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  • Customer Experience: o que é e como aplicar

    Customer Experience: o que é e como aplicar

    Estamos no meio da chamada “Era do Cliente”. Nela, o consumidor é o foco das estratégias. Além disso, o cliente agora valoriza mais do que a qualidade do bem ou serviço, valoriza a experiência como um todo. É daí, inclusive, que nasce o conceito de Customer Experience.

    O que é a Customer Experience?

    Em português, é a experiência do cliente. Esse conceito engloba todas todas as percepções e sentimentos que um cliente tem antes, durante e depois de fechar uma venda com a sua empresa.

    Percebe como a Customer Experience é ampla? Quando um usuário navega pelo seu site, por exemplo, já está vivendo a experiência. Além disso, quando entra em contato com seus vendedores ou recebe e-mails pós-venda, também está construindo uma visão sobre a sua marca.

    Em resumo, a experiência do cliente constrói a forma como a sua empresa é vista. É, em outras palavras, a sua reputação. Aquilo que vai fazer o cliente voltar a comprar com você, ou partir para o concorrente, por exemplo.

    Como melhorar a Customer Experience?

    Toda ação tem uma reação, certo? Sob essa lógica, tudo o que você oferecer para o cliente, vai causar alguma impressão nele. Até aqui, provavelmente você já entendeu como a Customer Experience é crucial para a sua marca.

    Por isso, ela precisa ser marcante. E como colocar isso na prática? Primeiramente, eu recomendo que você siga essas cinco dicas:

    1 – Entenda quem é o seu cliente

    Uma experiência marcante faz o cliente se sentir especial. Entretanto, para conseguir essa façanha, é fundamental que, antes, você saiba quem é o seu cliente.

    Afinal, pessoas têm personalidades e necessidades diferentes. Logo, é natural que você se comunique de forma assertiva com aqueles que são clientes e possíveis clientes da sua empresa. 

    2 – Diminua o esforço do cliente

    Torne a jornada de compra fácil. Aqui, é possível apostar em muitas estratégias. Uma delas, por exemplo, é ter um site simples de navegar. 

    Além disso, deve ainda se comunicar de forma clara e acessível, bem como prestar um atendimento rápido e atencioso.

    3 – Invista em emoções

    A “Era do Cliente” traz consigo uma característica bastante peculiar. Agora, os sentimentos contam mais do que apenas o preço de um produto ou serviço.

    Por essa razão, construir um vínculo emocional entre sua marca e seus clientes é imprescindível. Como? Faça com que o cliente se sinta ouvido. E não somente isso: entregue, também, uma experiência personalizada. Torne o cliente o centro de suas atenções.

    4 – Entregue uma jornada de sucesso

    Isso significa que o cliente precisa atingir seus objetivos durante a interação com a sua marca. Encontrar o produto que deseja, por exemplo, é uma forma de colocar isso em prática.

    Ter suas dúvidas sanadas e as suas dores compreendidas também podem ser boas estratégias aqui. Tudo é válido, aliás, desde que não sobre nenhuma necessidade do cliente esquecida.

    5 – A Customer Experience não termina após uma venda

    Na 3ª dica, falei sobre criar vínculos. Aqui, eu reforço: um vínculo emocional não pode ser cortado após o fim da venda. Dessa forma, se tornaria apenas interesse, e não uma relação.

    Portanto, mantenha o contato após a venda. Ou seja, se preocupe com a satisfação do cliente e continue sendo um provedor de soluções para suas necessidades.

    O cliente está no centro da sua estratégia?

    No fim, o cliente é a razão pela qual a sua marca existe. É para ele a sua empresa constrói suas estratégias, certo? Também, são os clientes que ditam o sucesso (ou não) da sua empresa.

    Coloque já o consumidor no centro da sua estratégia. Depois disso, vai perceber como as suas conversões de venda serão muito mais frequentes.

  • User Experience: o que é isso?

    User Experience: o que é isso?

    O termo, aliás, é frequente. Quem utiliza estratégias de marketing no trabalho, certamente já ouviu falar em User Experience (UX). 

    Sua tradução literal é “experiência do usuário”. Entretanto, na prática, o que isso significa exatamente? Onde aplicamos?

    Continua comigo que nós vamos entender juntos tudo sobre a UX. 

    Antes de tudo: do que a User Experience se trata?

    O próprio termo já entrega o jogo. User Experience existe para proporcionar ao público uma experiência agradável no ambiente digital da sua empresa. 

    Para essa estratégia ser aplicada, primeiramente é preciso entender de comportamento humano. O que isso significa, então?

    Pesquisadores dessa área estudam as preferências dos usuários. Ou ainda qual a lógica é usada por eles ao navegar em um site, ao utilizar um produto, um aplicativo, etc.

    A partir disso, se cria uma estratégia de UX. Essa, por sua vez, tem três pilares principais:

    • Utilidade: o serviço ou a ferramenta é útil para o cliente?
    • Facilidade: é fácil para o cliente? O cliente encontra dificuldades para encontrar o que precisa?
    • Prazer: usar suas ferramentas e serviços é interessante e divertido de alguma forma?

    Explorar essas questões é o mesmo que mapear as necessidades dos usuários. Por consequência, você terá o necessário para desenvolver uma experiência inesquecível para eles.

    Por que UX é importante?

    A experiência é o que faz o seu cliente comprar ou não com você. E mais: é também o que faz ou não com que ele volte. 

    No fim, tudo é sobre experiência. O preço, o atendimento e a qualidade, por exemplo, são experiências também. No ambiente digital, temos ainda outros aspectos. Nesse caso, o design, a usabilidade e a facilidade de acesso também contam pontos.

    A experiência, portanto, interfere no modo como o seu cliente enxerga a sua marca. Quando ela é positiva, é mais provável que os clientes recomendem sua marca. 

    Além disso, aumenta o tráfego orgânico do seu site e facilita a aquisição de novos leads. O tempo de permanência na página também aumenta, falando nisso. E quanto mais tempo um usuário passa no seu site, mais chances você tem de conquistar uma conversão. 

    Uma boa Experiência do Usuário (UX) também leva o consumidor a comprar mais de você. Afinal, se um cliente absorve bem o seu conteúdo, é mais provável que ele o escolha na decisão de compra

    Como aplicar User Experience em um site?

    No ambiente digital, os sites são um dos principais focos da estratégia de UX das empresas

    Por isso, eu fiz um checklist de tudo o que o site da sua empresa precisa ter para fornecer uma boa experiência aos visitantes.

    • O carregamento deve ser rápido: se a página demora para carregar, é improvável que os visitantes esperem por muito tempo
    • Ele deve ser acessível e responsivo: É possível abrir o seu site em qualquer plataforma? (Android, iPhone, Tablets, TVs, etc)
    • A usabilidade precisa ser fácil: o cliente não pode ter dificuldade para encontrar o que precisa. A informação precisa ser clara e direta
    • O site deve ser confiável: isso significa que você não deve expor os usuários a spam, deve utilizar mecanismos de segurança atuais (SSL/HTTPS) e garantir a segurança dos dados que você capta do seu usuário
    • O ambiente deve ser agradável: aqui, o design faz o trabalho de deixar a experiência atraente. Imagens, cores e tipos de fonte são elementos que devem compor esse ambiente
    • O conteúdo deve ser escaneável: o seu cliente deve ter o poder de encontrar seu site, produtos, serviços e conteúdo através dos buscadores

    A experiência do usuário é o que te torna memorável

    Buscamos informações online a todo momento. Antes de comprar algo, pesquisamos. Correto? Por consequência, é no seu site, plataforma e aplicativo que os clientes (e futuros clientes) irão buscar e consumir informações.

    Basicamente, a User Experience é o intermediário entre o desejo de comprar e a decisão de compra. A UX, em outras palavras, é quem convence o seu público de que você é o melhor no que faz.

    Além do ambiente digital, o conceito de UX pode ser levado para outros âmbitos, até mesmo o offline. Pense na experiência do seu cliente ao entrar em uma loja, no seu escritório, ao ser abordado pelo seu vendedor, atendido pelo seu suporte, etc. Tudo isso influencia na experiência do seu cliente.

    Por isso, eu asseguro: investir em UX não é algo que pode ser deixado para depois.

  • Marketing de conteúdo: tudo o que você precisa saber

    Marketing de conteúdo: tudo o que você precisa saber

    O marketing de conteúdo tem sido o assunto da vez — há um bom tempo, aliás. Basicamente, essa modalidade vai na contramão do marketing tradicional. Como assim? Simples: o trabalho não é focado na promoção direta da sua marca.

    Achou difícil imaginar como isso é feito na prática? Pode ficar calmo. Nesse artigo, você vai encontrar um guia definitivo do que é o marketing de conteúdo. 

    Antes de tudo: o que é o marketing de conteúdo?

    Agora sim: vamos aos detalhes. Dizer que os consumidores estão mais exigentes se tornou um clichê. Afinal, mais do que um bem ou serviço, eles querem valor.

    É aqui que o marketing de conteúdo entra. Em resumo, a sua marca oferece um conteúdo relevante para o seu público-alvo. Dessa forma, você vai gerar valor para os clientes. Assim, estes vão construir uma visão positiva da sua empresa.

    Nesse processo, a venda se torna uma consequência. Lembra que eu falei que o marketing de conteúdo não é focado em vender? Aqui, a sua estratégia deve consistir em ser útil ao seu público.

    Um conteúdo útil e relevante é aquele que responde a uma dúvida. Ou ainda que ensina algo a quem está consumindo esse conteúdo. 

    É dessa forma que os futuros clientes têm uma experiência positiva com a sua marca. E o melhor de tudo: de forma natural. Sabia que as pessoas se sentem mais propensas a fazer negócio com empresas das quais gostam?

    O marketing de conteúdo serve exatamente para isso: para fazer o seu público gostar da sua marca.

    Como o marketing de conteúdo é feito na prática?

    Aqui, precisamos falar de Inbound Marketing. O Inbound é uma das técnicas de marketing mais utilizadas e o marketing de conteúdo é a sua premissa. 

    Resumidamente, essa técnica busca atrair o público de forma sutil e não-invasiva. Para atingir esse objetivo, ele se desdobra em quatro fases:

    • Atração: lembra do conteúdo de valor sobre o qual eu falei no começo? Por meio de conteúdos de atração é possível atrair interessados para a sua marca. Ainda podemos dividir a atração em 4 fases diferentes:
    • Conversão: aqui, o público se aproxima um pouco mais da sua marca. Sabe quando você deixa o seu e-mail para receber um material pelo qual está interessado? Isso é uma conversão. Com ela, interessados se transformam em leads
    • Venda: enfim, a venda. Após cultivar esse relacionamento com base no conteúdo, é possível saber se o lead se interessa pelo seu produto ou não. Caso se interesse, é hora de ser mais incisivo na abordagem
    • Cultivo da relação: o marketing de conteúdo e o Inbound Marketing visam construir um relacionamento duradouro. Por isso, o trabalho não termina após uma venda ser fechada. Depois disso, é preciso manter o cliente encantado.

    As fases da jornada de compra

    Dentro da jornada de compra do Inbound Marketing, podemos citar as 4 fases que o seu cliente passa até estar pronto para tomar uma decisão de compra:

    • Aprendizado e descoberta: conteúdos de topo de funil que eduquem seu público sobre um problema que ele precisa resolver
    • Reconhecimento do problema: seu público entendeu que tem um problema e começa a buscar soluções para ele
    • Consideração da Solução: começa a considerar as soluções disponíveis para o problema (relacionando ao que sua empresa resolve)
    • Decisão de Compra: a solução em si, o que sua empresa pode fazer pelo cliente.

    De forma geral, é possível dizer que o Inbound Marketing conquista clientes. A palavra “conquistar”, aliás, é bastante pertinente aqui. 

    Para explicar o porquê, vou usar a metáfora do casamento. Ninguém pediria outra pessoa em casamento no primeiro encontro, certo?  Antes de um casal selar a união dessa forma, passa por anos de relacionamento. É, basicamente, uma conquista.

    Com as vendas acontece o mesmo. Se você oferecer seu produto de forma abrupta e incisiva para um possível cliente, muito provavelmente ele vai recusar a oferta. Agora, se você cultivar uma relação antes da proposta, as chances de a venda ser bem sucedida são muito maiores.

    Entende aonde o marketing de conteúdo e o Inbound Marketing querem chegar?

    Marketing de conteúdo na prática: o funil de vendas

    O conteúdo que você vai criar também passa por fases. Juntas, elas formam o funil de vendas.

    Basicamente, o funil serve de orientação para o processo de vendas. Essas orientações, por sua vez, são chamadas de topo, meio e fundo de funil.

    Topo de funil

    Nessa etapa, é comum que o público nem sequer esteja interessado em comprar seu produto. Ou seja: as pessoas nem sequer sabem que precisam do que você tem para oferecer.

    Lembre-se: aqui, o cliente ainda não sabe que tem uma dor a ser resolvida. Nessa fase, ele vai apenas começar a vislumbrar essa necessidade de precisar de uma solução.

    Por isso, o conteúdo aqui deve ser algo que atraia o futuro cliente, que seja interessante para ele. Pense nesse conteúdo como a porta de entrada para o processo de vendas.

    E que conteúdos são esses, afinal? Eles podem ser artigos em blogs ou vídeos, por exemplo.

    Meio de funil

    Um futuro cliente no meio do funil já sabe que tem uma necessidade a ser sanada. Agora, precisa de soluções.

    Por essa razão, a sua marca deve focar o conteúdo nessas possíveis soluções. Por esse motivo, artigos de blog continuam sendo uma boa opção, por exemplo. Entretanto, é importante manter o tom leve de abordagem. 

    Fundo de funil

    Agora sim. A esperadíssima hora da abordagem de vendas finalmente chegou.

    Aqui, está liberado o uso de conteúdos mais incisivos. Afinal, é nesse momento que o cliente faz a decisão da compra

    Esses materiais devem focar exclusivamente na venda e devem mostrar todos os detalhes possíveis sobre a sua solução. 

    Como executar uma estratégia de conteúdo

    De nada adianta saber a teoria, se não soubermos como colocar ela em prática. Por isso, agora é hora de entender como criar a estrela desse tipo de marketing: o conteúdo.

    1 – Defina as palavras-chave

    As palavras-chave são essenciais para que as pessoas encontrem o seu conteúdo. Por isso, elas devem estar diretamente relacionadas ao seu negócio.

    2 – Escolha o formato do conteúdo

    Pode ser artigo de blog, vídeo, infográfico, e-mail marketing… Explore todas as possibilidades. Inclusive, eu recomendo fortemente que você varie os formatos. Desse jeito, mantém a atenção do seu futuro cliente ativa.

    Seja lá qual for o formato que escolher, faça um bom trabalho. Não crie textos desnecessariamente longos, por exemplo. Nem use palavras-chave em demasia e de forma não-natural — isso acaba com a experiência do usuário.

    3 – Trabalhe a escaneabilidade

    Se você ainda não conhece esse termo, recomendo que leia esse texto aqui.

    Em resumo, ter um conteúdo escaneável é ter um conteúdo fácil de consumir. Para isso, você pode usar imagens, intertítulos, palavras-chave e vídeos, por exemplo.

    Tudo aquilo que for utilizado para melhorar a experiência do usuário e para trazer qualidade ao material ajuda você a aparecer nas primeiras páginas do Google.

    4 – Faça uma revisão

    O conteúdo é relevante para a sua empresa? O assunto escolhido está de acordo com os seus objetivos? A linguagem representa a personalidade da sua marca?

    Tudo isso pode ser observado em uma boa revisão. Os erros gramaticais também não passam dessa peneira, é claro. 

    Aqui, a dica de ouro é: jamais publique um conteúdo sem antes revisá-lo.

    O que o marketing de conteúdo faz pela sua empresa?

    Respondeu essa pergunta afirmando que o marketing de conteúdo aumenta suas vendas? Você está certo. Entretanto, está longe de ser só isso.

    O marketing de conteúdo traz outros benefícios incríveis para a sua marca, olha só:

    1 – Constrói autoridade

    Ao criar conteúdos relevantes, sua marca se posiciona no mercado como autoridade no assunto. As pessoas, ao consumirem o que você publica, o terão como referência na área.

    2 – Aumenta o tráfego do seu site

    Uma pessoa que tem dúvidas sempre recorre ao Google. Por isso, se o seu conteúdo for de qualidade, as pessoas o encontrarão quando pesquisarem pela sua palavra-chave.

    Por consequência, os acessos do seu site vão subir. Uma vez no site, essas pessoas terão contato com a sua marca e os seus produtos. E isso, aliás, me leva ao benefício seguinte.

    3 – Fixa a sua marca na memória das pessoas

    O marketing de conteúdo, quando bem feito, ajuda as pessoas a lembrarem da sua marca. Se você se posicionar como autoridade em determinado assunto, elas lembrarão de você.

    E como eu já disse, é muito mais provável que os consumidores optem por marcas que já conhecem. Por isso, foque a sua estratégia em ser memorável.

    4 – “Educa” o mercado

    Às vezes, as pessoas não entendem muito bem a sua área de atuação. Ou ainda não veem necessidade nas suas soluções.

    O marketing de conteúdo serve também para “educar” o público a respeito desses detalhes. Em suma, ajuda as pessoas a entenderem por que o seu serviço ou seu produto são importantes.

    5 – Aumenta o engajamento com a sua marca

    O marketing de conteúdo aprofunda a sua relação com o seu público, correto? Dessa forma, é natural que eles se sintam à vontade para engajar com a sua marca.

    Eis aqui mais um benefício dessa estratégia: você terá clientes que gostam da sua marca, falam com ela e até a defendem.

    Não utilizar o marketing de conteúdo é estar desatualizado

    Talvez a sua marca ainda não utilize o marketing de conteúdo em sua estratégia. Entretanto, pode ter certeza: o seu concorrente utiliza.

    A forma como escolhemos os produtos que vamos comprar mudou. Na internet, somos bombardeados por anúncios o tempo todo. Quais chamam a sua atenção? O que as suas marcas preferidas fazem que as outras não têm feito? 

    Nossas escolhas têm a ver com a relação que construímos com essas marcas. Optamos por comprar com aquelas que compreendem nossas necessidades, que nos informam e que nos cativam.

    Uma venda direta, feita de forma seca e abrupta, não constrói essa relação. Em outras palavras, não conquista.

    Entendeu o que o marketing de conteúdo pode fazer por você?

  • Psicologia das cores: como a personalidade da sua marca afeta os clientes

    Psicologia das cores: como a personalidade da sua marca afeta os clientes

    Parece até conversa fiada, mas é neurociência. A psicologia das cores tem sido um assunto cada vez mais recorrente no que diz respeito ao marketing. 

    É não é à toa: as cores podem interferir na forma como o seu cliente se sente em relação à sua marca. Ou como eles se sentem quando entram no seu site ou na sua empresa, por exemplo.

    A ideia ainda parece muito abstrata para você? Então, primeiro vamos entender o que é a psicologia das cores.

    As cores afetam o seu cérebro

    Já reparou que hospitais e escolas são, em sua maioria, pintados em tons claros? A escolha das cores tem explicação. Tons claros de azul ou verde, por exemplo, tendem a nos acalmar. Ainda, tendem a melhorar o nosso foco.

    Você já viu um escritório de advocacia usar cores chamativas e alegres? Provavelmente não. E se viu, foram pouquíssimos. Aqui, a explicação é outra: cores sóbrias e escuras transmitem seriedade e credibilidade.

    Isso tudo não se trata de palpites. Essa interpretação das cores é um estudo. Esse estudo, por sua vez, se chama psicologia das cores.

    O que é a psicologia das cores?

    Nesse tipo de pesquisa, busca-se entender como o ser humano se comporta em relação às cores. Em outras palavras, analisa como as cores afetam nossas emoções, desejos e sentimentos.

    Se as cores nos afetam, logo, podemos usá-las como meios de comunicação. Através de determinada escolha, transmitimos as emoções e percepções que desejamos. Certo?

    É nesse ponto que a psicologia das cores vira uma aliada do marketing.

    Como as cores podem afetar os seus clientes

    Vamos analisar juntos mais alguns exemplos de cores aplicadas no âmbito profissional. 

    Se você for vegetariano, já deve ter reparado que as embalagens desses produtos têm algo em comum. São, em sua maioria, brancas ou verdes, com efeito fosco. Isso porque as marcas desejam passar a ideia de saúde e de que o produto é feito de vegetais, não de carne.

    Em um e-mail marketing, o botão principal, aquele que leva você a comprar um produto ou saber mais, sempre vai estar destacado. 

    Ao fazer a reserva online de um hotel, os tons vermelhos vão indicar que há poucas opções de quartos disponíveis.

    Tudo isso se trata da psicologia das cores. Considerar isso na hora de construir a identidade visual da sua marca é prever como seus clientes devem se sentir em relação à ela.

    Basicamente, você usa elementos visuais para se comunicar com o seu público. Ou seja: utiliza todas as ferramentas possíveis para transmitir a mensagem certa para seus clientes. Afinal, isso também é parte da comunicação da sua marca e da forma como você se posiciona no mercado.  

    Como aplicar a psicologia das cores na minha marca?

    Primeiramente, é preciso manter a personalidade da sua marca. As cores, portanto, também devem representar esse “detalhe”.

    Para aplicar as cores na identidade visual da sua marca, você pode começar pelo básico. Tons quentes, por exemplo, ajudam a dar a sensação de alerta e urgência. Tons pastéis são excelentes para representar delicadeza e suavidade – ideais para clínicas médicas e de estética.

    Basicamente, você precisa, primeiramente, saber o que deseja comunicar ao público. O que a sua marca deve fazer os clientes sentirem? A partir disso, é possível explorar diferentes cores e seus significados. 

    Esse guia de cores e emoções que eu preparei para você pode ser útil na hora de construir sua identidade visual:

    • Amarelo: tom que transmite criatividade, inovação e empolgação
    • Vermelho: associado a emoções fortes, como amor e paixão
    • Laranja: bastante utilizado como uma cor encorajadora e otimista
    • Verde: simboliza a tranquilidade, a natureza e o crescimento
    • Rosa: pode trazer sensações de delicadeza, ternura e compaixão
    • Preto: uma cor mais dramática que nos remete à formalidade e à segurança
    • Branco: uma cor que pode representar a limpeza, a inocência e a simplicidade

    Ao aplicar a psicologia das cores na sua marca, é claro que você vai utilizar nuances. Tons mais claros e escuros de uma mesma cor, por exemplo. Além disso, deve combinar mais de uma cor.

    Para isso, uma ferramenta que eu recomendo é a Adobe Color. Nela, você escolhe a sua cor principal e a ferramenta te mostra possíveis combinações para a sua escolha. 

    Quais as cores da sua marca?

    Agora que você já conhece a psicologia das cores, talvez seja o momento de olhar para a sua identidade visual com outros olhos.

    Que mensagens a sua marca tem transmitido aos clientes? Ela é condizente com os valores e objetivos da empresa? Ela faz sentido com o seu tipo de público?

    Daqui pra frente, não veja mais as cores apenas como um enfeite. Elas devem ser aplicadas com racionalidade e propósito. Combinado?

  • Marketing de performance: o que é e como implementar

    Marketing de performance: o que é e como implementar

    Imagine conseguir acompanhar o desempenho de sua estratégia em tempo real. Em suma, você poderia mudar seus planos a qualquer momento, certo? E o melhor: não gastaria dinheiro à toa. Se interessou? O nome disso é marketing de performance.

    O marketing tem muitos “braços”, por assim dizer. Inclusive, esse conceito se desdobra em tantos outros que muita gente fica perdida na hora de implementar suas práticas. Por isso, hoje eu vou falar exclusivamente  sobre o marketing de performance. Você tem ideia do que é?

    O marketing de performance é baseado no seu desempenho

    O conceito de marketing de performance é, na verdade, bastante simples. Nele, ações são pagas unicamente com base no desempenho do anúncio. Que ações? Você é quem define. Pode ser uma conversão ou um clique, por exemplo.

    Com ele, essencialmente, você paga apenas quando um usuário assistir ao seu vídeo, por exemplo. Ou ainda quando clicar no link para o seu site. Entendeu a lógica? Resumidamente, seu dinheiro só é gasto quando o usuário tem a ação que você deseja.

    Outra grande vantagem aqui é que toda a sua estratégia é 100% rastreável. Por isso, se, na metade do caminho algo deu errado, ainda dá tempo de mudar. Vamos fazer uma suposição: o público não estava correto? É possível fazer essa correção a qualquer momento, sem burocracias e sem dificuldades.

    E tem mais: você deve saber que cada mídia oferece uma gama completa de indicadores, certo? Então, o seu desempenho não vai ser medido a partir de um indicador só. 

    Na dúvida, dá uma olhada nessa lista de indicadores que podem ser úteis:

    • Taxa de conversão
    • Engajamento
    • Custo por ações (CPA)
    • Impressões
    • Custo por lead (CPL)
    • Clique no anúncio
    • Custo por clique (CPC)

    Os indicadores são, em resumo, tudo aquilo que mostram a você como o seu anúncio está se saindo. Eles vão te ajudar, entre outras coisas, a saber se a campanha foi construída do jeito certo. 

    Quer um exemplo para entender melhor? Vejamos o Google Adwords, então. Nessa plataforma, o pagamento só acontece quando um usuário clica no seu anúncio. Se ele não clicar, então, seu dinheiro não é perdido. Ou seja: você paga apenas quando leva o usuário a uma ação (no caso, o clique).

    E quais os benefícios desse tipo de marketing?

    Quero que você imagine duas campanhas agora. Ambas serão sobre o mesmo produto e voltadas para o mesmo público. A diferença é que uma delas vai ser veiculada na televisão. Em outras palavras: uma será realizada através da mídia tradicional.

    A segunda campanha, por sua vez, acontecerá no Facebook. O anúncio vai levar o público diretamente para o produto que você deseja vender, que está no seu site. Nesse caso, trabalharemos com marketing de performance.

    Em comparação com a mídia tradicional, temos um grande benefício: a rastreabilidade. Não dá pra ter certeza sobre quantas pessoas seriam impactadas pelo seu anúncio na TV. E mais: não haveria garantia de que as pessoas certas foram impactadas. 

    Além disso, você também não teria dados precisos sobre quantos produtos a publicidade na TV conseguiu vender. Mesmo assim, seu dinheiro já teria sido gasto.

    No marketing de performance, temos o oposto. Com a campanha no ar, então, você pode rastrear o seu desempenho a qualquer momento. Assim, se um erro precisar ser corrigido durante a campanha, isso é perfeitamente possível.

    Mudanças de última hora e ideias de otimização que só surgiram depois da veiculação? Sem problemas, o marketing de performance permite que você faça esses ajustes também.

    Pegou a ideia da comparação? Em resumo, o marketing de performance é muito mais assertivo que o tradicional. E não só isso: te dá maior controle sobre as suas campanhas. 

    O marketing de performance oferece menos riscos ao anunciante

    Lembra que usei o Google Adwords como exemplo? Isso porque, na plataforma, você só paga quando um usuário clica no seu anúncio.

    Assim, temos mais um ponto para o marketing de performance. Esse tipo de marketing é voltado para o famoso ROI. Isso significa que você corre menos riscos de perder dinheiro sem ter nenhum retorno após o investimento.

    Além disso, há menos riscos de você colocar no ar uma campanha que não vai dar certo. Sabe por quê? 

    • As mídias nas quais você vai anunciar oferecem relatórios completos e atualizados sobre a sua campanha
    • É possível usar mais de uma mídia online ao mesmo tempo. Facebook Ads, Instagram, Google Ads e Taboola são alguns exemplos
    • Antes de anunciar, você pode conhecer o custo unitário de cada ação. Ou seja, quanto vai custar uma curtida, um clique no anúncio etc.

    Quando se tem tantos recursos de mensuração de resultados e possibilidade de planejamento, o marketing de performance se torna uma opção coringa para a estratégia da sua empresa.

    Com certeza, um plano de ação que não pode faltar se você quiser que o seu dinheiro renda bons resultados de verdade.

    E como implementar o marketing de performance na minha estratégia?

    Teoria entendida, é hora de partir para a prática. Ok, o marketing de performance vale a pena. Mas como eu aplico ele na minha empresa?

    Primeiramente, vamos conhecer algumas das plataformas e canais mais populares:

    • E-mail marketing
    • Google Adwords
    • Facebook Ads (Facebook/Instagram)
    • Taboola
    • Outbrain
    • SEO
    • Mídia programática

    Agora, vamos ao passo a passo de como desenvolver o marketing de performance.

    1 – Planejamento

    Para implementar o marketing de performance na sua estratégia, primeiro você deve planejar. Isso significa que você vai:

    • Decidir o que sua empresa vai anunciar (um produto? Um serviço? A empresa toda? Uma promoção?)
    • Quem o é o público-alvo ou persona da campanha?
    • Estimar os custos (qual o valor por click (CPC) ou CPM estimado?)
    • Definir prazos (quanto tempo a campanha ficará no ar, por exemplo)
    • Qual o retorno esperado?
    • Qual será o orçamento para a campanha (com base no custo estimado, e no retorno esperado)

    2 – Definição do público e das personas

    Nesse texto aqui, eu expliquei a diferença entre ambos os termos. O que os dois têm em comum é a importância. Antes de uma campanha de marketing de performance ir para o ar, você precisa se certificar de enviar a mensagem certa para as pessoas certas.

    Por isso, após o planejamento, você deve definir seu público e suas personas. Nem pense em pular essa etapa. Sem ela, a sua campanha não terá uma base sólida.

    3 – Definição do formato de anúncios

    Esse é um ponto bastante importante. Afinal, o formato é o que as pessoas verão quando a sua campanha for publicada. Ele não pode ser apenas atrativo. É preciso, também, que seja adequado aos seus objetivos. 

    Basicamente, os formatos mais populares são:

    • Vídeo
    • Postagem nas redes sociais
    • Álbum nas redes sociais
    • Stories
    • Anúncios em forma de pop-up
    • Anúncios na busca do Google

    É importante lembrar que não necessariamente você deve escolher apenas um. É perfeitamente possível que você una mais de uma força em prol dos seus objetivos. 

    Aliás, é para isso que o marketing de performance serve: ajudar você a medir se as suas escolhas estão dando certo. Ou seja: talvez um story seja o ideal para o seu perfil no Instagram. Em contrapartida, um vídeo teria uma performance melhor no Facebook. Tudo é experimentação.

    O formato de anúncio deve, inclusive, ser decidido com base no seu público e na sua persona. Onde seus clientes (e futuros clientes) estão? É lá que a sua empresa deve estar. E é lá, portanto, que você deve investir.

    4 – Definição das metas de performance

    Marketing de performance é pura rastreabilidade. Em outras palavras, você pode adaptar a sua campanha para ficar de acordo com suas metas. Para isso, antes, você precisa defini-las.

    Aqui, você deve usar as informações concedidas pelas plataformas ao seu favor. Portanto, analise o custo de cada ação e defina quantas pessoas você quer impactar com o seu anúncio. 

    Além disso, você pode definir metas como: quantidade de impressões, de conversões, de clique etc. É só depois de ter metas bem definidas que você pode avançar para o próximo passo.

    5 – Acompanhamento de desempenho e otimização

    Temos aqui a alma do marketing de performance. Afinal, ele não é apenas sobre colocar uma campanha no ar e esperar o seu fim. Dessa forma, você precisa acompanhar os resultados constantemente para poder otimizá-los.

    Assim, vai ter uma ideia sobre se o anúncio está funcionando ou não. É para isso, inclusive, que servem as metas. Lembra que eu acabei de dizer que, sem elas, não é possível avançar? Pois então! Com frequência, você deverá analisar os resultados até o momento para saber se estão de acordo com seus objetivos iniciais.

    Se estiverem, ótimo. Se não, lembre que ainda haverá tempo para agir e otimizar a sua estratégia. O marketing de performance não é burocrático. Logo, fazer mudanças na sua campanha não será trabalhoso. 

    Mas, uma dica: cuidado com o excesso de otimizações.

    Comece a utilizar o marketing de performance na sua estratégia agora mesmo

    Se em um primeiro momento o termo chegou a te assustar, agora não tem desculpas. Esse artigo, inclusive, pode ser o seu guia de implementação do marketing de performance. 

    O conceito é simples e a sua implementação é fácil. Para isso, tudo o que você precisa é conhecer a fundo o seu próprio negócio.

    Por que eu digo isso? Porque é dessa forma que os seus anúncios serão mais assertivos.

    Com o marketing de performance, seu dinheiro vai render mais. Afinal, não haverá desperdícios com pessoas que não estão interessadas no que sua empresa tem a oferecer. Consequentemente, o ROAS E O ROI serão maiores. E todos nós, empreendedores, sabemos o valor dessa conquista.

  • Análise SWOT: ela vai fazer a diferença no posicionamento da sua empresa

    Análise SWOT: ela vai fazer a diferença no posicionamento da sua empresa

    Tem quem não goste de falar da análise SWOT. Muitos, aliás, até já me confessaram o porquê. “Muita teoria”, as pessoas dizem, “me lembra as aulas de Administração”. 

    Entretanto, quando o assunto é posicionamento, não adianta: essa análise vai fazer toda a diferença para a sua empresa. Basicamente, é ela que vai te ajudar a manter o foco. Por isso, é indicado fazer essa análise de tempos em tempos.

    Não conhece a análise SWOT ainda? Então, vamos às introduções.

    O que é a análise SWOT

    SWOT é, na verdade, uma sigla:

    • Strenghts (forças)
    • Opportunities (oportunidades)
    • Weaknesses (fraquezas)
    • Threats (ameaças)

    Pense em todos esses pontos como nortes. A partir deles, você consegue conhecer melhor a sua empresa. Por consequência, seu planejamento estratégico e seu posicionamento vai ser mais assertivo.

    A análise SWOT é bastante fácil de explicar. Agora, eu vou mostrar que tipo de reflexão você deve se submeter em cada letra da sigla. É importante que tudo seja anotado, seja em uma planilha, ou até mesmo em um papel.

    Como fazer a análise SWOT

    S – Strengths (forças)

    Aqui, você deve listar quais são os seus pontos fortes. Em suma, vai identificar as vantagens que você tem, principalmente em relação à concorrência. Algumas perguntas podem te ajudar:

    • Qual a nossa melhor vantagem competitiva?
    • Quais os nossos melhores produtos/serviços?
    • O que nós oferecemos de diferente aos clientes?
    • Quais os nossos melhores processos internos?

    W – Weaknesses (fraquezas)

    Nem tudo nessa vida são flores. Por isso, nesse ponto, você deve ser honesto. É natural, aliás, que toda empresa tenha suas fraquezas. Assim, a única forma de trabalhá-las é, primeiramente, as reconhecendo. As perguntas que vão te ajudar são:

    • Minha equipe está devidamente capacitada?
    • Conhecemos a nossa concorrência?
    • Nossa matéria-prima é de qualidade?
    • Nosso atendimento tem sido bem feito? 
    • Qual a opinião dos clientes sobre o nosso trabalho?

    O – Opportunities (oportunidades)

    Esse é um ponto um pouco diferente da análise. Em resumo, as oportunidades são as forças externas que podem causar um impacto positivo na sua empresa. Você deve saber que não temos como alterar forças externas, é claro. Isso porque elas não dependem de nós. Mesmo assim, podemos usá-las para crescer. 

    Para isso, se pergunte o seguinte:

    • Está acontecendo algum evento na cidade que podemos aproveitar?
    • Alguma redução de imposto atual pode ser benéfica para a empresa?
    • Qual assunto tem sido bastante comentado nas redes sociais? Podemos usar ele de alguma forma?

    T – Threats (ameaças)

    O último ponto a ser analisado é o oposto do anterior. Aqui, também falamos de forças externas. A diferença, porém, é que estas podem prejudicar a sua empresa. É importante que você saiba que essas ameaças podem prejudicar não só o seu posicionamento. Elas podem, também, interferir nos seus resultados.

    Portanto, nessa etapa, pergunte-se o seguinte:

    • Algum novo concorrente está entrando no mercado?
    • Algum concorrente antigo está trabalhando em uma ação de marketing de grande relevância?
    • A variação cambial atual pode prejudicar a importação de recursos?

    O que muda em uma empresa após a análise?

    Fazer a análise SWOT para a sua empresa é como traçar um mapa. Nesse mapa, você tem uma visão geral não só da sua empresa, mas de tudo o que é externo também. 

    Também posso dizer que essa é uma forma de autoconhecimento empresarial. Assim, quando você conhece a sua empresa, sabe melhor quais decisões tomar. Mais do que isso: descobre as melhores formas de impactar o seu público e como se destacar no seu nicho de atuação.

    Em suma, aprende a se posicionar melhor. E por falar em posicionamento, já baixou o e-book gratuito que eu fiz sobre o tema? Nele, eu ajudo você a posicionar com sucesso o seu negócio na internet. Não dá pra perder essa chance, né?

  • Persona e público: qual a diferença?

    Persona e público: qual a diferença?

    Ambos os termos se referem aos seus clientes (e futuros clientes). Inclusive, talvez por isso eles sejam tão confundidos. Entretanto, não se engane: persona e público não são a mesma coisa. Ao mesmo tempo, nenhum pode ficar de fora da sua estratégia de marketing e eu vou explicar o porquê.

    Entretanto, antes, você precisa dominar os dois conceitos.

    Público

    O público é uma visão geral dos seus leads e clientes. Aqui, você vai definir quais pessoas devem ser atingidas pela sua estratégia e tratar elas como um grupo. 

    Persona

    A persona, por sua vez, é o seu modelo ideal de cliente. Ou seja, ela diz respeito a uma pessoa só. Essa pessoa ideal, aliás, é fictícia. Porém, sua construção deve ser feita com base em dados reais, obtidos da sua empresa. 

    Na prática, qual a diferença?

    Imagine que você tem uma plataforma que oferece cursos básicos online para aqueles que têm interesse em finanças, mas não trabalham na área. Logo, antes de preparar a estratégia de marketing, é necessário saber exatamente o perfil desses leads.

    Afinal, você quer emitir a mensagem certa, para as pessoas certas. É assim que se conquista um cliente, certo?

    Então, uma definição de público e uma persona seriam necessários. Para plataformas de cursos sobre finanças que acabamos de inventar, estes seriam:

    Público: homens e mulheres entre 25 e 34 anos, moradores de todos os estados brasileiros e que demonstram interesse em economia doméstica, investimento e finanças básicas. Majoritariamente graduados em profissões de exatas, com renda mensal acima de R$5000.

    Persona: Anelise tem 28 anos e acaba de se mudar para um apartamento alugado junto com o seu marido, de 30 anos. A nova vida a dois fez Anelise começar a se preocupar mais com seu futuro financeiro, por isso, tem procurado cursos que a ajudem nessa missão. É graduada em Administração de Empresas, porém, seu conhecimento sobre economia doméstica é básico. Anelise é acostumada a resolver tudo pela internet. Logo, tem preferido opções de cursos que sejam online.

    Percebe a diferença? No primeiro exemplo, falamos dos clientes de forma mais superficial e generalista. No segundo, nos aprofundamos na complexidade de uma pessoa só.

    Mas e agora, o que fazer com essas informações?

    Todas as suas ações devem ser baseadas nisso: persona e público

    Se você tem uma loja de produtos vegetarianos, então, não vai querer construir anúncios para quem ama churrasco. As conversões seriam basicamente nulas, concorda?

    É por isso que eu afirmo: a persona e o público são a base da sua estratégia. Afinal, todos os seus esforços são voltados para quem? Seus clientes, é claro. Por fim, seu principal objetivo é vender e fidelizar a clientela.

    É aqui que a persona e o público entram. Com essas informações, é possível saber que tipo de texto construir. Ou ainda que ações de marketing oferecer para essas pessoas. Em suma, todas as suas decisões precisarão levar em conta esses dois conceitos.

    Como criar um público e uma persona?

    A resposta é bastante simples: pesquisa. Para isso, comece pelos clientes que a sua empresa já tem. Quem são essas pessoas? Quais informações você tem sobre elas? 

    Não se esqueça de se perguntar quais leads você deseja atingir com suas ações. Por exemplo: eles devem morar no seu estado, ou podem ser de qualquer parte do país? Qual a média mensal eles precisam ter para adquirir seus produtos ou serviços?

    Com essas perguntas, você encontrará o seu público.

    Para a construção da persona, há uma técnica que eu gosto muito. Para isso, fazer uma pesquisa com um pequeno grupo de pessoas que já são seus clientes. Nessa conversa, você fará perguntas como:

    • Que canais de comunicação você utiliza para se informar?
    • Quais seus objetivos?
    • Qual seu momento atual de vida?
    • Que tipo de conteúdo você gosta de ler?

    As respostas serão a base da sua persona. Ou seja, você vai criar uma pessoa fictícia a partir do material coletado durante a pesquisa.

    E como fazer a pesquisa? De forma online e gratuita. Utilize ferramentas como Google Forms e TypeForm para te ajudar a entender melhor o perfil dos seus clientes.

    Depois disso, vem o posicionamento da sua empresa

    Persona e público criados, é hora de partir para o posicionamento da sua empresa. E se você não sabe exatamente como fazer isso, eu tenho uma boa notícia para você.  

    Eu criei um guia definitivo sobre posicionamento no ambiente digital. Aliás, ele é gratuito e você pode ter o seu aqui

  • Posicionamento de mercado: o que é isso, afinal?

    Posicionamento de mercado: o que é isso, afinal?

    De tão falado, o termo parece até que se tornou abstrato. No fim, muita gente não sabe explicar o que é, exatamente, um posicionamento de mercado

    Resumidamente, o posicionamento é a projeção da sua empresa no mercado. Por consequência, essa projeção reflete na percepção do cliente sobre a sua marca. 

    Em outras palavras, esse conceito se refere ao modo como os seus clientes vão se lembrar da sua empresa. E não somente isso: é também a forma como você vai se destacar (ou não) da concorrência.

    Ou seja, o posicionamento ajuda a tornar uma empresa em uma referência nos serviços e produtos que oferece ou no segmento em que atua.

    Posicionamento de mercado é conquistar um espaço só seu

    Se é verdade que há espaço para todos sob o sol, e eu garanto que é, então você deve estar se perguntando como encontrar o seu. Como conquistar esse espaço para a sua marca, afinal?

    Eu tenho algumas dicas que devem ser os seus primeiros passos:

    1 – Entender seu nicho de atuação

    Você precisa responder algumas perguntas:

    • Qual é o mercado no qual você está inserido?
    • Quem são os seus concorrentes?
    • E os seus clientes, quem são e qual o perfil deles?

    Esse é um trabalho de mapeamento. Nele você vai entender em qual terreno está pisando. Além disso, também vai buscar referências sobre qual caminho você precisa seguir para se destacar. 

    2 – Desenvolver a sua identidade

    Que cara a sua marca deve ter? Pesquisa e criatividade devem se unir nessa missão. 

    Por exemplo: quais são seus valores? Quais elementos e cores fazem sentido para a sua empresa? É claro que a sua empresa precisa se destacar pela qualidade dos serviços ou produtos oferecidos. Essa é, afinal, a base de um bom negócio.

    Entretanto, a verdade é dura: sem uma boa identidade visual, você não vai chamar atenção.

    3 – Emitir uma mensagem eficaz ao seu público

    A boa e velha comunicação. Ela precisa ser concisa e clara. E muito importante: precisa falar com o seu público. Converse com quem potencialmente vai comprar de você.

    Isso tudo sem perder a própria essência. Foque a construção do texto nos desejos do seu cliente, mas não esqueça da sua personalidade. 

    Lembra que, no começo do texto, eu falei sobre oferecer qualidade aos clientes? Antigamente isso poderia ser um diferencial, mas eu acredito que hoje em dia um produto ou serviço de qualidade é o básico para qualquer negócio, e isso também influencia no seu posicionamento.

    Essa qualidade, aliás, vem aliada a outros aspectos. O preço, por exemplo. Ele é um diferencial? Se sim, considere esse valor em sua estratégia.

    Tudo aquilo que for importante para a experiência do cliente deve ser destacado. Seu atendimento é incrível? A entrega é diferenciada? Então, faça desses “detalhes” a sua força.

    O que o posicionamento de mercado traz de bom para a sua empresa?

    A essa altura, você já deve ter deduzido que o posicionamento de mercado é a base do sucesso. Mesmo assim, eu trouxe algumas das vantagens que ele traz para a sua marca.

    1 – Melhor competitividade

    O posicionamento de mercado ajuda a sua empresa a se destacar. O que isso significa, na prática?

    Que você terá menos dificuldade para superar as ofertas da concorrência e de chamar a atenção de seu público.

    2 – Fidelização de clientes

    Por falar em público, eles são os protagonistas desse segundo benefício do posicionamento de mercado. 

    Lembra que falei sobre estar na memória do público? Quando sua marca conquista esse espaço, conquista a fidelidade dos clientes também. Assim, se tornar o preferido diante da concorrência será mais fácil.

    3 – Sempre à frente da concorrência

    Quem está bem posicionado no mercado tem uma visão mais sólida das próprias estratégias.

    Na hora de tomar uma decisão, você fará isso com base no seu entendimento do mercado, do seu posicionamento, do perfil do seu cliente e dos objetivos da sua empresa ao invés de ver o que a concorrência está fazendo pra depois tomar uma decisão.

    O posicionamento de mercado será o seu norte. Seus objetivos e planejamento devem estar de acordo com ele.

    Como a sua empresa está posicionada no mercado hoje?

    Sua empresa ocupa o lugar que você sempre sonhou? Se tudo isso que acabou de ler te soou como novidade, eu acredito que a resposta seja “não”.

    Se for, não tem problema. Desde que você comece agora a trabalhar no posicionamento de mercado do seu negócio. Como? Eu desenvolvi um material exclusivo e gratuito sobre o tema. Um guia completo e definitivo para posicionar a sua marca no ambiente digital. Para baixar ele, é só clicar aqui.

  • Ter um site é tão importante assim?

    Ter um site é tão importante assim?

    Eu já ouvi essa pergunta incontáveis vezes. Depois que as redes sociais se tornaram tão importantes, ter um site parece até coisa do passado. 

    Entretanto, eu não vou postergar a resposta para a pergunta que dá título a esse artigo. Então, entenda: você precisa ter um site, sim. 

    Os motivos são vários e eu vou explicar um por um aqui.

    Você deseja ser encontrado?

    Essa pergunta não está aqui à toa. Afinal, ela tem a ver com um dos motivos mais importantes para se ter um site.

    O que acontece é o seguinte: redes sociais não são indexadas pelo Google. E o que isso significa? Aquele post incrível que você criou jamais vai aparecer nas páginas do buscador. Ou seja, apenas sites figuram por lá.

    Quando a sua empresa tem apenas redes sociais, apenas os clientes que já a conhecem vão acessar seus perfis. Entretanto, é claro que você não quer ficar nisso. Em outras palavras: você deseja conquistar novos clientes.

    Esses clientes, por sua vez, talvez não saibam o nome da sua empresa. Não vão procurar diretamente por ela no Google, por exemplo. Porém, eles podem procurar pelos seus produtos e serviços — e é assim que vão te encontrar.

    Ter um site dá autoridade para o seu negócio

    Imagine que você precise contratar os serviços de um escritório de advocacia. De um lado, há um escritório que tem apenas uma fanpage no Facebook. Do outro, um que oferece um site completo, além de redes sociais. Qual passa mais credibilidade?

    Tenho certeza que você escolheria a opção que fornece um site. Aqui, o ponto principal é que um site oferece muitos mais recursos para vender o seu peixe. E recursos mais personalizáveis, aliás.

    É possível fazer com que o site represente, de forma estética, a essência da sua marca. Além disso, o conteúdo apresentado em um site é muito mais consistente do que aquele visto nas redes sociais. 

    Não me entenda mal: é claro que é importante ter um perfil nas redes sociais. Afinal, você precisa estar onde o seu público está. Portanto, sites e redes sociais devem trabalhar juntos.

    Um site otimiza seu relacionamento com o público

    Primeiramente, você pode ter um blog. Assim, vai oferecer conteúdo relevante para o seu público. Nesse ponto, não se trata só de venda. Um artigo interessante é aquele que, entre outras características, leva informação e conhecimento para o leitor. 

    Além disso, um post no blog te ajuda a posicionar melhor o site em novas palavras-chave, e com isso, atrair novas pessoas para o site.

    Ter um site também possibilita que a sua empresa disponha de um chat em tempo real. Sabe quando você entra em um site e surge aquela janelinha no canto direito? 

    Esse tipo de canal transmite a ideia de que a sua empresa tem um canal sério (e amplamente disponível) de atendimento. Ajuda o cliente a entender que, ali, o atendimento vai acontecer sem grande demora.

    As suas vendas podem aumentar 

    Nenhum mistério aqui. Se a sua empresa tem um site onde disponibiliza preços e informações sobre seus produtos, então, já está um passo à frente. O consumidor deseja informação. Quer saber o custo, os benefícios e os detalhes. Um site pode prover tudo isso, de forma organizada e assertiva. 

    Se você oferecer um e-commerce, melhor ainda. Isso porque, dessa forma, não importa se é madrugada, ou feriado. Com um site, as vendas são fechadas a qualquer horário. 

    Entendeu por que você precisa ter um site?

    O que você precisa para o seu negócio crescer é de estratégia. E uma estratégia bem feita não existe sem um site. Em suma, ter um site é a base do seu posicionamento na internet.

    E por falar em posicionamento, tenho uma notícia para você. Eu preparei um guia completo sobre como posicionar o seu negócio na internet. O material é gratuito e você pode ler agora mesmo: é só clicar aqui.

  • 5 meios para você se tornar mais criativo

    5 meios para você se tornar mais criativo

    Inovar, inventar, reinventar. Em suma, a criatividade é isso. Aliás, a criatividade não é um dom. É, na verdade, uma habilidade. Portanto, para ser mais criativo, tudo o que você precisa fazer é exercitar a sua criatividade. 

    Para muitos, a criatividade é atrelada apenas à arte. Às pinturas, à música, à escrita, por exemplo. Porém, eu te garanto que não é assim. Você, empreendedor, necessita de criatividade também. E não são em poucas situações que você vai usá-la. Dessa forma, é necessário criatividade para resolver problemas, definir estratégias, falar com o seu público e por aí vai.

    Por que deixamos de ser criativos?

    Sim, estou assumindo que todos nós já fomos criativos algum dia. E fomos mesmo: a infância é a parte da vida onde a nossa criatividade está a mil. De lá para cá, para muita gente, essa habilidade se perde.

    A Nasa, inclusive, fez um estudo sobre esse assunto. Primeiro, aplicou uma pesquisa entre seus engenheiros e cientistas. Em seus resultados, constatou que apenas 2% deles eram considerados como “gênios da imaginação”. 

    Após, a mesma pesquisa foi feita com crianças. Dessa vez, 98% foi o total de crianças que se enquadraram na definição. Depois de 5 anos, as mesmas crianças foram o objeto da pesquisa outra vez. O resultado foi que apenas 30% delas ainda eram altamente criativas. Em seus 15 anos, a porcentagem caiu para 12%.

    Aonde eu quero chegar com isso? Basicamente, eu quero dizer que a vida adulta pode sufocar a nossa criatividade. Nessa fase da vida, portanto, precisamos nos esforçar um pouco mais para não perdê-la de vez.

    Preparado para finalmente dar um boost na sua?

    Como posso me tornar um empreendedor mais criativo?

    A criatividade não nasce com você. Ou seja: não é natural. Então, para desenvolver a sua eu recomendo que siga essas dicas:

    1 – Estude e absorva muitos conteúdos e referências

    Em outras palavras, seja curioso. A equação, nesse caso, é bastante simples: quanto mais conhecimento você absorve, mais criativo fica.

    Aliás, se enganam aqueles que acreditam que “absorver conhecimento” significa se resignar a uma área só. Pelo contrário, você deve exercitar a sua curiosidade e buscar saber o máximo de referências possível. Inclusive, isso vale para todo tipo de assunto.

    Faça, portanto, dessa dica a sua rotina. Finalmente, sua cabeça vai estar cheia de informações e referências. Assim, finalmente vai perceber que pode facilmente transformá-las em ideias. Não somente simples ideias, mas aquelas que podem ser perfeitamente aplicáveis aos negócios.

    Algumas dicas extras pra você absorver novos conteúdos e referências:

    • Assista a diversos Ted Talks
    • Ouça podcasts sobre vários assuntos
    • Acompanhe pessoas que são referência pra você
    • Leia novos livros

    2 – Se mantenha atualizado

    Notou que, ultimamente, o mundo inteiro parece operar em ritmo acelerado? Se você não acompanha essa velocidade, logo se torna alguém capaz de oferecer apenas soluções que já existem. E mais: de expor ideias que já são batidas.

    Ser criativo, enfim, é expandir esses limites.

    E a melhor forma de expandir, nesse caso, é buscando informação de forma constante. Na prática, isso significa ler notícias, acompanhar tendências, ouvir podcasts e tudo aquilo que pode fornecer um conteúdo fresco para você.

    A dica aqui é: não fique apenas nos caminhos óbvios (livros, cursos etc). Você pode participar, por exemplo, de mentorias e grupos de empresários da sua região. Mais ainda: participe de Grupos e Canais de Telegram específicos de alguma área (como o Daily Growth da Growth Leaders Academy), listas de e-mail e muito mais.

    Hoje em dia existe uma inifinidade de formas e formatos de receber e absorver informações. Portanto, vá atrás do que não é óbvio.

    3 – Pergunte-se o que pode ser feito diferente

    Faça desse exercício uma rotina. Depois, você nunca mais vai tomar uma decisão sem fazer essa pergunta a si mesmo antes. 

    • Como posso inovar o modo como eu me comunico com meus clientes?
    • Como posso tornar essa experiência mais marcante?
    • Há outros jeitos de realizar essa tarefa diária?

    No começo, responder isso parece difícil. Entretanto, eu garanto: com o tempo, fica mais fácil. E não é só isso! Ademais, você também ficará cada vez melhor em encontrar respostas mirabolantes e, claro, criativas.

    4 – Se submeta a novas experiências

    Quando vivemos no piloto automático e a nossa rotina é só “mais do mesmo”, seu cérebro carece de estímulos criativos. Assim, não tem jeito: experimentar coisas novas é preciso.

    Se sair da zona de conforto é algo que ainda te assusta, então, comece pequeno. Escolha um novo caminho para ir até o trabalho, por exemplo. Depois, experimente passos maiores. Que tal escolher um hobby?

    Muitas pessoas optam por aprender a desenhar, ou a tocar um instrumento. Afinal, talvez cozinhar faça bem a você. Aqui, vale tudo, desde que você se permita viver coisas novas.

    5 – Tenha uma visão ampla sobre as coisas

    Não foque apenas nos detalhes. Isso porque, dessa forma, você perde toda a complexidade e riqueza de referências que o todo pode te oferecer. 

    Tome a sua empresa como exemplo. Ao prestar atenção apenas nas suas tarefas diárias, você não compreende totalmente o funcionamento do resto dos setores.

    O que os seus funcionários fazem? Como o produto é feito? Ou como o serviço é desenvolvido? Quanto mais detalhes você souber sobre uma situação, mais criativo se torna. Na mesma proporção, quanto mais criatividade, mais capacidade de inovar e crescer.

    Como a criatividade pode mudar o meu lado empreendedor?

    Se destacam todos aqueles empreendedores que ousam. Ou seja: ousam inventar, inovar, explorar possibilidades e compartilhar novas ideias. Afinal, essas invenções e possibilidades e ideias vêm de onde? Do lado criativo do seu cérebro, é claro. Esse que você acabou de aprender a estimular.

    Na prática, o seu lado profissional vai crescer e se tornar mais atraente. E não só isso: o seu lado pessoal também. Você vai se tornar mais interessante, esperto e ágil. Enfim A falta de inovação não será mais um problema para o seu negócio.

    Enfim preparado para começar agora a se tornar mais criativo?