Autor: Felipe Gubert

  • Bullseye framework: o que é e como aplicar?

    Bullseye framework: o que é e como aplicar?

    Em tradução literal, o Bullseye framework significa “olho do touro”. Bastante intrigante, não acha? Em bom português, podemos utilizar a expressão “acertar na mosca”.

    Essa expressão, inclusive, diz tudo. Basicamente, o Bullseye é um método de growth hacking. O seu objetivo é garantir a maior assertividade possível na hora de definir qual canal vai ser utilizado em uma estratégia de marketing e vendas.

    Afinal, as opções são muitas. Perdidos nesta vastidão, muitos empresários resolvem apenas “atirar para todos os lados”. Se alguma tentativa der certo, ótimo. Será? O Bullseye framework vem para dar um fim a essa ideia – bem como para otimizar seu tempo e seu dinheiro.

    Neste artigo, eu vou explicar, na prática, como esse método funciona. Entretanto, antes de tudo, eu tenho uma pergunta. Você tem familiaridade com os termos “escala” e “tração”? 

    Te pergunto isso, pois ambos têm tudo a ver com o momento em que o Bullseye deve entrar em cena na sua empresa. Por isso, se você não os conhece, aqui vai a explicação:

    • Uma empresa que tem tração é aquela que tem clientes suficientes para começar a escalar. Esse método, portanto, vem para ajudar a sua empresa a conquistar essa tração. Ou seja, conquistar leads suficientes para te fazer escalar.

    Entendeu? Então, vamos à prática.

    Como o Bullseye Framework funciona?

    Primeiramente, o método apresenta 19 possíveis canais para uma estratégia. Bem parecido com um brainstorm, por exemplo. O objetivo, por sua vez, é encontrar os três canais mais promissores.

    Para essa busca, um alvo de três camadas é utilizado. A primeira camada engloba todos os canais. Já a segunda é composta apenas por canais interessantes. A terceira camada, portanto – o meio do alvo – deve conter os canais mais promissores.

    Essas camadas servem para ajudar a equipe a categorizar melhor as opções de canais.

    19 canais que devem ser considerados ao aplicar o método

    • Apresentação: falas públicas (palestras e cursos, por exemplo) que divulguem sua marca e seus valores;
    • Acordos e parcerias: contar com o auxílio de outras empresas para divulgar sua marca. Aqui, obviamente, as outras empresas devem ter benefícios também;
    • Assessoria de imprensa: ou seja, enviar materiais de divulgação para jornais e revistas locais;
    • Ações publicitárias: podem ser negativas ou positivas e servem para que você apareça na mídia;
    • Eventos: você divulga a sua marca ao mesmo tempo em que atrai um novo público;
    • Trade shows: participar de eventos para fazer networking;
    • Engenharia aplicada ao marketing: desenvolver plataformas ou aplicativos para melhorar o User Experience do seu público;
    • Publicidade offline: apostar em métodos tradicionais de divulgação, como banners e outdoors;
    • Publicidade online: partir para redes sociais e outros locais digitais em geral;
    • Programa de afiliados: oferecer recompensas para clientes sempre que estes indicarem um novo usuário;
    • Plataformas existentes: aproveitar a solidez de plataformas que já existem, como o YouTube;
    • Blog: ter um canal educativo para atração de novos leads;
    • Marketing de conteúdo: investir em conteúdos para acompanhar um cliente ao longo de sua jornada de compra;
    • SEO: trabalhar para que o seu site apareça nas primeiras páginas do Google;
    • SEM: utilizar o Google Adwords para publicar anúncios;
    • E-mail marketing: enviar conteúdos, notícias e informações via e-mail para converter seus leads;
    • Comunidade: criar um espaço para que as pessoas engajadas com sua marca possam interagir;
    • Marketing viral: desenvolver um conteúdo que seja altamente compartilhado;
    • Vendas: buscar clientes ativos através da geração de leads.

    Faça um exercício mental rápido antes de continuar: você tem ideia de como classificaria todas essas opções? Esse brainstorm é um dos passos para aplicar o Bullseye Framework em sua estratégia.

    Como aplicar esse método?

    Após entender todas as opções de canais (e ter uma persona bem definida!), você já pode partir para a prática. O primeiro passo você já deve saber: 

    1- Faça um brainstorm

    Em um brainstorm, aliás, vale tudo. Ou seja: não deixe nenhuma opção de fora. Passeie por todos os canais e explore seus pontos fortes e fracos. Lembre-se, ainda, de anotar todas as ideias que surgirem. Afinal, elas serão utilizadas no próximo passo.

    2- Classifique as ideias

    Depois de explorar todas as possibilidades, é o momento de categorizar cada um. Aqui, a metodologia Bullseye Framework deve ser utilizada. Ou seja, as ideias vão ser distribuídas em três camadas:

    • 1ª camada (alvo/interna): as ideias mais promissoras;
    • 2ª camada (meio): ideias que podem funcionar;
    • 3ª camada (externa): ideias menos promissoras.

    De modo geral, essa tarefa é simples. Uma ideia parece muito exagerada, distante ou impossível? Então, ela pertence à camada 3. Alguma opção poderia dar certo, mas você não tem tanta certeza assim? Camada 2! 

    Se você tiver mais de três canais considerados muito promissores, não se preocupe. Afinal, você vai resolver esse problema agora.

    3- Faça uma triagem dos canais mais promissores

    É natural que, na hora de classificar os canais, mais de três sejam considerados muito promissores. Entretanto, o Bullseye Framework requer, realmente, apenas três.

    Por isso, este é o momento de rever cada um dos canais preferidos, a fim de encontrar os ideais. Essa pode ser uma tarefa difícil, eu entendo. A minha dica é que você considere o futuro. Ou seja: pergunte-se se o canal em questão é rentável mesmo nos próximos meses.

    4- Faça testes

    Nos passos anteriores, nós trabalhamos com suposições. Agora, é hora de trabalhar com resultados. Para isso, você deve fazer um teste em cada um dos três canais escolhidos. 

    O objetivo, é claro, é descobrir qual o canal que vai te dar mais tração. Em outras palavras: aquele que vai te fazer acertar na mosca.

    Para analisar os testes, três perguntas devem ser o seu norte:

    • Esse canal atrai o público que eu realmente desejo ter?
    • Qual o custo de aquisição desse cliente?
    • Quantos potenciais clientes podem ser atingidos por meio desse canal?

    5- Mantenha o foco do Bullseye Framework

    Se o canal escolhido realmente der certo e te dar tração, é hora de investir nele. Nessa etapa, é necessário buscar formas de otimizá-lo. Ou seja, de extrair todo o seu potencial.

    Contudo, às vezes, o canal escolhido não dá certo. Se isso acontecer, todo o processo deve ser repetido. Há ainda outras formas de solucionar o seu problema, como analisar a linguagem utilizada ou tentar entender por qual motivo o canal falhou.

    Por que usar o Bullseye Framework?

    Para mim, um dos maiores benefícios do Bullseye Framework é fazer a equipe levar a estratégia muito a sério.

    Isso acontece por vários motivos. Um deles, por exemplo, é a etapa do brainstorm. Nela, você deve analisar minuciosamente cada opção. Ou seja, toda a sua atenção vai estar focada em buscar soluções.

    A partir do momento em que você tem um canal escolhido, mais uma vez a sua atenção é total. Afinal, para a estratégia dar certo, é preciso concentração nesse meio.

    Ao longo do tempo, ainda, os resultados podem ser imprevisíveis. Por isso, a equipe deve manter um acompanhamento rigoroso da performance do canal.

    Todo esse processo ajuda as empresas a compreenderem seus clientes de forma profunda. E, como eu já disse antes, o cliente é sempre a base de suas ações. Por outro lado, também contribui para que o entendimento sobre a sua própria empresa cresça. No mundo corporativo, autoconhecimento também é importante.

    Por fim, e não menos importante, essa estratégia pode te poupar tempo e dinheiro. Imagine, por exemplo, que você está lidando com várias estratégias ao mesmo tempo. Dessa forma, muito dinheiro seria gasto. Além disso, o tempo – tão escasso – iria pelo ralo.

    Aqui, nós vamos direto ao ponto.

    Preparado para ganhar tração?

    O Bullseye Framework vai te dar tração. Após implantado, o caminho é só subida. Com uma base firme de clientes, a sua empresa tende a prosperar mais facilmente. 

    Você já conhecia o método? Ainda sente receio sobre como aplicar ele na sua empresa? Então, vamos conversar!

  • Sistema de gestão para microempresa: funciona?

    Sistema de gestão para microempresa: funciona?

    “Vale a pena investir em um sistema de gestão para microempresa?”, muitos perguntam. Afinal, por se tratarem de negócios menores, há quem acredite que um sistema assim não é exatamente necessário. Será?

    No passado, os sistemas de gestão até poderiam ser exclusividade das grandes corporações. Hoje, entretanto, é um diferencial estratégico para as pequenas também.

    Se você é empresário, deve saber muito bem como o tempo, às vezes, é curto. Agora, me responda: é possível administrar tudo sem a ajuda de um software? Aqui, considere o estoque, o caixa, o atendimento ao cliente, o marketing etc. É claro que não é possível.

    Por isso, precisamos de sistemas de gestão. 

    Mas o que é um sistema de gestão para microempresa?

    É um software desenvolvido especialmente para pequenos negócios. Basicamente, ele vai simplificar e automatizar as demandas. Além disso, melhora o controle de dados e reduz o risco de erros nos processos do local.

    Este sistema, aliás, também vai integrar informações de todos os seus setores. Por consequência, o fluxo de trabalho vai fluir de forma mais rápida e decisões mais assertivas poderão ser tomadas. 

    E quais os resultados disso para a sua microempresa?

    Agora, vamos juntos entender melhor quais benefícios um sistema de gestão pode te trazer.

    1- Controle

    Imagine controlar todas as informações da sua empresa de forma analógica. Ou seja, anotar em um papel ou planilha cada venda que é feita, por exemplo. É claro que, em algum momento, isso não vai dar certo.

    Um sistema de gestão para microempresas automatiza esse processo. Com ele, cada dado é registrado automaticamente – e de forma bem mais completa.

    2- Produtividade

    Se o sistema de gestão vai tomar conta da burocracia por você, naturalmente haverá mais tempo sobrando. Assim, será possível ter mais tempo para treinar sua equipe, por exemplo. Ou para melhorar a relação com os seus fornecedores.

    Se torna mais fácil, por exemplo, melhorar sua relação com os fornecedores. Ou ainda investir em um treinamento para a sua equipe.

    3- Agilidade

    Com o sistema, vendas poderão ser fechadas de forma muito rápida. Isso significa que a satisfação do cliente vai aumentar. Afinal, quem gosta de perder tempo em filas, ou lidando com burocracias?

    4- Segurança

    Já imaginou perder uma informação valiosa para o seu negócio? Ou ser vítima de um ataque virtual e ter os dados dos clientes roubados? Hoje em dia, esse tipo de ocorrência é bastante frequente.

    Por sorte, você está aqui, lendo este artigo e entendo que um sistema de gestão pode te proteger contra tudo isso.

    Onde este software pode ser usado?

    É claro que ele pode ser uma versão completa, a ser utilizada na empresa toda. Entretanto, há também módulos específicos. Como assim? Eu explico:

    • Financeiro: reúne e organiza todas as informações deste setor em um só lugar. Ou seja, aqui é possível controlar fluxo de caixa e pagamento dos funcionários. E tem mais: também controla contas gerais do negócio.
    • Estoque: o próprio sistema fará contagens e controlará o estoque da sua empresa. Assim, você não precisa ter uma equipe só para fazer esse trabalho;
    • Compras: novos pedidos, histórico de vendas e aquisição ou venda de produtos e serviços não serão mais uma tarefa complexa e que demanda muito tempo. Afinal, o sistema de gestão automatiza e toma conta de tudo isso.

    Toda empresa precisa de um sistema de gestão

    Não importa se a empresa é grande ou pequena. Afinal, como eu já mencionei, há sistemas de gestão para microempresas. 

    Independente do tamanho, um negócio gera, todos os dias, muitos dados. Além disso, lida com muitas demandas. Humanamente, é impossível ter um controle absoluto sobre tudo. Especialmente se você não deseja correr riscos – e eu imagino que você não queira.

  • Pós-venda: como conquistar seus clientes após a compra

    Pós-venda: como conquistar seus clientes após a compra

    Quem acha que a relação com um cliente acaba após uma compra está totalmente enganado. Pós-venda, então, parece ser um termo que muitos ainda desconhecem. 

    Eu não canso de repetir sobre como vivemos numa onde os consumidores buscam por conexão. Ou seja: eles não querem apenas um produto ou serviço. Querem, além disso, se sentir valorizados e especiais.

    O pós-venda, portanto, vem como uma das estratégias para suprir essa necessidade. Para você entender melhor, vamos imaginar um casamento.

    Após o “sim” como resposta, é preciso continuar trabalhando em prol da relação, certo? Com o cliente, a lógica é a mesma. Assim, a conexão vai ser duradoura. No âmbito dos negócios, isso significa que o seu cliente pode voltar no futuro. Ou ainda que vai espalhar bons feedbacks sobre você por aí.

    Não sabe o que, exatamente, é o pós-venda?

    É tudo aquilo que acontece após um cliente comprar algo de sua empresa. Em outras palavras, tudo o que você fará para cultivar essa relação. Aqui, também posso chamar de estratégia de fidelização.

    Na prática, o que deve ser feito?

    Na teoria, com certeza parece simples. Entretanto, a prática exige atenção. Você tem ideia do que precisa ser feito para que um cliente continue ao seu lado, mesmo depois de comprar o que precisa? Não se preocupe, eu vou ensinar a você.

    1- Se mostre preocupado com a satisfação do seu cliente

    Sabe aquele e-mail que você recebe após uma compra online? Geralmente, ele te agradece por ter escolhido confiar em determinada empresa. Alguns dias após a chegada do seu produto, outro e-mail aparece na caixa de entrada. Dessa vez, a empresa quer saber se você gostou da sua compra. 

    Isso demonstra cuidado. Mostra, para o cliente, que você se preocupa com a sua opinião. Portanto, abrir esse espaço para o feedback é extremamente importante em uma estratégia de pós-venda.

    2- Ofereça brindes, especialmente para clientes antigos

    Assim, o cliente percebe que não perdeu o seu valor. Aqui, eu acho bem importante lembrar que um brinde não deve ser algo impessoal. Um chaveiro podia ser um brinde comum antigamente. Hoje, já não é tão valoroso assim.

    Que tal um desconto ou condição especial? É bastante comum que marcas de cosméticos, por exemplo, enviem uma pequena amostra de algum produto junto com alguma compra. Isso mostra que o brinde, às vezes, pode, sim, ser algo físico. 

    O importante é que você conheça o seu cliente. Se você conhece, vai saber como oferecer algo que faça sentido para ele.

    3- Invista em cross selling e up selling

    A grosso modo, os dois significam que a compra vai ser complementada de alguma forma. Além de levar para casa aquilo que já comprou, o cliente pode ter algo a mais

    Com isso entendido, me permita explicar o que cada um significa:

    • Cross selling: ao efetuar uma compra, o cliente recebe uma oferta de um produto complementar. Quer um exemplo? Imagine que você compre um computador novo. Após a compra, a marca vai oferecer a você um fone de ouvido com desconto. Ou seja: um produto complementar, que faça sentido com a compra principal.
    • Up selling: aqui, a proposta é oferecer um upgrade para o cliente. Vamos supor que alguém tenha comprado um curso de edição de vídeos. Depois disso, a empresa pode oferecer um conteúdo exclusivo com preço especial. Um guia de como fazer o tratamento de imagens em um vídeo, por exemplo.

    Seja qual for a sua escolha, uma regra é fundamental: jamais force a venda. Afinal, estamos falando de complementares. O seu cliente deve ter a escolha de querer ou não essas ofertas.

    4- Tenha uma equipe de suporte incrível

    O pior pesadelo de um cliente é comprar algo e, se precisar de ajuda, estar desamparado. Aqui, a boa reputação da sua marca pode ir por água abaixo. 

    Lembre, portanto, que um bom suporte é humanizado. Se um cliente não conseguir resolver um problema por conta própria, com as suas instruções gerais, é fundamental que outro ser humano o ouça e o auxilie.

    5- Lance novos produtos

    Se seus clientes são fiéis a você, vão se sentir especiais ao receberem suas novidades em primeira mão. Acompanhadas de um desconto, talvez.

    Assim, ao lançar novos produtos, mantenha-os informados. Além disso, o próprio lançamento já pode ser algo positivo. Afinal, eles podem ter, novamente, a chance de comprar algo de uma empresa pela qual eles sentem alguma conexão.

    Você já investe em pós-venda?

    Se ainda não investe, comece agora. Para isso, tenha uma boa equipe ou um bom profissional ao seu lado, que entendam do assunto e estejam prontos para te ajudar.

    Eu quero deixar que os resultados falem por mim. Portanto, coloque as minhas dicas em práticas e observe como os seus clientes reagem. Eu não tenho a menor dúvida de que eles vão se tornar fiéis a você.

  • Estratégia offline x online: é possível unir os dois mundos?

    Estratégia offline x online: é possível unir os dois mundos?

    Eu sou um defensor da migração das empresas para o ambiente digital. Afinal, é lá que a maioria das pessoas estão. Além disso, ferramentas online nos oferecem muitos mais meios de mensuração de resultados. Entre outras razões, é claro. Mesmo assim, descartar completamente uma estratégia offline pode não ser uma boa decisão.

    Afinal, seu planejamento não precisa ser 8 ou 80. Ter uma forte presença digital, por exemplo, não significa que o offline deva ser completamente deixado de lado. Acredite: é possível mesclar as estratégias.

    Uma estratégia offline traz benefícios para a minha empresa?

    Traz, sim. Em resumo, aumenta o seu alcance e atinge pessoas que talvez ainda não estejam na internet. E não somente isso: também pode fortalecer o vínculo empresa x  cliente e construir mais credibilidade para a sua marca.

    Além disso, uma estratégia offline permite que você aproveite novas oportunidades. Um outdoor, por exemplo, pode ser tudo o que você precisa para impactar alguém que, a princípio, não conhecia a sua marca, ou não estava propenso a buscá-la nas redes sociais.

    Apesar de tudo isso, é importante reforçar: uma boa estratégia offline é aliada de uma boa estratégia online. Em outras palavras, ambas devem andar sempre juntas.

    Na prática, como funciona?

    Falar sobre o assunto é muito fácil, né? Não se preocupe: eu não vou deixar você desamparado. Por isso, trouxe algumas ideias para o seu próximo brainstorm

    1 – Defina os objetivos da sua estratégia offline

    A definição de objetivos é sempre o primeiro passo de uma estratégia. É aqui, por exemplo, que você sabe qual equipe estará envolvida no processo. 

    Além disso, é nesse momento que o seu público é definido. Basicamente, sem um objetivo, simplesmente não há nenhum caminho para ser tomado.

    2 – Invista em assessoria de imprensa

    Uma assessoria é especialista em levar conteúdo relevante para a mídia. Esses profissionais geralmente têm os contatos certos e sabem como divulgar seu conteúdo.

    Essa estratégia, aliás, é indispensável para quem deseja posicionar sua marca no mercado. Afinal, ter a sua empresa em veículos tradicionais também é capaz de trazer credibilidade e de te tornar referência local.

    3 – Invista em atendimento ao cliente

    Todo mundo tem uma experiência ruim sobre isso para contar. Às vezes, o marketing de uma empresa é incrível. Entretanto, pessoalmente (ou até por telefone), a história é outra. 

    Por isso, não hesite por nenhum segundo: invista em um atendimento ao cliente excelente. Capacite o seu time de vendas, por exemplo. Em resumo, faça de tudo para que a boa experiência de um usuário no seu site e redes sociais seja estendida também para o mundo real.

    4 – Considere desenvolver materiais físicos

    Voltamos ao exemplo do outdoor. Um restaurante que tenha um outdoor na estrada, por exemplo. Ele pode acabar sendo a escolha daquele motorista com fome que ainda não tinha planos de almoçar.

    Em cidades menores, a distribuição de catálogos de produtos ainda pode dar certo. Entretanto, tudo depende do seu mercado de atuação e de qual é o seu público.

    5 – Promova eventos

    Em plena pandemia, é claro que não podemos fazer eventos físicos. Entretanto, não deixe essa dica de lado no futuro.

    Um evento aproxima as pessoas e oferece aquilo que muitas buscam em uma marca: uma boa experiência. Aqui, é o melhor cenário para mesclar estratégia offline com estratégia online.

    Como? Além de divulgar o evento online, é possível estimular o uso de hashtags e postagens e de fotos, por exemplo. Outra opção é transmitir o evento online para aqueles que não puderam comparecer.

    O segredo é o equilíbrio

    Uma estratégia offline não te possibilita mensurar de forma exata e profunda os resultados do seu esforço. O marketing digital, por sua vez, torna isso possível. Por essas e outras, a minha recomendação é que você aproveite o melhor dos dois mundos. Ou seja, desenvolva uma estratégia completa que te faça vender mais e se tornar referência no que faz.

    Para colocar essas dicas em prática, você deve, antes de tudo, conhecer o seu público. É a partir disso que a estratégia ideal é montada. Ao saber para quem você está falando, é possível descobrir como comunicar determinada mensagem, e onde. 

    Ao definir a sua próxima estratégia de marketing, considere também opções offline. Com auxílio do digital, ela vai fazer o seu alcance se expandir consideravelmente. Além disso, vai ajudar a solidificar o seu posicionamento no mercado. E qual empresário não deseja isso, afinal?

  • Data-Driven Marketing: o que é?

    Data-Driven Marketing: o que é?

    Ao tomar uma decisão, o que você prefere: seguir a sua intuição ou se basear em fatos e dados? Até mesmo na vida pessoal, é bem provável que você fique com a segunda opção. Basicamente, o Data-Driven Marketing é sobre isso. 

    Como assim? A base dessa estratégia de marketing são os dados, os algoritmos e as estatísticas. Ou seja, de forma alguma utiliza apenas o “feeling” para planejar uma ação.

    O que é, exatamente, o Data-Driven Marketing?

    Em tradução literal, Data-Driven Marketing significa “marketing orientado por dados”. Como eu mencionei acima, a sua estratégia vai ser baseada em informações reais. 

    Na prática, o que isso quer dizer? Vamos supor que a sua empresa conceda crédito para os clientes. Antes de fazer essa concessão, é necessário checar se a pessoa é boa pagadora, certo? Aqui, entra o Data-Driven

    Ao analisar os dados disponíveis sobre esse cliente, você analisa se a concessão deve ser feita ou não.

    No marketing, o processo é o mesmo. Antes de lançar um produto, por exemplo, é importante que a sua empresa tenha conhecimento sobre as necessidades do público. O que ele espera desse lançamento? 

    Quando o marketing é orientado a dados, você tem acesso a essas informações. Ou seja, pode saber onde esses clientes estão e quais são suas preferências.

    E de onde esses dados vêm?

    Acredite, uma empresa produz dados todos os dias, a todo momento. A sua também, é claro. 

    Quando um cliente visita o seu site ou compra um produto seu, dados são gerados. Basicamente, durante toda a jornada de compra a sua empresa coleta informações valiosas sobre seu público.

    O que o Data-Driven faz é organizar e analisar essas informações. Em outras palavras, deixa tudo acessível para que você possa aplicar em sua estratégia. Torna o abstrato em concreto.

    Essa leitura é feita através de ferramentas específicas. Vamos conhecer algumas?

    As principais ferramentas para um marketing Data-Driven

    O Data-Driven Marketing é pura tecnologia. Por isso, não tem jeito: é preciso conhecer as ferramentas certas e usá-las ao seu favor. Aqui, eu listei as mais utilizadas.

    • Business Intelligence: esse processo diz respeito à coleta e análise de dados referentes ao mercado. Dessa forma, é possível conhecer tendências de consumo e informações sobre a sua concorrência.
    • Customer Intelligence: aqui, se coletam dados sobre os seus clientes. Quando a ferramenta faz a análise deles, entende, por consequência, nuances sobre o seu comportamento.
    • Customer Relationship Management (CRM): essa ferramenta é bastante importante. Afinal, é ela que armazena dados sobre os seus clientes.
    • Big Data: mais um must have do Data-Driven Marketing. Essa tecnologia é capaz de extrair e organizar grandes volumes de dados.
    • Enterprise Resource Planning (ERP): este é um sistema de gestão empresarial. Em resumo, ele integra dados de todos os setores de uma empresa.
    • Data Mining: aqui, temos outra tecnologia. Essa, por sua vez, transforma dados simples em estatísticas e conhecimento.
    • Analytics: ideal para usar operações matemáticas para analisar dados.

    À primeira vista, todos esses termos e explicações podem parecer confusos para você. Afinal, a tecnologia ainda não é um terreno familiar para todos. E tudo bem. 

    É para isso, inclusive, que servem as empresas de tecnologia e Inteligência Artificial. De forma geral, elas oferecem esse tipo de ferramentas, bem como auxílio para você utilizar seus dados da melhor forma.

    Após toda essa teoria, eu tenho certeza que você está se fazendo esta pergunta:

    E por que isso tudo é tão importante?

    Ainda neste artigo, eu darei dicas de como implementar, na prática, o Data-Driven Marketing. Entretanto, antes eu quero te mostrar por que esse tipo de marketing é fundamental hoje.

    Primeiramente, nunca é demais lembrar que estamos na era digital. Todos os dias, milhares de buscas são feitas no Google, por exemplo. As compras online estão a todo o vapor. Resumindo, passamos uma boa parte de nosso tempo online.

    Isso tudo significa que, diariamente, uma quantidade colossal de dados é gerada. E novamente eu afirmo: sua empresa também detém muitos desses dados. O material já está aí, com você. Ele precisa apenas ser lapidado.

    Ao se aproveitar dessa realidade digital, através do Data-Driven Marketing, o que a sua empresa ganha é o seguinte:

    • Conhecimento profundo sobre o comportamento do seu cliente
    • Saber quem, afinal, são os seus clientes
    • Possibilidade de saber quais produtos são mais e menos valorizados
    • Descoberta de qual é o momento mais apropriado para abordar um consumidor
    • Informações sobre o que a concorrência faz que atrai seus clientes atuais
    • Entendimento sobre quais formas de contato são preferidas pelas pessoas
    • Aumento na redução de risco de inadimplência

    Com todos esses dados (e muitos outros), sua estratégia se torna cirúrgica. Cada decisão que a sua empresa tomar será extremamente assertiva. Afinal, você saberá exatamente quem abordar, quando e como. 

    Na prática, isso significa mais leads, mais conversões e mais lucro. Além disso, fideliza os clientes, fomenta a cultura da inovação empresarial e te permite identificar oportunidades e riscos com muito mais facilidade.

    E por falar em prática, hora de aprender como implementar o Data-Driven Marketing no seu negócio.

    O Data-Driven Marketing na prática

    Você acabou de ler sobre como esse tipo de marketing fomenta a cultura da inovação na sua empresa, certo? Pois bem, saiba que essa é a primeira dica:

    1 – O Data-Driven deve ser, antes de tudo, parte da cultura da empresa

    O que você entende por cultura empresarial? Para mim, são os hábitos, princípios e diretrizes de um negócio. Estes, por sua vez, influenciam diretamente no modo como os colaboradores trabalham.

    O Data-Driven, portanto, deve ser cultural na sua empresa. Ou seja, é preciso mudar a forma como cada equipe resolve problemas e desenvolvem ideias. Assim, todos esses processos serão feitos baseados em dados. Achismos não têm espaço no Data-Driven Marketing.

    “Sem dados você é apenas mais uma pessoa com opinião”

    W. Edwards Deming

    2 – Invista em gestores de dados

    Aqui, pode ser um profissional, uma equipe, ou uma empresa. Fato é que dados são complexos. Por isso, caso você ainda não seja um especialista, ou não conte com um no seu negócio, é fundamental que esse investimento seja feito.

    Atualmente, muitas empresas oferecem esse tipo de serviço. Elas contam, ainda, com as ferramentas necessárias para processar e analisar os seus dados. Além disso, é possível contratar profissionais da área, ou investir nos que você já tem.

    3 – Invista, também, em tecnologia

    Nesse caso, só a mão humana não é suficiente. Em outras palavras, investir em tecnologias e ferramentas é inevitável. 

    Lembra da lista de ferramentas que você conheceu nesse artigo? São elas que tornam o Data-Driven Marketing possível.

    Então, se você pretende dar esse passo na sua empresa, não sinta medo de separar uma parte do seu orçamento para esse tipo de investimento.

    4 – Torne os dados acessíveis para todos na empresa

    Parece mentira, mas muita empresa coleta dados e não os usa. Ou pior: não permite que os colaboradores tenham acesso a eles.

    Considerando que todas equipes colocam a “mão na massa”, é fundamental que todos possam acessar esses dados e informações. Dessa forma, eles podem ser utilizados para melhorar as estratégias em cada setor. Nesse caso em específico, é fundamental que cada colaborador envolvido com o marketing da empresa possa ter esses dados.

    5 – Ofereça treinamento para a sua equipe

    A tecnologia é uma parte inerente da vida de quase todo mundo. Mesmo assim, é natural que muitas pessoas ainda não saibam trabalhar apropriadamente com elas.

    Por isso, além de permitir que os colaboradores tenham acesso aos dados, invista em treinamentos para essas pessoas. Em outras palavras, ensine sua equipe a usar essa tecnologia toda ao seu favor.

    6 – Defina métricas e tenha objetivos claros

    Lembra que eu falei sobre como muitos dados são gerados todos os dias? Pois é. Por isso, é fundamental que você saiba o que fazer com essas informações. Do contrário, você se sentirá perdido em meio a tanto material.

    Por exemplo: se o seu objetivo, nesse momento, é reter clientes, você pode focar em índices de satisfação. 

    Cada setor terá métricas específicas. Portanto, esse planejamento é bastante importante em toda a empresa. No marketing, muito provavelmente você se concentrará em taxas de conversão e custo de aquisição de cliente.

    O Data-Driven Marketing deve ser um processo contínuo

    Dados novos são coletados todos os dias. Além disso, há o fato de que estamos lidando com seres humanos. Seus clientes, portanto, podem mudar de ideia, descobrir novas necessidades e optar por decisões diferentes.

    Em resumo, toda essa análise de dados da qual falei deve ser constante. Só assim, por exemplo, é possível fazer um marketing completamente personalizado para seus clientes

    O Data-Driven Marketing não deve ser apenas uma medida para superar um momento ruim na empresa, por exemplo. Ou ainda uma estratégia temporária. Na atualidade, a famigerada “era digital”, o Data-Driven deve ser a base de tudo. Eu espero que, depois desse artigo, sua próxima decisão empresarial seja Data-Driven. E que sua próxima estratégia seja em prol da implementação dessa tecnologia que vai mudar os rumos do seu negócio.

  • Como deixar de ser uma empresa offline?

    Como deixar de ser uma empresa offline?

    Sua empresa não tem um site e suas redes sociais estão desatualizadas – se é que existem. Basicamente, encontrar sua marca online é uma missão impossível. Você se enquadra nessa descrição? Então, é hora de deixar já de ser uma empresa offline.

    Por que, Felipe?

    Primeiramente, uma empresa de sucesso se faz presente onde o seu público está. Seja qual for esse público, é impossível ignorar que, hoje, é no digital que uma parte enorme dos negócios são fechados.

    Aliás, os benefícios do digital não se restringem ao fechamento de vendas apenas, ao ato em si. Sabia, por exemplo, que a maioria dos consumidores faz uma pesquisa no Google antes de decidir qual produto comprar?

    Há, ainda, aqueles que demoram para sequer percebe a necessidade do seu produto. Em outras palavras, são clientes que precisam ser “educados”. A solução para isso? Ter uma empresa que está online.

    Ao permanecer offline, é quase como se a sua marca não existisse. 

    E como minha empresa pode deixar de ser offline?

    Migrar para o digital não é tão difícil assim. Para mostrar isso, trouxe algumas dicas bem práticas para você.

    1 – Uma empresa sai do offline quando está nas redes sociais

    Por isso, eu recomendo que você entenda sobre elas. Aqui, é possível fazer um curso específico ou contratar uma equipe de marketing para te ajudar.

    Além disso, você pode apenas explorar as redes sociais. O que pode ser melhor do que aprender na prática, certo?

    Dessa forma, você vai pegar o jeito da coisa. Por consequência, vai conseguir vislumbrar mais claramente a melhor forma de colocar a sua marca no ambiente digital.

    2- Crie um site

    Eu já falei sobre a importância de ter um site. Mesmo assim, quero resumir os porquês de criar um. 

    Na era digital, ter um site dá autoridade ao seu negócio. Além disso, fortalece a relação com os seus clientes. 

    Se considerarmos o que falei sobre estar onde seu público está, temos ainda outra conclusão bem importante a se falar. Ou seja, que as suas vendas vão aumentar. Afinal, as pessoas encontrarão seus produtos e serviços com muito mais facilidade.

    3- Cadastre sua empresa nos serviços do Google

    Vamos supor que você esteja procurando por cabeleireiros. Se jogar esse termo no Google, o buscador vai te mostrar uma série de opções. E não somente isso: a maioria terá disponível fotos e horário de funcionamento.

    Você pode fazer isso pela sua empresa também! Para isso, precisa se registrar no Google Meu Negócio. Depois de solicitar o cadastro, vai ser necessário comprovar o seu endereço e a propriedade da sua empresa. 

    Assim que for aprovado, já é possível administrar essas funções no Google. Dessa forma, seus clientes sempre poderão saber facilmente que horas você abre, ou qual seu site e telefone para contato.

    4- Crie um WhatsApp Business

    Já faz tempo que as mensagens de texto substituíram muitas ligações. Ou seja, muitas vezes, seus clientes não querem ter o trabalho de te ligar para buscar informações.

    Além de ter um chat para esse tipo de atendimento no seu site, ter um WhatsApp Business é um must para a sua estratégia online. Por lá, a comunicação é mais rápida e intimista. 

      Quando a sua marca se coloca à disposição do cliente dessa forma, é muito mais provável que ele te escolha.

    E como fazer isso, na prática? Pois bem, primeiro, você deve baixar o aplicativo no Google Play ou na App Store. Depois, basta cadastrar um número de celular. Aliás, qualquer número pode ser convertido em um WhatsApp profissional.

    5- Aprenda a impulsionar posts nas redes sociais

    Nessa altura, sua empresa já deve estar nas redes sociais. Agora, portanto, é o momento de fazê-las crescer. 

    A melhor maneira de impulsionar esse crescimento é através de anúncios pagos. Dessa forma, seu conteúdo vai chegar para mais gente. Entretanto, não se esqueça: ele deve chegar para as pessoas certas.

    Por exemplo: se você oferta produtos vegetarianos, não vai ter interesse em impactar um público que ama churrasco. Concorda? 

    Aqui, eu recomendo fortemente que você tenha uma equipe experiente ao seu lado. Afinal, um bom anúncio requer atenção e expertise em vários detalhes. E você não quer desperdiçar dinheiro, certo?

    Uma empresa offline praticamente não existe

    Reforço essa afirmação outra vez para que você entenda que estar offline na era digital é uma má ideia. 

    Se a sua empresa ainda não está na internet, então, é hora de colocar as dicas desse artigo em prática. Inclusive, você não precisa se preocupar. Afinal, se precisar de auxílio nessa migração, eu posso ajudar você.

  • Storytelling: o que é, dicas e por que virou tendência

    Storytelling: o que é, dicas e por que virou tendência

    Você pode até não entender muito bem (ainda) o conceito de storytelling. Mesmo assim, tenho certeza de que esse termo não te é estranho. 

    Afinal, essa tendência tem se mostrado a queridinha de muitas marcas por aí. Sabe aqueles comerciais de Natal da Coca-Cola que emocionam o mundo todo? Puro Storytelling. 

    Aliás, antes de irmos ao ponto principal desse artigo, deixa eu te contar um fato:

    A humanidade adora uma boa história

    Inclusive, se pensarmos por esse lado, vamos ver que o storytelling nem é exatamente uma novidade. Pelo contrário: a contação de histórias é um hábito que, basicamente, existe desde sempre.

    As pinturas rupestres, por exemplo, nada mais eram do que uma forma de contar histórias. Antes de termos livros e afins, a fogueira era onde todos se reuniam para uma boa narrativa.

    Hoje em dia, obviamente não é diferente. Olha só: gostamos de contar histórias na mesa de bar. Também, assistimos a filmes, lemos livros e gostamos de ouvir as pessoas. 

    Depois dessa explicação, nem sequer é necessário afirmar que…

    Storytelling é a arte de contar histórias

    Em resumo, contar histórias melhora a forma como nos comunicamos. Mais do que isso: entretemos o outro com mais facilidade.

    O storytelling, portanto, é isso: contar histórias. Para tal, temos elementos específicos, como personagens, cenários, conflitos e mensagens. É importante, ainda, lembrar da continuidade. Ou seja: do começo, do meio e do fim. 

    No contexto do marketing, essa técnica serve para que você transmita a sua mensagem de um jeito mais assertivo. Além disso, é mais possível que, dessa forma, você conquiste e envolva o seu público. Lembre-se: vivemos em uma era onde o vínculo emocional conta muito!

    E já que estamos falando do que o storytelling faz pela sua marca, vamos a alguns outros benefícios:

    1- O storytelling é sedutor 

    Digo e repito: amamos ouvir boas histórias. Se a sua marca contar uma, seu público vai prestar mais atenção em você.

    Afinal, o seu grande objetivo não é permanecer na memória dos seus clientes?

    2- As pessoas se identificam com as histórias 

    E, consequentemente, com a sua marca. Isso porque, ao ler uma história, seu cliente se coloca no lugar do personagem principal. Ele também acompanha seus passos e a sua jornada.

    3- Histórias despertam as nossas emoções

    Eu já falei por aqui como os consumidores estão mais exigentes. Em outras palavras, buscam mais do que bens ou serviços. O que eles desejam, pelo contrário, é confiança, credibilidade e conexão. E é isso, portanto, que eles sentem através de uma boa história.

    Um storytelling é sempre uma narrativa?

    De forma geral, entendemos que histórias sempre são narrativas. No storytelling, pelo contrário, uma narrativa não é sempre necessária. Mesmo assim, antes de eu te explicar outra forma de contar histórias, vamos entender os elementos clássicos de uma:

    1- Mensagem

    O storytelling se divide em duas partes: 

    • Story (a mensagem);
    • Telling (a forma como a mensagem é transmitida).

    Aqui, é bem importante que ambos os elementos sejam fortemente trabalhados. Uma boa mensagem, por exemplo, pode ser impactante. Entretanto, se não for contada do jeito certo, não será memorável.

    Há, ainda, o inverso. Ou seja: talvez a mensagem não seja assim tão poderosa. Mesmo assim, a forma como é transmitida impacta quem a ler.

    2- Ambiente

    As histórias sempre acontecem em algum lugar. Por isso, ter um cenário e um contexto é fundamental.

    Aqui, quanto mais detalhes, melhor. Isso porque uma boa descrição facilita o envolvimento do público com o seu conteúdo.

    3- Conflito

    Basicamente, é o conflito que dá emoção para a história. Geralmente, é uma dificuldade a ser superada.

    Nesse ponto, a resolução do problema não deve ser fácil demais, ou romantizada demais. Dessa forma, o público não consegue se identificar com o enredo. 

    Agora que você já sabe os elementos principais de uma história, vamos partir para outra forma de contá-las. 

    A técnica do “show, don’t tell”

    Ou seja: mostrar em vez de falar. Para ilustrar isso, eu trouxe um exemplo. Sabia que uma pesquisa realizada pela FICO mostrou que 65% dos brasileiros, neste ano, estão mais dispostos a abrir uma conta bancária online do que estavam no ano passado?

    Esse é o dado que vou usar para te mostrar duas formas de falar sobre ele.

    Na primeira, vou apenas contá-lo:

    Em uma pesquisa realizada pela FICO, empresa mundial de software de decisão e análise preditiva, foi constatado que 65% dos brasileiros estão mais dispostos a abrir uma conta bancária online neste ano do que estavam no ano passado.

    Agora, vou mostrar esse dado:

    Os aplicativos de bancos já são nossos companheiros há anos. Quando foi, aliás, que você precisou, pela última vez, ir até uma agência para pagar uma fatura? De lá pra cá, as funcionalidades (e o nosso conforto) só aumentaram.

    Agora, mesmo para abrir uma conta em um banco, já não é mais necessário sair de casa. Inclusive, a FICO, empresa mundial de software de decisão e análise preditiva, teve até uma pesquisa que mostrou a boa recepção do brasileiro a esse novo serviço. Em 2021, 65% das pessoas estão mais dispostas a abrir uma conta bancária online do que estavam no ano passado.

    Percebe a diferença? Ao descrever o dado e também o contexto, a mensagem se torna muito mais fácil de ser assimilada. Além disso, é muito mais provável que o seu público se veja naquilo que está sendo dito por você.

    Apenas apresentar o dado dificulta o seu entendimento. E mais: deixa a comunicação mais fria e robótica. 

    Como aplicar o storytelling no seu conteúdo?

    Pegou a essência dessa estratégia? Então, agora é hora de entender como é possível aplicá-la no seu conteúdo. Vamos lá?

    1- Utilize o storytelling como parte do conteúdo

    Basicamente, é o que fiz ao ilustrar o dado da FICO sobre a abertura de contas online. Isso significa que você pode usar uma história, por exemplo, para introduzir um tema.

    2- A narrativa pode ser a estrutura do conteúdo

    Aqui, a história não é utilizada apenas para introduzir o tema. Pelo contrário: ela é retomada ao longo do conteúdo. 

    Nesse tópico, é importante lembrar que a narrativa não precisa ser o foco do conteúdo. Na verdade, ela pode estar lá apenas como sustentação.

    3- Escreva pensando na sua persona

    Essa é uma dica que eu trago em quase todos os meus conteúdos. Afinal, a persona é a base de toda e qualquer estratégia que sua marca desenvolver. 

    É ela que precisará se sentir envolvida pelo seu storytelling. Por isso, considere as suas características na hora de dar vida ao storytelling.

    Algumas dicas práticas para o seu negócio

    Se na hora de colocar a mão na massa você se sentir um pouco perdido, volte para estas dicas aqui:

    • Product placement: conte histórias sobre o uso dos seus produtos, ou sobre seu propósito;
    • Cultura pop: aproveite alguns elementos para relacionar à sua marca;
    • Propósito da marca: por que seu produto ou sua marca são as soluções em determinada área? Responda a isso através de uma história;
    • Personalidade da marca: a sua personalidade também é uma narrativa. Por isso, faça proveito desse fator.

    Essas dicas podem ser preciosas para o seu brainstorming. Afinal, você pode tomá-las como um ponto de partida. 

    E o que não fazer no storytelling?

    Dessa vez, eu não trouxe apenas dicas sobre o que fazer. Portanto, presta atenção nesses don’t

    • Não crie histórias romantizadas demais: o clichê, aqui, pode ser perigoso. A vida, de forma geral, é mais complexa que isso. Logo, uma história previsível demais pode não conquistar a audiência;
    • Não seja direto demais: inclusive, eu até já falei sobre isso aqui. O storytelling é sobre o encanto de contar uma história. Então, ir direto ao ponto deixaria a narrativa bastante seca e nada atrativa;
    • Não construa personagens superficiais: afinal, estamos falando de seres humanos. Em outras palavras, somos seres complexos. Mais do que isso: sabemos identificar um personagem muito raso. Um personagem assim, portanto, não seria capaz de gerar identificação.

    Não existe fórmula mágica

    Ao longo deste artigo, eu te dei muitas dicas. Inclusive, dicas sobre o que não fazer, como você acabou de ler. Entretanto, eu preciso frisar uma coisa: não existe receita de bolo.

    Pessoalmente, eu não sou a favor de delimitar fronteiras para a criatividade. Por isso, quero que você enxergue essas dicas como nortes. Ou seja: elas não são regras, apenas orientações. 

    Aliás, é aí que mora o encanto do storytelling. Cada história é viva e você pode explorar mil formas de contá-la. 

    No fim, o mais importante é que o seu público consiga se envolver com ela. E, acredite, se a história for boa mesmo, ele irá.

  • Conteúdo inesquecível: como criar um?

    Conteúdo inesquecível: como criar um?

    Na era digital, todo mundo quer ser relevante na internet. Hoje, é nesse ambiente virtual que muitas empresas constroem sólidos reinados. Cada uma tem sua estratégia para estar onde estão. Entretanto, todas possuem algo em comum: um conteúdo inesquecível.

    O que é um conteúdo inesquecível?

    Fazemos marketing para sermos lembrados. No fim das contas, a aquisição dos clientes é uma consequência disso.

    Um conteúdo inesquecível é o que faz a nossa marca ficar na cabeça de nosso público. É, entre outras coisas, o que nos torna referência naquilo que fazemos e ofertamos.

    Contudo, criar um conteúdo desse nível não é tão fácil assim. Por isso, hoje eu trouxe algumas dicas para você levar em consideração ao planejar o seu.

    1- Um conteúdo inesquecível leva a persona e o público em consideração

    Se você não souber para quem o seu conteúdo é feito, então, as suas chances de oferecer algo inesquecível são quase nulas. 

    Por isso, define sua persona e seu público antes de começar. Ambos os conceitos, aliás, dizem respeito às pessoas a quem se destina a sua mensagem. 

    Com persona e público como base, você certamente vai conseguir construir um conteúdo mais assertivo.

    2- Um conteúdo inesquecível utiliza o tom de voz certo

    Essa é uma dica bastante ligada à anterior. Afinal, ambas se conectam à necessidade de ter uma persona.

    Os clientes de um escritório de advocacia, por exemplo, tendem a ser pessoas mais sérias. Logo, o tom de voz da sua marca precisa aderir a essa característica.

    Agora, se a sua empresa ofertar produtos vegetarianos, o tom explorado pode ser outro. É possível, nesse caso, usar uma linguagem mais intimista e até divertida.

    3- Não ignore o patamar de conhecimento do seu leitor

    É bastante comum que marcas cometam o erro de se posicionar como detentoras de um conhecimento superior. Por consequência, os leitores estariam um patamar abaixo.

    O melhor caminho, pelo contrário, é a horizontalidade na conversa. Em resumo, você deve se colocar em pé de igualdade com o seu leitor. Assim, é muito mais fácil que o seu conteúdo gere identificação – e se torne inesquecível.

    4- Dê ao leitor a chance de se aprofundar no assunto

    Ao escrever um artigo, por exemplo, utilize hiperlinks para levar o leitor a outros artigos que complementem o assunto principal. 

    Dessa forma, você melhora a experiência do usuário. Além disso, otimiza o SEO de seu site. Este último, aliás, ajuda você a aparecer nas primeiras páginas de busca do Google. Quem não sonha com essa posição, né?

    5- Não permita que o SEO deixe o seu conteúdo robótico

    Eu não penso duas vezes antes de defender que você deve aplicar hacks de SEO e escaneabilidade no seu conteúdo. Entretanto, é preciso saber medir a dose certa.

    Afinal, quando você se prende demais às regras, o conteúdo fica robótico. Essa frieza, inclusive, é o que pode afastar muitos clientes de sua marca. 

    Por isso, o meu conselho é: faça uso da tecnologia, mas jamais deixe o lado humano de lado.

    6- Use seu conteúdo para construir relacionamentos

    Às vezes, todas as informações que você deseja passar não cabem em um vídeo só. Ou em apenas um artigo, por exemplo. 

    Assim, em vez de criar conteúdos longos, divida-o em etapas. Dessa forma, é possível, ainda, criar um relacionamento com o seu público. Afinal, essa divisão também resulta em constância. 

    Quando esse vínculo é criado, aliás, o lado humano – que mencionei na dica anterior – é reforçado. Ou seja, apenas vantagens para o seu conteúdo.

    Preparado para ser memorável?

    Um conteúdo inesquecível não é criado do dia para a noite. É, pelo contrário, um esforço constante. 

    Basicamente, há duas dicas que eu desejo reforçar antes de encerrarmos esse assunto. A primeira é que você compreenda profundamente a sua persona. Ela é, indiscutivelmente, a base da sua estratégia.

    A segunda dica é que você jamais abra mão do seu senso de humanidade. Isso porque a tecnologia vem para ser usada ao nosso favor. Portanto, não a transforme em algo frio e robótico.

    Lembre-se, ainda, que, do outro lado da tela, há pessoas reais consumindo o que você publica. É preciso, então, entender e valorizar essas pessoas. Em outras palavras, descobrir o que é inesquecível para elas e ofertar o conteúdo ideal. Vamos começar?

  • Estratégia Digital-First: o que é e como desenvolver a sua

    Estratégia Digital-First: o que é e como desenvolver a sua

    A essa altura, é possível dizer que o offline ficou para trás. Afinal, sem estar presente no meio digital, é quase como se a sua empresa nem sequer existisse.

    Essa é, inclusive, uma das razões pelas quais tantos empreendedores têm apostado na Estratégia Digital-First.

    Antes de fechar uma compra, você pesquisa antes por diferentes opções na internet? Se sim (e com certeza sim), quais foram os critérios decisivos para a sua escolha? 

    Para muitas pessoas, um dos maiores critérios é a presença digital. Isso, inclusive, não é sempre uma escolha consciente. 

    Um atendimento rápido, por exemplo, é algo que o digital oferece e que justifica a preferência por determinada marca em detrimento de outra. Um site confiável, por sua vez, também pode ser uma razão.

    Em resumo, o meio digital agora é onipresente. Fugir dele é o mesmo que fadar sua própria marca ao esquecimento. 

    Por isso, hoje eu quero ensinar você o que é uma estratégia Digital-First. Além disso, quero te mostrar por que ela pode ser decisiva para o sucesso do seu negócio.

    Mas o que é uma Estratégia Digital-First?

    Nela, o ambiente digital vai ser a sua prioridade. Em outras palavras, o desenvolvimento da sua estratégia vai ter o virtual como base.

    Inclusive, é importante destacar que isso tudo não significa a exclusão dos meios tradicionais. Espaços e registros físicos, por exemplo, podem coexistir junto ao digital.

    Outra premissa da Digital-First é que você deve considerar o meio virtual em toda a sua totalidade. Isso, aliás, significa estar por dentro de muitos detalhes.

    Um deles é a necessidade de ter um site responsivo. Se a maioria das pessoas faz compras a partir de smartphones, não faz sentido ter uma loja virtual que só carrega corretamente em um computador, certo? 

    Temos ainda, nessa estratégia, a orientação de armazenar de forma digital os documentos importantes. Isso porque é nesse ambiente que a maior parte da comunicação cliente-empresa vai acontecer. Em outras palavras, e-mails, contratos e demais comprovantes devem, primeiramente, ser salvos na nuvem. Depois, é claro, você também pode considerar ter uma cópia física do que julgar necessário.

    E quais outras premissas desse tipo de estratégia?

    Basicamente, a Estratégia Digital-First é composta por alguns alicerces que nos servem de orientação na hora de fazer o seu planejamento.

    Aqui, eu te peço toda a atenção. Afinal, sem entender esses conceitos completamente, é bastante possível que a sua estratégia não funcione. Vamos lá?

    1- Valorização do aspecto humano

    Um ambiente digital sem a presença humana é um lugar frio e nada atraente para os clientes. Por isso, é preciso humanizar esse meio. Como? Eu tenho alguns exemplos.

    Primeiramente, você deve pensar em como tornar seu site fácil de navegar e, não menos importante, atraente. Além disso, precisa estimular conexões humanas. Isso pode ser feito através de um atendente humano, ou de uma inteligência artificial muitíssimo bem construída.

    2- Personalização

    Sabe quando um site te pergunta, antes de tudo, em qual estado você mora? Ou ainda que automaticamente faça esse reconhecimento? Pois é, isso se chama personalização. 

    Posso usar como exemplo, também, um site de roupas que mostra a você peças do seu gosto. Ou que recomenda produtos que combinam com suas últimas compras. Tudo isso torna a experiência do usuário mais personalizada. Por consequência, aumenta suas chances de fidelizar um cliente.

    3 – Transparência

    Os clientes estão mais conscientes do que nunca. Resultado disso é que eles buscam não apenas por um produto ou serviço. É necessário, também, que você entregue honestidade.

    Além disso, quando se trata de um ambiente digital, é natural que estejamos suscetíveis ao ataque de hackers e golpistas se não tomarmos cuidado. 

    Portanto, a sua empresa deve ter uma política de privacidade e segurança consistentes. Ainda, é importante estar de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados e garantir que seus clientes estejam cientes disso.

      Reforço: esses três pilares devem ser sólidos na sua estratégia. Sem eles, as chances de o seu Digital-First não dar certo são enormes. E você não quer perder tempo, nem dinheiro, certo?

    O que a estratégia Digital-First faz pela sua empresa?

    Nesse artigo, eu ainda vou ensinar vou ensinar como criar um modelo de negócio baseado na Digital-First.

    Entretanto, antes eu quero te mostrar os benefícios de se ter um. Olha só:

    • Seu alcance vai ser maior: uma estratégia digital permite que o seu alcance geográfico se expanda. Esse ambiente, aliás, não tem fronteiras. Seu conteúdo, portanto, pode alcançar lugares mais longes do que imagina;
    • O acesso ao seu conteúdo vai ser mais fácil: colaboradores e clientes terão mais facilidade para encontrar sua empresa e consumir seu conteúdo. Afinal, quem não é visto não é lembrado. 
    • Aumento da segurança: ao usar as ferramentas certas, as informações da sua empresa estarão melhor protegidas. A segurança, inclusive, beneficia você e seus clientes;
    • Reforço da vantagem competitiva: seus concorrentes provavelmente já estão no meio digital. Se não estiverem, melhor para você. De qualquer forma, a Digital-First vai te colocar à frente no mercado;
    • Possibilidade de marketing mais efetivo: o ambiente digital oferece mais possibilidades de marketing. Com um profissional especializado ao seu lado, é possível empreender um sem-fim de campanhas específicas e que realmente funcionem.

    Entendeu como a estratégia Digital-First te coloca numa posição superior no mercado? Aliás, nunca é demais lembrar que vivemos na era digital. Você, é claro, já deve saber muito bem disso.

    Dessa forma, também não é novidade que uma empresa sem uma forte presença na internet acaba ficando para trás. Afinal, ela não está presente onde seus clientes estão.

    E como montar um plano de negócio Digital-First?

    Agora sim, vamos à prática. Com esses passos básicos que vou ensinar, o crescimento digital do seu negócio vai fluir de forma muito mais assertiva.

    1- Defina seus objetivos

    Se você não sabe para onde ir, acaba não indo para lugar algum. Por isso, antes de tudo, é preciso traçar seu caminho. 

    Seu objetivo é aumentar as vendas? Ou os acessos ao site? Quem sabe, pode ser até apenas iniciar sua presença digital e conquistar os primeiros seguidores.

    Seja como for, é importante que você saiba muito bem aonde quer chegar.

    2- Tenha uma persona

    Uma persona é a representação fictícia de um hipotético “cliente ideal”. Quando a sua empresa constrói uma estratégia Digital-First, é natural que você precise produzir conteúdo para deixá-la sólida.

    Aqui, entra a necessidade da persona. Isso porque é com ela que você vai saber o que produzir. Em outras palavras, vai emitir a mensagem certa para as pessoas certas.

    Essa é, aliás, a melhor forma de ganhar relevância na internet sem muito investimento em anúncios. Afinal, um conteúdo assertivo atrai as pessoas certas de forma orgânica.

    3- Desenvolva um planejamento de conteúdo

    Com sua persona em mãos, você já sabe para quem seu conteúdo vai ser direcionado. E o que é esse conteúdo? Pois bem, é tudo aquilo que o seu público vai consumir de sua marca. 

    Postagens em redes sociais, textos em blog, vídeos, stories: tudo isso é conteúdo. Ao planejar o seu, considere as suas necessidades e os seus objetivos. Além disso, lembre de estabelecer a frequência com a qual seus materiais serão publicados.

    4- Defina os KPIs que você irá acompanhar 

    KPI significa Key Performance Indicator (“indicador-chave de desempenho). Basicamente, são as métricas que demonstram se a sua estratégia está indo bem ou não.

    Quer um exemplo? O custo de aquisição por lead é um KPI. O custo de implementação de sua estratégia Digital-First também pode ser um.

    Uma estratégia Digital-First requer uma mudança de mentalidade

    Afinal, antes de simplesmente aparecer na internet apenas porque todos os seus concorrentes estão lá, você precisa aceitar de verdade essa mudança.

    O que eu estou querendo dizer? Migrar para o ambiente digital é um passo gigante, você já sabe. Para manter a sua empresa lá, portanto, você vai ter que se familiarizar com esse mundo. 

    Mais do que montar uma equipe para cuidar disso, é fundamental que a compreensão da ida para o digital seja coletiva.

    A internet é um terreno fértil. Melhor ainda: é fértil e seus clientes estão lá. Hoje, pouquíssimas (ou nenhuma) compras são feitas sem uma boa pesquisa no Google antes de o negócio ser fechado. 

    Além disso, compradores priorizam vínculos. Uma estratégia Digital-First possibilita que esse vínculo seja criado, falando nisso. Afinal, a constância e a presença digital constroem esses relacionamentos entre empresas e clientes.

    Se você ainda se sente inseguro em migrar para o digital, não tem problema. Com a ajuda de uma equipe profissional certa, seu momento de transição vai ser mais tranquilo. Que tal avançarmos nessa etapa juntos?

  • Líder: é possível se tornar um?

    Líder: é possível se tornar um?

    O título já deixa implícito a premissa deste artigo: um líder não precisa necessariamente nascer com essa habilidade. É perfeitamente possível aprimorá-la ao longo da sua vida (e carreira).

    Dito isso, é natural que você se pergunte como, então, é possível se tornar um líder

    Primeiramente, é importante que você saiba que essa não é uma mudança que acontece do dia para a noite. Pelo contrário: é necessário esforço contínuo.

    Para isso, eu separei algumas dicas para te ajudar.

    1- Saiba se comunicar

    Acima de tudo, líderes são excelentes comunicadores. Aqui, a comunicação deve abranger toda a rotina dessa pessoa. Por exemplo: é preciso manter os funcionários a par da situação da empresa.

    Além disso, um bom líder sabe comunicar expectativas e dar feedbacks construtivos para a equipe. Nesse tópico, a transparência na comunicação também é algo a ser destacado.

    2- Aprenda a identificar talentos

    Um líder lida com pessoas o tempo todo. Logo, lida com talentos. É preciso saber identificar talentos e aproveitá-los. 

    E não somente isso. É fundamental, ainda, que você tenha tato para estimular esses talentos. Às vezes, o próprio funcionário não percebe que é talentoso. Ao acreditar em seus potenciais, você consegue incentivar as pessoas a darem o seu melhor.

    3- Valorize seus relacionamentos

    Notou que, até aqui, eu falei muito sobre lidar com pessoas? Seja qual for a sua área de atuação, você com certeza trabalha com pessoas.

    No fim, o sucesso de uma empresa depende do esforço e do bom relacionamento de todos. Inclusive, são esses vínculos que vão te levar mais longe.

    4- Exerça sua influência de líder de forma positiva

    Estando na posição de líder, é natural que você exerça influência sobre as outras pessoas. Aliás, isso é algo impossível de ser evitado.

    Dessa forma, aprenda a causar um impacto positivo na vida de quem está ao seu redor. 

    5- Seja líder, mas seja humilde

    Um líder não é alguém que sabe tudo. É, pelo contrário, alguém que não sente medo de aprender. 

    Aliás, vale lembrar que um líder também não é sinônimo de superioridade. Portanto, lembre-se: um líder de verdade sabe trabalhar de forma horizontal, ao lado de seus companheiros.

    6- Estimule a sua equipe a pensar

    Aqui, você precisa aprender a dar espaço para a sua equipe crescer. Além disso, deve ainda estimular esse crescimento, fazer parte.

    Essa, inclusive, é uma forma de exercer influência positiva sobre as pessoas. Lembra da dica 4, certo?

    7- Faça com que sua equipe se sinta segura

    A liderança não é um espaço passível de intimidação. Entenda: liderar não é sobre poder. É, na verdade, sobre inspirar.

    Se a sua equipe se sentir intimidada por você, não será capaz de expressar opiniões ou de promover melhorias na empresa, por exemplo. 

    Por isso, encoraje cada funcionário a se sentir uma parte importante do todo. Se empenhe, portanto, em construir um ambiente saudável e confortável para todas as pessoas.

    Você pode, sim, se tornar um líder

    Tudo o que você precisa é cultivar esse espírito de liderança dentro de você. Inclusive, eu repito: essa mudança não acontece do dia para a noite. 

    Portanto, se você deseja ser um líder, comece agora. Além disso, exercite todas essas habilidades sempre, não apenas durante o expediente.

    Afinal, a “hora certa” de começar a ser um líder não existe. Na verdade, já estamos todos prontos desde que nascemos. Basta que ousemos começar.