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  • Must Have Score (MHS): quando, como e por que utilizar?

    Must Have Score (MHS): quando, como e por que utilizar?

    O feedback é uma ferramenta poderosa. O seu cliente, afinal, é a sua principal fonte de informação. E são essas informações, aliás, que te ajudam a escalar de verdade o seu negócio. Entretanto, como obtê-las? Que métricas são necessárias? Hoje, especificamente, eu quero introduzir a você o conceito de Must Have Score (MHS).

    O que é o Must Have Score (MHS)?

    O Must Have Score é, em síntese, uma métrica. Com ela, se mede o nível de satisfação do cliente com os seus produtos ou serviços. 

    O objetivo é avaliar se a sua marca tem gerado valor para os consumidores. Se ela faz, em outras palavras, uma diferença grande na vida de quem a consome.

    Como o MHS é aplicado?

    Através de uma pesquisa com os seus clientes. Nela, os participantes devem responder à seguinte pergunta:

    Como você se sentiria se não pudesse mais usar o nosso produto?

    As opções de resposta seriam:

    • Muito desapontado;
    • Um pouco desapontado;
    • Indiferente;
    • Não sei responder ou já não uso mais o produto.

    Qual é a taxa ideal de resposta?

    O Must Have Score é uma métrica que tem um resultado ideal que você deveria buscar. Isso significa que é recomendado que pelo menos 40% dos entrevistados afirmem que se sentiriam muito desapontados sem o seu produto.

    Com esse resultado, você tem um indicador sólido de que a sua estratégia tem surtido efeito na forma como o seu público vê o seu produto.

    Por que o Must Have Score é importante?

    Até aqui, você conheceu o básico do Must Have Score. Por consequência, também tem uma vaga noção do porquê de sua importância. Entretanto, o seu valor como métrica vai além.

    Para você entender a dimensão da resposta do cliente na pesquisa do MHS, eu tenho uma pergunta para te fazer:

    Como você se sentiria se não pudesse mais usar o Instagram?

    Provavelmente a sua resposta seria “muito desapontado”. Nesse exercício, aliás, você pode mentalizar qualquer produto ou serviço que seja parte inerente da sua rotina. 

    No caso do Instagram, é fato que muita gente se sentiria muito desapontada sem ele. Afinal, criamos uma espécie de dependência em relação ao aplicativo. O abrimos nas horas vagas, passamos um bom tempo consumindo conteúdo por lá. Em suma, já é parte de nosso dia a dia.

    A escalada de um negócio acontece principalmente quando o seu produto é capaz de causar esse efeito na vida dos clientes. Sua marca é indispensável? Inesquecível? Importante para quem a consome? Estes são objetivos que você deve incansavelmente buscar.

    Além disso, o Must Have Score se destaca pela intenção de reter pessoas que já são seus clientes. Muitas vezes, fazer essa retenção é mais benéfico e lucrativo do que investir apenas em conquistar novos clientes. Após fechar uma venda, não deixe que o interesse do comprador morra ali, ao final da transação. Cultive esse relacionamento – ele é a base do seu sucesso.

    O que fazer se o resultado do Must Have Score não for o ideal?

    Quando se fala em grau de dependência de marcas, é inevitável pensar nas gigantes. Instagram, Facebook, iPhone, entre outras. Sob essa perspectiva, pode até parecer impossível conseguir um resultado satisfatório com o Must Have Score.

    A verdade é que pode, sim, acontecer de as respostas da sua pesquisa não serem positivas. De primeira, muita gente não acerta na estratégia. Especialmente, aliás, quando se trata de iniciantes no marketing.

    Caso isso aconteça, é hora de voltar os olhos para a sua empresa. Dessa vez, de forma bastante aprofundada e crítica. O que está dando errado? Por que o seu produto ainda não é relevante?

    A resposta pode variar e vir de diferentes formas. Talvez, por exemplo, você esteja injetando dinheiro nos anúncios errados. Ou ainda se comunicando com um público que não é o seu. Além disso, é possível que você simplesmente não esteja se comunicando direito, mesmo que o público seja o certo.

    Defeitos identificados, é hora de tentar ser certeiro na hora de fazer uma nova estratégia

    E por onde começar? Para muitos, a resposta está na busca de alguém com mais experiência para ajudar nessa escalada. O Must Have Score, afinal, pode ser apenas o começo da mudança que a sua marca precisa.

    Se esse é o seu caso, você pode contar comigo. Podemos, juntos, fazer o seu negócio finalmente crescer e decolar.

  • Atenção visual: por que nossos olhos são tão atraídos por rostos?

    Atenção visual: por que nossos olhos são tão atraídos por rostos?

    Até o momento em que lê este artigo, você com certeza já foi impactado por um número enorme de peças publicitárias. Às vezes, nem reparamos. Mesmo assim, elas estão por toda a parte, seja na internet ou no “mundo real”. Elas, por sua vez, podem anunciar qualquer produto ou serviço. Independentemente disso, ao fim, todas elas buscam o mesmo: conquistar a nossa atenção visual. 

    Para isso, as marcas se utilizam de técnicas sobre as quais eu já falei por aqui:

    Tudo isso – entre outras técnicas – é capaz de construir uma peça publicitária assertiva. Entretanto, assim como os bons restaurantes nos conquistam, antes, pelos olhos (a visão de um prato que parece delicioso é capaz de nos despertar a fome), um anúncio também precisa ser estéticamente irresistível. Ou seja, captar a nossa atenção visual.

    A atenção visual tem tudo a ver com o neuromarketing

    Inclusive, eu também já falei de neuromarketing por aqui. Basicamente, a atenção visual diz respeito aos estímulos que o cérebro recebe quando olhamos para algo. 

    E como saber o que, exatamente, nos atrai? Por meio da neurociência! Para descobrir a direção para a qual nossos olhos se voltam – o que conquista nossa atenção visual – pesquisadores geralmente utilizam mapas de calor.

    Como é possível medir a atenção visual de alguém? 

    A ferramenta para gerar esse mapa de calor se chama eye tracker. Em resumo, é um óculos capaz de registrar os movimentos de nossos olhos. Além disso, conta ainda com um dispositivo acoplado no computador que será utilizado durante a pesquisa – para identificar para onde os participantes do estudo estão olhando.

    O resultado disso aponta quais partes de uma peça publicitária chamam mais atenção. Essas, por sua vez, são representadas na cor vermelha no mapa de calor. A escala de cores, aliás, segue esse padrão:

    • Vermelho: áreas recebem mais atenção;
    • Laranja: áreas recebem atenção moderada;
    • Verdes e amarelo: áreas que recebem menos atenção.

    Difícil assimilar tudo isso sem uma imagem, não acha? Então, vamos a um exemplo clássico: o quadro da Santa Ceia.

    É indiscutivelmente perceptível, neste quadro, que os rostos da obra atraem mais atenção do que qualquer outro elemento. O que isso significa? Que chegamos ao principal ponto de análise deste artigo:

    Somos atraídos por rostos

    Não são poucos os estudos da neurociência que deixaram esse fato bastante claro. Eu irei, aliás, trazer alguns aqui, a título de exemplo.

    Primeiramente, entretanto, eu quero deixar claro que o segredo de um anúncio que cative a atenção visual do público não está em simplesmente adicionar uma pessoa à peça. É preciso, como sempre, ter estratégia.

    Para ilustrar isso, me permita te mostrar esse anúncio:

    Na peça, mais uma vez ficou claro que o rosto é a atração principal. Tanto, inclusive, que o texto acabou recebendo bem menos atenção visual do que deveria, já que é a mensagem principal do anúncio.

    Para direcionar, portanto, a atenção visual do público para o lugar certo, a peça foi alterada dessa forma:

    A lógica por trás disso é que, num geral, tendemos a olhar para onde uma pessoa, em uma fotografia, está olhando. Viu como agora o texto recebe muito mais atenção?

    Essa atração vem da representatividade

    No livro Cidade e Alma (1993), o psicanalista James Hillman analisa – como o próprio título já sugere – a relação que nossas almas têm com as cidades onde vivemos.

    Ao longo da obra, o autor sugere que nossos reflexos nos vidros dos prédios, por exemplo, nos auxiliam a nos enxergar no espaço urbano. Ademais, também explica que precisamos nos ver nesses espaços para nos sentirmos mais pertencentes e confortáveis.

    O que isso tem a ver com o marketing? Tudo – e eu vou explicar. Pense no marketing (ou na publicidade) como uma ferramenta que, ao mesmo tempo, exerce duas funções: persuadir e informar.

    Basicamente, informamos para educar o nosso público. Além disso, persuadimos para captar a sua atenção visual e plena, ou para que possamos vender um produto.  

    Entretanto, uma persona só vai parar e absorver a sua informação se, antes, você conquistar o que? Isso mesmo, a sua atenção visual.

    É aqui que entra, aliás, tudo o que falei até agora sobre a nossa atração por rostos. Quando vemos uma pessoa real em uma imagem, inconscientemente nos identificamos com ela. Afinal, é alguém como nós que está ali.

    Esta, inclusive, não é a primeira vez que escrevo sobre como o consumo tem sido cada vez mais humanizado. Isso porque, agora, os clientes não buscam apenas produtos ou serviços – buscam identificação e princípios também. 

    Lembra do artigo da semana passada, sobre tendências de marketing que estão se consolidando agora mesmo? Nele, eu cito o boom dos vídeos e dos assistentes virtuais. O que ambos, afinal, têm em comum? Figuras humanas.

    Como usar imagens de pessoas no marketing?

    Você provavelmente já se convenceu de que usar imagens de pessoas é uma boa ideia para a sua empresa. A pergunta que fica é: como fazer isso, então? Como captar a atenção visual do seu público? 

    Para te ajudar, eu tenho algumas dicas:

    1 – Defina o seu público-alvo

    Pode até parecer repetitivo eu mencionar tantas vezes essa etapa, mas não é sem razão. Se você pretende usar imagens de pessoas, elas devem representar o seu público. Afinal, a representatividade atrai.

    2 – Inclua pessoas em peças publicitárias de forma inteligente

    No marketing, não existe fórmula mágica. Por isso, apenas incluir imagens de pessoas em suas peças não vai operar nenhum milagre nos seus resultados. É preciso, antes de tudo, ter estratégia.

    A imagem em questão deve fazer sentido na ação. Pense, por exemplo, nas instituições de ensino. A maioria delas aposta em peças publicitárias que mostra estudantes felizes, ou alcançando o sucesso. Essa, por sua vez, é uma forma de estimular o seu público a imaginar a boa experiência que terá neste lugar caso decida estudar nele.

    3 – Cuidado com os direitos autorais

    Usar imagens de pessoas para fins publicitários pode ser um assunto delicado. No ano passado, Raquel Motta, que protagonizou o meme “três reais” decidiu processar muitas empresas por uso indevido de imagem. Basicamente, essas marcas utilizaram a sua imagem como forma de autopromoção.

    O mesmo cuidado se aplica à imagem de pessoas famosas. Recentemente, por exemplo, Juliette, campeã da edição de 2021 do Big Brother Brasil, processou a Vivara por utilizar a sua imagem em uma postagem de venda nas redes sociais.

    Para evitar problemas, utilize bancos de imagens – e pague pelas imagens quando esta for a condição para utilizá-las. Se você desejar usar fotos de seus funcionários, por exemplo, para promover a sua empresa, lembre-se de solicitar a permissão do uso de imagem através de um documento oficial.

    4 – Fique atento nos detalhes

    As roupas da pessoa retratada, a posição dos braços, a direção dos olhos, o sorriso: tudo isso interfere na mensagem que você deseja transmitir. Antes de veicular uma peça, portanto, certifique-se de que todos os seus elementos conversam bem entre si. 

    O conceito da Coca-Cola, por exemplo, é bastante trabalhado sob o slogan de “abra a felicidade”. Já imaginou se, nas suas peças, as pessoas aparecem sérias demais? Com certeza não faria sentido, certo?

    Exercite a sua própria atenção visual

    Agora que você aprendeu esse conceito, é hora de aplicá-lo na sua empresa. Para ter sucesso na empreitada, nada melhor do que exercitar a análise da sua própria atenção visual. O que te atrai, por exemplo, em um anúncio? Algo te incomoda? Existe um elemento em especial que te cativa?

    Essa experiência, portanto, pessoal fará a sua percepção sobre atenção visual se tornar mais aguçada. Por consequência, as estratégias da sua empresa também se tornarão mais assertivas.

  • Tendências de marketing que estão ganhando força em 2021

    Tendências de marketing que estão ganhando força em 2021

    Quando se fala em tendências de marketing, pensamos no futuro. Geralmente, as listamos no começo de cada ano e nos preparamos para o seu fortalecimento.

    Entretanto, hoje eu te convido a abrir os olhos para o presente. Afinal, temos tendências que estão ganhando força agora mesmo, enquanto eu escrevo este artigo e enquanto você o lê. 

    Por que, então, esperar para aproveitar essas tendências na sua estratégia? Vamos a elas:

    1 – IGTV

    Você notou que, há algum tempo, o Instagram tem evidentemente incentivado a publicação de vídeos? O IGTV foi a primeira grande mudança que deixou isso claro. Se você procurar agora pelo perfil de qualquer influenciador, verá o ícone do IGTV lá.

    Nele, usuários podem postar vídeos com duração mínima de 1 minutos e máxima de 15 minutos. Se o vídeo for carregado pelo navegador, entretanto, a duração máxima pode ser de 60 minutos. 

    Ao publicar um vídeo no IGTV, ele não vai parar no feed diretamente. Para isso, então, é preciso optar por publicá-lo lá também. 

    O IGTV fez os vídeos ganharem força na plataforma. Entretanto, ele não veio sozinho. Essa afirmação, aliás, nos leva à segunda tendência de marketing:

    2 – Reels 

    O Reels também tem foco em vídeo. Contudo, está mais ligado aos stories do Instagram. Nessa função, há ferramentas para você editar vídeos rápidos, de até 30 segundos. 

    Quem dá aquela olhada nos stories com frequência – e, acredita, muita gente o faz – deve ter reparado em como os vídeos têm predominado o ambiente. Isso porque o vídeo é a tendência da vez.

    Sabia que, segundo o YouTube, 91% das pessoas aumentaram seu tempo na plataforma depois que a pandemia começou? Além disso, alguns dados publicados pela Wyzowl também nos provam o sucesso desse formato:

    • 66% das pessoas escolhem um vídeo para entender mais sobre um assunto;
    • 87% dos consumidores fizeram uma compra logo após assistir a um vídeo;
    • 96% das pessoas assistiram a um vídeo explicativo para entender melhor um produto ou serviço.

    Convencido? 

    3 – TikTok

    Não dá pra falar de vídeos e de tendências de marketing sem mencionar o gigante do momento: o TikTok. Aliás, os Reels foram criados como uma forma de não perder público para a rede social.

    De acordo com a App Annie, o TikTok foi o aplicativo mais baixado de 2020. O impacto dessa rede exclusiva de vídeos é tanto que pode ser notado em nosso dia a dia. Ainda não viu ninguém gravando um TikTok na rua? Eu duvido. Aqui vai outra: percebeu que muito do conteúdo compartilhado no Facebook e no próprio Instagram são TikToks? 

    Para adolescentes e jovens entre 16 e 23 anos, o TikTok é a principal rede social do momento. Até aqui, você já deve ter percebido a influência que a plataforma tem atualmente. Não é de se estranhar, então, que tantas marcas estejam migrando para lá. Afinal, um bom empreendedor está onde seu público também está, não é?

    4 – Podcasts 

    A era dos vídeos vem para nos lembrar que as pessoas querem consumir conteúdos de formas cada vez mais rápidas. Assim, os podcasts também estão no jogo.

    Este formato, aliás, pode ser uma excelente ferramenta para o marketing de conteúdo. Isso porque, com ele, você ainda vai encontrar pouca concorrência. Não se engane: o mercado do marketing de conteúdo é extremamente competitivo. Contudo, apesar do boom dos podcasts, se você pesquisar por um assunto muito específico, não vai encontrar tantos resultados. Ou seja, é a sua chance de se destacar.

    Além disso, pode ofertar um conteúdo de valor para o seu público. Aqui, eu falo muito da importância de educar o seu consumidor. Com um podcast bem produzido, é possível começar esse processo e conquistar novos leads.

    5 – Assistentes virtuais

    Raros são os sites que, hoje em dia, não possuem pelo menos um chatbot. Aquela janelinha que surge no canto da tela para responder perguntas, sabe? 

    Não obstante, quando se fala em assistente virtual, é difícil não lembrar de nomes como Magalu e Nat Natura. Cada vez mais marcas têm aderido à tendência. Hoje, esses personagens conquistaram o seu espaço entre o público. Em outras palavras, se tornaram tão conhecidos quanto pessoas de verdade.

    De onde vem essa tendência? Da necessidade de humanização do consumo. Hoje, um cliente dificilmente vê um produto ou serviço apenas como uma venda. Pelo contrário: ele vê como um conceito, algo digno de uma boa avaliação antes da decisão. Assim, os assistentes virtuais vêm para ajudar nesse processo.

    Para pequenas e médias empresas, talvez ter um assistente virtual como a Magalu pareça surreal. Entretanto, é possível se adaptar à tendência do seu jeito. Você pode, por exemplo, ter um profissional disponível para responder perguntas em seu site, em tempo real.

    Se adapte já às tendências de marketing

    Se estas tendências estão se desenvolvendo agora, isso significa que o momento está quentíssimo para você começar a aproveitá-las. Lembra o que falei sobre estar onde o seu público está? Esta máxima nunca fez tanto sentido. Afinal, a maioria dos usuários estão consumindo, neste exato momento, as tendências de marketing que você acabou de conhecer.

    Está esperando o que para começar? Se precisar de ajuda, conte comigo!

  • Cultura empresarial: o que é e como implementá-la

    Cultura empresarial: o que é e como implementá-la

    Todo empreendedor já esbarrou no termo “cultura empresarial”. De forma geral, todos sabem que ela é bastante importante. Eu diria, inclusive, que ela é um ponto-chave para o sucesso de uma empresa.

    Entretanto, mesmo cientes da importância, muitas pessoas não sabem exatamente o que a cultura empresarial é. Você tem alguma ideia? Se o conceito ainda é nebuloso para você, continue comigo que eu vou te trazer alguns insights ao longo deste artigo.

    O que é cultura empresarial? 

    A cultura empresarial é o termo que engloba as atitudes, comportamentos e expectativas de uma empresa. Além disso, diz respeito à missão e aos valores do lugar. Em outras palavras, é tudo aquilo que motiva funcionários e gestores todos os dias.

    Note que a cultura não é apenas sobre normas institucionais. Pelo contrário, ela é a postura e as crenças de cada indivíduo, algo que reflete na prática

    O que difere a cultura empresarial do clima empresarial?

    Os termos são bastante semelhantes. Contudo, têm significados distintos – apesar do primeiro contribuir para melhorar o segundo. 

    Enquanto que a cultura tem a ver com o modo como tudo é feito na empresa, o clima é a definição de como os funcionários se sentem no lugar. Por essa razão, inclusive, eu comentei sobre como eles se complementam. Afinal, quando a cultura empresarial é forte, o clima dentro do ambiente de trabalho melhora.

    Como esse conceito pode mudar o dia a dia no trabalho?

    Que efeitos, afinal, essa tal de cultura empresarial tem no dia a dia? Pois bem, eles não são poucos. Para você entender melhor, tente imaginar uma empresa que não é regida por esse conceito. Como ela seria? Eu vou te ajudar a materializar esse cenário na sua cabeça.

    Primeiramente, imagine que você é um funcionário dessa empresa imaginária. Nela, não há nenhum padrão formal no fluxo de trabalho. Assim, ninguém sabe exatamente o que deve ou não ser feito.

    Sem missões e valores, por exemplo, os clientes não seriam atendidos bem sempre. Isso porque não haveria nenhum parâmetro para guiar as ações dos profissionais de venda e atendimento.

    Consegue imaginar o caos que essa empresa seria? Sem políticas internas e externas – sem cultura empresarial – a organização vira uma bagunça. Dessa forma, a melhoria ou a busca pelo sucesso se tornam impossíveis.

    Tipos de cultura empresarial

    A cultura empresarial não é apenas um termo abstrato. Ele é, em outras palavras, também uma estratégia. Por essa razão, há mais de uma forma de se manifestar:

    • Cultura do poder: o poder da organização se concentra apenas no CEO. Este, por sua vez, movimenta cada um dos setores do lugar
    • Cultura de papéis: é pautada pela burocracia. Nela, regras e processos rígidos garantem a organização
    • Cultura da tarefa: esta é mais flexível e é centrada em resultados. Por isso, permite a influência dos funcionários nas decisões da empresa. Pode, ainda, ser chamada de cultura horizontal
    • Cultura da pessoa: encara os funcionários como a base do sucesso da empresa. Assim, prioriza o seu bem-estar e crescimento. Na prática, isso significa incentivos, benefícios e plano de carreira para os colaboradores

    Como implementar esse conceito?

    Há quatro passos fundamentais que vão criar uma cultura dentro da sua empresa:

    • Encontre os valores da sua empresa: liste estes valores e comunique seus colaboradores para que todos os compreendam. Além disso, é possível contar com a ajuda dos funcionários para listá-los
    • Transmita esses valores: na prática, quero dizer. Em cada reunião ou comunicação da empresa, eles devem estar presentes. É assim que as pessoas irão absorvê-los de verdade
    • Incentive boas práticas: recompense ações que estejam de acordo com os valores da empresa. Para isso, identifique o que já é feito e crie programas para melhorá-los
    • Monitore a cultura constantemente: dê sempre atenção aos seus colaboradores e clientes. Afinal, eles são termômetros da sua cultura empresarial. Ao notar tendências negativas, investigue os fatos para estar sempre em busca de melhorias

    A cultura empresarial é o caráter da sua empresa

    Por consequência, se este for bom, é provável que você tenha mais chances de alcançar o sucesso que tanto almeja. 

    É muito importante que você lembre que a cultura empresarial é uma construção que leva tempo. Assim, deve ser cultivada diariamente.

    Se você sente que a sua empresa ainda não tem esse conceito nos seus dias, comece o quanto antes. Volte ao primeiro passo: descobrir os valores da sua empresa. Com isso em mãos, é possível construir um ambiente frutífero e saudável.

  • Remarketing e retargeting: qual a diferença?

    Remarketing e retargeting: qual a diferença?

    Para muitos, remarketing e retargeting são a mesma coisa. Entretanto, apesar de ambos terem nomes bastante parecidos, dizem respeito a estratégias bem diferentes. Estratégias, aliás, que são bastante eficazes para quem deseja aumentar o número de conversões.

    Para compreender a diferença entre eles – e a função de cada um – vamos começar pelo remarketing. 

    O que é remarketing?

    Em termos bastante simples, significa fazer marketing outra vez, mas para a mesma pessoa. Contudo, não estamos falando de qualquer pessoa.

    O público do remarketing é aquele que já demonstrou interesse no seu produto. Basicamente, a estratégia vem para não deixar esse interesse esfriar.

    Na prática, isso acontece por meio de e-mails. Alguma vez você já recebeu, por exemplo, um e-mail te lembrando dos produtos que você esqueceu em algum carrinho virtual? Isso se chama remarketing.

    O exemplo do carrinho esquecido é apenas um meio de fazer remarketing. Enviar uma promoção também pode ser uma ideia. Ou ainda avisar o seu cliente de que determinado produto, no qual ele já demonstrou interesse anteriormente, está agora com desconto.

    Quais as vantagens do remarketing?

    Seja sincero: quando você deseja comprar algo, efetua a compra logo no primeiro e-commerce que entra? Ou investe algum tempo pesquisando opções? Segundo o Google Adwords, a porcentagem de visitantes que fazem uma compra imediata é minúscula: apenas 3%. 

    Em resumo, pouquíssimas pessoas compram algo durante a primeira pesquisa. Esse número, aliás, se torna ainda menor se considerarmos vendas cuja jornada é mais longa – e dependem de um orçamento, por exemplo.

    Por essa razão, o remarketing é importante. Com ele, você mantém o seu cliente interessado. Por consequência, ele seguirá considerando decidir fazer uma compra pela sua marca. 

    Quer mais alguns dados para se convencer ainda mais de que o remarketing é eficaz? De acordo com um relatório da AgilOne

    • 58% das pessoas gostam de receber e-mails notificando sobre promoções de produtos que elas já visualizaram anteriormente;
    • 41% dos adultos entre 25 e 34 anos desejam ser lembrados de carrinhos abandonados em lojas virtuais.

    Como colocar essa estratégia em prática?

    Primeiramente, é preciso dividir esse público em categorias. Lembre-se: estamos falando de pessoas que já se interessaram pelos seus serviços.

    Dentro deste grupo, é possível dividir os leads em:

    • Pessoas que apenas pesquisaram um produto;
    • Usuários que adicionaram itens ao carrinho, mas não os compraram;
    • Clientes que efetuaram alguma compra;
    • Pessoas que fizeram o download de algum material.

    Para cada um desses grupos, o e-mail deve ser diferente. Quem já comprou algum produto, por exemplo, pode receber ofertas de produtos que complementam sua aquisição. Ou ainda um desconto especial para compras futuras. 

    Ao enviar esses e-mails, eu recomendo que o faça em grande escala. Ou seja, envie para várias pessoas dentro de um mesmo grupo de uma vez só. Dessa forma, é mais fácil centralizar as métricas desse e-mail para avaliá-las futuramente.

    Retargeting e remarketing: qual a diferença?

    Sabe quando você pesquisa um produto e depois recebe anúncios deste item em todos os lugares? Se sim, então você sabe o que é retargeting.

    Ambos remarketing e retargeting focam em pessoas que já demonstraram interesse em sua marca. Entretanto, a diferença está na abordagem e na ferramenta utilizadas. 

    Enquanto o remarketing entra em contato com essas pessoas via e-mail, o retargeting aparece em forma de anúncios pela internet.

    Quais as vantagens do remarketing?

    O remarketing é aquele empurrãozinho que alguém precisa para enfim decidir converter. Afinal, a estratégia, como você já sabe, é extremamente focada – nos usuários que já tiveram contato com a empresa. Além disso, a frequência de exibição dos anúncios é bem mais alta do que uma campanha normal de Ads.

    Além de mostrar novamente produtos já vistos, você pode também ofertar descontos ou frete grátis. Contudo, é claro que uma boa estratégia vai além disso.

    Como colocar o retargeting em prática?

    Sem planejamento, seus anúncios não serão relevantes. Além disso, serão mais caros. Lembre que, aqui, a sua peça publicitária aparecerá constantemente. Você não deseja que isso seja motivo para o cliente cansar de vê-la, certo?

    Para um retargeting de sucesso, por onde começamos? Isso mesmo: pela segmentação de leads. Alguns exemplos são:

    • Quem visitou mais de cinco páginas do seu site;
    • Usuários que visitaram um produto específico;
    • Pessoas que clicaram no link de suas redes sociais;
    • Usuários que deixaram um comentário em sua página.

    Mais uma vez, remarketing e retargeting têm uma semelhança: as peças devem ser feitas baseadas em cada categoria. Se um usuário não visualizou seu produto, por exemplo, não há sentido em bombardeá-lo com um anúncio específico sobre o item. 

    Como o retargeting funciona?

    Para quem ainda é leigo no assunto, os anúncios parecem até misteriosos. Em um dia você visita uma página. No outro, anúncios desta página surgem o tempo todo. 

    O segredo está nos cookies do navegador. Aliás, você já deve ter notado essa mecânica por aí. Afinal, as páginas geralmente enviam uma notificação pedindo se você aceita ou não compartilhar os cookies.

    Com eles, se uma pessoa acessar outros sites, o Google vai identificar a ação e exibir os seus anúncios para o usuário em questão. Para que os cookies registrem a atividade do usuário em seu site, contudo, é preciso ter uma tag inserida no seu código. 

    É possível usar remarketing e retargeting ao mesmo tempo?

    Sim! Afinal, estamos falando de duas estratégias diferentes. Entretanto, é preciso ter bastante cuidado para que ambas as ações sejam complementares. Do contrário, elas podem ser excessivas e cansar o usuário.

    Por exemplo: como você se sentiria se, ao mesmo tempo, recebesse e-mails promocionais e muitos anúncios em diferentes páginas por aí? Com certeza, se sentiria um pouco cansado da pressão. Poderia até considerar a ação bastante invasiva. 

    Por essa razão, o planejamento é indispensável. Somente assim é possível ter uma campanha eficiente e que aumente o número de conversões. 

    Que tal começar a planejar já a sua nova estratégia?

    Se os seus leads precisavam apenas de um empurrãozinho para converter, agora você já sabe como resolver o problema.

    Para que a estratégia dê certo, não se esqueça de considerar a etapa da jornada de compra em que o usuário está. Ou seja, nada de forçar vendas para quem ainda não está perto de converter.

    Cada etapa dessa jornada é valiosa. Além disso, em cada uma é possível fazer esforços distintos para fidelizar e educar um lead. Portanto, saber o que fazer, quando fazer e como fazer é fundamental.

    Apesar de o remarketing e retargeting serem bastante utilizados para etapas de decisão de compra, é possível incluí-los em outras etapas também. Contudo, a inserção deve ser feita de forma assertiva e inteligente. 

    Se você tiver alguma dúvida sobre esse conteúdo, não hesite em me chamar para conversar. Afinal, eu posso mostrar a você como essas estratégias irão aumentar as suas conversões.

  • Stories: como utilizá-los na sua estratégia

    Stories: como utilizá-los na sua estratégia

    Há quem entre no Instagram apenas para olhar os stories. A ferramenta se tornou tão popular, que se espalhou entre outras redes sociais. No Facebook, por exemplo, ela também é utilizada. O Twitter, algum tempo atrás, tentou implementar a função também.

    Com tanto espaço conquistado, os stories fizeram os olhos de muitos empreendedores brilharem. E não é sem razão: temos, agora, mais um meio bastante fértil para usar em nossas estratégias.

    Eu gosto de pensar nos stories como um ambiente que tem vida própria. Está, sim, dentro do Instagram. Entretanto, tem suas particularidades e objetivos. Mesmo a forma como o usuário consome o conteúdo nessa plataforma é especial.

    Por tudo isso, hoje eu vou te ensinar alguns hacks para utilizar os stories ao seu favor. Vamos lá?

    1 – Utilize links nos stories

    Perfis com mais de 10 mil seguidores no Instagram estão autorizados a utilizar links nos stories. Dessa forma, o usuário acessa uma nova página apenas arrastando a atual para cima. 

    Esse é um jeito muito fácil e simples de levar mais tráfego para um site ou landing page, por exemplo. Além disso, você oferece uma experiência melhor ao usuário. Dessa forma, ele pode se aprofundar na temática do seu story, se assim desejar. 

    2 – Faça lives

    Na era digital, uma live é tão interessante quanto um evento físico. Não é à toa que tantas marcas têm se utilizado desse recurso, aliás.

    Ao fazer uma transmissão ao vivo, o Instagram permite que você interaja em tempo real com seus seguidores. Assim, é possível, ao mesmo tempo, levar conteúdo relevante para o público e estreitar os laços com ele.

    3 – Invista em Ads

    Você já deve ter notado que, entre um story e outro, uma peça publicitária sempre aparece. Isso é possível há algum tempo, desde que o Instagram disponibilizou a função de Ads também para stories.

    É importante lembrar um ponto: esses stories patrocinados não podem ser vistos mais de uma vez. Portanto, é fundamental que você construa um story que chame a atenção. 

    Nesse tópico, tenho algumas dicas para te ajudar:

    • Utilize o mínimo de texto possível;
    • Lembre-se de imprimir a personalidade e as cores da sua marca na peça;
    • Não se esqueça de que o story dura apenas 5 segundos;
    • Escolha imagens de alta resolução;
    • Considere as proporções de 16:9 ou 1080 x 1920 pixels.

    Para analisar os resultados do seu story patrocinado, considere:

    • Conversão;
    • Visualizações;
    • Cliques no link.

    4 – Explore os recursos gráficos

    Um bom conteúdo é tudo. Isso, por sua vez, significa que este deve ser esteticamente memorável também. O Instagram oferece inúmeros recursos para incrementar o seu story.

    Opções de fontes de texto, stickers, gifs, filtros, caixa de perguntas, enquetes… São muitos pontos para explorar. Contudo, lembre-se de não exagerar na dose na hora de compor um story. Muitas vezes, menos é mais.

    Dicas rápidas: domine os stories de uma vez por todas

    Como disse, as possibilidades dentro de um story são inúmeras. Portanto, trouxe mais algumas dicas rápidas para você não esquecer na hora de publicar os seus:

    • Não exagere na quantidade. É claro: tudo depende das preferências de sua persona. Mesmo assim, postar demais pode fazer os usuários cansarem da sua marca;
    • Lembre que o formato ideal para essa ferramenta é o vertical. É assim, portanto, que você enche a tela do usuário com o seu conteúdo. Ao postar em outros formatos, você dificulta o entendimento da sua mensagem;
    • Faça um conteúdo específico para os stories. Em outras palavras, nada de apenas replicar postagens por lá. Lembre que os stories são quase como uma plataforma com vida própria. Por isso, você deve criar um conteúdo específico para tal.

    Essa ferramenta te aproxima do seu público

    Pense nos stories como um ambiente um pouco mais intimista. Por alguns poucos segundos, você tem a chance de se aproximar mais do seu público. Logo, é necessário ser interessante e memorável.

    Ao criar uma estratégia para os stories, não foque apenas na venda direta de produtos. Pense, antes de tudo, em relacionamento.

    Assim, estabeleça diálogos e ofereça conteúdos interessantes. Tente criar o tipo de story que faria a sua persona colocar o dedo na tela para impedir o tempo de acabar, para se concentrar melhor na sua mensagem.

    Se bem utilizada, essa ferramenta pode ser um plus na sua estratégia. E olha a notícia óbvia, mas boa: o público você já tem, que são os seus seguidores.

    Partiu colocar as dicas em prática?

  • Técnicas de Neuromarketing: aprenda a utilizar

    Técnicas de Neuromarketing: aprenda a utilizar

    Recentemente, eu introduzi aqui o conceito de Neuromarketing. Em poucas palavras, posso resumi-lo como a exploração do cérebro humano a fim de desenvolver ações de marketing mais assertivas. E quais seriam, então, as técnicas de Neuromarketing?

    No artigo em questão, eu trouxe a Coca-Cola como exemplo. Por lá, na gigante, eles utilizam ressonâncias magnéticas funcionais (fMRI) para entender como a Coca desperta emoções nos clientes

    Ao ler isso, é compreensivo que pequenas e médias empresas se sintam incapazes de incorporar o Neuromarketing em sua estratégia. Por isso, eu decidi escrever este artigo. Afinal, este conceito é tão acessível quanto os demais que eu costumo abordar aqui. 

    Tudo o que você precisa manjar é das técnicas de Neuromarketing corretas para a sua situação.

    Técnicas de neuromarketing: X ideias para você testar

    Acredite em mim: o processo pode ser simples. E o melhor: vai fazer toda a diferença na sua estratégia. Vamos lá?

    1 – Use fotos de pessoas

    Somos seres humanos. Assim, temos tendência a nos identificar com nossos semelhantes. Uma peça de publicidade, por exemplo, nos afeta muito mais facilmente quando vemos outra pessoa nela.

    E importante: use pessoas reais. Afinal, a identificação e a representativa são atrativas aos nossos olhos.

    E por falar em olhos, tenho outra dica. Invista em imagens nas quais os olhos da pessoa utilizada na peça direcionam, também, os olhos do público. Dessa forma, é possível guiar a atenção da sua persona para a informação que você deseja. 

    2 – Trabalhe bem as imagens da campanha

    Aqui, a dica se assemelha bastante à anterior. Ultimamente, o Instagram e o TikTok têm se tornado cada vez mais populares. Além disso, os vídeos, em si, estão sendo preferidos às demais mídias.

    Com isso, entre tantas outras coisas, podemos concluir que imagens chamam a nossa atenção. Campanhas bonitas, com imagens bem trabalhadas e cenários atrativos seduzem o seu público muito mais facilmente.

    3 – Utilize gatilhos mentais

    Já ouviu falar que “não perder é muito melhor do que ganhar”? Quando um e-commerce anuncia que um produto está quase esgotando, por exemplo, muita gente o compra sem pensar duas vezes unicamente pelo medo de perdê-lo. 

    Os gatilhos mentais são muito eficazes para atingir nosso cérebro. Com eles, por consequência, ficamos em alerta quando lemos um “restam 2 unidades” ou “vagas limitadas”. 

    Quer alguns exemplos?

    • Escassez (“restam apenas 2 unidades!”);
    • Urgência (“matrículas abertas só até amanhã!”);
    • Exclusividade (“conteúdo inédito e exclusivo apenas para assinantes!”);
    • Novidade (“Anote na agenda: o lançamento do novo iPhone é hoje à noite!”);
    • Curiosidade (“quer saber mais? Clique aqui!”).

    4 – Utilize fontes de texto de maneira inteligente

    A tipografia que você utiliza para compor uma peça publicitária faz toda a diferença na transmissão da mensagem. Aqui, eu tenho algumas dicas específicas:

    • Utilize sempre as mesmas fontes dentro de uma mesma campanha;
    • Coloque termos relevantes em negrito ou itálico, para guiar a atenção do público;
    • Utilize cores para criar a ideia de contraste;
    • Ainda sobre cores, utilize-as em gatilhos mentais (vermelho para urgência, por exemplo ou escassez).

    Além disso, lembre-se que as fontes devem ser fáceis de ler. Não menos importantes, as palavras devem estar dispostas em nosso sentido de leitura (da esquerda para a direita, de cima para baixo). Afinal, quem nunca viu um daqueles memes com frases ininteligíveis por causa da disposição das palavras e sílabas?

     5 – Psicologia das cores também é uma técnica de neuromarketing

    Lembra que já falei desse assunto por aqui? As cores são carregadas de significados. Por isso, elas também alteram a forma como absorvemos uma mensagem.

    Eu recém falei sobre utilizar a cor vermelha para escassez e urgência, por exemplo. Contudo, se você tem um consultório de pediatria, tons pastéis seriam mais adequados – transmitem calma e são adequados à infância.

    6 – Aplique a ancoragem de preços

    Quando vamos às compras, avaliamos se algo está caro ou barato através de comparações. Em geral, não pensamos se o produto vale o seu preço. Pelo contrário, pensamos que outros produtos (similares ou não) poderíamos comprar pela mesma quantia.

    A ancoragem de preços, portanto, é bastante vista em feiras. Já se deparou, por exemplo, com uma promoção de “3 por 2”? Na maioria das vezes, não precisamos de tantos itens assim. Contudo, o compramos por acreditar que estamos economizando.

    Missão para a próxima campanha: utilizar técnicas de Neuromarketing

    Viu como esse conceito científico está muito mais próximo do que você imagina? Eu tenho certeza, aliás, que muitas destas técnicas de Neuromarketing já impactaram você em algum momento.

    Se, até então, nenhuma dessas ideias tinha passado pela sua cabeça, eu tenho uma missão para você. Na próxima campanha, escolha alguma (ou mais!) das dicas para colocar em ação. Após, observe os resultados da tentativa.

    Eu tenho certeza que isso te ajudará a ter um posicionamento de mercado mais efetivo e humano.

  • Métricas da vaidade: elas representam engajamento?

    Métricas da vaidade: elas representam engajamento?

    As métricas da vaidade. Por um lado, as redes sociais nos trazem inúmeros benefícios. Por outro, também supervalorizam o que é superficial. No meio disso, muito empreendedor não sabe diferenciar aparência de resultado de verdade.

    Assim, nasce o culto aos likes. Por consequência, não são poucos os empresários que veem curtidas, compartilhamentos e seguidores como indicadores fiéis e sólidos da performance de uma empresa.

    Se você tem essa visão, é hora de desconstruir este equívoco. Para te ajudar, eu trouxe aqui algumas das métricas da vaidade mais buscadas e a razão pela qual elas não significam tanto quanto você pensa.

    As principais métricas da vaidade 

    Antes de listá-las, quero que você lembre de uma coisa: essas métricas, em geral, não te ajudam a tomar decisões. Em outras palavras, elas não motivam uma mudança na estratégia.

    É claro que elas não são completamente insignificantes. Entretanto, não devem ser priorizadas na hora de analisar a sua situação, e nem devem ser objetivos da sua estratégia.

    1 – Likes

    Sua postagem teve muitos likes. Ótimo. Mas, afinal, o que isso significa mesmo? Muitas vezes, as curtidas vêm porque a fotografia utilizada agradou o usuário. Em muitas ocasiões, o like foi dado no automático: a pessoa estava apenas rolando o feed e curtiu a postagem sem prestar muita atenção. 

    Onde eu quero chegar: um like não traz consigo muita informação útil. Também, não faz diferença nos seus lucros do final do mês. Por isso, aliás, comprar curtidas é uma estratégia que não funciona. 

    2 – Seguidores

    O objetivo de muito perfil é ter muitos seguidores. Querer isso, inclusive, não é exatamente errado. 

    O problema é que esse número, por si só, não está relacionado ao sucesso da sua empresa. Para te ajudar a entender essa afirmação, quero relembrar uma história.

    Há algum tempo, a influencer Arii, com mais de 2 milhões de seguidores, fechou parceria com uma marca de camiseta. Esse acordo evoluiria se as vendas também evoluíssem. Por isso, ela precisava vender, no mínimo, 36 camisetas para a parceria continuar. Mesmo com tanto seguidor, ela vendeu apenas 32 camisetas. Falhou na sua missão – que, a princípio, parecia bastante simples.

    Por que isso acontece? Porque seus seguidores não são seus clientes. E se você não construir um relacionamento genuíno com eles, jamais se tornarão.

    3 – Compartilhamentos

    Os compartilhamentos indicam, sim, que as coisas estão indo bem. Entretanto, repito: sozinhos, eles não significam tanto assim. Especialmente se considerarmos que, às vezes, as pessoas compartilham um conteúdo não tão relevante assim para a estratégia. Como uma postagem engraçada, por exemplo.

    Para serem mais valiosos, os compartilhamentos precisam levar a outras ações. Se eles ajudaram a levar mais tráfego para o seu site, então, você deve também ter uma estratégia para conquistar esses clientes nesta nova etapa.

    4 – Visualizações da página

    Aqui, é importante explicar uma diferença entre “visualizações da página” e “visitantes do site”. As visitas do site se referem a visitantes únicos. Enquanto que as visualizações da página podem significar que a mesma pessoa visitou a mesma página mais de uma vez. 

    Vamos pensar em um exemplo bem extremo. Suponhamos que você tenha 50 visitantes únicos e 1000 visualizações da página. Neste caso, a informação relevante são os visitantes únicos. Entretanto, é comum que um empreendedor preste atenção apenas nas 1000 visualizações. 

    5 – Download de aplicativo

    Se você recém lançou um aplicativo, é ótimo que a taxa de downloads seja alta. Contudo, a longo prazo, esse dado também não significa muita coisa se analisado por si só.

    É preciso, portanto, comparar os downloads com a taxa de desinstalação. Se, por exemplo, seu aplicativo é muito baixado e desinstalado logo em seguida, isso não é um bom sinal.

    Além disso, considere a taxa de cadastros e de usuários que assinam as funções pagas dos aplicativos. Se estas estiverem altas, podem compensar até um número baixo de downloads.

    Saiba identificar as métricas da vaidade e utilizá-las ao seu favor

    Notou que muitas das métricas da vaidade até podem ser úteis quando analisadas em conjunto com o resto da estratégia? Por isso, eu repito: esses números não devem ser objetivos finais.

    Além disso, não podem ser consideradas como prioridade. Ou seja, nada de mudar a sua estratégia apenas para aumentar o número de seguidores, por exemplo.

    Um bom marketing é sólido e consistente. Um bom público, por sua vez, é engajado e converte. Acredita, agora, que apenas números não podem te trazer essas conquistas?

  • Neuromarketing: tudo o que você precisa saber

    Neuromarketing: tudo o que você precisa saber

    O nosso cérebro é fascinante. A cada estímulo recebido, ele pode reagir de mil formas diferentes. Nossas opiniões, nossas preferências, nossas emoções: tudo começa nele. Assim, não é de se espantar que o marketing tenha explorado o cérebro humano a fim de construir estratégias e conexões mais genuínas. Aliás, isso tem nome: neuromarketing.

    Como as empresas sabem o que seus clientes estão pensando? Em geral, através de pesquisas de satisfação, por exemplo. Entretanto, esse tipo de dado nem sempre é totalmente confiável. E eu posso provar:

    Você está em um mercado e é convidado a experimentar o lançamento de algum novo produto. Você prova, mas não gosta. Mesmo assim, mente ao funcionário que gostou. Talvez para não parecer grosseiro, ou porque a avaliação não é assim tão importante para você.

    É claro que esse é um exemplo bastante simplista. Contudo, toca no ponto que eu quero chegar: às vezes, mesmo as pesquisas de mercado mais elaboradas não encontram a verdade de cada cliente. Somos seres humanos, afinal. Em outras palavras, nem sempre nossas ações vão ser fiéis aos nossos pensamentos.

    E o que o neuromarketing faz, então?

    O Neuromarketing deseja se livrar de achismos. Em suma, ele busca compreender as ações do público com base nas informações processadas em seu cérebro.

    Você nunca se perguntou por que uma pessoa prefere determinada marca? Ou por que ela compra (ou não) algum produto? As respostas para isso podem ser muito mais complexas do que você imagina. Aqui, a neurociência entra na jogada.

    Voltemos ao começo deste artigo, quando falo dos estímulos que nosso cérebro recebe. Nessas ocasiões, nossas pupilas podem se dilatar, por exemplo. Às vezes, há também uma resposta muscular, ou o aumento da nossa temperatura corporal.

    O neuromarketing, por sua vez, faz uso dessas informações. Com elas, uma empresa pode ser mais assertiva ao desenvolver uma estratégia. Afinal, vai saber, de verdade, pelo que o seu público é atraído.

    Em termos mais simples, aprendemos a criar os estímulos ideais para acionar cada parte do nosso cérebro.

    E que partes são essas?

    Um neurocientista chamado Paul MacLean desenvolveu uma teoria bastante interessante sobre o nosso cérebro. O nome dela é Teoria do Cérebro Trino. Em resumo, ela divide esse órgão em três partes:

    • Cérebro reptiliano: ou, ainda, cérebro instintivo. Basicamente, essa área é responsável pelos reflexos às nossas emoções primitivas. Assim, é ele que ativa nossos instintos de sobrevivência, como a necessidade de comer ou dormir.
    • Cérebro límbico: esta parte é responsável pela memória. Isso significa, então, que muita informação é armazenada aqui. O cérebro límbico também controla emoções mais complexas e sensações relacionadas aos cinco sentidos.
    • Neocórtex: em resumo, é aqui que nos diferenciamos dos demais animais. Isso porque, nesta parte, estão os lobos cerebrais que nos permitem pensar de forma racional e abstrata. É nessa parte, também, que nasce a nossa criatividade

    E o que isso tem a ver com o neuromarketing?

    Ao entender como o nosso cérebro funciona, é mais fácil desenhar ações que o estimule. Além disso, é possível saber como ativar cada parte dele. 

    Para entender melhor como a mágica acontece, eu trouxe um exemplo da gigante que todos conhecemos muito bem: a Coca-Cola.

    Após ler esse nome, você com certeza lembrou de algo. Dos comerciais incríveis de Natal, talvez. Ou ainda de alguma outra campanha marcante – a Coca tem tantas!

    Uma parte bem grande desse sucesso se deve à ressonância magnética funcional (fMRI). Um exemplo da aplicação desta técnica são os testes cegos, nos quais uma pessoa bebe, sem saber, um copo de Coca-Cola e outro de Pepsi. Neste caso – de olhos vendados – a percepção sobre os refrigerantes não muda muito.

    Entretanto, quando os participantes sabiam que estavam tomando Coca-Cola, o cérebro reagia de forma diferente. Desta vez, a parte límbica era ativada. Ou seja, a área responsável pela nossa memória.

    Com isso, é possível concluir que a marca mexe com a percepção sensorial dos consumidores. O conceito de felicidade, aliás, é uma marca registrada da Coca – e, pelo visto, a técnica para nos envolver nesse conceito funciona. 

    Em um dia de muito calor, a imagem de uma garrafa claramente gelada do refrigerante não te faz salivar? Pois é, esse é o seu cérebro sendo estimulado pelo neuromarketing.

    Como usar o neuromarketing no seu conteúdo?

    Frequentemente, o neuromarketing é aliado ao marketing de conteúdo. Dessa forma, é possível oferecer ao cliente uma experiência de maior valor.  

    Aqui, eu trouxe o exemplo das ressonâncias magnéticas usadas pela Coca-Cola em suas pesquisas. Contudo, isso provavelmente pode parecer muito fora da realidade para você. A boa notícia é: o neuromarketing pode, sim, ser aplicado agora na sua estratégia. Como?

    1 – Invista em um conteúdo simples e acessível

    A parte reptiliana de nosso cérebro, por exemplo, não se envolve com o que é abstrato. A partir disso, é melhor que você aposte em conteúdo acessível, fácil de entender. 

    2 – Utilize boas imagens

    Rimos de memes o tempo todo. Além disso, às vezes, uma figurinha no WhatsApp expressa melhor o que temos a dizer do que as nossas próprias palavras. O que eu quero dizer com isso? Que imagens têm força e valor.

    Portanto, invista em uma boa identidade visual. Não obstante, utilize também boas imagens, que transmitam as emoções e sensações que a sua marca deseja.

    3 – Escreva para seres humanos

    Você deve, sim, se preocupar com os algoritmos do Google. Afinal, eles podem levar o seu conteúdo mais longe. Entretanto, não esqueça de que há um ser humano lendo o que você escreve.

    Um bom conteúdo não é frio, nem robótico. Pelo contrário, ele é feito por pessoas, para pessoas. A minha dica para mandar bem nessa missão é: tenha uma persona.

    4 – Impressione e emocione os seus clientes

    Aqui, as ações ideais dependem do tipo de serviço ou produto que a sua empresa oferece. 

    Quem não lembra, por exemplo, da campanha “Beleza real”, da Dove? Nela, mulheres eram retratadas de duas formas: a partir de suas próprias descrições de si mesmas e a partir das descrições de terceiros. Tudo isso para incentivar o seu público a se olhar com olhos mais gentis, afirmando que há, ali, muito mais beleza do que eles enxergam.

    Esse é um exemplo de estratégia que se utiliza da emoção. Às vezes, um bom vídeo, a partir de uma boa ideia, é capaz de emocionar. Em outras, oferecer uma experiência marcante é o suficiente.

    Não confunda persuasão com manipulação

    Para muitos, o neuromarketing pode parecer desonesto e invasivo. Entretanto, é importante lembrar que ele não existe para manipular alguém. Pelo contrário: ele deve ser utilizado para encontrar formas melhores de oferecer experiências de valor aos clientes.

    Ou seja, a técnica serve para encontrar o melhor para o seu cliente, e também para a sua empresa. Em outras palavras, você não usa o neuromarketing para manipular, mas sim para compreender o público.

    A sua estratégia é capaz de conquistar seus clientes?

    Seja sobre o neuromarketing, ou qualquer outra técnica, já reparou que tudo é pensado para envolver e conquistar clientes, em vez de apenas “vender mais”?

    Isso acontece porque esse “vender mais” é uma consequência. Ou seja, se a sua marca tem valor e sabe se comunicar com o seu público, o sucesso e o lucro vêm. 

    Na era em que estamos vivendo, com clientes tão ligados aos próprios princípios e aos princípios das marcas, o marketing deve ser, acima de tudo, humano.

    Assim, o neuromarketing entra nessa história. Se queremos, afinal, conquistar pessoas, devemos entendê-las. Para isso, nada melhor do que entender o funcionamento de um de nossos órgãos mais preciosos: o cérebro.

  • Comunicação assertiva: é possível aprender isso agora?

    Comunicação assertiva: é possível aprender isso agora?

    Ninguém nasce extrovertido ou introvertido. É claro que, conforme a vida passa, desenvolvemos nossa personalidade. Naturalmente, tendemos mais para um lado ou para outro. Depois de adultos, acreditamos que não tem mais volta e insistimos em nos categorizarmos de forma definitiva. Com a comunicação assertiva, o mesmo acontece.

    Entretanto, com esforço e dedicação, tudo é mutável. Por isso, se você não acha que, hoje, é um mestre na comunicação assertiva, eu te garanto: você pode ser.

    A pergunta é: como?

    Eu sei que muitas pessoas buscam essa evolução por motivos profissionais. Inclusive, ainda neste artigo, eu vou trazer alguns dos benefícios da comunicação assertiva para a sua carreira. 

    Entretanto, adquirir essa habilidade requer mudanças na vida pessoal, também. Os frutos disso, aliás, são proporcionais. Ou seja, a comunicação assertiva vai mudar a sua forma de se comunicar em todos os âmbitos.

    5 dicas para uma comunicação mais assertiva

    Aqui, eu quero listar 7 dicas bastante práticas para você aprender a se comunicar melhor. 

    1. Aprenda a ouvir e a entender outras pessoas: a comunicação é uma via de mão dupla. Por isso, um comunicador não sabe apenas se expressar bem. Ele sabe, também, como compreender as outras pessoas.
    2. Preste atenção na forma como você fala: isso engloba suas expressões faciais e seus gestos. Afinal, o seu corpo também é uma ferramenta de comunicação. O tom de voz e a velocidade da fala, inclusive, também tornam a mensagem mais (ou menos) clara.
    3. Tenha embasamento, mas não esqueça de ser humilde: tendemos a nos comunicar melhor quando entendemos do assunto que está sendo discutido. Por essa razão, buscar conhecimento melhora a sua comunicação. Entretanto, não esqueça de ser humilde. Ou seja: quando não souber algo, não sinta receio de admitir isso.
    4. Saiba o momento certo de falar: isso pode significar não interromper as outras pessoas. Em outras palavras, ser respeitoso. Além disso, significa também esperar que uma ideia esteja “madura” dentro da sua cabeça para dar vida à ela, em voz alta.
    5. Aprenda a intermediar diálogos: imagine que seus funcionários estejam com dificuldades para se expressar. Aqui, é possível encorajá-los a tentar fazer o melhor possível para se entenderem. Inclusive, quando você explora os modos de se comunicar de outras pessoas, também aprende muito sobre como ser assertivo.

    Como a comunicação assertiva muda minha vida profissional?

    Há algum tempo, escrevi um artigo sobre como se tornar um líder. Nele, uma das dicas é que você precisa saber se comunicar.

    Resumidamente, uma comunicação assertiva te transforma em uma referência. Ao ser um empreendedor, é natural que você seja uma inspiração para a equipe. O jeito com o qual você se comunica, por sua vez, te ajuda a exercer melhor sua influência.

    Além disso, a comunicação assertiva faz com que você transmita a mensagem da forma certa. Quantas vezes, afinal, não conseguimos fazer uma ideia vingar por pura e simplesmente não saber como dizê-la em voz alta? Aqui, por consequência, se perdem boas oportunidades. 

    Você precisa começar a se comunicar melhor agora mesmo

    A comunicação assertiva não é uma habilidade que você deve treinar apenas de vez em quando. Afinal, a comunicação é a base de tudo. Ou seja, das nossas relações, do nosso dia a dia etc. 

    Se você deseja melhorar a sua forma de se comunicar, precisa começar agora. Mais do que isso: precisa transformar essa dedicação em hábito. Mesmo nos pequenos momentos do dia a dia, experimente se atentar mais ao seu modo de se expressar.

    E não se esqueça: os grandes feitos estão reservados apenas para aqueles que ousam ir mais longe. Para chegar lá, entretanto, você precisa desafiar até mesmo o que você acredita ser a sua própria natureza.