 – Seu problema deve ser feito para o público

    O PLG dá certo quando o seu objetivo não é forçar uma venda, mas sim conquistar clientes. Para que essa conquista exista, você precisa oferecer algo valioso para essas pessoas.

    Portanto, antes de lançar o seu produto, você deve se perguntar se:

    • Você consegue se colocar no lugar do seu cliente;
    • Se os problemas a serem resolvidos estão claros.

    Além disso, é necessário:

    • Criar a ideia, como um rascunho, para resolver possíveis problemas com ela;
    • Prototipar o projeto para se ter uma visão mais clara e assertiva sobre ele;
    • Avaliar todas as informações disponíveis sobre ele para que se possa entender o seu real valor para os futuros leads.

    Como avaliar se o Product-led Growth está dando certo?

    Para fazer essa mensuração de resultados, temos algumas métricas disponíveis.

    • Aquisição: são os usuários que se inscrevem para testar o seu produto gratuitamente;
    • Ativação: este, por sua vez, é o número de usuários que decidiram optar pela versão paga após o teste gratuito;
    • Referência: “como você nos encontrou?” – já viu essa pergunta em algum site? Para o PLG, o boca-a-boca é bastante efetivo. Assim, medir quantas pessoas o encontram por meio de referências é uma métrica valiosa;
    • Retenção: são os usuários que seguem usando o seu produto, seja pagando uma mensalidade, ou permanecendo na versão gratuita.

    O PLG é uma tendência que está ganhando força agora mesmo

    Ou seja, se você se interessou por essa estratégia de negócio, a hora de investir nela é agora. Afinal, o Product-led Growth é um conceito bastante novo. Na prática, isso significa que poucas empresas o têm aplicado – e as que conhecemos têm obtido bastante sucesso.

    Portanto, comece já a traçar essa estratégia. Lembre-se, contudo, que antes de tudo você deve ter um conhecimento profundo sobre o seu cliente. Esta é a única forma de desenvolver um produto que realmente conquiste um público fiel e ávido para experimentá-lo.

  • Big Data e Small Data: qual a diferença?

    Big Data e Small Data: qual a diferença?

    O marketing digital tem experimentado uma fase bastante especial: a dos dados. Inclusive, eu até já falei sobre isso por aqui, neste artigo sobre Data-Driven Marketing. Em resumo, todas as empresas detêm grandes volumes de informações valiosas sobre seus clientes, fundamentais para estratégias mais assertivas. Dentro dessa estratégia, temos dois conceitos: Big Data e Small Data. Você sabe a diferença entre eles?

    O que é Big Data?

    O Big Data se define pela análise e interpretação de dados em grande escala. Assim, é bastante presente em empresas grandes, cujas informações não têm uma estrutura definida.

    Em resumo, o Big Data é capaz não apenas de capturar, mas também de armazenar essas informações. Além disso, fornece auxílio para a análise.

    Informações sobre interesses, localidades e perfis estão presentes nesta categoria de dados.

    Com isso em mãos, as estratégias de marketing de uma empresa se tornam mais assertivas. Afinal, elas têm uma base sólida na qual podem trabalhar.

    O que é Small Data?

    A diferença crucial entre Big Data e Small Data está na quantidade de dados, como o próprio nome já indica. Nesse caso, o volume de dados é bem menor. Por consequência, também são mais fáceis de entender e analisar. Em outras palavras, posso até dizer que são informações mais específicas sobre os clientes.

    O comportamento de um cliente dentro de seu site é um dos tipos de dados encontrados aqui.

    Normalmente, o Small Data é utilizado para processos de tomada de decisão ou para aumentar o ROI da empresa.

    Quais são as principais diferenças entre Big Data e Small Data?

    Eu já comentei sobre o tamanho. Contudo, essa não é a única diferença entre os dois.

    Formato dos dados

    O Big Data manipula dados que vêm de diversas fontes. Por isso, sua interpretação é mais complexa. O Small Data, por sua vez, coleta dados que já estão estruturados. Por isso, estão prontos para análi-se.

    Origem dos dados

    Se o formato de dados difere, é porque há, ainda, uma diferença da origem de cada um. Como eu já mencionei, o processo de Big Data é mais complexo. Afinal, suas origens são mais abrangentes, como a nuvem, bancos de dados, dispositivos internos e ferramentas ERP.

    Em contrapartida, o Small Data vêm unicamente de dentro da própria empresa. Por isso, não é de se admirar que estes sejam mais enxutos e facilmente entendíveis.

    Interpretação dos dados

    Mais uma vez, voltamos a um ponto já mencionado: como se analisam esses dados? O Big Data, por exemplo, conta com ferramentas específicas de análise, dada a sua complexidade e abrangência. Para o Small Data, entretanto, isso não é necessário. Como eles já são simplificados, não é preciso de muita tecnologia para saber como interpretá-los.

    E que dados são estes?

    Quando falamos de dados, é natural que tudo soe muito abstrato. Temos, aqui, dados que são coletados e interpretados. Mas que dados, afinal?

    Basicamente todas as nossas ações na internet deixam rastros para trás. Os sites que visualizamos, as compras que fazemos, os links que clicamos… Tudo isso gera uma quantidade absurda de dados.

    Se a sua empresa tem um site, muitos dados surgem desse ambiente. O tempo que o usuário passa nele, ou qual caminho ele faz para chegar em determinado conteúdo, por exemplo, são ações que geram informações para a sua empresa.

    Em resumo, quando eu falo de dados, falo de um material que você já tem. Tudo o que resta ser feito é encontrar meios de usá-los em sua estratégia. Muitas financeiras, por falar nisso, utilizam dados para descobrir se um cliente está apto ou não a receber uma concessão de crédito.

    Qual é a melhor opção para a sua empresa?

    É claro que, em geral, empresas grandes utilizam ferramentas de Big Data. Afinal, não é difícil entender a razão pela qual a sua quantidade de dados é enorme. Entretanto, isto está longe de ser uma regra.

    Em outras palavras, uma empresa grande pode tirar muitos benefícios do Small Data. Do mesmo modo, empresas pequenas podem aproveitar o Big Data para crescer. Tudo depende do seu objetivo e de quais dados você pretende explorar.

    O Big Data e Small Data são ferramentas que vieram para ficar. Independente da sua escolha, é fundamental que, antes, você trace uma estratégia clara. Onde a sua empresa quer chegar? O que exatamente você precisa analisar agora? Com um bom planejamento em mãos, você está apto para escolher as ferramentas que melhor te servirão.

  • Por que as empresas telefônicas conseguem ser tão assertivas no marketing?

    Por que as empresas telefônicas conseguem ser tão assertivas no marketing?

    Eu tenho certeza que, para muitos, o próprio título deste artigo vai ser uma novidade. Afinal, as empresas telefônicas nunca foram lá detentoras de uma boa fama entre o público. Reclamamos do sinal, dos planos oferecidos e da demora para sermos atendidos. 

    Entretanto, a pergunta que eu trago para discussão por aqui, hoje, traz em si uma verdade. As empresas telefônicas têm, sim, acertado (e muito) em suas estratégias de marketing. E, é claro, entender a razão disso nos aproxima da chance de criar nossas próprias estratégias assertivas. 

    Antes de entrarmos nesse mérito, porém, vamos a alguns dados.

    Os comerciais das empresas telefônicas apresentam excelentes respostas emocionais 

    A Forebrain fez, em 2018, um levantamento sobre o tema. Nele, foi observado que 7 em cada 10 comerciais de empresas telefônicas conquistam uma resposta emocional positiva da audiência. Isso, aliás, me faz voltar em um ponto do qual eu falo sempre: a necessidade de fazermos marketing para seres humanos. Nos identificamos com aquilo que é real, com o qual podemos nos conectar.

    Para chegar nesse insight, a Forebrain coletou informações relativas ao ano inteiro de 2017. Na prática, isso significa que foram analisados mais de 900 comerciais de TV e 148 filmes do setor de telefonia.

    Essa análise, aliás, foi dividida em categorias: institucional, telefonia móvel, combo, internet e TV por assinatura. O resultado, por sua vez, apontou que quase 60% do conteúdo veiculado pelas empresas de telecomunicações têm respostas positivas do público.

    O que as empresas telefônicas fazem para conquistar essa façanha?

    Aqui, eu trago pra roda o último assunto que analisamos aqui. Ou seja, nossa atração por rostos. Em palavras mais simples, gostamos de ver gente.

    As empresas telefônicas, aliás, aparentemente sabem disso também. Afinal, uma das técnicas que justifica o sucesso das campanhas de marketing é justamente a presença de pessoas famosas.  

    Em 2019, por exemplo, o rosto da campanha de Black Friday da Vivo foi a cantora Ivete Sangalo. Neste mesmo ano, a empresa telefônica vinha de meses que não haviam sido tão lucrativos. Entretanto, a soma das vendas da Black Friday e do Natal trouxeram um aumento de 46,2% nas vendas

    A campanha estrelada por Ivete Sangalo, aliás, tinha um “algo a mais”. Basicamente, a publicidade da Vivo era, ainda, marcada pelo slogan “sextou todo dia na Vivo”. E é com esse detalhe que adentramos nas próximas razões pelas quais o marketing das empresas telefônicas dão tão certo.

    Humor e comunicação direta com o público são decisivos para o sucesso das campanhas

    Ainda de acordo com o levantamento da Forebrain, o uso de humor e do discurso feito diretamente para o público foram outras duas justificativas para o marketing assertivo. Voltando ao exemplo da campanha da Vivo, temos a palavra “sextou” em seu slogan. Nos últimos anos, qualquer pessoa que tenha sido ativa no meio digital com certeza já viu essa expressão centenas de vezes.

    Aqui, o humor não se manifesta exatamente como uma piada, ou uma esquete. A sutileza, entretanto, é o que conquista – o uso de uma palavra bastante conhecida, usada em demasia em contextos informais na internet. 

    O humor, inclusive, não é o único mérito do “sextou”. Se o seu público costuma “sextar” com frequência, utilizar essa linguagem é uma forma de se comunicar de forma mais direta com ele. A Vivo mirou no público mais jovem e, dados os resultados, acertou.

    Mesmo assim, não existe fórmula mágica para o sucesso

    Até aqui, vimos que o humor, o uso de celebridades e a comunicação direta com o público têm sido a base do sucesso das campanhas de marketing das empresas telefônicas. Utilizar esses elementos na sua campanha, entretanto, requer cautela.

    Afinal, o seu público pode não ser o mesmo da Vivo. E, muito provavelmente, estampar o rosto da Ivete Sangalo na sua próxima postagem esteja um pouco além do que o seu orçamento pode bancar no momento.

    Brincadeiras à parte, o que quero dizer é que antes de aplicar qualquer técnica em suas campanhas, é preciso que você conheça, a fundo, a sua empresa. Isso significa, portanto, entender o seu público, seus objetivos, seus pontos fortes e pontos fracos. É preciso, também, ter perfeita noção da sua situação financeira e um conhecimento absurdamente detalhado do que você vende.

    Só a partir disso é possível começar a traçar uma estratégia. Uma pessoa famosa, quando pensamos em pequena escala, pode ser um influencer local. O humor, por sua vez, pode se manifestar de diferentes formas. É possível, talvez, utilizá-lo em uma nuance que faz mais sentido para a sua marca. Ou ainda não utilizá-lo de forma alguma. 

    A comunicação direta com o público, entretanto, deve, sim, existir. Contudo, deve ser feita para o seu público. Como os seus clientes (e futuros clientes) se comunicam? Quais palavras usam? Qual o tom de voz? Descubra isso e aprenda a falar com eles.

    Assim, suas campanhas de marketing também podem ser assertivas como as das empresas telefônicas. Nada nos impede de reproduzir as técnicas dos grandes – muito pelo contrário, são ensinamentos preciosos.

    Na dúvida, você pode contar com um profissional para te ajudar. Que tal me chamar para uma conversa?

  • Minimum Lovable Product (MLP): por que desenvolver produtos apaixonantes

    Minimum Lovable Product (MLP): por que desenvolver produtos apaixonantes

    A ideia de pensar grande e começar pequeno é amplamente conhecida por ser uma boa forma de construir um produto, e o Minimum Lovable Product vem para ajudar nessa jornada.

    Comece com um conceito que seja viável, factível e desejável. Após, mantenha esse conceito de longo prazo em mente construa algo pequeno. Por fim, colete feedback o mais rápido possível e evolua o desenvolvimento a partir disso.

    A definição de Eric Ries de um Minimum Lovable Product (MLP) é “a versão de um novo produto que permite que uma equipe colete a quantidade máxima de aprendizado validado sobre clientes com o mínimo de esforço”. Em tradução literal, é um mínimo produto adorável/amável.

    Isso faz parte do processo de qualquer MVP. Contudo, se você já criou ou viu algum produto em sua primeira versão mínima, pense comigo: quão atraente é um MVP?

    Pouco ou nada atraente. Entretanto, ele foca nos insights que fazem com que a empresa descubra quais são as funcionalidades que mais importam e pivote para isso.

    Entra em cena o Minimum Lovable Product (MLP)

    O Minimum Lovable Product pode ser descrito como: a versão de um novo produto que traz de volta a quantidade máxima de amor de seus primeiros membros com o mínimo de esforço.

    Pense no exemplo acima. Com ele, nós conseguimos fazer o MVP de um bolo para testar se o sabor está de acordo com o que os consumidores procuram. Contudo, ele não tem nenhum apelo visual.

    Agora, imagine o Cupcake. Assim, podemos testar tudo que o MVP testa, e mais. Ou seja, podemos testar formas, cores, diferentes tipos de toppings, embalagens. Além disso, é possível testar como o consumidor reage a isso.

    O MLP permite que seja possível entender quais são os principais recursos para o cliente, além de ser lindamente projetado. Isso faz não só que as pessoas validem se gostaram do bolo, mas que falem sobre ele.

    A grande função do MLP, portanto, é fornecer uma solução tão extraordinária que inspire emoções positivas nos seus clientes.

    Como passar de viável para amável

    1 – Entregue propósito

    Um propósito faz a conexão entre uma organização e a sociedade. Não é só pelo dinheiro, inclusive.

    Ao se concentrar no “por quê?”, você pode, por exemplo, criar conexões muito mais profundas com seu público. Por consequência, dá ao seu produto uma chance melhor de sucesso.

    Simon Sinek ressalta que você precisa despertar uma emoção com seus primeiros clientes para que eles sintam algo e que a maioria das decisões de compra seja baseada em emoção, e não na lógica.

    É aqui que entra o Círculo Dourado.

    The Golden Circle – Simon Sinek

    Basicamente, você começa a trabalhar o círculo a partir de seu centro. Ou seja: começamos a nossa conexão com o cliente através do “porquê” de alguma coisa.

    Para exemplificar, vamos pensar na Uber – uma empresa presente na vida da maioria das pessoas. Imagine, então, que você ainda não a conhece. A frase seguinte, portanto, seria o seu primeiro contato com a empresa:

    Nesse aplicativo você pode solicitar instantaneamente os serviços de um motorista nas proximidades por um preço mais acessível.

    A descrição é fiel ao serviço. Porém, ela não é envolvente, nem muito chamativa. Isso acontece porque ela se encontra na camada externa do círculo dourado. Ou seja, é o “o que”.

    Agora, vamos a uma descrição que parte do meio do círculo:

    Sabe aqueles dias em que tudo dá errado e você já sai de casa atrasado para o seu compromisso? Ou quando o preço de uma corrida de táxi até o seu destino é mais do que você gostaria de pagar? Na Uber, esses problemas não existem: do seu celular, você solicita os serviços de um motorista. O aplicativo vai encontrar o que estiver mais perto de você: tudo ágil para você não perder tempo. O preço? Bem mais baixo do que aquele que você já conhece.

    Percebe a diferença? Aqui, nos concentramos na motivação do cliente. A premissa da Uber, portanto, não é genial pois é original. Na verdade, é genial pois atende uma necessidade do cliente que antes não era atendida.

    2 – Faça uma coisa excepcionalmente bem

    Um dos grandes erros das startups que falham é fazer muito, muito cedo. Portanto, focar em uma única coisa torna mais fácil comunicar o que é o seu produto. E, principalmente, para quem ele é.

    Antes de tentar abraçar o mundo inteiro, foque em tarefas menores. Afinal, quando tentamos “atirar para todos os lados”, acabamos não acertando alvo nenhum. Aqui, é pura estratégia. Em outras palavras, defina um plano de ação e vá aos poucos.

    3 – Resolva problemas que realmente existem

    De que adianta ter um produto excepcionalmente lindo, mas que não resolve nenhum problema real?

    Foque nas dores do seu público-alvo, entregue valor de forma excepcional e torne seu produto parte da vida deles. É por essa razão que eu sempre reforço a importância de conhecer sua persona e seu público. Em suma, eles são a base de sua estratégia. O segredo para a escalada do seu produto está nas informações que essas pessoas detêm.

    4 – Crie uma comunidade para o seu Minimum Lovable Product

    Crie uma comunidade de clientes apaixonados que acreditam em sua missão e que amem seu produto. Para isso, porém, você deve aprender a se comunicar do jeito certo. Ao se colocar ao lado de seu cliente, ele se sente compreendido e cria um vínculo emocional com a sua marca.

    Em uma comunidade, os clientes recomendam o seu produto entre si. Além disso, se sentem parte de sua marca favorita. Basicamente, essa estratégia traz muitos benefícios na sua missão de criar um Minimum Lovable Product.

    5 – Deixe-os querendo mais

    “A chave do sucesso é encontrar uma maneira de se destacar – ser a vaca roxa em um campo de vacas monocromáticas.” – Seth Godin

    O Minimum Lovable Product é aquele produto impossível de consumir uma vez só. Por ser apaixonante, os clientes vão precisar dele mais vezes. Na verdade, mais do que precisar: vão querer tê-lo em mais de uma ocasião. Para essa conquista se concretizar, no entanto, é preciso saber se destacar.

    Fazer isso, é claro, não é fácil. Exige muito autoconhecimento e estudo. Por exemplo: o que os seus concorrentes mais diretos estão fazendo agora? Quais são as suas qualidades e defeitos? Com as respostas, você pode se perguntar o que você consegue fazer de um jeito melhor. Ou, ainda, como é possível fazer algo diferente.

    O Minimum Lovable Product é fruto de estudos constantes

    Lembre-se: estamos, este tempo todo, falando de sentimentos humanos. Para um produto ser apaixonante, isso requer que seus clientes sintam essa emoção em relação a ele. E, como bons humanos que somos, a mudança é uma constante.

    Por essa razão, é de extrema importância que você cultive o relacionamento com os seus clientes a todo instante. Além disso, é preciso analisá-los, entender o seu comportamento. Se você, por exemplo, ter um índice muito alto de clientes que compram um vez só e depois desaparecem, as chances de você ter um Minimum Lovable Product são mínimas. Nessas horas, estratégias como o Must Have Score te ajudam a manter o relacionamento saudável e torná-lo duradouro.

    Para começa a sua estratégia, reflita sobre a seguinte pergunta: o que faz você se apaixonar por um produto? Os seus próprios insights serão valiosos nessa jornada.

  • Como e quando utilizar o Net Promoter Score (NPS)

    Como e quando utilizar o Net Promoter Score (NPS)

    Eu já falei por aqui sobre a importância de satisfazer o seu cliente. Uma empresa que deseja escalar, afinal, precisa saber como deixar o seu público feliz. Na prática, isso pode significar muitas coisas. Entregar qualidade, por exemplo, com certeza é uma delas. Se comunicar de forma personalizada também. Hoje, entretanto, mais uma vez eu trago uma métrica valiosa: o Net Promoter Score (NPS).

    O que é o Net Promoter Score (NPS)?

    Assim como o Must Have Score (MHS), o Net Promoter Score também serve para medir a satisfação dos clientes. Contudo, sua aplicação é diferente.

    Para medir o NPS, basta fazer uma pergunta ao seu cliente:

    Em uma escala de 0 a 10, quais as chances de você recomendar a empresa para um amigo?

    A pergunta em si pode parecer simples. Aliás, tenho certeza de que você já a respondeu alguma vez, na posição de consumidor. Porém, ela traz consigo informações importantes sobre a sua marca e a forma como o seu cliente a enxerga.

    Quais são os resultados ideais para o NPS?

    Para calcular o NPS da sua empresa, é preciso considerar a seguinte escala de pontuação:

    • 0 a 6: detratores que podem potencialmente criticar abertamente a empresa
    • 7 e 8: clientes neutros, que usam seus produtos ou serviços apenas quando necessário
    • 9 e 10: promotores que podem elogiar a empresa publicamente

    Como calcular o NPS?

    Para calcular o NPS, você vai somar o número total de clientes que votou de 0 a 6 (os detratores), os que votaram 7 e 8 (neutros) e os que votaram 9 e 10 (promotores).

    Com o total de clientes e o total por categoria, você vai ter as porcentagens de clientes detratores, neutros e promotores.

    A título de exemplo, digamos que você tenha o seguinte cenário:

    NotaNúmero de Clientes
    010
    110
    210
    310
    410
    510
    610
    710
    810
    910
    1010

    Nesse exemplo, temos 70 clientes detratores (que votaram de 0 a 6), 20 clientes neutros (que votaram de 7 ou 8) e 20 clientes entustiastas (que votaram 9 ou 10).

    Teríamos então 63.64% de detratores, 18.18% de neutros e 18.18% de promotores.

    O resultado do NPS então é calculado da seguinte forma:

    net promoter score = % Total de promotores – % total de detratores

    Calculando, 64,64% (detratores) – 18,18% (promotores) = -45,46. Ou seja: o NPS calculado é de -45.

    A boa notícia é que você não precisa calcular manualmente. A forma mais fácil de calcular o NPS é inserir os dados que você obteve no https://www.npscalculator.com/

    Fred Reichheld, criador da métrica, defenda o NPS como um KPI, ou seja, um indicador de crescimento. E eu concordo com a justificativa: trabalhar a lealdade do cliente é uma das técnicas mais eficazes para o crescimento sustentável de uma marca.

    O que fazer depois de aplicar o Net Promoter Score?

    Pesquisa encerrada, o trabalho não para por aí. Agora que você já tem um indicador que mostra o grau de satisfação de seus clientes, é preciso entender as suas razões.

    De quais formas esses clientes têm engajado com a sua marca? Como tem sido suas experiências?

    Mesmo que o percentual de clientes insatisfeitos tenha sido pequeno, não os deixe de lado. Eles tiveram suas razões para tal avaliação e o seu empenho para entendê-los pode melhorar a sua reputação. E por reputação, inclusive, eu não me refiro apenas à individual, considerando o cliente que te avaliou mal. Eu tenho em mente, também, todas as pessoas com as quais esse cliente comentará sobre os seus serviços.

    Em suma, a minha maior recomendação é que você vá além dos números. Lembre-se de que por trás da estatística, há um ser humano, Esse ser humano, aliás, é a chave para o sucesso do seu negócio.

    Outra dica preciosa é que a sua empresa não se limite a aplicação de apenas uma pesquisa NPS. Você pode mandar a pergunta para um grupo diferente de pessoas todos os dias. Descobrir o momento certo de perguntar, inclusive, é outro ponto importante: nem cedo, nem tarde demais.

    A constância também merece atenção. Com o tempo, a opinião do seu cliente pode mudar. Por isso, estabelecer um período para refazer a pergunta te ajuda a manter o índice de satisfação sobre controle.

    Por que utilizar o NPS?

    Empreendedores tendem a focar apenas na aquisição de novos clientes. Essa, é claro, é uma missão extremamente válida. Porém, não deve ser a única.

    Às vezes, é mais proveitoso você reduzir o número de clientes que o abandonam depois de determinado período.

    Se todos os seus novos clientes cancelarem os serviços ou deixarem de comprar com você após certo tempo, em breve até mesmo a sua base de novos leads já será bem menor. Sem uma base de clientes fiéis, a marca não pode se sustentar.

    Na dúvida, conte com a ajuda de alguém experiente. Se o Net Promoter Score (NPS) for um desafio para você, ou se não souber como dar os próximos passos pós-pesquisa, vamos trabalhar juntos!

  • Marketing na era do minimalismo: uma reflexão sobre a tendência

    Marketing na era do minimalismo: uma reflexão sobre a tendência

    Para muitos, o marketing pode ser reduzido à ideia de chamar a atenção dos clientes. Na tentativa de conquistar um público grande e fiel, muitos profissionais acabam tomando decisões equivocadas e exageradas na hora de competir por esse tipo de atenção. Entretanto, a tendência que estamos experimentando nos últimos anos é outra. Por isso, o marketing na era do minimalismo é diferente do que muitos estão acostumados a ver – e praticar.

    O que é o minimalismo?

    Não é de hoje que muitas pessoas acreditam que menos é mais. Na era da tecnologia, o minimalismo ganhou força. Enquanto a enxurrada de informações e anúncios cresce cada vez mais, há quem acredite que a simplicidade e a desaceleração no estilo de vida são as chaves para uma existência menos caótica e mais feliz.

    No que tange ao estilo de vida, temos como um dos principais pilares do minimalismo a diminuição do consumo desenfreado. Talvez, afinal, estejamos mesmo acumulando muitos bens materiais, às vezes desnecessários para o nosso bem-estar. 

    Dessa forma, o questionamento sobre os recursos que temos utilizado tem sido cada vez mais constante. A preocupação crescente com o meio ambiente, por exemplo, fortifica essa necessidade de mudança. O peso de objetos produzidos pelo ser humano já superou o peso natural da Terra

    A tendência, entretanto, não se limita a isso. Ela também passou pela arte, pela moda e pela arquitetura, por exemplo. Por fim, conquistou o design e hoje é muito presente no marketing digital também.

    Esteticamente, o minimalismo é representado por traços mais simples e com menos exageros visuais. A arquitetura moderna, por sua vez, se utiliza com frequência de linhas mais retas, vidros e cores sóbrias. Na moda, os cortes mais retos também têm ganhado mais espaço. Na arte, essa redução de recursos é feita para impressionar. Além disso, também é uma técnica para deixar mais espaço para a mente do público que vai absorvê-la.

    No marketing, ponto central da nossa discussão hoje, o minimalismo tem grandes efeitos também. No design, vem em forma de degradês, menos combinações mirabolantes de cores e ajustes na linguagem utilizada para se comunicar.

    O design como aliado do marketing na era do minimalismo

    Recentemente, a Ponto Frio passou a ser apenas Ponto. A mudança no nome trouxe consigo um logotipo e identidade visual repaginados. A justificativa, é claro, foi a necessidade de se comunicar com um público mais amplo e jovem. Em outras palavras, tornar um clássico mais acessível aos olhos modernos.

    A Ponto não foi a única a adotar o minimalismo nos últimos tempos. A Oi, por exemplo, resolveu apostar em um logo que não só é mais limpo, como também mais versátil. Ao brincar com as cores do degradê da peça e com o seu formato, a empresa tem a liberdade de inovar seus anúncios sem perder a própria identidade.

    No que diz respeito ao marketing na era do minimalismo, o design tem sido o seu grande aliado. Esse tipo de mudança, afinal, é a mais perceptível para um público leigo no assunto. 

    O marketing na era do minimalismo usa a simplicidade para ser marcante

    Por mais que o conceito central do design minimalista seja a simplicidade, colocar a estratégia em prática não é exatamente fácil. Considere, por exemplo, que é preciso chamar a atenção do público, porém com menos elementos. Aqui, a sutileza, a personalidade e a elegância são fundamentais.

    Essa estratégia, aliás, não se resume apenas à uma mudança no logotipo. Ela se mostra, também, no design de uma postagem nas redes sociais, ou no layout de um site. Para que você entenda a diferença, pense em dois exemplos: uma página do Instagram com postagens simples e uma repleta de imagens carregadas de elementos visuais e cores fortes.

    Eu tenho certeza, inclusive, que você já viu vários exemplos de cada um desses dois tipos que mencionei. Normalmente, as páginas mais simples são mais atrativas e recebem um engajamento maior. Além de serem menos cansativas visualmente, também mostram que não precisaremos despender muito tempo para consumir o seu conteúdo.

    A Apple é outro exemplo que merece destaque. A maçã, afinal, é um ícone mundialmente conhecido. Seus produtos, em geral, têm design mais simples e são de fácil utilização. A simplicidade os torna mais intuitivos e agradáveis ao usuário. Mesmo para o público leigo esses argumentos são visíveis. Aqui, temos uma marca que exerce o minimalismo com maestria.

    De forma geral, posso dizer que o grande segredo é o conforto visual. Grandes marcas são reconhecidas mesmo com logos minimalistas porque a sua simplicidade e personalidade são marcantes. 

    Ao navegar por um site minimalista, o usuário tem uma experiência muito melhor. Isso porque consegue acessar com mais facilidade as páginas que deseja, tem em mãos um site mais intuitivo e que não cansa a sua atenção com bombardeios de cores, textos e pop-ups.

    O design é a única técnica do marketing minimalista?

    Apesar de ser a mudança mais visível, não é o único responsável por uma estratégia de marketing minimalista. A forma geral como a marca se comunica também pode tornar essa empreitada mais consistente.

    O envio de e-mails marketing, por exemplo, é algo a ser considerado. Na correria do dia a dia, ninguém gosta de ter a caixa de entrada lotada por e-mails que não deseja ler. Assim, é preciso ajustar a frequência de envios. A mesma lógica vale para o remarketing e o retargeting.

    Para quem é adepto do marketing de conteúdo, saber ir direto ao ponto – sem deixar de seduzir e encantar o público é fundamental também. Em relação à comunicação direta entre marca a cliente, através de chatbots ou equipes de vendas, uma resposta simples e completa é a melhor forma de conquistar a persona.

    O minimalismo significa que as pessoas vão comprar menos?

    Quando se trata de marketing na era do minimalismo, essa dúvida é a que mais assombra empreendedores. No que diz respeito ao minimalismo de forma geral, é impossível dizer com certeza o que o futuro nos trará. Daqui a alguns anos, pode, sim, ser que as pessoas se tornem ainda mais exigentes ao escolher suas marcas preferidas.

    Entretanto, há uma certeza: se o futuro do consumismo realmente significa comprar menos para comprar com qualidade, então, você precisa se adaptar. Afinal, se o critério será a qualidade e a conexão com a marca – como já temos visto ultimamente – é fato que a sua empresa precisa oferecer isso para o público.

    Aqui, então, entra o marketing minimalista. Essa estratégia, portanto, mostra às pessoas que a sua marca compreende o seu estilo de vida. Mais do que isso: atesta que princípios como conexão emocional e simplicidade são a base da sua estratégia.